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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Os filhos únicos

Sou filha única, neta única, sobrinha única. Sou assim uma espécie de menina dos olhos de toda a gente e falo a sério quando digo que, por vezes, sinto que a maior parte das coisas aqui de casa gira à minha volta. Acho que, se me acontecesse alguma coisa, a vida é que deixava de acontecer nesta minha família. Eu sei-o, porque sou filha única, neta única, sobrinha única. Não tendo irmãos nem primos, sou mais preciosa e devo ser mais protegida. Sempre o fui e sempre o soube. Se me acontecesse alguma coisa...

Por isso, quando li inesperadamente no site do DN a desgraça que aconteceu ao filho da Judite de Sousa, fiquei a pensar. E se tivesse sido eu? Lagarto, lagarto, lagarto, vade retro, o Dito Cujo seja cego, surdo e mudo. Por causa de uma só pessoa, o mundo de outras tantas pode parar de girar do pé para a mão, sem aviso. 

Não gosto de falar e muito menos de escrever acerca de coisas más, que atraiam energias negativas - mas é impossível ficar indiferente a situações com que nos identificamos, nem que seja só por um bocadinho (ou um bocadão).

Quando se tem mais do que um filho, dois, três, meia dúzia, por muito que custe perder um, ainda existem motivos para viver: os que ainda cá estão de boa saúde. E quando só se tem aquele, o único, o mais-que-tudo, porque pode não haver mais nada?

 

Em suma: quão injusto e contra-natura poderá ser perder um filho jovem, quanto mais por algo que poderia ter sido evitado? Espero nunca, mas nunca vir a saber, seja de que maneira for.

Amanhã, este blogue completa 3 anos

Lembram-se de quando eu escrevia pequenos textos pseudo-sentimentais, derrotistas e desiludidos com tudo, que eram só palavras soltas e quase deterministas sobre o amor? Lembram-se de quando os desabafos eram uma constante e a vida além-eu em redor não existia? Lembram-se de quando este blogue mudava de nome todas as quintas-feiras (salvo seja) e tudo na minha vida parecia uma confusão? Lembram-se?

Provavelmente, não. Muitos dos leitores deste blogue têm-se-lhe juntado durante os últimos dois anos, talvez durante os últimos meses. Os que o liam no início partiram, outros aparecerem. É assim um blogue, principalmente um que espelha o crescimento de um indivíduo entre a adolescência e a idade adulta, signifique isso o que significar. Por outro lado, também acredito que haja um terceiro grupo que tem vindo a crescer comigo por estas bandas.

Antes do blogue que se vos apresenta nesta página, já outros tinham sido criados e, consequentemente, apagados. Por isso, nunca pensei que procrastinar fosse quase para a vida (3 anos é muito tempo na blogosfera, não?). Talvez seja do conceito; talvez seja do compromisso subjacente a cumpri-lo e a ficar por aqui. 

Gosto de escrever procrastinando. Acho que, de todos os blogues que já criei, este é aquele com que mais me identifico. Também me identifico com os leitores e, acima de tudo, com o que vou escrevendo. Não é mau de todo, pois não? Graças ao blogue, têm-me acontecido coisas boas.

3 anos (menos um dia) volvidos, continuo um tanto-tonta, mas considero-me muito mais feliz, sei o que quero e vou atrás dos meus objectivos (o que é um tropeção ou outro, de vez em quando?). Em geral, já começo a perceber o que espero da vida. No fundo, continuo igual, sou apenas uma versão melhorada q.b., o que devemos esperar de nós mesmos dia após dia. O que escrevo agora tem mais contexto, mais sentido e melhor qualidade. O blogue serve de plataforma de treino de raciocínio e de redacção livre.

 

Porque um blogue não se faz só com alguém que escreva, tenho de agradecer aos "alguéns" que o lêem e aos que apostam nele (e em quem se encontra deste lado, arrisco-me a dizer). Procrastinar também é viver, é aprender, é ler, é parar não parando, é gastar um bocadinho de tempo inutilmente - ou até com imensa utilidade -, é o que vocês quiserem que seja! 3 anos pode não ser muito para o resto das pessoas, mas para mim simbolizam a que tem sido a melhor época da minha curtíssima existência. Ficam por aí?

