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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Achaque número dois

Como não tenho escrito quase nada por estes lados e como algumas pessoas me têm enviado uma ou outra questão em comentário, aqui fica o meu querido e prezado Ask, juntando o útil ao agradável, em que não responderei a perguntas do género "ex virgem?", "qntx já papaste damah?" ou "ex buedah feiah, dax-muh teu númaro?", mas sim ao que vocês muito bem entenderem, porque o Ask é isso mesmo, o que cada um quiser, e o meu é um Ask respeitável e cheio de classe em que só se pragueja em Inglês e em que há que respeitar as regras do bom português escrito, mesmo que seja em anónimo. Toca a puxar pela imaginação, surpreendam-me! Muito obrigada.

 

Deu-me um achaque

E pronto, assim se passou um Verão (ou assim está ele a acabar…). Não correu nada como eu esperava, não fiz nada do que e como esperava, não escrevi nada como esperava. Em suma, foi um Verão sem grandes acontecimentos, sem altos ou baixos, apenas com um objectivo em mente: conseguir amealhar dinheiro para a faculdade através de um emprego.

Ao contrário do que tem acontecido em todos os períodos de férias que já tive na minha vida, nunca tive a oportunidade de me sentir entediada nestas últimas semanas, ou não regresse eu mais do que “morta matada” a casa, ao fim de um dia de trabalho, depois de onze horas sem ver a minha rica caminha nem sentar o meu rabinho ossudo no sofá fofinho cheio de pelos dos cães.

O que, para mim, acaba por ser realmente um problema de enorme gravidade é não vir cansada fisicamente, mas sim psicologicamente. Deste modo, as horas que passam desde que trespasso o portão até me ir deitar são gastas a procrastinar. Sim, eu até voltei a procrastinar, e nem sequer foi de livre vontade! Afinal, não existem lá muitas actividades que me dêem verdadeiro gozo que se possam realizar sem o mínimo de esforço intelectual: ler, escrever, arrumar o quarto ou até jogar Angry Birds. Dou por mim, com alarmante frequência, a mirar o ecrã do computador ou da televisão com a mente totalmente em branco, feita parva. Quando calha ir jantar a casa do Ricardo, praticamente só tenho tempo para comer, antes de cair desfalecida, sem forças, em qualquer encosto ou braços de quem me apanhe em pleno processo de low battery.

Escrever, está quieto. Não consigo reservar impulsos nervosos suficientes durante o dia para conseguir formular mais do que um par de linhas de seguida durante a noite. Não existissem os fins-de-semana ou pequenos textos escritos, esporadicamente, enquanto trabalho, e eu já estaria a entrar em paranóia (mais do que estou, pelo menos).

Ah pois, e os fins-de-semana, que não chegam para nada?! Ora é a mândria, ora é o tempo que passo com a família, ora é o tempo reservado para namorar: parece-me que nem chego a aproveitar bem esses momentos, tal é o estado de retardamento cerebral e de ansiedade pré-segunda-feira em que me encontro.

Eu só quero recuperar a minha sanidade! Não quero continuar a acordar como quem vai ser imediatamente reencaminhada para a morgue; não quero continuar a responder de forma torta a toda a santa criatura que não pareça compreender que EU ESTOU EXAUSTA E SÓ QUERO QUE ME DEIXEM EM PAZ E SILÊNCIO, CARAMBA; não quero ter de continuar a adiar encontros com os meus amigos e de invejar a liberdade que eles têm para sair à noite sem se preocuparem a que horas têm de se deitar, a liberdade que têm para fazer planos inesperados, enfim, a liberdade que têm para não perderem a sua identidade.

Porque é exactamente isso que eu sinto que me está a acontecer! Neste Verão, paguei as propinas do primeiro ano da faculdade, mas não fiz nada que me satisfizesse o ego. Mal tive tempo para respirar, quanto mais…! Nem sei o que seria de mim se para a semana não começasse já a trabalhar em part-time, cruzes-credo!

