Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


E......... as publicações em cadeia voltaram! Eu a pensar que isso era tãããããão 2010, mas afinal regressaram em força neste rico ano de 2014. Como todas as modas, foi e veio! Numa questão de dias, tive algumas nomeações para dois desafios, o primeiro dos quais da parte de três pessoas: o Bruno do Produto Oficial Não Licenciado, a Alexandra do Deixa Para Depois e a Filippa de No Mundo de Filippa. A Filippa também me nomeou para um segundo desafio.

 

Então, as perguntas e respostas do primeiro desafio são:

 

1- O que você não sai de casa sem?  (uma pérola que foi obviamente mal traduzida do Inglês, mas pronto)

Raramente saio de casa sem a minha pequena mala à tiracolo ou com a minha mochila (a da Adidas está a pedir reforma, por isso comprei uma nova da Nike que estava em desconto). Só uso a malinha quando vou ao supermercado ou a algum sítio que fique perto de casa. Quanto à mochila, utilizo-a bastante mais vezes, seja onde for que vou. Dar um passeio, viajar, ir à faculdade… Serve para tudo, mete-se lá tudo e é só meter às costas!

 

2 – Qual o seu animal favorito?

O cão, sem dúvida! Já tive alguns, já cheguei a ter quatro ao mesmo tempo e agora só tenho dois. Não costumava engraçar com gatos, mas desde Maio que tenho as minhas duas gatinhas bebés e estou perdida de amores por elas.

 

 

 

 (Daqui.)

 

3 – Qual o seu sapato favorito?

Primo pelo conforto. Por isso, não há nada como as minhas botas altas Timberland, um par de ténis de boa qualidade ou um simples par de chinelos de enfiar no dedo. Também aconselho aquelas sapatilhas de 3€ da Primark, o calçado mais confortável para o Verão e para a meia-estação.

 

4 – Produto de maquilhagem indispensável?

A base deixa-me os poros inflamados, o rímel enfraquece-me as pestanas (que já não são abundantes nem fortes por natureza). Em suma, posso passar bem apenas com o meu lápis preto e uma palete de sombras. Ocasionalmente, batom cor-de-rosa ou vermelho.

 

5 – Qual o seu maior sonho?

Entre ser uma professora satisfeita com as suas condições de trabalho, ter uma livraria, ter um emprego na área da promoção cultural ou ser uma escritora a tempo inteiro… será que posso ser tudo isso em diversas fases do imenso tempo de vida que julgo restar-me? Sem esquecer, é claro, uma família feliz e amigos por perto.

 

6 – Qual o seu maior defeito?

Sou muito crítica com os outros, até deve irritar! Eu sei que irrita.

 

7 – O que te irrita nas pessoas?

Acima de tudo, a falta de modéstia e de capacidade para olharem para os seus próprios umbigos. Ou, por outro lado, a falta de auto-estima e de amor próprio.

 

8 – Qual a sua comida favorita?

Carne de porco à alentejana ou qualquer tipo de marisco à descrição. Sou mesmo tuga! Ok, também adoro chow-mein.

 

9 – Doce ou salgado?

Varia com os dias.

 

10 – O que te deixa feliz?

Família, amigos, objectivos por cumprir, trabalho para fazer, um mundo inteiro para aprender, muitas páginas em branco por escrever… Entre tantos outros pormenores de que me poderei estar a esquecer!

 

11- Escolha 5 blogs para fazer essa Tag.

Esta pergunta terá resposta no final do próximo desafio, no final desta publicação.

 

 

Como referi anteriormente, a Filippa também me nomeou para outro desafio, para o qual respondemos a 5 perguntas pensadas por quem nos passou a corrente. E estas foram as da Filippa:

 

1 - Quais eram as tuas expectativas quando criaste o blog?

Queria ser compreendida e ouvir o eco da minha voz virtual. Metaforicamente, claro. Olhem, eu era apenas mais uma miúda que estava com pseudo-problemas de adolescente e achei que, ao criar o meu milésimo blogue, alguém haveria de me ajudar a lidar com os terríveis anseios das minhas hormonas. O blogue seria, assim, o mural da minha auto-comiseração. E, um par de meses depois, acordei e achei que a minha existência valia mais do que isso.

 

2 - Quais os maiores desafios na hora de manter um blog?

Arranjar um tema sobre o qual se possa escrever. Aliás, corrijo, o maior desafio não é arranjá-lo, mas sim lembrarmo-nos dele depois de sairmos do banho/acordarmos no dia seguinte/conseguirmos por fim um pedaço de papel onde o possamos anotar.

