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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

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Experimentei ver "Voldemort: Origins of the Heir" e esta é a minha opinião

Quem já viu o filme "Voldemort: Origins of the Heir", a produção fan made mais famosa do momento? Eu já, e trago-vos a minha mais sincera opinião acerca do que poderia ter sido um produto modesto, mas melhorzinho do que foi - muito melhor!

 

Imagem relacionada 

Pessoalmente, acho que a saga Harry Potter anda a ser explorada em demasia. Parece que nada do que se faça de interessante (e, muitas das vezes, desinteressante) pode subsistir sem ser comercialmente explorado até à náusea. Sou a maior fã dos livros, talvez até dos filmes, mas começo a pressentir um esforço enorme para manter popular algo que já marcou várias gerações, não sendo necessária muito mais do que a sua própria existência.

Por isso, não deixo de pensar que "Voldemort: Origins of the Heir" pode ser visto como um esforço louvável de alguns fãs para demonstrarem a sua admiração e prestarem uma homenagem à saga, ou que pode ser visto como mais um esforço para comercializar e rentabilizar um sub-produto, amador, associado ao nome Harry Potter.

 

Se estão prontos para alguns spoilers, cliquem em "ver mais" (ou não façam mais scroll, caso tenham aberto o post directamente). Senão, vejam o filme (cerca de 52 minutos) primeiro, tal como foi publicado no YouTube! 

 

 

 

 

Tagarelando sobre "O Caminho Imperfeito" de José Luís Peixoto

Sobre O Caminho Imperfeito que José Luís Peixoto percorreu. Sobre o meu próprio caminho imperfeito na Tailândia. Cada um fez o seu, mas em muitos pontos os dois acabaram por se tocar. Deixo-vos com os meus pensamentos (já publiquei o vídeo há algum tempo, mas só agora o estou a partilhar aqui; culpem a tal procrastinação).

Espero que gostem!

 

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Comprei um Kobo... e agora?!

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Há muitos anos que as minhas amigas me andavam a melgar, evangelizar, suplicar para comprar um e-reader, leitor electrónico, Kobo/Kindle/qualquer coisa. Porque faria maravilhas. Porque era tão prático para elas. Porque qualquer minhoca da leitura tinha um. Porque eu tinha todo o ar de quem iria gostar de ler livros, que não são bem livros, mas que os imitam muito bem. 

 

Recusei-me sempre, durante todos estes anos (para aí uns quatro, no mínimo) a comprar essa coisa ridícula dos leitores electrónicos. Caros comó raio, sem qualquer outra funcionalidade, e depois os livros físicos é que são bons, papelinho para virar, cheirar, passear na mão com vaidade... 

 

Comecei a ler em tablets e não desgostei da experiência. No entanto, os olhos é que pagam. É muita luz, tal como a dos telemóveis, que queremos evitar. Mas os tablets sempre dão para outras coisas!

 

Há umas semanas, tive um professor convidado a dar uma aula do meu mestrado. O senhor era muito jeitoso, bem falante, inteligente, convenceu-me logo ali, não necessariamente a comprar um Kobo, mas a finalmente reconhecer o óbvio: sem experimentar um e-reader, eu nunca viria a saber o que esta gente pregava. Em dois dias comprei um. Pesquisei, comparei, encontrei um Kobo com um desconto abismal (por ser refurbished) e aqui vos deixo as minhas impressões.

 

 

Desculpem lá a extensão do vídeo, pois acumulei muitos anos de ignorância pela qual tenho de compensar o mundo! 😂

O que eu penso sobre viver na Tailândia 🏡

Há tanto de diferente e tanto de igual na Tailândia, quando me lembro de Portugal. No entanto, voltaria já a Portugal sem olhar para trás, caso houvesse essa oportunidade, neste preciso minuto. Ainda assim, vamos lá continuar este semestre e logo se verá. Viver na Tailândia tem muito de bom, mas aprendi que não há nada como estar em casa, no nosso lar, com as pessoas de quem mais gostamos. 

Entretanto, deixo aqui estes apontamentos. Decidi que o melhor a fazer é mesmo gravar em português, dadas as estatísticas da audiência que segue estes vídeos, por isso espero que sejam minimamente interessantes e que constituam uma fuga aos textos loooongos que eu costumo escrever. 

 

 

O que dizer do novo videoclipe da Taylor Swift?

E, agora, um texto mais descontraído na ordem do dia (ou da noite, escolham o vosso fuso horário)...