A duas semanas de retomar o estudo, de iniciar uma nova etapa da minha vida pessoal e escolar, nem consegui ainda assimilar todas as novidades que vou enfrentar. Falta-me o descanso, os momentos a sós, a dois, a três, a quatro e ao monte, falta-me a preparação e a reflexão, falta-me ter aquela pausa em sintonia com o resto do mundo, sem palpitações várias ou dores de alma desnecessárias.

Mas, acima de tudo, faltam-me horas de sono. É imperativo tentar acabar com as insónias… A começar agora. Por isso é que vou mas é ganhar juízo e deixar o resto das lamechices pseudo-filosóficas e introspectivas para outro dia. Isto só pode ser do sono.

A vida é injusta

Com tanta gente a fumar compulsivamente e a viver grandes noitadas cheias de farra bem "regadas", continuando a ter um cabelo lindo, brilhante, resplandecente, esvoaçante ao vento, e uma pele de estrela de Hollywood, tinha de ser eu a andar em dieta de comidinha feita pela avó e um litro de água por dia a ter a guedelha toda esquisitóide, ora no ar, ora oleosa, ora seca, uma guedelha quadripolar que só ela, a combinar com a pele púbere que me dá dores de cabeça desde os nove anos. É caso para dizer: fónix.

Ou sou eu ou é a barba, 'tás a entender?*

Não tenho nada contra homens de barba. Acho que, na maioria das vezes, ficam ainda mais bem-parecidos e elegantes com um qualquer tipo de pelo facial. (E, sim, talvez sejam as minhas hormonas saltitantes a falar, mas fá-los parecer mais “machos”, menos rapazinhos. Ficam com aquele ar de alfa dominante, todos emproados, muito senhores de si mesmos, muito sexies e blá, blá, blá, o resto é conversa e muita baba à mistura.)

Maaaaaas… Há sempre um “mas”. E esse “mas” decorre do facto de eu nunca – repito: NUNCA – ter visto o meu rico namorado sem barba. Quando o conheci, há quase dois anos, a barba já lá estava: barbicha mais patilhas.

E, dado que essa senhora dona barba chegou primeiro do que eu, tem primazia na vida dele, a sacana. Já lhe disse. Ou sou eu ou é a barba. Ele responde sempre “a barba”, esse descaradão a quem dedico todas as minhas emoções mais fortes e todos os meus sentimentos mais sinceros, para no final de contas nem sequer o ter conseguido dissuadir a fazer a barba uma única vez.

Eu não me importo nada, nadinha de nada, com a sua permanente presença. Há dias, até, em que lhe acho imensa piada. Porém, jamais vi (ou verei, desconfio) o meu lindo amor sem o raio da filha da mãe da barba e isso é algo que me atormenta. Vejam lá se entendem isto: é preciso recuar praticamente cinco anos nos álbuns de fotografias para se conhecer um Ricardo sem pelo facial visível. É qualquer coisa… Eu só quero conhecer o meu namorado de barba feita!, será pedir muito???

É que, muito sinceramente, a barba não lhe fica nada mal. O problema é maioritariamente psicológico, lá está. Existem pessoas que se afeiçoam a recordações, outras que se afeiçoam a sapatos, a roupas e malas, a livros (eu), e depois há pessoas como esta criatura, que se afeiçoa À SUA BARBA! Há quase um ano que namoramos e há quase um ano que lhe peço, que lhe suplico, vá lá, vá lá, para rapar aquela barbicha (de vez em quando, as patilhas desaparecem). E não é que ele age como se eu estivesse a falar para a parede? Primeiro, dizia que siiiiiiiim, que, um dia, logo se veria, depois já só seria por ocasião do baile de finalistas e, agora, estou a ver que nem num hipotético futuro (a muitíssimo longo prazo) casamento o rapaz me faria o amabilíssimo favor de se livrar da sua melhor amiga, a barbicha ricardiana, padrinha do noivo, presente em todas as boas e más alturas da sua vida.

