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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Maquilhagem + óculos = (im)possível?

Quem também usa óculos sabe a que me refiro quando falo sobre a dificuldade em arranjar uma maquilhagem que não seja (ou melhor, que pareça) exagerada, principalmente se tivermos óculos com aros de massa, que tornam muito fácil cair no exagero de cores.

No entanto, tal como o vídeo que se segue, publicado recentemente na revista online NiT, o ideal é escolher uma característica do nosso rosto e investir nela, em vez de maquilharmos profusamente várias (por exemplo, ou escolhemos os olhos, ou escolhemos os lábios).

 

No entanto, o que mais me surpreendeu foi finalmente alguém se ter lembrado das mulheres que usam óculos e dos seus dramas pessoais. Olheiras, pestanas marcadas nas lentes... É mais ou menos isto.

Ser desleixada ou não, eis a questão!

No outro dia, maquilhei-me "mais a sério": uma camada de base finíssima, risco e sombra nos olhos, batom q.b.. De facto, não sou menina de me encher de pós e correctores, de primers e de iluminadores. No que toca à roupa, também não ia malzinho de todo, mas pronto, não consigo trocar a minha mochila por mala feminina alguma deste mundo.

Pronto, caiu o Carmo e a Trindade! Cheguei à faculdade e logo duas ou três pessoas me perguntaram, automaticamente, se eu iria encontrar-me com o meu namorado, que estava toda composta, maquilhada, arranjada, blá blá blá. Um ex-colega do Ricardo, ao saber que não, eu nem estaria com ele nesse dia, chegou mesmo a dizer que iria fazer-lhe queixinhas do meu aspecto, como se eu fosse uma criminosa e não tivesse o direito de ter mais cuidado com o meu aspecto num determinado dia. Sei que foram comentários meio a brincar, mas deixaram-me estupefacta com o tipo de mentalidade que ainda se mantém na cabecinha das pessoas.

Então eu só posso estar bonita para agradar ao meu namorado? Só posso arranjar-me se for ter com ele? No resto dos dias, posso (devo!!!) ser a pior Maria Rapaz de sempre, posso andar toda oleosa, maltrapilha e desmazelada, sem respeito por mim própria e pela minha imagem? Ah!, mas se calhar ando a dar umas facadinhas à relação, embonecando-me para outro, que isto nunca se sabe.

Que lindo...

 

Não, eu digo não!

Há dias em que me sinto mais feminina, há outros em que não. Há dias em que acordo cheia de pica para me encher de perfumes, maquilhagens, desodorizantes, cremes e loções várias, e depois visto o meu melhor casaco, com a minha melhor camisa, com as minhas melhores calças. Há outros em que me contento com o creme hidratante na cara, com uma camisola de malha, as calças que encontrar primeiro e ala, que se faz tarde! Tenho direito à minha própria maneira de expressão individual e social, tenho direito a parecer ranhosa ou maravilhosa, consoante me sinta de corpo e espírito para isto ou aquilo.

Quando andava no secundário, arranjava-me mais do que me tenho arranjado no último ano de faculdade, mas agora estou a tentar mudar o péssimo hábito de me desleixar. Sim, ando cansada, não me sobra tempo nem para espremer borbulhas. No entanto, a maneira como cuido de mim também transmite aos outros o meu potencial, por isso escolho sacrificar alguns minutos de sono para construir uma imagem de mim própria que deixe uma boa impressão nos outros e que me faça sentir confortável, reflectindo o que sou por dentro: esforçada, dedicada, animada e confiante.

No século XXI, já não deveria ser normal pensar-se que as mulheres só se arranjam para satisfazer os homens. Nós, o nosso corpo e - veja-se - o nosso cérebro valemos por nós. Não me considero uma feminista de grande monta, mas defendo que há certas ideias do suposto senso comum que devem ser, inevitavelmente, combatidas.

 

Mas isso sou eu, que sou uma badalhoca!