 

***

 

Alguns dos maiores marcos da procrastinação:

# Recortes e destaques nos Blogs do Sapo

# Reportagem na Revista Domingo (suplemento do Correio da Manhã) - Abril de 2013

# Participação no programa Boa Tarde, na SIC - amanhã, dia 30 de Junho de 2014

A banda sonora de Portugal no Mundial 2014

 

(Cantar ao ritmo da música "Acabou", do Boss AC.)

 

Acabou

Não interessa quem marcou

E não me interessa quem falhou

O Cristiano sabe bem o que se passou

Caguei e não liguei

Acreditaram e eu fartei

Custou, mas confirmei

Futebol é m****, agora eu sei

Percebe, isto não é de mau tom

A última coisa que digo vem neste som

 

REFRÃO:

Por mais que custe, ele não foi capaz

O Pepe à bulha não nos trouxe paz

Vão ter saudades e nós vamos saber

Vão dedicar-se à pesca até o povo se esquecer

(Até se esqueceeeeeeee-eeee-eeeeer)

Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chorem mais

 

Não há dor nem desgosto que o tempo não cure
Se eu jamais acreditei que ninguém me censure
Fiz o que pude agora mudem de atitude
A vida não para, estamos vivos e de boa saúde
Não estava escrito, está tudo dito
Se perguntarem pelo Bento, isto não tá nada bem
Que não deu certo mas que a culpa é sempre de alguém
Só é quando tiver que ser
Vão mas é bugiar até eu vos esquecer

 

A procrastinadora diz "Boa Tarde"... na SIC!

 

Na próxima segunda-feira, dia 30 de Junho de 2014, a procrastinadora-chefe deste blogue irá fazer parte de um debate em directo, no programa Boa Tarde, na SIC. Não sei bem se a minha intervenção será no princípio, no meio ou no fim da emissão. O Boa Tarde, apresentado por Conceição Lino, começa por volta das 15h45 e termina lá para as 18h30. Quem não conseguir assistir na altura não se preocupe, porque eu tentarei gravar e carregar no Youtube, partilhando em seguida com todos os que estiverem interessados!

Como referi, vou participar num debate acerca da procrastinação e da atitude dos portugueses perante a procrastinação, daí ter-vos colocado o desafio de partilharem comigo a vossa experiência pessoal. Afinal, eu sei qual é a minha, mas faltava-me perceber se era igual às restantes.

Ainda não sei muito acerca do que se vai passar no programa, excepto que no tal debate irão intervir mais uma possível conhecida vossa dos blogues, a Pantapuff, e um psicólogo convidado. 

 

Se me forem cedidas mais informações, tentarei manter-vos a par delas.

Obrigada a todos!

 

Nota: coincidentemente, no dia 30 de Junho, este blogue completa os seus 3 anos! Haverá melhor maneira de os celebrar? Acho que não...

Vencedora do livro "Hoje é Melhor Do Que Para Sempre"

Depois de alguma reflexão (com procrastinação pelo meio, claro está!), depois de ficar indecisa entre dois ou três grupos de respostas e de me ter rido com algumas delas (obrigadinha, Srª D. Quadrada!), a minha decisão foi finalmente tomada. Não foi fácil, muito pelo contrário, que a coisa estava renhida e eu não queria que ninguém ficasse a pensar que eu sou uma pessoa muito injusta, terrível, péssima, e que não mereço sequer me leiam o blogue, JAMAIS!

Assim como assim, foi inevitável seleccionar uma vencedora e ela foi a... Sara Santos! Parabéns, querida Sara, por tanto entendimento acerca da procrastinação! Desde que em doses moderadas e que não te dêem cabo do miolo ou da vida, estás à vontade para o fazer a qualquer altura, com o meu devido consentimento (como se alguém precisasse dele, cof cof). Já te envio um e-mail ou, se vires esta mensagem antes, manda-me logo a tua morada.

Para quem tiver curiosidade, as respostas da Sara encontram-se no final desta publicação.

 

 

 

Ao resto das participantes, o meu agradecimento pela sua boa vontade em partilhar a sua experiência de procrastinação e qualquer dia há-de haver mais oportunidades para mais passatempos - isso vos garanto! (Já agora, contarei na próxima publicação, ainda hoje, por que é que vos lancei este desafio.)

 

Até à próxima, com muito boas leituras nos entretantos! :)

 

 

 

***

 

RESPOSTAS DA SARA:

 

1 - Procrastinas muito?
Mais do que devia, menos do que queria...

2 - Por que é que achas que as pessoas procrastinam? E tu, por que é que o fazes?