Ele tem mais cuidado com a barba do que eu com o cabelo. Ele mete-lhe AMACIADOR. Eu só comecei a esfregar amaciador no meu próprio cabelo no ano passado! Ele lava-a e penteia-a todo o santo dia. Está sempre a mexer-lhe e a ver se está direitinha. Está sempre despenteado, mas nunca com a barba fora do sítio. É uma obsessão tal…!

Ultimamente, algumas raparigas têm-se-lhe insinuado, até de maneira indecente, mesmo debaixo dos meus olhinhos (se elas soubessem da missa a metade, nem o largavam enquanto não o tivessem a comer da mão, bem-haja a sua ignorância), mas não é contra elas que eu travo uma luta constante para manter em mim a atenção do moço. A verdadeira mulher da vida dele, arrisco-me a afirmar, é a barbicha.

Infelizmente (para ele, só se for!), a barbicha já tem duas fiéis inimigas: eu e a mãe dele. Já o ameaçámos com tudo. Calmantes ou soporíferos diluídos no jantar, tesouras, bandas de cera e assaltos durante a noite fazem parte do nosso inventário de ataque, e a lista continua a crescer, à medida que o tempo passa.

Dito isto, está declarada a guerra contra a maldita barba. Não é só de agora, mas fica a mensagem.

 

(PERCEBESTE, RICARDO LUÍS???)

 

 

* Para os menos entendidos na bela arte do sarcasmo, esta publicação não passa disso - sarcasmo, puro sarcasmo. Eu amo muito o meu amorzinho fofinho e barbudozinho, tenha ele a barbicha que tiver, com ou sem aquelas tranças que meteu na cabeça fazer durante a Festa do Avante, e, bem lá no fundo, eu sei que esta é uma batalha perdida no quartel, contra a qual eu não tenho a mínima hipótese de ver vencido o meu ponto de vista. O acordo subrecpiticiamente assinado a partir do primeiro beijinho mais-ou-menos inocente contempla a premissa "levas o rapaz e levas também a barba dele que te lixas". Uma cena do género...)

"Vá tomar merda!"

Eu não costumo escrever palavrões aqui no blogue, eu sei. É certo que os digo com mais frequência do que os escrevo, mas, desta vez, não, não fui eu que disse "vá tomar merda!" a ninguém. Disseram-mo antes a mim - um cliente - logo pelas dez da manhã desta luminosa terça-feira. A conversa foi mais ou menos assim:

- Muito bom dia, o meu nome é Beatriz Mendes e estou a ligar da Empresa Tal. Seria possível falar com a Sr. Dona Fulana X?

- Pode sim, pode falar com ela. Sabe o que ela lhe vai dizer...??? (E depois  introduziu a tal expressão muito simpática que eu me recuso a repetir. Já ele não se importou de a utilizar mais uma ou duas vezes durante o seu terrível monólogo, que eu só interrompi para pedir desculpa e para deixar bem claro que não era preciso ser mal-criado - fazendo-o gritar ainda mais alto, como se fosse possível.)

 

Contudo, sou obrigada a concluir que este não foi um insulto qualquer. Este foi um insulto de primeira categoria! Há qualquer coisa de muito súbtil e poético, quase erudito, na palavra "tomar", em combinação com o palavrão "merda" (pronto, não havia maneira de continuar a evitar escrevê-lo). Em vez de se dizer "vá tomar chá!", diz-se "vá tomar merda!"... Numa chávena de porcelana chinesa, finíssima, como as que o Gato da Alice no País das Maravilhas tinha, foi o que imaginei. Uma colega chegou a sugerir que eu tomasse a minha merda matinal em forma de granizado, com muito gelo à mistura, para disfarçar o sabor.

 

Quanto ao cliente, agradeço-lhe a sugestão de pequeno-almoço, mas para me mandarem comer já me chega a minha avó. Não preciso que mais ninguém se preocupe comigo, ok?! Já chega! Eu sei que entre merda e Nestum, o pessoal deve preferir, evidentemente, a primeira opção, só que eu sou do contra - o que é que se há-de fazer? Estes jovens de hoje em dia...