Recomendar é melhor do que desperdiçar #9

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Um dos cuidados de pele a que me tenho tentado habituar é a limpeza do rosto todas as noites, depois de chegar a casa. Ultimamente, tenho usado um BB cream e sei que, mais do que nunca, convém não me esquecer de retirar o que permanece na cara, mesmo que seja mínimo.

Por isso, além do desmaquilhante (do qual poderei falar noutra altura, se estiverem curiosas), tenho um plano B, especialmente concebido para quando me sinto mais preguiçosa: as toalhitas Huggies Natural Care. Originalmente, eu não as usava com o propósito de me desmaquilhar, mas sim para me refrescar, limpar um pouco o suor e diluir o aroma a chimpanzé depois das aulas de Educação Física, só que depressa me apercebi de que são óptimas a retirar maquilhagem (mesmo à prova de água, nos olhos). Nem sequer irritam a pele, porque são feitas para os bebés. Também não têm aroma e são à base de aloé vera, o que deixa sempre a pele muito suave e sem vermelhidões dos esfreganços mais violentos (estou a brincar, não façam isso).

Em termos de qualidade-preço, a coisa vale muito a pena. Por acaso, tenho-as sempre arranjado em promoção, por 1€ (SIM, 64 TOALHITAS DE MARCA POR 1€), mas o preço original ronda os 2€ e não é por isso que as deixarei de comprar se assim tiver de ser. Já tenho experimentado outras marcas, mas as toalhitas Huggies Natural Care são as minhas preferidas até agora, principalmente por serem multifuncionais e adequadas a pessoas preguiçosas! Por serem tão eficazes, uma toalhita de cada vez é o suficiente, por isso o pacote de 64 toalhitas dura uma vida.

 

Huggies, faz uma parceria comigo e seremos amigas para sempre! Hoje, as toalhitas para desmaquilhar; amanhã (daqui a uns anos, para ser mais precisa), as fraldas dos putos! Tem tudo para dar certo...

Recomendar é melhor do que desperdiçar #8

Volta e meia, e voltamos à mesma marca de sempre: Yves Rocher.

A Yves Rocher é a minha eleita e até prova em contrário continuará a sê-lo, não só porque sou revendedora (por isso, até consigo uns bons descontos), mas também porque sei reconhecer objectivamente a qualidade e a diversidade dos produtos, que até agora nunca me fizeram alergia, nunca me deixaram a pele gordurosa, nunca me pioraram o acne e que ainda me têm resolvido alguns problemas "de gaja".

Sendo assim, peço imensa desculpa pelo spam de Yves Rocher que acabam por levar de vez em quando.

 

Os produtos sobre os quais vos venho escrever hoje são contra a queda de cabelo: um champô e umas cápsulas.

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São eles o champô estimulante e anti-queda de cabelo e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher.

Já os utilizei em conjunto durante uma temporada, também já utilizei só o champô sem o suplemento e, agora, estou só a usar o suplemento. Seja como for, tenho-me dado bastante bem com qualquer um deles. Normalmente, sou um bocado atreita ao enfraquecimento do cabelo (e das unhas) e começo logo a panicar quando me começa a cair em maior quantidade.

Mal isso acontece, vou-me safando com produtos cosméticos, normalmente de origem vegetal (por exemplo, produtos à base de quinoa). Inclusivamente, quando fui cortar o cabelo em Dezembro, a minha cabeleireira disse que ele está muito melhor do que se encontrava há uns tempos e que tenho muito cabelo novo a nascer. Só posso associar estes resultados ao facto de ter, de Setembro a Novembro, conjugado o champô e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher, numa onda de desespero por vê-lo baço e quebradiço. No que toca às unhas, as minhas são fraquinhas, mesmo com o suplemento ainda se partem, mas ficam visivelmente melhores se o tomar.

Quanto aos "contras" deste produtos, nem sei se tenho alguns para apontar. O preço é bastante aceitável, os efeitos são satisfatórios. Pessoalmente, o que mais me deve fazer impressão talvez seja o tamanho das cápsulas (uma por dia, mas acabo por dividi-las em duas partes, para ser mais fácil engoli-las). Também li algumas críticas ao champô em que o pior "contra" apontado era o cheiro, mas a mim não me incomodou. Cheira a champô de ervanária, como muitos dos champôs Yves Rocher.

