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Ia-te à espinha, Nick Jonas!

por BeatrizCM, em 30.11.14

Não costumo apreciar tipos todos puffed, mas, vamos lá ser sinceros... O Nick Jonas está crescidinho. Continua a cantar bem e a ter aquele ar de criança traquina, a mexer bem a anca (uépáááá!). E pronto, as primeiras pancadas batem sempre muito forte (um bocadinho menos que a actual, obviamente, né?). E o Nick Jonas tem uma relação fofinha, mostra-a no vídeo [2:59] e vocês já devem ter reparado que eu gosto de tudo o que é fofinho, quanto mais relações! Quero é que o mundo esteja pleno de amor e foleiradas!

O tema da canção é que coiso. Ciumeiras não, sff. No entanto, se eu namorasse com a Miss Universo 2012, talvez também ficasse jealous, só naquela...

 

 Esta versão também ficou bestial!

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Como acabar uma relação em 5 passos

por BeatrizCM, em 29.11.14

Não é que eu seja letrada na matéria (muito pelo contrário, sou melhor a manter relações do que a acabar com elas, até porque nunca tive necessidade de o fazer), mas sou uma observadora exímia da sociedade em geral e vejo-me na obrigação de espalhar o meu conhecimento pelo mundo. Há pérolas que têm de ser partilhadas! Além disso, já toda a gente está farta de conselhos para construir boas relações, para as estimar e blá blá blá, tudo uma lamechice pegada. Temos que inovar, caríssimos!

Assim, estes são alguns passos de que me lembrei serem muito úteis para acabar com uma relação a partir de dentro. Atrevo-me a dizer que, se os seguirem à risca, nem três dias ela vai durar. Depois de aplicadas estas medidas desesperadas (para situações desesperantes) é praticamente garantido que vão acabar solteiros. Mas é que de certeza!

Por isso, se não estão para dar desculpas em forma de falinhas mansas, do género "o problema não és tu, sou eu", nem serem desagradáveis e dizerem qualquer coisa do género "filha, deslarga-me, que eu quero circular e papar outras, que tu és uma sonsa frígida e cada vez que te beijo imagino a minha vizinha Cátia Maria - sim, aquela que é travesti", acreditem nas minhas palavras sábias e ponham os meus conselhos em prática. Antes que seja tarde demais!!!

 

 

1. Controlem o vosso mais-que-tudo (ou direi "um-pouco-mais-que-nada") na vida como se... só o tivessem a ele

Não há quem goste de ser controlado. Provavelmente, nem os extraterrestres devem gostar. Nem os cães. Muito menos os gatos. E desconfio que nem os pinguins vão nessa. Se estão mesmo fartos dessa pessoa e não a aguentam por mais três minutos, peçam-lhe a password do Facebook, do Instagram, do e-mail, o pin do telemóvel, a chave de casa e vasculhem tudo, tendo sempre o cuidado de invadir os perfis, eliminar das listas todos os amigos do sexo oposto (ou do mesmo sexo, dependendo da sua orientação sexual - se for bissexual, o melhor é mesmo eliminar todos) e pegar na lingerie do pai/da mãe que estava no cesto da roupa lavada e perguntar, com um ar escandalizado "ANDAS-ME A TRAIR, É???". Crises de ciumeira são para usar e abusar.

 

2. Por falar em exs, façam muitas comparações

  • Para as meninas...

Se o Hélder tomava esteróides, se calhar tu também o deves fazer. É para teu próprio bem!

Oh Danilo, tens de cortar esse cabelo. O Rui era obcecado pelo cabelo dele, sabias?

  • E para os meninos...

O meu contacto no telemóvel da Gisela tinha 5 arrobas e três asteriscos, mas tu só puseste um coração no teu. Se calhar não gostas tanto de mim como eu pensava... (aqui também entra um bocadinho de chantagem emocional)

A mãe da Liliana era mais gostosa do que a tua. Se as mães fazem as filhas à figura delas, se calhar devia ter ficado com a Liliana.

 

3. Batam-lhe

A violência não costuma ser resposta para nada, mas uns quantos pontapés e caneladas nunca fizeram mal a ninguém, não é? Uma tareia por dia mantém baixa a fasquia. Não tem muito que saber. Ah, e o objectivo não é fazer sangue (deixem de fora os punhos e as facas), é só magoar e melgar. Olhem, tentem beliscões! Colheres de pau e chinelos também valem, desde que com moderação. Esperemos que a sabedoria popular esteja errada e que o "quanto mais me bates, mais gosto de ti" não se concretize. Senão, é só tentar a terapia inversa.