 

3 - Se fosse possivel comprar o teu blog, quanto achas que ele valeria? 

O meu blogue não tem valor e, se tivesse, nem na Feira da Ladra o deixariam entrar. Acho que já nos chega a nossa própria procrastinação, quanto mais comprarmos a dos outros. É que nem oferecida!

Estou a brincar. Apenas não venderia o meu blogue, berço de tantas oportunidades e experiências que surgiram e estão por surgir!

 

4 - Imaginas-te a ter o teu blog daqui a 20 anos? 

Curiosamente, nunca pensei nessa questão. De qualquer maneira, espero que continuem a gostar de mim quando eu escrever sobre fraldas, multas de estacionamento, cortes no meu salário e rugas precoces.

 

5 - Qual foi a maior surpresa que os blogs (ou as pessoas que nele escrevem) já te provocou (ou surpreendeu)? 

Uma mão cheia de pessoas vir dizer-me que leu o meu blogue, ou que alguém conhecido o tinha feito, e que, graças ao que escrevi, tinham ficado a perceber melhor qual o curso que iriam escolher na faculdade ou que, num maior momento de desorientação, me vieram até pedir conselhos. Sabe tão bem perceber que podemos ajudar alguém com a nossa mínima experiência de vida! Sinto-me quase uma Guru da FLUL e arredores! (E não me estou a gabar, estou apenas profundamente admirada!)

 

Perguntas que lanço para os meus nomeados:

1 - 5 planos para os próximos 10 anos

2 - O que idealizas ser o amor da tua vida? Achas essa imagem mental muito ou pouco realista?

3 - Qual o maior momento de glória no teu blogue e qual o derradeiro momento em que teria dado jeito um buraco negro virtual que te engolisse?

4 - Que tipo de conselho te vês a dar aos teus filhos (provavelmente, ainda não nascidos) quando eles já tiverem idade para pensarem por si mesmos?

5 - Onde é que posso arranjar um par de ténis confortáveis e de qualidade por menos de 20€? Não, a sério, preciso mesmo dessa informação e qualquer sugestão será bem-vinda, mesmo que exceda um pouco o meu orçamento!

 

Finalmente...

Sabem, eu não leio muitos blogues... É raro manter-me diariamente fiel e lembrar-me de todos os blogues que vou lendo, agora e depois (reler resposta à pergunta 6 do 1º desafio para esclarecimentos acerca disto). Bem, vamos lá ver se consigo os cinco.

 

1 - Quadrada aka Joana do Caderno de Pensamentos. O seu Gui também pode responder, se lhe aprouver.

2 - Cláudia Oliveira do Mau Feitio, uma amante de livros como eu (e ninguém deve conseguir ler tão rapidamente quanto ela!)

3 - Charlotte do Let me Believe, uma miúda deveras simpática (na blogosfera e fora dela!) que também vai agora para o 2º ano da licenciatura!

4 - Carolina do Entre-Parêntesis, que recentemente escreveu uma publicação que reflecte mais ou menos como interpreto a sua personagem virtual/pessoa real. Curioso...

5 - Outra Carolina, a Carolina Helena do Coucou Caroline, a quem aproveito para solicitar um encontro de FREAKING QUINZE MINUTOS, algo que tenho tentado combinar com esta criatura há meses a fio, mas que acaba sempre por ser desmarcado porque, vá lá, temos aqui uma futura arquitecta e estudar para isso parece demasiado complicado para que eu possa realmente compreender este modo de vida (também prestes a iniciar o 2º ano da licenciatura).

 

 Bom trabalho a escreverem respostas (quase) tão boas quanto as minhas! Muahahahaha!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Finalmente, chegou a altura do Verão de que eu tanto gosto: aquela em que saem os horários da faculdade. Sim, é um alívio ter uma ideia do que me espera nos próximos nove meses. E, pela primeira vez, informei-me como deve ser acerca de que cadeiras devo escolher, quais os melhores horários, dependendo dos professores que as dão. Para isso, os grupos de alunos no Facebook são excelentes. Por outro lado, são terríveis. As opiniões acabam sempre por sê-lo, apenas opiniões. Um professor "fixe" para uns pode ser um professor a evitar para outros. No meu caso, adorei ser aluna de uma das professoras mais temidas do meu curso, logo no 1º semestre do 1º ano. Todos me garantiram que não ia sobreviver e, no entanto, acabei a cadeira com 16 valores, enquanto a taxa de chumbos não foi assim tãããão alta. Também há sempre mitos, é claro. Alunos cujas visões são diferentes do que um bom professor, uma boa aula e a facilidade a atingir boas notas podem induzir-se em erro uns aos outros.

