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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Buh! O Halloween é uma cena que (agora) não me assiste.

Disfarces? Festas? Sustos? Doçura ou Travessura? Gente com demasiada maquilhagem branca e preta? Criaturas pretensiosamente malévolas em mini-saias de renda preta e tops minúsculos, com o briol do catano que está?

Na minha vida, este ano, um Dia das Bruxas não deve ser um Dia das Bruxas sem enviar montes de currículos e candidaturas de emprego.

 

Tenham uma noite muito negra, MUA-HA-HA-HA!

Jonas Brothers - the end of a family business

Do início da minha adolescência, guardo a fase dos Jonas Brothers como uma das mais tontas e mais queridas recordações da altura. Eu e a Inês Cara de Panqueca adorávamo-los (Nick para ela, Joe para mim e, back in the days, o Kevin tinha ar de sonso-panilas). Éramos doidas por eles, mas doidas mesmo, ou não tenha eu enchido uma parede inteira do meu quarto com posters da banda, alguns de dimensões consideravelmente grandes. As músicas ficavam no ouvido mas eram divertidas e contagiantes, outras eram tristes mas as melodias deixavam-me nostálgica, deixando as hormonas púberes - recém-descobertas - felizes e satisfeitas. Não sei como é que a minha família me aturou durante os quase dois anos em que eu só falava de Jonas Brothers, Jonas Brothers, Nick, Joe, Kevin, JONAS BROTHERS!!!!! AAAH!

E, agora, os moços vão splitar. Vão acabar com a banda por não concordarem no rumo que a música que fazem deve seguir, dizem. Já ganharam o dinheiro que tinham a ganhar, essa é que é essa! Ainda por cima, estão a ficar feios (ironicamente, agora o Kevin é o melhorzinho) e já ninguém lhes deve ligar. Os tempos dourados dos irmãozinhos da América já terminaram, pá. Agora o pessoal gosta é dos One Direction, fresquinhos que nem alfaces e sem hipocrisias como "vamos permanecer virgens até ao casamento e depois, UPS, a virgindade caiu-nos do bolso, foi sem querer". As miúdas de doze anos da segunda década do século XXI querem é machos latinos, com vigor nas partes baixas e nas outras todas também, está-me a parecer! Querem é Justin Bieber e música electrónica e autotune aos molhos! É mesmo assim! A Disney já nem sabe o que faz, está a perder capacidades de produção de estrelas adolescentes.

Jonas Brothers is sooooooooooo 2007. Uns vão, outros vêm - é o ciclo da vida pop. Ganha-se o dinheirinho que se tem a ganhar e depois tira-se a reforma aos 25. Haverá melhor vida do que esta? Não tenho pena.

Pessoalmente, ainda gosto de ouvir os três primeiros álbuns, antes de terem começado a trabalhar a solo e de se terem divorciado da imagem de meninos bonitos. Ainda me sabe bem ouvir essas músicas e não me canso de o fazer de vez em quando. É um dos meus guilty pleasures e, quer os Jonas Brothers existam ou não existam em 2013, 2014 ou 2045, acho que vou continuar a tê-lo. Nem que seja por enquanto.

 

Os negócios familiares nunca são boa ideia, foi o que sempre me ensinaram! 

 

  

E, por fim, para recordar, tomem lá o hit do Verão de 2008!

 

E, provavelmente, a minha preferida (é só mais estaaaa, em nome dos bons velhos tempos):

Casal sexy, feliz e espalhafatoso celebra um ano de namoro (segundo dados oficiais)

 (Os invejosos vão dizer que é montagem, hihihihi!*)

 

Antigas previsões enganaram e parece que, afinal, há uma ligeiríssima probabilidade de eu não acabar a minha vida sozinha, amargurada, com três dúzias de gatos (prefiro cães) como companheiros de casa e sem saber o que é ter o namorado mais fixe da Via Láctea só para mim (alega ele, e eu acredito). Hoje completamos (oficialmente, vá) um ano de namoro, o que não é grande coisa, mas a coisa tem tendência a melhorar com o tempo. Já em 2014 há-de ter mais piada: ouvi falar de uma certa promessa acerca de se exterminar uma determinada barba no nosso segundo aniversário. E escrevo isto para que fique registado na blogosfera e haja mais testemunhas!

Irá esta promessa ser cumprida? Fiquem atentos ao próximo capítulo da história!

 

*Dezembro 2012

Só em Portugal, a selva humana de edição limitada

O Governo (de Portugal, what else?) quer limitar o número de animais domésticos por apartamento para, no máximo, três cães ou quatro gatos. A boa notícia é que eu vivo numa moradia e, de momento, tenho "apenas" dois cães, dois gatos e uma tartaruga, não sendo, de qualquer modo, vítima directa dessa infeliz ideia que os nossos caríssimos políticos querem implementar.

Aliás, será que eles têm alguma coisa contra as tartarugas? Ou contra os próprios cães ou gatos, já agora. Que mal é que eles fizeram às pessoas, afinal? Se alguém tiver um apartamento grande, ou com uma varanda, ou uma vida que lhe permita passear os bicharocos as vezes suficientes de modo a dar-lhes um bom lar e boas condições de vida, não entendo por que haveriam de o proibir de os ter. Pessoalmente, acho muito mais problemático ter uma aranha, seja num apartamento ou numa mansão. Ainda mais problemático que qualquer aranha, ou réptil exótico (tipo anacondas e cenas malucas do género, que isto existe de tudo), é haver animais abandonados aos montes ou a serem treinados para... actividades menos agradáveis. Desde que a presença de vários animais por apartamento não incomode vizinhos, esta nova proposta de lei é uma farsa, um desvio de atenção para assuntos prementemente mais importantes. Não é verdade? 