 

Para variar, tudo o que esteja remotamente relacionado com a Taylor Swift há-de ser controverso. No entanto, eu gosto tanto, tanto da rapariga! É certo que já gostei mais. Segui-a a partir do segundo álbum, o Fearless, por isso, ainda venho recomendada pela onda country, não pela pop. Adorava aquele estilo, tão diferente, mas tão expressivo - pelo menos para mim, que pouco ou nada percebo do que é "música boa" ou que deixa de ser. Sempre me identifiquei com muitas músicas e aprecio especialmente o facto de, habitualmente, ser ela a autora de todas.

Depois, há uns anos atrás, começaram as polémicas sobre a vida pessoal dela e o facto de se estar a vender pela pop. No entanto, acho que o estilo dela é diferente do das estrelas que produzem hits por estes anos. Continuei, continuo e continuarei a ouvir Taylor Swift, acompanhando toda esta evolução tão interessante!

 

 

No entanto, vamos lá voltar ao assunto que me trouxe aqui: o videoclipe da música "Look What You Made Me Do". Quanto à canção sem vídeo, sinceramente não senti muito a respectiva mensagem. Tem um ritmo diferente daquilo que estava à espera (mas há, sequer, a possibilidade de esperar seja o que for da TS?). À parte isso, meh. Há melhores, há piores. Mas hoje saiu o vídeo e, de repente, a canção passou a fazer sentido. Nestes últimos álbuns, acho que se tem notado cada vez mais o quão relevante é um videoclipe para as músicas da Taylor Swift. O videoclipe ilustra um ponto de vista pessoal, o videoclipe é uma peça em si, não precisa de depender exclusivamente da música, antes o contrário. 

Fartei-me de rir com o vídeo. Demonstra um trabalho cuidado, cheio de detalhes e piadas para os fãs mais antigos ou atentos. Adorei a referência às Taylors do passado e às personagens de videoclipes anteriores. Faço uma autêntica vénia à montagem e edição. 

Afinal, a Taylor Swift e as suas equipas são puros entertainers, que fazem o seu trabalho muito bem feitinho. Todo este dramalhão vende, é interessante, põe o povo a falar. Foi o teaser, foi o apagão das redes sociais, foi o suspense, foi o produto final. Esta mulher é um monstro e deve ter uma equipa fabulosa que a tem ajudado a alcançar todo este sucesso, por mais que não seja a pôr-se nas bocas do mundo.

Não interessa se ela namora com mais ou menos bons rapazes, se tem mais dinheiro ou menos amor próprio: quero lá saber. Do que eu quero saber é se a Taylor Swift capta a minha atenção álbum após álbum, canção após canção. Enquanto escrevo estas linhas, ouço a "Enchanted", uma música do tempo dinossáurico da TS, e só penso: sim! A criatividade está lá, o toque pessoal, o story-telling e todas estas competências atísticas com que a moça foi abençoada e para as quais deve trabalhar bastante.

 

O resto... bem, tudo depende de gostos pessoais e opiniões, que são como as cuecas (cada pessoa tem as suas!).

Para os amantes dos cães, com carinho

É impossível não nos derretermos com esta doçura. Sentimo-nos quase a engolir o nosso próprio coração. Ter um cão é sofrer todas as atrocidades consequentes, como cocós e chichis no meio da cozinha, nos pés dos sofás, restos de água e de baba pelo chão, nunca mais comer uma refeição em paz sem dois olhos fixos em nós e um nariz arrebitado a rasar o prato (principalmente quando comemos no colo com tabuleiros) ou sem um focinho periclitante que nos toca insistentemente no cotovelo (no caso dos cães maiorzinhos, os pequeninos só guincham por atenção)... Sei lá, ter um cão implica limpar muito vomitado de carpetes que nos foram legadas pelos nossos bisavós ou tetravós ou whatever, é apanhar muita carraça e ficar com fobia de pulgas (mesmo depois de lhe pormos coleiras e ampolas e pomadas que tais), é tentarmos dar-lhe banho e apanharmos nós uma banhada, é ficarmos com o coração apertado quando ficam doentes sem saberem muito bem o que lhes está a acontecer...

Enquanto amante de cães, este vídeo tocou-me mesmo cá dentro e eu nem costumo ser assim tãããããão emocional (ok, um bocadinho). Porque tudo o que é pequenino é bonito e querido e porque todos os cães, grandes ou minorcas, me fazem querer adoptá-los com um simples olhar. Sou assim, muito frágil e facilmente manipulável quando estabeleço contacto canino.

Mas haverá alguém por aí que fique indiferente aos muito famosos "olhos de cachorro"?