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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

O fim-de-semana é para o descanso

Lembro-me de ainda andar na escola primária, de ter trabalhos de casa para fazer e de o meu pai me ter dito um certo dia que os fins-de-semana são para descansar. Não se trabalha ao fim-de-semana.

Ou seja, mais vale matarmo-nos a trabalhar de Segunda a Sexta-Feira, do que ficar com tarefas de sobra para Sábado e Domingo.

Cada vez me tenho convencido mais disso. De facto, sabe tão bem ter uma bonança depois de uma tempestade...! Eu sei que isto vai tudo muito contra os princípios da procrastinação, ou assim parecerá, mas ultimamente tenho-me esforçado por terminar todos os afazeres académicos à Sexta-feira (ou ao Sábado de manhã, quando ainda tenho aulas de Francês), para depois não ter de pensar mais no assunto durante quase dois dias. Se não os tiver terminado... Espero que Segunda regresse. O fim-de-semana é para a preguiça e para a eventual procrastinação. Enfim, para não sermos nada "produtivos".

Obviamente, é muito raro eu não acabar por adiantar qualquer coisinha durante o fim-de-semana. É que eu até gosto meeeesmo do que estudo. Dá-me prazer levar o trabalho em avanço.

No entanto, recomendo-vos vivamente - não deixem para Sábado o que podem fazer Quarta-Feira! Ou, se o deixarem para Sábado... Olhem, procrastinem-no até ao fim de Domingo!

Há alturas em que uma pessoa tem de desaparecer

Tenho estado desaparecida durante o último ano e meio, umas vezes mais e outras menos, como esta semana, ignorando muitas mensagens no Facebook (até porque detesto falar por lá e não há nada como um telefonema ou uma conversa cara a cara), ignorando eventos para que fui convidada (festas de anos e etc, mas preferia que, mais uma vez, me convidassem pessoal e personalizadamente em vez de me adicionarem conjuntamente numa ceninha de Facebook com imensas pessoas que não conheço - sim, Manuel, feliz aniversário atrasadíssimo, esta é para ti! =P), adiando pausas para cafés e encontros com amigos, tendo sempre em mente que me tenho enfiado num buraco e que, por agora, devo lá permanecer.

Eu tenho vontade de sair do buraco, pois tenho, mas a minha produtividade requer bastante concentração a longo prazo. Inconscientemente, começo a fazer uma limpeza do que é essencial e do que não é: reduzo as minhas distracções a umas horinhas com o namorado, um ou outro toque a uma ou duas pessoas, meia dúzia de palavras trocadas com colegas, cinco minutos para um vídeo de Youtube, um livro mais levezinho do que as leituras para a faculdade enquanto espero pelo comboio ou antes de adormecer, aulas de código ou condução ao fim da tarde para desanuviar (sim, elas para mim são uns descanso)... Esta semana, dormi em casa duma amiga e, mesmo assim, estivemos as duas a (tentar) estudar à noite e, de manhã, levantei-me mais cedo para fazer revisões.

No entanto, apesar de toda a procrastinação envolvida no processo (não se desenganem, que ela está sempre presente na minha vida, louvada seja!), acabo os testes e as entregas de trabalhos esta semana e nas próximas duas... já tenho em vista um curso no Cenjor (Centro Protocolar de Formação Profissional de Jornalistas)! E, na semana anterior ao início das aulas, vou fazer o DALF (Diplôme Approfondi de Langue Française) de nível C1.

Não me lembro de ter férias há dois anos. Ainda dizem que a vida de estudante é a mais fácil. Poderá ser, porventura, a que dá mais gozo, mas não a compararia particularmente a umas férias na Nova Zelândia (já que falamos nisso, um país que gostaria de visitar, quando todo este esforço académico e profissional resultar numa conta bancária com alguns zeros confortáveis - AH AH, ESPERA POR ESSA).

