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Não consumir tantos bens materiais em 2016

por BeatrizCM, em 09.01.16

Comecei agora a ler Walden ou a vida nos bosques, de Thoreau, escrito no século XIX, quando o sistema capitalista começou a enraizar-se e a afectar a sociedade dos Estados Unidos da América.
Logo nas primeiras páginas, as únicas que já li, em todo o caso, Thoreau fala-nos acerca do hábito consumista e de como adquirimos tantos bens de que não precisamos. Como, quanto mais temos, mais queremos e sentimos necessidade de ter. Esta leitura está a coincidir com um modo de me relacionar com o dinheiro que tenho tentado adoptar.


Acho que eu mesma senti o entusiasmo do dinheiro durante o primeiro ano da licenciatura, que coincidiu com o período em que comecei a trabalhar. Finalmente, ganhava o que era meu por direito, a minha autonomia de o gastar onde e como me apetecesse (desde que reservasse algum para as propinas&transportes). Esta novidade submergiu-me durante alguns meses. Quando fui a Newcastle, fartei-me de gastar dinheiro em doces e em roupas que, apesar de não se encontrarem cá em Portugal, pelo menos pelos mesmos preços, não me eram assim tão necessários na altura. O que me valeu em Bruxelas e talvez em Paris foi ter menos espaço de bagagem disponível. Aliás, em Paris já eu me contive muito. Só comprei livros, segundo me parece, e algumas lembranças simples, como marcadores de livros e postais.
Acho que foi depois dessa viagem a Paris em Abril de 2015 que comecei realmente a olhar mais para as contas. Coincidentemente, antes de ir, chumbei no exame de condução - para fazer um novo teria de pagar 200€, quase o mesmo que pagara por toda a carta.
Olhando a gastos, acho que a minha maior despesa é em livros. No entanto, em 2015 passei a comprar com mais cuidado, porque em 2014 aprendi que nem sempre quantidade significa qualidade. O mesmo com a roupa, sapatos e produtos de beleza e de banho da Yves Rocher (pelos quais tenho uma pancadinha).
Em 2016, os meus maiores gastos inevitáveis continuarão a ser em livros. Em termos de roupa, em 2015 comprei o suficiente para não precisar de muito mais em 2016 (nomeadamente roupa de Inverno, um casaco de pêlo e calças). Também devo contar com a compra de um ou outro artigo de maquilhagem. Se calhar, vou investir numa boa paleta de sombras e em bons batons, mas não uso diariamente mais do que isso. Ah, e as viagens... Não esquecer as viagens. Em breve, farei uma ou outra!
Desde esta semana também passei a dar explicações a mais uma menina, além dos dois irmãos a quem já dava, e continuo o copywriting (se bem que com muito menos frequência, porque os pedidos já não abundam), por isso vou ganhando uns trocos.

Não me lembro de muito mais truques para poupar em 2016. Acho que apenas devemos guardar em mente que não precisamos muitos bens materiais para ser feliz e que - já sabem - quanto mais temos, mais queremos ter. Basta-nos adormecer o frémito consumista e saber controlar as compras por instinto. Poupar é mais com a Cláudia, por exemplo. Eu ainda não tenho um trabalho e um salário regulares para poder poupar quantias significativas.

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Tenho o tablet desde o início do ano, mas ainda não lhe tinha arranjado uma capa destas, toda catita. Na altura, comprei apenas uma bolsa universal, como aquelas dos computadores, almofadadas, para o poder transportar. No entanto, não era realmente à medida das 10 polegadas, por isso o ecrã estava a ficar riscado de andar aos saltos lá dentro.

Outro problema consequente de não ter uma capa decente para o tablet era ele aquecer imenso quando o utilizava, principalmente porque tinha de o manter sempre na mão, caso não arranjasse apoios improvisados. Ainda por cima, tenho lido imensos e-books e é chato ter de estar sempre a segurá-lo. E para o utilizar nas aulas? Simplesmente não era possível, a menos que pontualmente.

Por fim, esta manhã lá cheguei à conclusão de que de hoje não passava, que esta vida tinha de acabar. Vá lá, e eu também já queria ter uma fofinhice assim. Apaixonei-me por esta capa e por outra. Não é que eu tenha uma fixação como se costuma ver para aí com Londres, e Inglaterra, e sotaque inglês, mas achei a capa bonitinha e escolhi-a em detrimento da outra porque ou era Londres azul e vermelha ou era França cor-de-rosa berrante e branca. Como isto é coisa de se levar para a faculdade, achei que daria menos nas vistas uma capa mais escura.

Algumas horas depois, só tenho a dizer bem da coisa. Dá um jeitão, tanto para trabalhar à secretária como para levar para a cama e ler um bocadinho, aconchegada na manta (procrastinação, olé olé). Não, não aquece. Não, não é pesada.

Custou-me 10,95€ na loja do chinês.

Apesar de não aparecerem nas fotos, também comprei uma película protectora para o ecrã da marca Polegar (4,95€) e uma caneta touch da marca Lazer (cerca de 2,50€) na Box do Jumbo. Acabei por não os trazer do chinês por pura parvoíce, porque cheguei à conclusão de que vai dar tudo ao mesmo em qualidade e os preços são mais simpáticos.

Recomendo! :)

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Boas notícias para a malta do Norte!

por BeatrizCM, em 26.01.14

Para algumas das pessoas que me vieram choramingar por não terem uma Primark por perto, quando abriu a loja do Colombo e eu fiz uma grande festarola por estes lados, aqui ficam as boas notícias: vai abrir uma Primark no NorteShopping ainda este semestre!

 

primark2

 

Nota: aproveitem os saldos da Primark, porque valem mesmo a pena. Tenho comprado cuecas a 0,50€ e a 0,25€, já comprei uma t-shirt a 1€, uns óculos escuros a 1,50€ e a prenda do dia dos namorados já cá canta também (muito baratinha, mas não vou dizer o que é nem quanto custou, que a criatura a quem ela se destina lê este blogue, felizmenteeee). Há botas a 8€, pijamas a 5€, calças a 4€... Enfim, já vi de tudo e traria muito mais para casa se precisasse ou tivesse mais dinheiro.

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Estar em pausa lectiva permite-me ter muito tempo livre para ler e, já agora, para andar a passear pelas livrarias em saldos. E para os aproveitar, obviamente! É um salve-se quem puder! Eu cá já naufraguei. Para aí umas quatro vezes. Ter uma espécie de emprego novo - logo, um poucochinho mais de disponibilidade monetária - também não ajuda.

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It is called karma, darling.

por BeatrizCM, em 17.01.14

O quê? Arranjas um novo emprego, vais a correr comprar um tablet e esperas um final feliz?

Nope, o karma é lixado. Vais experimentar o tablet em exposição na loja, vais compará-lo com todos os outros que lá encontraste ou que viste na Internet, vais gostar do preço de promoção, vais acabar por levar um tablet para casa... E ele vai ser perfeito, excepto a parte em que tem a captação de wi-fi avariada.

 

Ah, pois. Não nos esqueçamos que a loja diz que "não aceita devoluções nem trocas de certos equipamentos informáticos", nomeadamente de tablets. É que era só o que mais faltava, caríssimos! Amanhã vão levar comigo e com a minha neura de cliente ultrajada, que não aceita que o bicho vá para a garantia, que certa vez já tive de enviar um telemóvel para o arranjo da garantia TRÊS VEZES e ele voltou sempre com o mesmo problema. É bom que mo troquem, pela saudinha deles. Ai senhores, que me dão os calores...!

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