As minhas respostas à procrastinação

Imensos de vocês têm participado no passatempo Hoje é Melhor do Que Para Sempre. Têm respondido às perguntas que vos coloquei e, agora, algumas horas antes de serem fechadas as inscrições, é a minha vez de partilhar acerca da minha experiência de procrastinação.

 

1 - Procrastinas muito?

Já procrastinei mais. Há 3 anos, quando este blogue começou, a procrastinação estava na ementa do dia... todos os dias! Agora também, mas em quantidades mais moderadas. A estudar, a trabalhar e a continuar a ter necessidade de 7 ou 8 horas de sono por noite, a coisa teve de ser reduzida.

 

2 - Por que é que achas que as pessoas procrastinam? E tu, por que é que o fazes?

Acho que toda a gente procrastina de maneiras diferentes, mas os motivos são praticamente iguais. Sabiam que está cientificamente provado que o cérebro humano não consegue lidar com uma lista demasiado extensa de responsabilidades ou tarefas ao mesmo tempo? Se isso acontecer, bloqueia. É verdade, salvo erro, está no livro Use a Cabeça, de Jason e Daniel Freeman! Não é de admirar que a procrastinação seja a maneira que encontramos para ir fazendo qualquer coisinha aqui, e depois ali, com um bocado de descanso inconsciente pelo meio, até que a lista de tarefas a fazer seja reduzida.

Por outro lado, também há um grupo de pessoas - em que me incluo - que até trabalha bem sobre pressão. Portanto, inconscientemente, mais uma vez, vai dar por si a "adiar para amanhã o que pode fazer hoje" (uma expressão que já tenho ouvido imenso e que algumas das respostas ao passatempo referem), até ter de o fazer em cima da hora.

 

3 - As pessoas que te rodeiam procrastinam muito?

Não procrastinamos todos? No entanto, tenho a meeeeeeera impressão de que sou quem procrastina mais entre os meus amigos, família e colegas. Estes últimos são, talvez, quem mais procrastina a seguir a mim - ou até ao mesmo nível!

 

4 - O que é "procrastinar demasiado" para ti?

É arruinar qualquer hipótese de um bom planeamento das tarefas. Estabelecer que tenho de começar a trabalhar às 15h e começar a trabalhar à meia-noite. Não cumprir prazos, na escola, no trabalho ou em compromissos pessoais. Acabar tudo à pressão, cansar-me sem motivo, sentir-me desiludida comigo e com a minha capacidade de controlo, não conseguir, sequer, ser dona da minha vontade... porque procrastinar é mais fácil do que pôr mãos à obra, seja no que for!

 

5 - Como te sentes depois de "procrastinares demasiado"? Frustrad@, irritad@, satisfeit@, descansad@, ainda mais cansad@...?

Acabei por responder a esta questão no número anterior. Sinto-me, maioritariamente, desiludida com a falta de controlo que tenho sobre o meu tempo. Sinto também que poderia ter usado aquele tempo para descansar a sério (ler um livro sem pressas, dormir a sesta, ver um pouco de televisão), depois de terminar tudo à hora planeada - não apenas para ir adiando algo inevitável, estando sob stress.

 

6 - Procrastinação = preguiça?

É uma boa questão e ainda não estou certa da resposta que vou dar. Talvez a procrastinação junte um pouco de descontrolo e de preguiça, um bloqueio mental que temos de nos obrigar a transpor. Talvez seja toda ela preguiça. Talvez "procrastinação" seja um nome fino para "preguiça". Tantas incertezas, tantas incertezas... Talvez.

 

***

 

Boa sorte a quem ainda planeia participar! Tenho a destacar que algumas das respostas recebidas são mesmo muito boas e que até me deixam com receio de depois ser injusta, mas acho que vou fazer uma boa escolha. Vou ter em conta o cuidado de cada participante com o seu discurso, com as respostas serem mais ou menos completas, divertidas, o que de novo e carismático foi referido, a sua pertinência... O que acham vocês? Dêem uma olhadela às participações e digam de vossa justiça!

Universidade #3 - Ciências da Cultura, sim ou não?

Serve este texto para esclarecer algumas das pessoas que me têm pedido informação acerca da minha licenciatura.

BROCHURA OFICIAL AQUI.

INFORMAÇÕES OFICIAIS AQUI.