Coisas que me poderiam ter acontecido nos últimos dias, que me tivessem impedido de vir cá escrever

- Ter sido raptada por alíens;

- Ter sido raptada por uma nova raça pseudo-humana com regras anti-procrastinação;

- Ter-me casado nas ilhas Fiji e ter estado, até ao momento, de lua-de-mel em Amesterdão (totalmente legítima e provável!);

- Ter ficado sem computador;

- Ter descoberto que a Internet é um cancro e que eu sofro da doença, pelo que me tenho de curar urgentemente (em parte, foi o que aconteceu realmente, but still);

- Ter feito um implante mamário e estar em repouso em nome das minhas novas copas D;

- Estar a participar num novo reality show género Casa dos Segredos (mas só para universitários!);

- Ter sido descoberta pelo mesmo agente que a Violetta e estar a preparar a minha tour de Natal, "Beatriz On Ice";

- Ter andado a dar os últimos retoques no meu novo romance, Os Procrastinadores Também Choram.

 

O que realmente tem acontecido;

- Procrastinação (portanto, nada de novo);

- Testes, livros e trabalhos da faculdade;

- Curso de fim-de-semana para aprender a criar os meus próprios intercâmbios (SVE, Erasmus +, training courses) e propô-los à União Europeia;

- Ter sido apalpada por dois médicos espanhóis, a minha médica de família e uma máquina de ecografia, para chegar à conclusão de que não, não estou gravemente doente, só tenho um "empastamento" nas glândulas da mama esquerda (sim, estes foram os termos médicos utilizados até agora; amanhã há nova consulta).

 

Aguardem novidades, fofos.

Uma relação também tem vantagens!

Uma relação envolve muito sangue e suor, esforços de tirar a respiração, sacrifícios pessoais de fazer gritar as pedras da calçada, lágrimas constantes, cenas de pancadaria nunca antes vistas, impropérios largados como bufinhas depois duma feijoada... Enfim, uma data de coisas más. Mas isso só pode ser uma relação que não a minha, porque ouvi dizer que o meu rico fofinho, mais-que-tudo, amor e amigo de todas as horas se candidatou a um curso técnico de multimédia cujos alguns dos módulos são codificação e organização de sites, HTML, Java, programação e etcs e tais muito engraçados. E quem e o que é que vai beneficiar com isto? Eu e este blogue, está visto! Já me foi prometida uma extreme makeover totalmente gratuita e tudo!

As prioridades de um blogue

Num artigo recente alusivo ao Dia do Blogue (31 de Agosto), a Cristina Ferreira contou o seguinte ao Observador: "Lembro-me de, desde o início, comentar com a equipa que não havia nada pior para mim, como consumidora de blogues, do que abrir um deles e não existir novidade nesse dia. Era como se a blogger se tivesse desleixado e esquecido de mim" e que, por isso, faz questão de ter publicações novas todos os dias no seu, o muuuuito famoso Daily Cristina (com o qual eu não simpatizo, diga-se de passagem). 

 

Opiniões acerca da Cristina Ferreira à parte, sejam boas ou más, eu não poderia deixar de discordar plenamente de cada palavrinha do que ela referiu. Não sei se já repararam, mas este blogue, este antro nojento de procrastinação, é uma ofensa a qualquer actividade virtual regular. Tanto posso passar uma semana sem dar sinal de vida, como posso lembrar-me de vomitar meia dúzia de conteúdos por dia. Afinal, o blogue é de quem o tem. Se o blogger tem coisas novas para contar, conta. Quando não tem, cala-se, antes que saia porcaria. Na blogosfera (como em tudo), mais vale pouco e bom do que muito a encher chouriços.

Não passo a vida subservientemente a pensar em como agradar aos meus leitores e como escrever todos os dias no blogue para que eles não fiquem tristinhos, porque, por outro lado, eu também não espero que os blogues que eu sigo tenham lá novidades a toda a santa hora. Vocês sabem que ambos temos vidas, certo? Certo, Cristina Ferreira? É que, se estivermos sempre preocupados em ter o blogue actualizado, acabamos por não viver na vida real. E, se não vivemos na vida real, também não temos nada sobre o que escrever.

 

Lamento imenso se por aí houver quem gosta é de estar em cima dos blogues dos outros, à espera que caia uma nova publicação e que, com isso, todos os seus problemas se evaporem. Caso esperem regularidade e desenvolvimentos todos os dias, mais vale verem novelas, que têm sempre o mesmo horário de segunda a sexta-feira, excepto em noite de bola. Sorryyyyy :/

Blogue em modo de procrastinação

Entre publicações que gravei como rascunhos e que se evaporaram com o ar fresco deste Verão, ressaca de computador com grande aversão a tal dispositivo e mais 8 livros adquiridos em Inglaterra à espera para serem apreciados, sinto que este blogue tem sido justamente negligenciado em nome da causa que defende: pura procrastinação.