Trabalhar muito e muito bulir, dá um sono que só apetece dormir!

Se há uma lição a retirar da experiência do nosso primeiro emprego remunerado, é a de que não há dinheiro mais valioso do que o nosso. Após anos e anos a depender totalmente da bolsa alheia, satisfazendo os nossos caprichos com dinheiro que não ganhámos, poder, finalmente, comprar o que quer que seja, mesmo uma tablete de chocolate de trinta cêntimos, é uma brisa de ar fresco no ego.

Pessoalmente, já há uns anos que ganho algum dinheiro com os prémios literários, mas isso sempre foi esporádico. Ora vinham uns 200€ daqui, mais uns 100€ dali, e 50€ de acolá, mas nada de certo ou concreto - além de que escrever, para mim, é uma espécie de brincadeira e, não me esforçando muito, o dinheiro ganho a fazê-lo não era o resultado de mais do que alguns minutos ou horas de satisfação. Ficava a ganhar duplamente.

Agora, obter dinheiro através de algo que não é lá muito lúdico nem agradável, é outra coisa totalmente diferente! Tem um valor absolutamente distinto!

Trabalhar em cal-center deve ser dos empregos mais miseráveis do século XXI, principalmente em campanhas como aquela em que me colocaram, em que passo oito horas por dia a repetir as mesmas frases e expressões, a fazer sempre o mesmo e a incomodar imensas pessoas que não pediram a ninguém que as incomodassem (já cheguei a acordar pessoas às 9h da manhã e a interromper um momento muito íntimo, se-é-que-me-entendem… nem vos sei explicar o quão mal me senti!). Podia ser pior, eu sei, que vender cartões de crédito e seguros disto e daquilo ainda é mais desagradável, enquanto eu só estou a “oferecer” consultas auditivas, mas não deixo de chegar ao final da tarde com o cérebro mais moído e mole do que papa Cerelac, como se perdesse 2 pontos de QI por dia.

Felizmente, também é ao final do dia que me sinto orgulhosa de mim mesma, por ter aguentado mais uma jornada, estando 34€ menos pobre e mais perto de conseguir pagar as propinas – e, particularmente, no final da semana ou do mês, como é óbvio.

Não estou autorizada a gastar o meu dinheiro em despesas supérfluas, mas também não me deixo de permitir alguns pequeníssimos luxos, nem que tenha de ir trabalhar ao fim-de-semana. Se sinto que mereço ser recompensada pelo meu esforço, tenho de o fazer, como uma obrigação de mim para mim. Por exemplo, no sábado passado fui trabalhar de manhã para ganhar a saída da tarde: para pagar os bilhetes de metro, o gelado da Santini, a entrada na Fundação Saramago e, eventualmente, um livro (à falta de um, comprei dois, edições de bolso, que me ficaram por pouco mais de dez euros, um dos quais em francês, a ver se estimulo o intelecto e compenso o embrutecimento de que ando deliberadamente a ser vítima).

Não sei por quanto mais tempo continuarei neste emprego. A minha ideia é continuar depois do início das aulas, apenas em regime de part-time, mas receio não ter estaleca suficiente para aguentar a exigência do estudo, equilibrando-a com o trabalho. Lá no fundo, eu tenho a plena consciência de que tenho de ter força e manter a compostura e a cabeça fria… Ainda assim, também sei que só na altura em que as circunstâncias se materializarem é que terei uma resposta às minhas dúvidas. Até lá, é bulir como se não houvesse amanhã e esperar pelo ordenado deste mês.

Vida pessoal? Isso é para fracos!

Tempo para fazer aquilo de que mais gosto? Isso é para nabos!

Tenho sono? Um dia, hei-de ter de me render ao café! 

 

MORAL DA HISTÓRIA Nº1: nunca mais me irão ouvir queixar de que "estudar é difícil".

