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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Quando se é monitor, a opinião deles é que conta

 

 

 

 

 

 

Pronto, e a dos pais. E a do coordenador. E a dos colegas. Mas, para mim, é a dos "meus miúdos" que mais me deixa satisfeita ou com vontade de fazer melhor. Foram três semanas e meia em que tive de gastar todas as reservas de energia que tinha... e mais algumas que tive de encontrar pelo caminho. Acho que podia ter feito melhor, mas não sabia bem como seria capaz. Talvez para o ano (se houver "para o ano") me saia com mais jeito para a coisa. Acho que fiquei um bocado à sombra dos outros monitores, mais experientes. Raramente deixei de me sentir "a monitora nova". 

Espero realmente ter marcado a diferença no Verão das crianças com quem estive. Espero que relembrem o mês de Julho de 2014 como algo que valeu a pena, mesmo que tenhamos subido uma serra à beira-mar, com arribas escarpadas por todo o lado, com gravilha escorregadia e plantas que picam; mesmo que alguns miúdos mais irrequietos tenham tentado destabilizar os meus nervos e os outros tenham levado por tabela (seguindo-se um pedido de desculpas, sempre que me ocorria o quão injusta estava a ser); mesmo que nem sempre tenha acordado com a sensação de "que giro, vou trabalhar 10 horas seguidas", com mil olhos postos nos putos e três pares de orelhas para conseguir perceber as indicações que me eram sugeridas para lidar com Isto e Aquilo. 

 

E pronto, em 2015 poderá haver mais...!

Universidade #4 - é possível ser-se bom aluno na faculdade?

Ora beinhe, esta é uma questão que deve interessar a muita gente e que deve dar tanta dor de cabeça a alunos brilhantes no ensino secundário como a alunos mais fraquinhos. No que toca às notas do ensino superior, é tudo muito relativo. Sei de alunos brilhantes no secundário que mal batem um 13 na faculdade, sei de alunos de 12 e 13 no secundário que se saem com uns esplendorosos 17 e 18 sem saberem bem como. Quanto a mim, acabei o 12º ano com média de 16,8 e o 1º ano da licenciatura com 16,9, tendo sido esta última tirada a ferros, mas sem graaaaaaaaaandes maratonas de estudo. 

Não vale a pena alongar-me muito acerca deste assunto, porque ter-se boas notas no ensino superior depende muito do curso que escolhemos, dos professores que nos calham e do nosso verdadeiro interesse nas matérias. Bem podem ser alunos de 18 no secundário, mas podem tirar o cavalinho da chuva se seguirem engenharias e medicinas, arquitecturas e coisas que tais.

 

No entanto, ressalvo que ter-se sido um bom aluno antes de se entrar para a faculdade sempre revela alguma preparação para uma nova etapa, mais exigente. Por outro lado, ser-se um pior aluno no secundário do que na faculdade só prova que, quando estudamos aquilo de que gostamos, tudo se torna mais simples. Ou que simplesmente fomos abençoados com um milagre dos céus.

 

É assim ou não, colegas de armas, livros, fotocópias e apontamentos? Que tal a vossa experiência?

Crise de natalidade

O Governo acha que Portugal tem poucos bebés. Portugal, dizem as estatísticas, tem a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia. Mas os moços querem que se façam mais meninos - eu só não sei como... Na verdade, nem eu, nem ninguém. 

O Governo deve achar que o pessoal não faz mais meninos porque as crianças são terríveis, autênticos terroristas, e para que é que alguém havia de querer ter uma criança, se elas só fazem barulho, dão despesa, trazem preocupações e sujam tudo? Ah pois, porque a gente tem mais que fazer, tipo ir de férias para o Algarve com pensão completa e sem data de regresso, ver a bola com asneiras à mistura, fazer loucamente o pino em todas as divisões da casa (ainda que sempre com proteccção, claro), gastar todo o salário numa ida ao supermercado, trocar de sofá todos os meses ou, enfim, tirar os calos dos pés quando não há mais nada que fazer. Até porque as crianças não são o melhor do mundo. O melhor do mundo é mesmo espremer borbulhas.

 

Daqui.

Nanozine nº10

Quase não tenho dado notícias, mas continuo por cá. Hoje, venho apenas partilhar uam novidade rápida convosco: saiu por fim o nº10 da Nanozine, o primeiro número desta magazine em que participo. Sinto que o meu trabalho foi mínimo, porque, realmente, quem merece uma salva de palmas é a equipa da direcção (a talentosa Leonor e a procrastinadora Alexandra aka Pantapuff, que já conhecerão doutras andanças), assim como todos os artistas que contribuíram para esta edição - destaco o trabalho da Gabrielle Germano, que tratou da ilustração da capa e da BD do número 10.

 

capa10

 

Se gostariam de também contribuir para o próximo número da Nanozine, leiam as condições de submissão e enviem os vossos textos, fotografias, desenhos ou o que melhor vos parecer para o e-mail nanozine.web@gmail.com! Visitem igualmente o site da Nanozine em http://nanoezine.wordpress.com para conhecerem melhor o projecto!

 

Facebook: www.facebook.com/Nanozineoficial

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