 

4. Tratem-no/-na abaixo de bicho

Eu trato bem os meus bichos, mas vocês entendem a ideia. O ideal é serem mesmo inconvenientes. Não é preciso porem-se aos berros nem praguejarem.

  • Para as meninas...

Essa barba está mais espigada que os pêlos púbicos da minha avó Rosa. Hu-hum, ela faleceu em 2008, eu sei.

Até a Honey Boo Boo tem mais abdominais que tu.

  • Para os meninos...

Oh amor, hoje esqueceste-te de pôr maquilhagem, não foi?

Isso são rugas nos olhos? Aos 17 anos??? BELHAAAC!

 

5. Não lhe prestem atenção nenhuma

Joguem muita Playstation, marquem muitas girls night out, digam que têm muito que fazer durante o resto da semana para poderem passar momentos a dois (e façam questão de lhes aparecer à frente no centro comercial ou no McDonald's com o melhor sorriso que puderem pôr na cara e com o maior número de amigos/amigas/amantes possível), não lhes respondam às mensagens, não lhes atendam às chamadas...

 

Dito isto, mãos à obra, rapaziada!

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Libre et Assoupi, de 2014 (em inglês Nice and Easy, mas o que quer mesmo dizer é "livre e ensonado") - eu e o Ricardo fomos ver este filme durante o Festival de Cinema Francês, em Setúbal, no dia 13. Saímos de lá de rastos, de uma maneira óptima. Foram duas horas excelentes, em que este filme, super cómico, que aparentva ser apenas mais uma comédia de trazer por casa, se revelou um potente instrumento de introspecção. Tanto eu como o Ricardo recomendamo-lo a todas, mas mesmo todas as pessoas - principalmente àquelas que ainda não deram um rumo à sua vida e que procuram inspiração.

 

No Se Aceptan Devoluciones, de 2013 - este segundo filme mexicano é uma recomendação minha - ainda assim, não com menos valor! Descobri-o no Wareztuga (onde o podem encontrar) e é o que eu chamo uma "comédia de lágrima no olho". Se são de choro fácil, vão sofrer com este filme. Tal como a sugestão anterior, parece que é só para rir e mais nada, mas não. Aborda temas bastante polémicos como os direitos paternais de uma mãe ou pai face aos seus filhos, o amor que os une, casos de abandono... E tem um desfecho nada previsível.

 

Dito isto, a sério: apostem um bocadinho nos filmes fora do circuito anglófono, isto é, ingleses, norte-americanos, canadianos, australianos... Para mim, essa indústria está um bocado estagnada, lançando filmes muito parecidos entre si, sempre com enredos semelhantes, um bocado previsíveis, sem novidade. Por isso é que, de vez em quando, sabe bem entrar em contacto com outro tipo de cinema, nem que seja apenas para arejar as ideias.

 

E, se tiverem sugestões de filmes que eu deva ver, por favor, sugiram-nos para aí!

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Recomendo-vos este TED talk para verem nesta tarde de Domingo. A sessão já é um pouco antiga, é de 2006, a qualidade do vídeo não é a melhor mas, se tiverem a aplicação TED nos vossos Androids, a visualização é muito melhor (e com legendas em inglês).

Adoro a parte em que a Dra. Helen explica por que motivo é que os ditos amigos coloridos/amigos da cama se acabam por apaixonar. Não, não é só mais um cliché de Hollywood. É ciência, pura ciência. E é tudo uma questão de hormonas, acreditem! Além de que, depois de absorverem toda esta informação, a vossa gama de desculpas para o amor e para a atracção vai tornar-se muito mais vasta!

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Bicheza urbana nos transportes públicos

por BeatrizCM, em 22.11.14

Normalmente, as pessoas já se comportam como bichos nos transportes públicos. Em dias de chuva, então, todo o seu potencial selvagem ganha outro significado, toda uma nova dimensão. Empurram, dão cotoveladas, dão pontapés, dão rabadas - é uma alegria. Neste caso, é a minha tristeza. Com os meus 50kg, nem o metro e sessenta e nove que tenho me salva. Como se não bastasse, tenho ar de miúda e, provavelmente, de quem não faz mal a uma mosca (ainda assim, as aparências podem iludir!) Ninguém me respeita nos transportes públicos, ninguém respeita o meu espaço pessoal e, por isso, sofro horrores e traumas cada vez que ando de Metro ou de autocarro (vá lá, que até me salvo no comboio, mas é só porque entro sempre na primeira ou numa das primeiras paragens dos trajectos). Ou seja, basta andar de Metro ou de autocarro em hora de ponta para ser albarroada por toda uma panóplia de bichos urbanos, mas nem por isso menos selvagens, de todos os tamanhos, feitios, etnias, estratos sociais...

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