MORAL DA HISTÓRIA Nº2: ai de mim, se não arranjar um trabalho de que goste e que me dê gozo, depois de terminar a faculdade!

Eu, tu e o Saramago

Ontem, a tarde foi assim...

 

Começámos com os deliciosos gelados da Satini do Chiado (laranja e cenoura para a Carolina, chocolate e brigadeiro para mim - porque apenas um tipo de chocolate é para fracos)...
... e depois fomos ver a Sé.
Entretanto, perdemo-nos e, ao fim de muitas voltas, um Google Maps do smartphone e uma paragem para perguntar o caminho, conseguimos dar com as traseiras da fundação (não antes de já lá termos estado, mas sem nos apercebermos do que se tratava)! *Atentem na minha cara de rainha de beleza.*
Afinal, a Casa dos Bicos fica a poucos metros da estação de metro do Terreiro do Paço, quase à beira-rio.
Esta era uma saída já prometida desde há umas semanas atrás. Tanto eu como a Carolina somos leitoras ávidas e sempre à procura de mais bagagem literária e cultural, pelo que não poderíamos descansar enquanto não visitássemos a Fundação José Saramago - eu, por gostar muito da obra do senhor e do que ela representa na literatura portuguesa (e, porque não?, mundial), e ela, pela curiosidade e por querer obter algum incentivo para se aventurar por páginas saramaguianas.
A exposição preenche apenas o primeiro andar, mas chega bem pelo conteúdo. Mal lá entrei, pensei de imediato "pronto, lá vou eu ter que voltar para ver tudo outra vez". E com todo o gosto! Há demasiado para ler, para prestar atenção, esmiuçalhazinhas que não o são, porque fazem parte do percurso pessoal e profissional do Saramago, e que a mim muito me agradam enquanto sua admiradora. Portanto, são imperdíveis. São as centenas de capas das várias edições, nacionais e esrangeiras, dos diversos livros, são os cadernos e caderninhos de apontamentos, as agendas, as distinções, as fotografias, os manuscritos ainda batidos à máquina ou já digitados a computador, todos eles com anotações feitas à mão, o material de investigação para cada história, a correspondência e os e-mails com amigos e colegas, a recriação do seu escritório - são as provas de que esta pessoa, José Saramago, viveu neste mundo, escreveu o que escreveu e merece ter alcançado a glória almejada por qualquer profissional ou artista; são pessoas como ele que inspiram outras e que são capazes de mover "vontades" alheias (sei lá, como a minha!). Apesar de a exposição estar orientada para quem conheça minimamente os seus livros, qualquer um com o mínimo de interesse acerca do assunto há-de conseguir disfrutar igualmente da visita.
Dito isto, tenho meeeeeeeeeesmo que lá voltar sozinha para me poder perder sem arrastar ninguém na onda, digamos assim. No final, só fiquei um bocado revoltada por as edições estrangeiras dos livros do Saramago serem vendidas a um preço bem mais acessível (chegava a ser apenas metade!) do que as edições portuguesas. Compreendo que, tratando-se de maiores tiragens, essa edições ficam mais rentáveis, mas... até na própria Fundação Saramago, no centro de Lisboa???! Porquê? Os portugueses são assim tão ricos que possam gastar vinte e tal euros de uma assentada para poderem ter acesso à sua cultura?
Mas não nos alarguemos mais em devaneios reservados para outras ocasiões.
O que interessa é que os 2€ do bilhete de estudante valem totalmente a pena, ainda se dá um passeio engraçado antes e/ou depois da visita e assim se passa uma tarde engraçada e cheia de sol, em boa companhia (falo por mim, escolham bem a vossa!). Recomendável para quem não quer gastar muito dinheiro sem deixar de se divertir e de (re)conhecer Lisboa. Não se esqueçam de levar uma garrafa de água o mais fresca possível e um lanche leve mas nutritivo (preferencialmente, numa mochila) e pronto, ei-vos preparados!

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