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The Unbearable Lightness of Being (PT: A Insustentável Leveza do Ser), Milan Kundera

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5 livros para levar em viagem

por BeatrizCM, em 14.06.16

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Quando faço a mala para ir a qualquer lado fora do país, durante alguns dias, é muito importante para mim decidir que livros devo levar para a viagem. Então, quando vou estar três meses fora, ainda se torna mais urgente decidir quais as leituras eleitas, de modo a que sejam as suficientes para esse período de tempo, que sejam uma decisão segura e não acabem por ser uma desilusão e que caibam todas na bagagem.

 

No meu caso pessoal, tenho de escolher à volta de três livros que não se tornem um fardo de peso e volume numa mochila e numa mala de cabine. Tentarei levar mais qualquer coisa para ler no tablet, mas não me consigo habituar totalmente à leitura de e-books, portanto prefiro apostar nos livros físicos.

 

Como leitora irrequieta que sou, escolher livros para levar em viagem é um martírio. O que eu queria era levar pelo menos dez - ou, se possível, toda a minha estante, e depois só ter de decidir no lugar. Detesto sentir-me condicionada nestes termos!

 

 

Assim, aqui fica uma selecção de livros para levar em viagem:

 

1. Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago

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Ao viajarmos para um país longínquo, os livros escritos na nossa língua materna representam um grande conforto. Não é que eu já tenha viajado muitas vezes, só viajei por mais de uma semana três vezes na minha vida, mas essas experiências já me ensinaram que, lá para o quarto dia no país estrangeiro, a ouvir praticamente a língua respectiva a toda a hora, nada bate um regresso às origens. Obviamente, aconselho a escolha dum bom livro e autor, para um efeito potenciado ao máximo.

 

 

 

 

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Fazendo as malas

por BeatrizCM, em 10.06.16

Já todos pensámos, pelo menos uma vez na vida, no que levaríamos para uma ilha deserta, se tivéssemos "bagagem" limitada - do género:


- se tivesses que ir para uma ilha deserta, quais as três coisas que não te podiam faltar?
- se tivesses que ir para uma ilha deserta, quais as três pessoas que escolheria para ir contigo?

 

 

Basicamente...


- se tivesses que ir para uma ilha deserta, o que é que terias mesmo, mesmo, mesmo de levar, bens sem os quais não poderias viver, indispensáveis à tua sanidade?

 

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Ora bem, digamos que eu estou a passar por uma fase desse género, em que tenho de decidir o que é que quero realmente levar comigo para a Tailândia, onde vou viver quase três meses... com a condição de ter de caber tudo-tudinho numa mochila e numa mala de cabine. Exacto, terei de condensar dez semanas em para aí 75cm3.

 

Felizmente, eu até me tenho tornado uma miúda prática no que toca a fazer a trouxa para viajar, experiência essa que vem culminar nesta mega aventura que se avizinha. Escolher a roupa não foi problemático, porque vou para um país muito quente e a roupa quer-se levezinha, não ocupando muito espaço. Conto já levar a roupa mais pesada vestida, assim como um casaco na mão. O que ocupa mais espaço são mesmo as bisnagas com gel de banho, champô, cremes vários e maquilhagem, mais outras coisas úteis que faço questão de levar, porque podem ser mais caras por lá e "nunca se sabe" (argumento tipicamente femin... perdão - de gente prevenida).

 

Aaaaah, mas alto lá e pára o baile! Então e os livros, Beatriz Helena??? Os livros??? Não podes só levar os do tablet, até porque precisas de dar vazão aos que tens comprado! Como planeias sobreviver sem leres, ahn, minha cabeça de vento?

 

Esse tópico fica agendado para a próxima publicação.

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Não consumir tantos bens materiais em 2016

por BeatrizCM, em 09.01.16

Comecei agora a ler Walden ou a vida nos bosques, de Thoreau, escrito no século XIX, quando o sistema capitalista começou a enraizar-se e a afectar a sociedade dos Estados Unidos da América.
Logo nas primeiras páginas, as únicas que já li, em todo o caso, Thoreau fala-nos acerca do hábito consumista e de como adquirimos tantos bens de que não precisamos. Como, quanto mais temos, mais queremos e sentimos necessidade de ter. Esta leitura está a coincidir com um modo de me relacionar com o dinheiro que tenho tentado adoptar.