 

Se alguém tiver alguma outra solução para a queda de cabelo ou uma opinião para partilhar acerca destes produtos, que se chegue à frente! :)

As loiras deste país podem não ser burras, mas são falsas

Em jeito de achega à crónica da Mó da Silva ("E se lhe dissesse que nem todas as mulheres têm de ser loiras?"), na NiT, que foi a primeira opinião acerca das loiras-não-loiras publicada nos meios de comunicação que corresponde à minha visão acerca do assunto.

 

Nunca fui com a moda de pensar que as loiras são burras. Oh não, isso só deve acontecer nas anedotas. No entanto, sempre reparei na quantidade de loiras que Portugal alberga. Principalmente a partir dos 25 anos, parece que todas as mulheres sentem pressão para se tornarem loiras e, se não pintarem completamente o cabelo, umas quantas madeixas hão-de de as salvar parcialmente de serem ruivas ou morenas - ou, ainda pior, loiras escuras.

Sinceramente, esta coisa de se ser loira é uma grande treta. Há demasiadas loiras e pouca criatividade. Já é uma cor de cabelo três biliões de vezes batida. Sim, é comum uma mulher portuguesa caucasiana já ter sido loira em pequena, mas é triste ver que até as mulheres pretas, asiáticas e latinas caem na asneira de se tornarem... loiras. (Beyoncé, esta é para ti, sua pindérica.)

Por que é que há esta ditadura, esta parvoíce? É certo que se lêem por aí alguns estudos científicos que comprovam que os homens gostam mais de mulheres de cabelo claro, porque isso denota juventude e fertilidade. Mas, vá lá, o homem moderno até foge a quinze pés quando vê as raízes pretas/castanhas/ruivas de fora. O homem moderno já não anda a caçar mamutes como andavam os homens pré-históricos. Agora, o homem moderno é um tanto ou nada mais sofisticado. Consegue somar raízes pretas mais pontas amarelas-canário. Dah! O homem moderno cresceu com uma mãe loira-pintada, por isso já conhece todos os truques de descoloração e pintura, até mais do que a própria mulher loira-pintada!

Querem um exemplo? Olhem para a Angelina Jolie. Ponham os olhos naquela mulher. Não simpatizo particularmente com a rapariga, mas tenho de lhe tirar o chapéu por, pelo menos nos últimos anos, nunca ter tido a brilhante ideia de se tornar loira, nem para se parecer mais à Jennifer Aniston (assim numa tentativa de refrescar a memória ao Brad Pitt)! Ponham os olhos também na Sofia Vergara, na Mila Kunis, na Emma Watson (nesta última, só de vez em quando). São podres de giras, mesmo sem serem loiras! Ruivas, morenas ou assim-assim, se eu fosse homem, preferia uma voltinha com uma delas do que com as Madonnas deste planeta.

 

Suspeito de que as tentativas frustradas da mulher portuguesa para se tornar forçosamente loira devem ter algum fundamento histórico relacionado com a competição contra as mulheres inglesas. Lamento informar, mas a mulher portuguesa comum não é descendente dos escandinavos, é descendente dos mouros, dos fenícios e dessa gente toda bronzeada que veio do Mediterrâneo. Não se pode enganar a genética nem o arzinho de quem andou a navegar durante duzentos anos pelo mundo fora e a procriar com gente de todas as raças e feitios.

Eles lêem todos pela mesma cartilha

Esta é uma história verídica sobre mim e duas amigas minhas que são irmãs. Uma tem 20 anos, eu tenho 19, a mais nova tem 17. Idades e personalidades totalmente diferentes. No entanto, em determinada altura da nossa vida, tivemos de levar com um ou mais elementos do mesmo grupo de amigos (rapazes) a darem-nos em cima (salvo seja) à força toda.

