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Goodreads - 2013 Reading Challenge

por BeatrizCM, em 31.12.13

A 20 e poucas páginas de cumprir o meu 2013 Reading Challenge de 50 livros, o meu ego literário não poderia estar mais inchado. 50 livros é muita página, mas gostei de lê-los quase todos e não sinto que os tenha engolido com os olhos sem os saborear. Excepto um ou outro, assim mais para o traiçoeiro, não me arrependo de ter lido nenhum. Na verdade, a minha lista ultrapassa muito os 50 livros, se se contar com aqueles que eu não acabei, que deixei a meio ou que simplesmente eram uma grande seca, ou seja, 50 são só aqueles que eu realmente terminei.

 

Em suma, acho que, para 2014, terei de diminuir o meu desafio para uns 30 livros, no máximo, porque já esta última fase de 2013 foi complicada em termos de disponibilidade para a leitura recreativa - diz que a culpa é da faculdade.

 

E vocêses? Quantos livros leram este ano? E de quais é que gostaram mais? Recomendem-me os que quiserem, porque - já sabem - eu cá não sou esquisita (MAAAAS, pelo amor da santa, vocês livrem-se de me virem com Nora Roberts, Nicholas Sparks a.k.a. Nicolau Faísca ou com a tiazoca da Margarida Rebelo Pinto, que eu enxovalho-vos em blogue público, seus patifezinhos).

 

2013 Reading Challenge

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SALDO: 365 dias

por BeatrizCM, em 30.12.13

   Há quem pense que planear resoluções de ano novo é uma perda de tempo, porque quase ninguém as consegue cumprir, quando chega a altura. Porque é difícil concentrarmo-nos realmente naquilo que sabemos que nos faz falta ou que devíamos fazer para melhorar a nossa vida. Porque, pelo meio, arranjamos novas resoluções que têm de ser concretizadas no imediato. Porque, porque, porque... Desculpas!

   Pessoalmente, acho que só não se cumprem resoluções porque há falta de força de vontade. Se calhar, estou a generalizar injustamente a minha opinião. Ou, se calhar, não. Sei que cada caso é um caso, mas falo com base na minha experiência de observadora. Cá para mim, se alguém deseja mesmo realizar isto, aquilo ou aqueloutro e até tem um largo período para o fazer – não chegam 365 dias? –, o problema está na motivação. Não me venhas com o teu “não estava destinado”, que as coisas não caem do céu, é preciso pôr mãos à obra, sem esperar que te apareçam à frente, por obra e graça da entidade divina em que acreditas.

   Não digo que, de cento e três resoluções, tenhas de as concretizar todas. O que conta é tentar, mas tentar a sério. Com algum esforço (e sorte, porque não?), ainda hás-de riscar metade da tua lista.

   Conselho: não tomes como resoluções objectivos irreais, acerca dos quais tens a plena noção que dificilmente os conseguirás atingir. Começa pelo mais simples, pelo que é prioritário. Traça somente as linhas gerais daquilo que queres fazer com o novo ano que aí vem, porque ele também traz surpresas, e vais precisar de tempo para as apreciar. Não te sobrecarregues com demasiadas responsabilidades, ou a pressão será insuportável e, a culpa por não teres conseguido aguentar, arrasadora. Confia em ti e trabalha para conseguires superar as dificuldades do dia-a-dia. Talvez, no final, te estejam reservadas as vitórias por que tanto esperaste.

   Feliz ano novo! Aproveita-o!

 

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Habemus fada do lar!

por BeatrizCM, em 28.12.13

   Gosto genuinamente de arrumar o quarto. Nem sempre me apercebo disso, mas dificilmente consigo parar, quando começo a dar-lhe um jeito qualquer. Se arranjo a roupa, as gavetas e os armários, não posso deixar de varrer o chão; se lhe varro o chão, acabo por também aspirar a carpete; se aspiro a carpete, não custa nada organizar a papelada; se organizo a papelada, os livros e as prateleiras vão pelo mesmo caminho.

   Apesar de esta pancadinha de dona de casa não ser frequente – até porque estou mais tempo fora de casa do que em casa, agora que passo os dias na faculdade, em Lisboa -, quando ela aparece, aparece em força. Praticamente vinda do nada, a minha vontade de deixar tudo a brilhar, sem uma grama de pó ou uma coisinha que seja fora do sítio, revoluciona todo o meu quarto e perímetro circundante (siiim, nem pensem que vou andar a arrastar a porcaria das outras divisões lá para dentro). Em minutos, torno-me uma autêntica fada do lar, sem asas, mas muito eficiente!

   É o que vos digo, até velas aromáticas, e incensos, e vapores cheirosos eu espalho, até com cera eu esfrego os móveis, até os cantinhos mais recônditos ficam a conhecer o poder da limpeza a fundo! Não há nada como uma limpeza para redescobrir carteiras, malas, posters dos Jonas Brothers, fotografias ou desabafos ranhosos de quando eu ainda achava que “bué” era uma asneira, escritos a esferográfica fluorescente e com letra irregular, que se julgavam esquecidos para sempre (ou até serem deitados para o lixo como resíduos não identificados)!

   Depois de arrumar o quarto e de expulsar todo o cotão, migalhas e papéis inúteis, até a luz entra com outra força, mais parecendo que a janela foi ampliada para o dobro do tamanho. Ao fim de um nariz compulsivamente ranhoso, comichões várias e duas mãos ásperas, doridas e inchadas por causa da alergia ao pó, a alma deste meu quarto é outra. As energias sentem-se renovadas e dá gosto olhar para ele!

   Não encontro melhor maneira de dar as boas-vindas a um novo ano do que com o quarto (e a mente) em ordem.

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"Noël Parfumé, par Beatriz"

por BeatrizCM, em 26.12.13

Para os mais desinformados que não me acompanham no Facebook...

 

Recebi, ao todo, três perfumes, de entre seis presentes de Natal. 3/6=1/2. Não é preciso ser-se um ás nos números para perceber que metade das minhas prendas diz que eu cheiro mal, mais precisamente 150ml de "eau de toilette", de cujos aromas eu até gostei - mesmo só por acaso, que eu sou daquelas pessoas esquisitinhas que não tolera aromas X e Y e Z - mais 150ml de desodorizante, caso eu insista em ser demasiado humana e transpirar insustentavelmente as minhas estopinhas. No entanto, segundo novas resoluções antecipadas para o ano de 2014, tanta perfumaria há-de me ser útil, porque decidi que vou abandonar o meu modo de vida sedentário de ocupante frequente da biblioteca, da cama ou do sofá e dedicar um par de horas por semana ao ginásio, almejando a uma figura mais esbelta e que não transmita tanto os-meus-músculos-são-os-de-uma-velha-de-90-anos. E, não obstante, cheira-me (ah ah ah, cheira-me) que me sobrará perfume o suficiente para não precisar de tomar banho até à Páscoa.

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