No entanto, quando hoje pedi informações acerca de um professor em particular, de quem comecei a ler algumas opiniões negativas, quando perguntei se era assim tão mauzinho quanto o pintavam, a primeira resposta que obtive foi, passo a citar, "o XXXXXX é só o professor mais apanascado da faculdade inteira". Gente deste planeta, quero lá saber da vida pessoal e da tendência sexual dos meus professores. Aliás, é algo que prefiro evitar, porque se eles se metessem na minha eu também me importaria. E também me estou nas tintas se falam abichanado - extremamente feliz ficaria eu se o problema de muitos fosse só esse. Eu quero é saber se vale a pena apostar neles como profissionais, se me ensinarão qualquer coisa, se nem sequer têm personalidade como alguns que já me calharam na rifa e de que já ouvi falar, se têm a capacidade de olhar para os alunos sem os subestimar e se são justos no momento de atribuir notas. No final, acabei mesmo por apostar neste professor em causa, cujo currículo académico e bem impressionante e cuja cadeira me parece mais do que adequada aos meus objectivos escolares e profissionais. 

Após algumas horas e publicações nos grupos de Facebook também concluí que o indivíduo em questão (não o professor, o verdadeiro apanascado desta história que suponho ser meu colega) deve ser apenas demente, o estereótipo de tapadinho, vida loka, muito rebelde. À parte de não ter sido capaz de falar bem de UM SÓ professor a qualquer colega nosso que tivesse solicitado informações, ainda foi capaz de denegrir imensos professores com quem cheguei a ter aulas e que - surpresa! - até pertencem àquele grupo respeitado pelos alunos, pelo seu profissionalismo, disponibilidade, acessibilidade e tudo isso que se procura num professor (podia ser impressão minha, mas não, esses professores são mesmo uns bacanos).

Deste modo, caríssimos... Nunca confiem a 100% no que se diz acerca de seja quem for. Professores, amigos, amigos de amigos, colegas, vizinhos do lado, celebridades - há sempre outro lado da história. Em caso de dúvida, procurem segundas, terceiras e quartas opiniões! Lembrem-se sempre que opiniões são... Isso mesmo. Opiniões.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Recomendar é melhor do que desperdiçar #3

por BeatrizCM, em 26.08.14

 

Provavelmente já estão fartos (em particular, fartas) de ouvir falar da Yves Rocher, mas esta é DE CERTEZA a minha marca de eleição, por isso merece todo o destaque possível.

Há já muito tempo que procurava novos vernizes da Yves Rocher. Os últimos que tive já se tinham gasto e secado há mais de dois anos, pelo que esperava poder experimentar as gamas actuais muito em breve, quando... a minha chefe de grupo, a Ana Sofia (a quem agradeço imenso pela simpatia), me enviou este vernis brillance rosa fúcsia, que tem mesmo a minha cara (salvo seja).

 

A primeira impressão que tive do frasco foi "mas isto não é rosa fúcsia, nem aqui nem na China". No entanto, é MESMO rosa e MESMO fúcsia, disso vos garanto - como podem verificar através da fotografia que tirei às unhas depois de pintadas. A cor deixa-as realmente brilhantes e pintei-as apenas uma vez, sem precisarem de retoques, depois da qual secaram num instante, sem deixarem marcas de dedadas ou de cabelos soltos - um mal de que sofro com a maioria dos vernizes que arranjo.

 

O único senão é este verniz não resistir ao cloro da água da piscina para onde fui com os miúdos das actividades de Verão, em Julho. Enfim, essa piscina também tem cloro às toneladas. De qualquer maneira, achei que gostariam de ser devidamente informadas acerca desta desvantagem - entre tantos aspectos positivos! De resto, fiquei bastante surpreendida, porque até vernizes de boas marcas começam a cair-me das unhas ao fim de um dia e meio, enquanto este resistiu... 4 dias! Ok, ao 3º dia já se viam alguns cantos das unhas descobertos, mas em geral consegui ter um verniz apresentável durante uma semana inteira. AH!, e, depois de cair e de retirar o verniz que permaneceu nas unhas, elas não ficaram amarelas nem secas.