No entanto, prometo para breve as fotografias da última semana em terras de Sua Majestade, assim como as devidas actualizações no Procrastinar Também é Ler - nem que seja porque tem sido o meu mantra nos últimos dias, felizmente!

Procrastinar também é ir à SIC!

 

Procrastinar também é viver? Procrastinar... TAMBÉM É VIVER? Pelos vistos, não. Foi isso que eu senti durante o programa "Boa Tarde" de ontem, ao participar na conversa com a apresentadora Conceição Lino, com a Alexandra (ou Pantapuff da blogosfera) e com a psicóloga convidada, a Dr.ª Andrea Oliveira. E não fui a única - também a Alexandra se sentiu desconfortável. Passo a explicar porquê...

Fomos contactadas há cerca de semana e meia por um jornalista - que até penso que seja o que apareceu na peça introdutória, a fazer o vox pop, muito simpático e acessível. Alguns dias depois, cada uma de nós passou algum tempo com ele ao telefone - no meu caso, cerca de meia-hora e, no caso da Alexandra, foi mesmo uma hora. Fizeram-nos imensas perguntas, por isso pensámos que se trataria de uma espécie de preparação para o programa e imaginámos, ao sabermos que seria "uma conversa" ou "um debate" acerca "da procrastinação e dos portugueses", que a nossa intervenção seria muito maior. Mas já lá vamos...

 

Comecei a perceber falhas logo de início. A Alexandra foi e veio de motorista/táxi. Eu vim de carro próprio desde o rabinho de Judas onde vivo na Margem Sul até aos estúdios da SIC, em Carnaxide, e nem se ofereceram para me pagar a gasolina. Claro que não guardo ressentimentos por terem tido o cuidado de darem boleia à Alexandra e não a mim, mas logo a partir daí demonstraram falta de organização (não, estou a brincar, eu detesto a Alexandra e já estou a preparar a minha vingança).

No entanto, ignorei. Por favor, ninguém é perfeito e não havia razões para me armar em diva - eu, uma mera convidada que, ainda por cima, iria ter a oportunidade de divulgar o seu blogue e de comunicar para milhares de espectadores em todo o país, e que tão lisonjeada fiquei pelo convite. Pentearam-me como gente importante, maquilharam-me até não se notar uma única marca dos últimos 10 anos de acne, foram porreiros. Fiquei irreconhecível, pronta a entrar no ar. 

Cerca de 15 ou 20 minutos depois, eu e a Alexandra saímos da sala de cabeleireiro e maquilhagem. Sabem que mais? Os meus três acompanhantes continuavam sentados no corredor, em frente dum ecrã pequeníssimo cujo som e imagem eram quase imperceptíveis. Fiz questão de perguntar se não haveria a hipótese de os colocarem realmente na audiência (como me tinham informado por telefone) e garantiram-me que, quando fosse a minha vez de entrar, todos se poderiam sentar no estúdio. Sim, sim...

[Nota intermédia: Não sei se tomaram atenção ao caso do primeiro convidado, a viver numa casa a cair de podre, com dois filhos menores, desempregado, sem condições ou perspectivas de vida... Fiquem sabendo que tinha um smartphone dos mais caros e que não parecia nada infeliz.]

Após o fim da primeira parte do "Boa Tarde", por fim chamaram-nos ao estúdio. Não havia cadeiras para ninguém, não sentaram nenhum dos meus acompanhantes (nem a minha avó, que acabou por puxar uma cadeira que por ali andava e desenrascar-se sozinha), tive de andar a pedir a não sei quantas pessoas que me dessem água a mim e à Alexandra (só nos deram quando estávamos já à frente das câmaras, quase a aparecer em directo) e nem um lanchinho ofereceram. Contudo, estas coisas acontecem, ninguém estava à espera de tratamento VIP!

Entrámos em directo e a Conceição Lino não corrigiu uma gralha do teleponto: postegar não existe - é postergar. Seria de esperar que uma jornalista com tantos anos de experiência a apresentar directos conseguisse identificar um erro de vocabulário destes, que pelo menos fizesse o trabalho de casa. Gastou-se imenso tempo com explicações etimológicas e de sinónimos de "procrastinar", tempo esse que poderia ser utilizado para deixarem as convidadas falar e explicar elas mesmas o que significa. Sei lá, convidaram-nos por algum motivo, não?

