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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

obrigadinha

Um enorme agradecimento à Stephenie Meyer e à sua saga "Crespúsculo". Graças a si, a maioria dos jovens já nem sequer conhece o verdadeiro mito dos vampiros como ele é. Em vez de imaginarem um Drácula sanguinário, vestido com uma capa preta e vermelha, dentes bicudos, a viver num castelo escuro e imundo, que não pode sair de dia e está preso num ciclo de drama, solidão e tristeza, imaginam um Edward Cullen, supostamente sexy, jovem, bem penteado, bem vestido de acordo com as tendências, bom falador, com hábitos vegetarianos, a viver numa casa de arquitectura moderna, que anda na escola secundária e trepa às janelas de raparigas adolescentes para as poder comer (sem lhes espetar os dentinhos), mesmo que o pai delas esteja na divisão ao lado. AWESOME!

tempo não é dinheiro, é vida

   "Por sua vez, ela decidiu-se a contar uma história, um jogo para o distrair, disse ela. (...) 

   - É simples, é um jogo, todas as manhãs ao acordar dão-te 86400 dólares, tendo tu por único constrangimento a obrigação de os gastares durante o dia, sendo o saldo não retirado quando te vais deitar, mas esse dom do céu ou esse jogo poderá acabar a qualquer momento, estás a perceber? (...) Este banco mágico todos o temos, é o tempo!

   (...) Cada manhã, ao acordar, somos creditados com 86 400 segundos de vida, e quando adormecemos à noite não há transferência dos que sobraram para o dia seguinte, o que não foi vivido durante o dia fica perdido, ontem acabou de passar. Cada manhã, essa magia recomeça, somos de novo creditados com 86 400 segundos de vida, e jogamos com essa regra incontornável: o banco pode fechar a nossa conta seja a que momento for, sem nenhum pré-aviso: a qualquer momento, a vida pode parar."



Marc Levy, "E se fosse verdade..."

ela sou eu



" Começou outra vez a andar para sul, em direcção ao monte artificial que ligava a cidade velha e a cidade nova. Vive cada dia como se fosse o último, era esse o conselho convencional, mas francamente, quem tinha energia para tal coisa? Então e se chovesse, ou se estivesse com dores do período? Não era prático, pronto. De longe, melhor procurar simplesmente ser-se bom e corajoso e arrojado e fazer alguma diferença. Não era exactamente alterar o mundo, era só o pedaço à volta. Sair para o mundo com paixão e a máquina de escrever eléctrica e trabalhar no duro a fazer... qualquer coisa. Mudar vidas por meio da arte, talvez. Estimar os amigos, permanecer-se verdadeiro aos nossos princípios, viver apaixonada e plenamente e bem. Experimentar coisas novas. Amar e ser amado, se alguma vez houvesse oportunidade. "


 


Um dia, David Nichols