 

***

 

Ciências da Cultura - SIM! Um grande sim para o meu curso. Adoro-o. Tenho estado motivada como provavelmente nunca estive, o que se tem reflectido nas notas. Tenho feito Ciências da Cultura com relativa facilidade. É difícil ser-se um aluno brilhante, de dezoitos para cima, mas quem já gosta de ler e se interessa por línguas, história, filosofia, linguística e comunicação safa-se bem com notas boazinhas. Acho que o mais "chato" (dependendo do ponto de vista, para mim é indiferente) é ter realmente de ir a todas as aulas de algumas cadeiras, porque os professores dão muita importância ao que dizem entrelinhas. Acho que é uma maneira de compensarem quem presta atenção e é assíduo. Bem, mas adiante...

Ciências da Cultura é uma licenciatura super generalista. Se pretendem especializar-se nalguma coisa, não se metam na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, de todo, porque a maioria dos cursos é mais ou menos assim. Quase todos dão acesso aos mesmos Minors e Majors, alterando-se apenas o tronco comum que representa 1/3 dos créditos. Ciências da Cultura não tem Majors nem Minors, porque representa o equivalente a escolher-se um Minor em Comunicação e Cultura no âmbito de outra licenciatura. Aliás, o seu nome oficial é "Ciências da Cultura - especialização e Comunicação e Cultura", apesar de não haver mais ramos de especialização.

 

No entanto, acho que não há grandes novidades quanto às desvantagens de se entrar em CC que não tenham sido mencionadas em 10 Razões para não se ir para a universidade. Deste modo, toca a enumerar toda a coisa boa que CC tem para dar!

 

1- Um dos pontos mais fortes é podermos ter uma cadeira de opção livre por semestre a partir do segundo ano, isto é, podermos escolher QUALQUER CADEIRA entre as que são leccionadas na FLUL, complementando a oferta lectiva obrigatória. Ou seja, serão 4 cadeiras as de opção livre.

 

2 - No primeiro ano, há dois níveis de língua a fazer, à parte do Inglês, que é obrigatório em todos os 6 semestres do curso. Pode-se escolher uma língua qualquer, não interessa qual. Na FLUL, são leccionadas cerca de 18 línguas, segundo informação que acho que li nalgum lado, incluindo línguas europeias (Espanhol, Francês, Inglês, Alemão, Italiano), asiáticas (árabe, chinês, hindi, japonês, turco) e eslavas (esloveno, búlgaro, russo). Estes são apenas alguns exemplos, mas o que interessa é que há línguas para todos os gostos. Só tenho pena que não haja sueco, finlandês, norueguês ou neerlandês. Não se pode ter tudo, não é verdade? Ah... e, se quiserem continuar a língua além dos dois primeiros semestres, podem fazê-lo através das cadeiras de opção livre!

 

3 - Os professores de cultura, de comunicação e de línguas são dos mais fixes da faculdade, pelo menos segundo o que tenho entendido. Os de Linguística são os mais esquisitos (MAS há sempre excepções) e os de Filosofia costumam ter uma pancada (sei de fonte segura, o Ricardo confirma!). Na verdade, sendo uma licenciatura muito diversificada, os alunos de Ciências da Cultura lidam com professores de todos os departamentos, o que sempre proporciona uma larga experiência com diferentes métodos de avaliação e personalidades, para o bem e para o mal.

 

4 - O aluno tem uma boa base de cultura geral? Que bom, porque CC é excelente para aprofundar/aprender todos esses conhecimentos - vá, e mais alguns!

 

5 - Mais uma vez, a diversidade de áreas curriculares abrangidas em CC torna-o um curso a ter em conta por quem gosta de aprender o máximo possível, sobre imensas coisas - apesar de, por vezes, a especialização propriamente dita prevalecer sobre este tipo de licenciaturas "generalistas".

 

6 - Os alunos de CC têm aulas com colegas de praticamente todos os cursos da faculdade, o que sempre os ajuda a integrarem-se em diferentes grupos de pessoas. Quanto às praxes, pertencem à comissão de Novos Cursos, em que se incluem mais não sei quantas licenciaturas.

 

7 - Ao contrário da maioria das licenciaturas da FLUL, CC contempla um estágio obrigatório de 12 ECTS no final do terceiro ano, que pode ser realizado numa das entidades da lista previamente fornecida ou noutra entidade à escolha do aluno, desde que este estabeleça contacto entre a entidade de acolhimento e a faculdade.