Quem viu o programa deve ter reparado que quase não interviemos. Com alguma sorte, eu e a Alexandra falámos, cada uma, dois minutos (entretanto, fui confirmar e falei cerca de 2 minutos e 10 segundos). Não dissemos quase nada, não adiantámos o que não pudessem adiantar sem nós. Ok, referimos alguns exemplos práticos acerca da procrastinação a nível pessoal, mas ambas concordamos em que isso só contribuiu para que ficassem com a impressão de que não fazemos puto da vida, que somos umas preguiçosas. A Drª Andrea deu-me razão nalgumas coisas que eu disse, explorou bastante bem em que consiste procrastinar, foi rigorosa do ponto de vista científico. Mas, ainda assim, ninguém se deu ao trabalho de nos perguntar ou de explicar ao público que nós procrastinamos E vivemos: ambas estudamos e trabalhamos, temos algumas responsabilidades e ainda arranjamos tempo para nos divertirmos q.b.. Não somos umas zés-ninguém - está a ler, Conceição Lino e respectivo tom de condescendência?

 

De qualquer maneira, nem tudo foi mau. Adorei a experiência e fez-me bem ao ego. Tive o meu tempo de antena, pude dar a minha opinião num programa em directo num dos canais mais vistos em Portugal acerca de algo que faz parte do meu dia-a-dia, a procrastinação, e de desmistificar tudo o que lhe atribuem de negativo. Sei que fiz o melhor que pude, falei claramente e sem me engasgar, achei que foi uma ocasião engraçada e em que recebi o apoio de muitas pessoas. O que mais poderia pedir? Mesmo tendo em conta o acumular de acontecimentos negativos com que me/nos foram presenteando ao longo da tarde de ontem, devido a uma notável falha de organização, já ninguém me tira o facto de ter estado na televisão (sim, sim, não me venham com falsos moralismos, porque aparecer na televisão é giro e há muita gente que gostaria de o fazer!). Foi uma maneira diferente de celebrar o 3º aniversário do blogue.

 

Deixo-vos com algumas fotografias...

 

 

Selfie pós-embelezamento.

 

 

Em directo.

 

 

Já percebi porque é que as famosas querem ser tão magras: a televisão engorda-nos e não é pouco. Só não nos dá mais mamas, o que é uma pena.

 

 

Querido, mudei a cara! - antes e depois de tirar quilo e meio de maquilhagem.

 

 

E vocês, acompanharam o programa de 30 de Junho de 2014? Digam de vossa justiça! :)

Amanhã, este blogue completa 3 anos

Lembram-se de quando eu escrevia pequenos textos pseudo-sentimentais, derrotistas e desiludidos com tudo, que eram só palavras soltas e quase deterministas sobre o amor? Lembram-se de quando os desabafos eram uma constante e a vida além-eu em redor não existia? Lembram-se de quando este blogue mudava de nome todas as quintas-feiras (salvo seja) e tudo na minha vida parecia uma confusão? Lembram-se?

Provavelmente, não. Muitos dos leitores deste blogue têm-se-lhe juntado durante os últimos dois anos, talvez durante os últimos meses. Os que o liam no início partiram, outros aparecerem. É assim um blogue, principalmente um que espelha o crescimento de um indivíduo entre a adolescência e a idade adulta, signifique isso o que significar. Por outro lado, também acredito que haja um terceiro grupo que tem vindo a crescer comigo por estas bandas.

Antes do blogue que se vos apresenta nesta página, já outros tinham sido criados e, consequentemente, apagados. Por isso, nunca pensei que procrastinar fosse quase para a vida (3 anos é muito tempo na blogosfera, não?). Talvez seja do conceito; talvez seja do compromisso subjacente a cumpri-lo e a ficar por aqui. 

Gosto de escrever procrastinando. Acho que, de todos os blogues que já criei, este é aquele com que mais me identifico. Também me identifico com os leitores e, acima de tudo, com o que vou escrevendo. Não é mau de todo, pois não? Graças ao blogue, têm-me acontecido coisas boas.