No meu 11º ano, levei eu com um (e suspeito de que outra amiga nossa ainda terá levado com outro). E, no 12º, houve ainda mais um que tentou, mas depois comecei a namorar com o Ricardo e o nosso grau de fofice deixou claro para toda a gente que as chances de o nosso namoro não sobreviver eram nulas.

No ano passado, a minha amiga mais velha levou com outro.

Neste momento, a mais nova tem levado ainda com outro.

Além disso, como eles são todos uns inadaptados sociais, parece que efectuam mais de 80% dos contactos relevantes connosco por mensagens de texto (se é que dizerem que vão fazer cocó quando estão no McDonald's seja considerado um contacto relevante).

Então, anteontem, quando nos encontrámos, começámos a comparar as abordagens das criaturas em relação a cada uma de nós, em anos diferentes, com idades diferentes. Resultado: lêem todos pela mesma cartilha. As dicas são as mesmas. As piadolas estúpidas têm origem nos mesmos contextos. Começam a falar connosco com o pretexto de conseguirem conselhos para conquistarem não sei quem. Quando nos chateamos deles, a reacção que têm é semelhante (fazerem-se de coitadinhos, acusarem-nos de sermos X, Y e Z, clamando em simultâneo que gostam mas é de outras, que só querem ser nossos amigos, etc etc). É que até os erros ortográficos são iguais! É TUDO IGUAL! Grrrr!

Será que esta gente não pensa? Será que são assim tão cro magnons que acham que nos podem enrolar com três cantigas? É que já lá vão 4 anos com o mesmo guião a ser rodado. Eles estão desesperados e são desesperantes. E todos eles têm entre 19 e 22 anos!!! (Suspeita-se de que nenhum dos mencionados tenha tido alguma vez namorada.) E continuam a ser tão anormais e tão sociopatas quanto seria um menino de 12 anos com as hormonas frescas a quererem arejar! 

Provavelmente isto é um mal comum a muitos engraçadinhos e respectivos alvos, mas deixar de expor estas pérolas seria crime - nem que seja com o intuito de vos relembrar que há criaturas como estas por aí e que muitas raparigas e mulheres correm perigo de se tornarem o seu próximo objecto de adoração e perseguição.

 

Recomendar é melhor do que desperdiçar #7

O último capítulo desta rubrica foi dedicado à hidratação de Inverno. Porém, quando a publiquei ainda não tinha experimentado o maravilhoso, o sensacional, o cheiroso produto que se segue.

 

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COCONUT HAND CREAM DA BODY SHOP!
E não estou nada a exagerar, tecendo-lhe tão encarecidos elogios. Alguma vez sentiram os poros das vossas mãos fazerem "tsssss" a abrirem, a respirarem, seguindo-se uma sensação de frescura durante duas horas? Já? Não, pois não? Eu também não tinha, mas com este creme de mãos de côco da The Body Shop fiquei-me ali, estarrecida. E, se adoram que o cheiro do creme permaneça activo durante muito tempo, este é um produto que vos aconselho.
Infelizmente, o creme que vos mostro não é meu, foi um presente de Secret Santa que deram a uma amiga minha, mas eu fui logo a correr saber o preço da coisa e pronto, é assim puxadinho para o meu bolso: cerca de 5€ cada tubinho anorético de 30ml, pelo menos nos Armazéns do Chiado.
Dito isto, senhores marketeers da The Body Shop, não hesitem em enviar-me uns produtos vossos, que eu garanto que faço a melhor publicidade de sempre à marca. Fiquei fã 4ever&ever do Coconut Hand Cream e tenho a certeza que o resto também não lhe deve ficar atrás! 'Bora fazer uma parceria? 'Bora!

Prendas de Natal para o namorado - 2014

Estou decidida a colmatar a minha permanente ausência com conteúdos bestiais e que vão rebentar-vos a cabeça (em Inglês soa melhor, blowing your minds). O que interessa é que eu estou mesmo a ver o que as leitoras deste blogue querem e aposto que é uma lista de prendas de Natal para darem aos namorados. Afinal, não é o que todos os blogues prometem nesta época? Vou ajudar-vos a fazerem um brilharete!