 

 

***

 

Bem, espero mesmo ter-vos ajudado e orientado acerca de Ciências da Cultura ou, pelo menos, dado a entender por que raio gosto tanto do meu curso. Não quero com isto convencer-vos de nada, atenção! As minhas intenções são meramente informativas, portanto não me entendam mal - CC é uma licenciatura, não é uma seita!

 

Ok, estava só a brincar, calma. Também não sou assim tão louca. De qualquer maneira, se não ficarem esclarecidos, ide procurar o meu e-mail ao cabeçalho do blogue e perguntai-me o que mais vos aprouver.

 

Até depois e boa sorte com as candidaturas! :)

Este blogue é contra toda a comida desperdiçada!



E adoptarem esta ideia em Portugal, com os seus produtores, consumidores e supermercados? Até o Jumbo já adoptou uma medida semelhante no que toca aos produtos quase a expirarem o prazo de validade, aplicando-lhes uma certa percentagem de desconto (estás a ler, Estação dos Sabores???). Por que não abranger a fruta "feia" também?

Tenho um livro para dar!!! (até 25 de Junho)

Já ouviram falar do livro Hoje é Melhor do Que Para Sempre, de uma autora portuguesa cujo pseudónimo é "S. D. Gold"? Este livro conta a história de um homem e de uma mulher que partilham uma tensão sexual estupidamente elevada, apesar de andarem sempre às turras. Na volta, só se entendem na cama, excepto no final, em que parece que aprendem a lição e deixam de ser picuinhas um com o outro, demonstrando os seus mais honestos sentimentos de amor e carinho. Pessoalmente, não foi o meu livro preferido, já li coisinhas melhores, dei-lhe uma avaliação um bocadinho baixa no Goodreads, mas - lá está - a literatura erótica não é o meu género preferido (apesar de haver passagens em que upa, upa, aquilo até está engraçadito).

 

 

Acabadas as introduções, o que vos quero realmente dizer é que... vou dá-lo a um de vocês! Acho que, quando não apreciamos os livros e não os queremos deitar fora, ou os vendemos ou os oferecemos. De qualquer maneira, como não me apetece vender pelo preço da uva mijona um livro que saiu no mês passado e que está novinho em folha, ainda por cima tratando-se de um dos best-sellers do momento em Portugal, passou-me pela cabeça que alguém por estas bandas o poderia querer genuinamente.

 

Então, aqui vai a única contrapartida: para se habilitarem a ganhar o livro Hoje é Melhor do Que Para Sempre, só têm de responder a umas perguntas que vos faço, através da caixa de comentários desta publicação:

 

 

1 - Procrastinas muito?

2 - Por que é que achas que as pessoas procrastinam? E tu, por que é que o fazes?

3 - As pessoas que te rodeiam procrastinam muito?

4 - O que é "procrastinar demasiado" para ti?

5 - Como te sentes depois de "procrastinares demasiado"? Frustrad@, irritad@, satisfeit@, descansad@, ainda mais cansad@...?

6 - Procrastinação = preguiça?

 

A dimensão das respostas é livre e, para quem quiser, todas elas podem ser agrupadas num único texto. No entanto, tenham calma, que eu não pretendo uma dissertação universitária de 5 páginas, ok? Expliquem apenas o que têm a explicar e pronto, é o suficiente! :D

Todas as respostas serão avaliadas por mim e pela minha equipa de consultores ultra especializados em procrastinação (vulgo namorado, amigos e talvez família). O grupo de respostas que melhor exponha a procrastinação tem direito ao livro enviado por correio para qualquer região em Portugal Continental e Ilhas. 

Para concorrerem, solicito-vos apenas o vosso e-mail/Facebook/qualquer coisa, principalmente se não tiverem conta Sapo, para que vos possa contactar eventualmente.

 

DATA LIMITE: 25 DE JUNHO, QUARTA-FEIRA, ao meio-dia.

O vencedor ou vencedora será divulgado até quinta-feira, 26 de Junho.

 

Mais tarde, se tudo correr bem, explico qual a razão de vos pedir que me respondam a estas 6 questões (além da mera curiosidade) e por que é que o peço aqui e não no outro blogue.

Agradeço-vos imenso que colaborem, caso não tenham nada de mais importante para fazer, e que aproveitem o pretexto para procrastinar mais um tanto!

 

Boa sorteeeeee!

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