3 anos (menos um dia) volvidos, continuo um tanto-tonta, mas considero-me muito mais feliz, sei o que quero e vou atrás dos meus objectivos (o que é um tropeção ou outro, de vez em quando?). Em geral, já começo a perceber o que espero da vida. No fundo, continuo igual, sou apenas uma versão melhorada q.b., o que devemos esperar de nós mesmos dia após dia. O que escrevo agora tem mais contexto, mais sentido e melhor qualidade. O blogue serve de plataforma de treino de raciocínio e de redacção livre.

 

Porque um blogue não se faz só com alguém que escreva, tenho de agradecer aos "alguéns" que o lêem e aos que apostam nele (e em quem se encontra deste lado, arrisco-me a dizer). Procrastinar também é viver, é aprender, é ler, é parar não parando, é gastar um bocadinho de tempo inutilmente - ou até com imensa utilidade -, é o que vocês quiserem que seja! 3 anos pode não ser muito para o resto das pessoas, mas para mim simbolizam a que tem sido a melhor época da minha curtíssima existência. Ficam por aí?

 

***

 

Alguns dos maiores marcos da procrastinação:

# Recortes e destaques nos Blogs do Sapo

# Reportagem na Revista Domingo (suplemento do Correio da Manhã) - Abril de 2013

# Participação no programa Boa Tarde, na SIC - amanhã, dia 30 de Junho de 2014

A procrastinadora diz "Boa Tarde"... na SIC!

 

Na próxima segunda-feira, dia 30 de Junho de 2014, a procrastinadora-chefe deste blogue irá fazer parte de um debate em directo, no programa Boa Tarde, na SIC. Não sei bem se a minha intervenção será no princípio, no meio ou no fim da emissão. O Boa Tarde, apresentado por Conceição Lino, começa por volta das 15h45 e termina lá para as 18h30. Quem não conseguir assistir na altura não se preocupe, porque eu tentarei gravar e carregar no Youtube, partilhando em seguida com todos os que estiverem interessados!

Como referi, vou participar num debate acerca da procrastinação e da atitude dos portugueses perante a procrastinação, daí ter-vos colocado o desafio de partilharem comigo a vossa experiência pessoal. Afinal, eu sei qual é a minha, mas faltava-me perceber se era igual às restantes.

Ainda não sei muito acerca do que se vai passar no programa, excepto que no tal debate irão intervir mais uma possível conhecida vossa dos blogues, a Pantapuff, e um psicólogo convidado. 

 

Se me forem cedidas mais informações, tentarei manter-vos a par delas.

Obrigada a todos!

 

Nota: coincidentemente, no dia 30 de Junho, este blogue completa os seus 3 anos! Haverá melhor maneira de os celebrar? Acho que não...

Vencedora do livro "Hoje é Melhor Do Que Para Sempre"

Depois de alguma reflexão (com procrastinação pelo meio, claro está!), depois de ficar indecisa entre dois ou três grupos de respostas e de me ter rido com algumas delas (obrigadinha, Srª D. Quadrada!), a minha decisão foi finalmente tomada. Não foi fácil, muito pelo contrário, que a coisa estava renhida e eu não queria que ninguém ficasse a pensar que eu sou uma pessoa muito injusta, terrível, péssima, e que não mereço sequer me leiam o blogue, JAMAIS!

Assim como assim, foi inevitável seleccionar uma vencedora e ela foi a... Sara Santos! Parabéns, querida Sara, por tanto entendimento acerca da procrastinação! Desde que em doses moderadas e que não te dêem cabo do miolo ou da vida, estás à vontade para o fazer a qualquer altura, com o meu devido consentimento (como se alguém precisasse dele, cof cof). Já te envio um e-mail ou, se vires esta mensagem antes, manda-me logo a tua morada.

Para quem tiver curiosidade, as respostas da Sara encontram-se no final desta publicação.

 

 

 

Ao resto das participantes, o meu agradecimento pela sua boa vontade em partilhar a sua experiência de procrastinação e qualquer dia há-de haver mais oportunidades para mais passatempos - isso vos garanto! (Já agora, contarei na próxima publicação, ainda hoje, por que é que vos lancei este desafio.)

 

Até à próxima, com muito boas leituras nos entretantos! :)

 

 

 

***

 

RESPOSTAS DA SARA:

 

1 - Procrastinas muito?
Mais do que devia, menos do que queria...

2 - Por que é que achas que as pessoas procrastinam? E tu, por que é que o fazes?