Acho que eu mesma senti o entusiasmo do dinheiro durante o primeiro ano da licenciatura, que coincidiu com o período em que comecei a trabalhar. Finalmente, ganhava o que era meu por direito, a minha autonomia de o gastar onde e como me apetecesse (desde que reservasse algum para as propinas&transportes). Esta novidade submergiu-me durante alguns meses. Quando fui a Newcastle, fartei-me de gastar dinheiro em doces e em roupas que, apesar de não se encontrarem cá em Portugal, pelo menos pelos mesmos preços, não me eram assim tão necessários na altura. O que me valeu em Bruxelas e talvez em Paris foi ter menos espaço de bagagem disponível. Aliás, em Paris já eu me contive muito. Só comprei livros, segundo me parece, e algumas lembranças simples, como marcadores de livros e postais.
Acho que foi depois dessa viagem a Paris em Abril de 2015 que comecei realmente a olhar mais para as contas. Coincidentemente, antes de ir, chumbei no exame de condução - para fazer um novo teria de pagar 200€, quase o mesmo que pagara por toda a carta.
Olhando a gastos, acho que a minha maior despesa é em livros. No entanto, em 2015 passei a comprar com mais cuidado, porque em 2014 aprendi que nem sempre quantidade significa qualidade. O mesmo com a roupa, sapatos e produtos de beleza e de banho da Yves Rocher (pelos quais tenho uma pancadinha).
Em 2016, os meus maiores gastos inevitáveis continuarão a ser em livros. Em termos de roupa, em 2015 comprei o suficiente para não precisar de muito mais em 2016 (nomeadamente roupa de Inverno, um casaco de pêlo e calças). Também devo contar com a compra de um ou outro artigo de maquilhagem. Se calhar, vou investir numa boa paleta de sombras e em bons batons, mas não uso diariamente mais do que isso. Ah, e as viagens... Não esquecer as viagens. Em breve, farei uma ou outra!
Desde esta semana também passei a dar explicações a mais uma menina, além dos dois irmãos a quem já dava, e continuo o copywriting (se bem que com muito menos frequência, porque os pedidos já não abundam), por isso vou ganhando uns trocos.

Não me lembro de muito mais truques para poupar em 2016. Acho que apenas devemos guardar em mente que não precisamos muitos bens materiais para ser feliz e que - já sabem - quanto mais temos, mais queremos ter. Basta-nos adormecer o frémito consumista e saber controlar as compras por instinto. Poupar é mais com a Cláudia, por exemplo. Eu ainda não tenho um trabalho e um salário regulares para poder poupar quantias significativas.

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20 anos

por BeatrizCM, em 07.07.15

Há quase um mês que tenho 20 anos. Talvez, quando chegar aos 30, perceba qual é o drama completar mais uma década.

A mim, os 20 anos assentam-me de feição. Os 19 já tinham assentado, mas "20" é um número mais certo, mais determinado. É redondinho, impõe um certo respeito, já tem independência, mas ainda tem desculpa para ser dependente quando lhe convém.

São cada vez menos as pessoas que me desejaram feliz aniversário, mas isso não me deixou triste este ano - muito pelo contrário, fiquei muito feliz. Na blogosfera, destaco o maior PONeLeiro do pedaço, que penso já se ter lembrado dos meus anos em 2014; ele é um simpático.

Passando a assuntos de ordem mais prática, vou aqui rabiscar uma data de apontamentos sobre desejos que já gostaria de ter alcançados no final da próxima década (ou seja, ai-de-mim-que-não-os-tenha-concretizado-antes-dos-30):

  1. Conseguir ler Os Maias ATÉ AO FIM (a verdade é que já li outros livros do Eça de Queirós, mas estou farta de começar e recomeçar este e só chegar insistentemente a meio, para depois perder o ritmo);
  2. Conseguir ler Ana Karenina ATÉ AO FIM (idém);
  3. Casar (com o Ricardo; se a vida nos tiver trocado as voltas nessa altura, se já não estivermos juntos por algum motivo, só o tempo dirá se ainda me apetecerá vestir de noiva e dizer aqueles votos todos foleiros mas fofinhos e etc e tal);
  4. Conseguir um emprego digno - de mim, dos meus estudos, do meu esforço e dos meus desejos de constituição de família a médio prazo (gostaria de ser professora, por exemplo - se for professora universitária, tanto melhor);
  5. Viajar para, pelo menos, um destino noutro continente;
  6. Ter um carro que tenha sido fabricado depois de 2005;
  7. Ter um livro publicado.

 

Sou uma lamechas, pá!

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