No entanto, a minha lista é diferente de todas as outras. Além de ser realista (ou seja, apropriada para indivíduos dos 18 aos 25 anos, que querem lá saber de cachecóis, águas de toilette Calvin Klein e relógios topo de gama, ou quaisquer relógios até), é também dirigida às namoradas poupadinhas (que bem gostariam de poder comprar o último jogo de PS4, o instrumento musical que ele quer aprender a tocar, um fim-de-semana a dois em Óbidos ou uma colecção de t-shirts da Marvel), que ou precisam do dinheiro para pagar as contas ou ainda dependem dos papás. Eu sei o que é ter de procurar prendas que cumpram estes dois requisitos, pelo que considero necessário dar umas luzes a quem partilha a "luta" comigo.

Aqui vai disto!

 

1. Guias de jogos de vídeo

(Minecraft: the Official Beginner's Handbook, 9,13€ no Book Depository)

À falta dos jogos, proponho que apostem nos livros acerca dos jogos. Eles gostam de jogar e isso envolve muita técnica e táctica (digo eu). Estes guias são sempre uma escolha segura e este é apenas um exemplo.

 

2. Acessórios de informática

 Sugiro:

tapetes para o rato

ratos sem fios

adaptadores vários

colunas de som

auscultadores e fones (a sugestão de marca apresentada é apoiada especificamente pelo Ricardo)

capas para o tablet

canetas para o tablet

 

Dica: nas lojas do chinês os acessórios são mais giros e igualmente funcionais.

Dica 2: se virem que é demasiado forreta dar uma prenda de menos de 5€, façam um conjunto com vários acessórios para oferecer.

 

3. Produtos Axe

 

A Axe é provavelmente uma das melhores marcas de desodorizantes que conheço. Os coffrets (packs) também são bonitos e bastante em conta (dos 8€ aos 10€, salvo erro). No ano passado, o Ricardo até me ofereceu um coffret da edição limitada para mulher e fiquei com pena que a tivessem descontinuado. Para homem, cheira-me (ah, cheira) que os produtos Axe sejam o que as publicidades prometem: uma tentação. Sinceramente, uma lata de desodorizante de 150ml que custe cerca de 5€ não é nada cara, porque, com uma só aplicação de spray, o cheirinho fica lá o resto do dia. Também acho que os desodorizantes Axe são bons para aplicar em qualquer zona do corpo e até para substituírem o perfume. Se gostam de namorados cheirosos, Axe é a resposta às vossas preces.

 

4. Filmes, séries e CDs da Fnac

 

Sugiro particularmente a Fnac para filmes, séries e música porque tem imensos descontos em vigor antes do Natal. Além disso, mesmo sem desconto, há muita coisa que custa de 5€ a 10€ e que vale a pena. Basta procurarem com cuidado na loja para descobrirem algo que agrade à vossa cara-metade.

 

5. Chocolates Milka

Também aponto em particular para a marca Milka pela qualidade e diversidade dos chocolates e respectivos sabores (só de pensar neles, já estou a babar e a pensar em rasgar o papel de embrulho de alguns que guardei para oferecer no Natal). Apesar de não achar que valha a pena comprar as caixas de bombons (preços um tanto ou quanto puxados), as tabletes são uma óptima solução, principalmente quando se consegue encontrar descontos nos supermercados. Além disso, os chocolates Milka são tão bons que até o Ricardo, que não é assumidamente um grande admirador de chocolate, diz que com Milka é outra conversa, que para os Milka abre uma excepção.

 

Dito isto, espero ter sido útil e contribuído para um Natal com mais harmonia... e presentes que, embora não sendo muito caros, denotam que quem os oferece se preocupou com a pessoa a quem os vai oferecer. Nisso, sou uma expert!

E não, infelizmente não fui patrocinada pelas marcas para fazer lhes publicidade.