 

4 estrelas em 5, sem dúvida! =)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Não será novidade nenhuma dizer que a Internet, em particular a blogosfera, está cheia de línguas de cobra (ou dedos de cobra que insistem em matraquear virtualmente). São principalmente os blogues mais conhecidos – como, por exemplo, A Pipoca Mais Doce e A Maçã de Eva – o maior alvo de comentários trocistas, inoportunos e maldosos, seja porque a dona ou dono do blogue tem acesso a produtos de grandes marcas a que o típico indivíduo da classe média portuguesa não tem, seja porque mostra fotografias das suas férias em destinos extremamente cobiçados e até invejados, seja porque planeia festas lindas e maravilhosas para os filhos, seja porque… se limita a dar sinais de vida.

De vez em quando, ponho-me a ler as caixas de comentários desses blogues. É como um guilty pleasure, por isso não me julguem. Eu até posso usar a desculpa de que simplesmente aprecio observar estes seres humanos no seu habitat natural, no meio em que se sentem mais confortáveis, porque sou uma estudante muito aplicada de comunicação e cultura (ah ah ah!). E, como se não bastasse, fico sempre bastante admirada com a indecência que esta gente tem, fico mesmo surpreendida com o que escreve e com o quão mesquinha consegue ser. Eu sei, eu sei que a mediocridade de espírito não conhece limites, mas será demasiado querer continuar a acreditar no bom senso? Será que ele pode continuar a existir? Será que podemos apostar nele, para que possa invadir toda e qualquer mente que precise duma valente dose desta substância?

Felizmente – e pode ser mera impressão minha – tenho notado que as gerações mais novas não são tão amargas nos seus comentários por essa Internet fora, mesmo nas redes sociais. Raramente leio comentários de alguém com menos de 25 anos a desfazer no que outra pessoa publica. Por norma, a maioria parece-me bastante simpática nas suas intervenções. No que toca à minha experiência pessoal, neste blogue em particular, só senti a minha face colocada em causa uma ou duas vezes, em três anos, e os comentários que me deixaram desconfortável nem sequer foram graves, apenas desagradáveis nas entrelinhas.

Caríssimos amigos e/ou leitores, dito isto, de hoje em diante, façam por manter a Internet um não-sítio pacífico e em que possamos coexistir sem sermos mauzinhos uns para os outros. Boa índole puxa boa índole, boa conduta atrai boa conduta, bom carácter chama bom carácter. Então, sejamos todos melhores cidadãos e utilizadores no mundo virtual! Shall we?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Estou quase a acabar de ler um livro chamado Os Portugueses, do jornalista inglês Barry Hatton (que vive em Portugal há cerca de 28 anos). Este excerto é apenas uma das imensas pérolas que o autor refere acerca dos tugas - perdão, portugueses! - e só lendo o livro todo é que se acredita que, realmente, somos uma sub-espécie humana muito curiosa. Depois de passar 2 semanas a viver com pessoas doutros 4 países, não podia deixar de sublinhar que tudo o que o autor teoriza é verdade, provavelmente em todos os aspectos da nossa vida. Graças a estra grande obra-prima da literatura cultural, fiquei a conhecer-me muito melhor e aos meus compatriotas (pronto, pronto, mais opiniões no outro blogue, quando terminar a leitura).

Apesar de ser um bocadinho longo, aconselho-vos a lerem todo este parágrafo. Vale a pena!

 

Os portugueses tornaram-se adeptos de se irem safando, um talento para a adaptabilidade chamado «desenrascanço», aperfeiçoado por séculos de dificuldades. Trabalhos paralelos ajudam a manter as dificuldades à porta. Fora das cidades, as pessoas têm em geral um bocado de terra onde plantam legumes e, mesmo nas cidades, podem encontrar-se faixas de terreno plantadas no meio do trânsito intenso. A sociedade parece obedecer a regras informais. A ajuda vem da família ou dos vizinhos, ligados por uma rede informal que compensa as limitações do sistema. Não é o modelo da moderna UE, mas mais uma inspiração do passado. Arranjar alguma coisa que é precisa implica alguns telefonemas para amigos dos amigos - relações úteis chamadas «cunhas» - porque o Estado, pensam as pessoas, nunca vos dará nada de bom grado. Estas relações substituem os parâmetros do mérito e da justiça pois, dizem os portugueses, não se trata de «saber como» mas de «conhecer quem». E, esperando por um milagre como o regresso de el-rei D. Sebastião, os portugueses são os europeus que gastam mais, em termos relativos, na lotaria do Euromilhões. Tal como aqueles que afastam os receios de uma repetição do terramoto de 1755, estes jogadores depositam a sua fé na providência e apostam pouco na possibilidade de triunfar através da sua própria iniciativa. 

 

Barry Hatton, Os Portugueses

 

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/3



Mais sobre mim

foto do autor


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D



Blogs de Portugal