 

Senhores ministros, senhores deputados, senhores-sejam-lá-quem-forem, sempre tive animais de estimação e penso que só tenho retirado benefícios dessa convivência permanente com eles. E não é só de mim: já foram feitas investigações científicas que provaram que o contacto com animais (domesticados, não como uns certos sujeitos engravatados) reduz o stress e combate eventuais depressões, trazendo-nos sensações positivas de conforto, calma e altruísmo. Como é óbvio, quem aprovou esta proposta decerto nunca terá conhecido tais relações como as que se estabelecem entre um ser humano e um companheiro de quatro patas.

 

Infelizmente, há indivíduos que, de humanos, só têm o polegar oponível e a posição anatómica erecta.

Contudo, felizmente, também há bichos que, de animais, só têm o nome.

Para cantarem (ou fingirem) e serem um bocadinho mais felizes!



Encontrei esta música do Jason Mraz nos meus vídeos recomendados do Youtube e fiquei fã logo nos primeiros segundos. Sei lá, trouxe-me boas vibrações! Num dia chochinho como hoje, em que o sol nem apareceu e as nuvens foram o prato do dia, soube-me bem (principalmente porque dormi a sesta à tarde e fiquei mole que nem claras em castelo). Até me fez dançar aparvalhadamente na cadeira, enquanto dava conta dos trabalhos da faculdade. A letra também é viciante e muiiitíssimo alegre, como poderão verificar. Espero que tenha o mesmo efeito energético em vocês!


You don't need a vacation when there's nothing to escape from! [...] Let's all sing... lalalalalalala, hallelujah!=)


Não têm de quê!

Fónix, que briol!

Prontes, chegámos ao Inverno. E agora é camisolinhas de malha para aqui, sweat-shirts para ali, casacos e mais casacos para acólá... Começa a época da cebola-humana e, o que ainda é mais inesperado é a nossa atitude de surpresa, ano após ano, perante o início da estação fria. Eu incluo-me dentro desse grupo de pessoas (a maioria), que ficam muito abismadas com a primeira baixa radical de temperatura, e ainda fico mais aborrecida por tanto me aborrecer com o briol e a humidade com que os fenómenos climáticos nos presenteiam. Como se já não fosse de esperar...! Há dezoito Invernos que estou nisto, já devia estar habituada! Mas não, ainda me sinto muito ofendida durante os primeiros dias em que os meus pés e as minhas mãos passam de gelados a congelados e em que tenho de andar com os meus dez casacos atrás (isto é uma coisa pessoal, entre mim e o S. Pedro, ou seja lá quem for o santo que manda no clima!).

 

E agora? Se estou preparada para mais seis meses disto...?! Há alternativa?! Pelo menos, que não seja uma que implique comprar um bilhete de ida, para amanhã, e de volta, para Março, rumo ao Brasil ou a outro país do hemisfério Sul, porque dessa já eu me lembrei, só não tenho é capital de investimento.

"Dá Tempo ao Tempo" - a comédia romântica mais fofinha de que me lembro

 

Oh pá... Sem palavras. Ou melhor, com muitas, mas não quero estragar-vos a oportunidade de verem por vocês mesmos este filme. Quero que corram para uma sala de cinema ou que o procurem na Internet (deve ser difícil encontrá-lo, sendo tão recente), não importa se sozinhos ou acompanhados. Se o virem acompanhados, que seja, pelo menos, por alguém que vos seja muito querido. Depois, hão-de entender porquê. Esta é uma história especial. A minha avó foi comigo à antestreia e é a primeira a reconhecê-lo. Não esperem por mais uma comédia romântica da caca, com um princípio, um meio e um fim e adeusinho, depois de umas fracas gargalhadas de que em breve já nem se recordarão. É um filme fofinho, é o que consigo dizer-vos sem vos estragar todas as surpresas que poderão ter. No final, até tem uma lição - muito valiosa! - a ser aprendida. Vão rir, alguns hão-de derramar umas lagrimitas de comoção, e hão-de rir outra vez, a bom sufocar. Valerá bem o preço do bilhete, disso vos asseguro!

Vou à antestreia de um filme, lálálálálálá!



Mas, afinal, quem é que não gosta de comédias românticas? E quem é que não gosta de ir ao cinema? E quem é que não gosta de lá ir gratuitamente? E quem é que gosta de assistir a comédias românticas no cinema sem pagar nada pelos bilhetes? Toda a gente, pelo que me parece... E, desta vez, tive sorte, porque consegui ganhar um convite duplo num passatempo para ir ver a antestreia do filme "Dá Tempo ao Tempo" ao Almada Forum, hoje à noite! Uhuuu! Como se tudo isto não fosse bom o suficiente, é protagonizado pela Rachel McAdams, uma das minhas actrizes preferidas neste género de filme!

Depois conto como foi...

Roam-se, seus inbejosos! =)

As 5 publicações mais procrastinadas dos últimos 6 meses

  1. Desertora de praxes - AQUI! - 426
  2. Assalto no Parque da Bela Vista - 422
  3. Das minhas (graves) patologias - 317
  4. O Massacre não massacrou muito - 225
  5. Temos caloira! - 118

Percebe-se porquê. Excepto a número 2 e a número 3, as outras fazem todas parte da minha transição secundário-faculdade, um assunto a que tenho dado bastante ênfase pelos motivos óbvios e que tem levado a alguma partilha de experiências e discussões da parte de quem está atento a este tipo de publicações. Além disso, das cinco, só a última é que não foi destacada pelos Recortes do Sapo. O certo é que a maioria delas corresponde às que eu mais gostei de escrever, portanto parece que fui bem-sucedida a passar a mensagem pretendida!

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