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E, agora, um texto mais descontraído na ordem do dia (ou da noite, escolham o vosso fuso horário)...

 

Para variar, tudo o que esteja remotamente relacionado com a Taylor Swift há-de ser controverso. No entanto, eu gosto tanto, tanto da rapariga! É certo que já gostei mais. Segui-a a partir do segundo álbum, o Fearless, por isso, ainda venho recomendada pela onda country, não pela pop. Adorava aquele estilo, tão diferente, mas tão expressivo - pelo menos para mim, que pouco ou nada percebo do que é "música boa" ou que deixa de ser. Sempre me identifiquei com muitas músicas e aprecio especialmente o facto de, habitualmente, ser ela a autora de todas.

Depois, há uns anos atrás, começaram as polémicas sobre a vida pessoal dela e o facto de se estar a vender pela pop. No entanto, acho que o estilo dela é diferente do das estrelas que produzem hits por estes anos. Continuei, continuo e continuarei a ouvir Taylor Swift, acompanhando toda esta evolução tão interessante!

 

 

No entanto, vamos lá voltar ao assunto que me trouxe aqui: o videoclipe da música "Look What You Made Me Do". Quanto à canção sem vídeo, sinceramente não senti muito a respectiva mensagem. Tem um ritmo diferente daquilo que estava à espera (mas há, sequer, a possibilidade de esperar seja o que for da TS?). À parte isso, meh. Há melhores, há piores. Mas hoje saiu o vídeo e, de repente, a canção passou a fazer sentido. Nestes últimos álbuns, acho que se tem notado cada vez mais o quão relevante é um videoclipe para as músicas da Taylor Swift. O videoclipe ilustra um ponto de vista pessoal, o videoclipe é uma peça em si, não precisa de depender exclusivamente da música, antes o contrário. 

Fartei-me de rir com o vídeo. Demonstra um trabalho cuidado, cheio de detalhes e piadas para os fãs mais antigos ou atentos. Adorei a referência às Taylors do passado e às personagens de videoclipes anteriores. Faço uma autêntica vénia à montagem e edição. 

Afinal, a Taylor Swift e as suas equipas são puros entertainers, que fazem o seu trabalho muito bem feitinho. Todo este dramalhão vende, é interessante, põe o povo a falar. Foi o teaser, foi o apagão das redes sociais, foi o suspense, foi o produto final. Esta mulher é um monstro e deve ter uma equipa fabulosa que a tem ajudado a alcançar todo este sucesso, por mais que não seja a pôr-se nas bocas do mundo.

Não interessa se ela namora com mais ou menos bons rapazes, se tem mais dinheiro ou menos amor próprio: quero lá saber. Do que eu quero saber é se a Taylor Swift capta a minha atenção álbum após álbum, canção após canção. Enquanto escrevo estas linhas, ouço a "Enchanted", uma música do tempo dinossáurico da TS, e só penso: sim! A criatividade está lá, o toque pessoal, o story-telling e todas estas competências atísticas com que a moça foi abençoada e para as quais deve trabalhar bastante.

 

O resto... bem, tudo depende de gostos pessoais e opiniões, que são como as cuecas (cada pessoa tem as suas!).

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Fã pirata assumida, AH YEAH! 1989, here we go, directamente para um CD-R virgem, cuja capa será imprimida numa reprografia da faculdade!

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Adoro a Taylor Swift

por BeatrizCM, em 13.11.14

Só ela parece estar a fazer alguma coisa de diferente de todos os artistas pop. Ela goza com a imprensa, ela veste-se com classe, comporta-se com classe, manda-lhes umas dicas como quem não quer a coisa e, com tudo isto, cria êxitos imediatos, tem sucesso, não se envolve em mais polémicas mesquinhas... Eu acho que isto é que é ter atitude! Tenho pena que tenha abandonado um pouco o estilo que a tornou famosa, que já não possa ser totalmente considerada uma artista country, por isso espero que seja um desvio meramente temporário.

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É verdade que gostava mais da onda country da Taylor Swift, mas ela acaba por também se safar no pop. Adoro a nova música, Shake It Off! Pelos vistos, é sobre a experiência das fofocas de que ela é alvo, palavras com que se poderá identificar qualquer pessoa em cuja vida costumem "meter o bedelho sem serem chamados". E o videoclipe está tão... silly. É a única palavra que me vem à cabeça. Dá mesmo vontade de dizer...

 

The players gonna play, play, play
And the haters gonna hate, hate, hate
Baby I'm just gonna shake, shake, shake
Shake it off
Heartbreakers gonna break, break, break, break, break
And the fakers gonna fake, fake, fake, fake, baby
Baby I'm just gonna shake, shake, shake
Shake it off, Shake it off

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Oh, Taylor, filha...

por BeatrizCM, em 30.06.13

É o que dá namorar com músicos. Já não basta eles serem uma cambada de totós com a mania que são bons, de guitarra ao ombro e voz de conquistadores, e tu ainda vais nas cantigas deles, Taylor. Literalmente. Lá porque escrevem, cantam e tocam benzinho, não quer dizer que sejam particularmente bons partidos. Vá lá, eles têm montes de fãs histéricas atrás e, se não as têm, acham que sim (eu sei, Taylor, eu sei, porque "noutra vida" já fui como tu). Têm o rei na barriga e tu tens é de crescer. Olha lá, Taylor, tomara eu ter o dinheiro e o sucesso que tu tens, a ver se me preocupava com rapazolas com problemas de afirmação da sua masculinidade... Ai, é que não me apanhavam mesmo! (Até porque eu já tenho um namorado decente e de quem gosto muito, muito obrigada.)

 

Primeiro, foi com o Joe Jonas, agora a saga do John Mayer nunca mais acaba... Deixa-te de coisas, rapariga. Sonsos há muitos e, se tu não tens cuidado, ainda ficas mais sonsa do que eles.

 

ETAPA 1: cantam juntos, borboletas, sorrisinhos e tal...




ETAPA 2: acabam e tu escreves músicas lamechas, mais ou menos provocatórias.



ETAPA 3: eles mandam-te à fava ou desejam-te uma boa vida... com outra música.




Oh Taylor, filha, tens de quebrar o ciclo! Pelo amor da santa, antes que fiques mas é encalhada...

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