Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

aquele momento em que fazes... porcaria

Não sou racista nem nada (ei, aqui escreve uma metade asiática cuja pele é amarelada), mas acabei de confundir uma actualização de estado do Facebook de uma colega minha com a de outra colega (com quem não falo há sensivelmente ano e meio) devido às semelhanças das suas fotos de perfil e... à tonalidade assim para o escurinha de ambas. Sim, sou uma pessoa horrível - e já apaguei o tal comentário, antes que a rapariga o visse e me achasse louca por tal familiaridade ao fim de tanto tempo sem lhe dirigir a palavra.


 


Porém, dado dois mais dois serem quatro e eu ser irrevocavelmente (aprendi esta palavra com a Stephenie Meyer) chonada da cabeça, avisei-vos acerca da mudança de hora, mas eu própria não tomei as precauções necessárias contra o absurdo acontecimento desta manhã. Pois que acorda sua excelência com a loucura suprema do toque foleirão do seu telemóvel pré-histórico, rende-se às evidências de mais uma segunda-feira em perspectiva e levanta-se, já cansada de ter nascido como tal. É certo que me apercebi da casa demasiado adormecida, mas, parvalhona e ensonada que só eu, ponho-me a jeito no meio do corredor a gritar "ENTÃO E HOJE NINGUÉM ACORDA, NÃO?". Resposta de pessoa que me poderia rogar uma boa e eloquente praga, não fosse minha avó: "MAS AINDA NÃO SÃO SETE!". É que, meus caros, eu até gosto da tecnologia por me safar de inúmeras tarefas desagradáveis do dia-a-dia (obrigada, pessoa que inventou as máquinas-de-lavar!). O pior é que, dois anos decorridos, ainda não me habituei à ideia de que não tenho dinheiro - nem falta de senso suficiente, perdoa-me, sociedade consumista - para esbanjar dinheiro num telemóvel inteligente, que altere as horas por si próprio. Como já devem ter entendido, do ponto de vista do acima mencionado dispositivo electrónico de segunda geração, já eram sete horas da manhã, enquanto, na realidade, ainda eram seis.


Castigo: dormir menos uma hora do que me seria permitido.

cada parvo tem a sua mania

   Podemos ter várias manias a nível material. Há quem tenha a mania da roupa, há quem tenha a mania dos selos, a mania dos postais, a mania das canetas e do material escolar, a mania dos vernizes, a mania dos bibelôs – enfim, uma data delas. Já eu tenho a mania dos livros.


   Em primeiro lugar, sempre gostei muito de ler. Mas, se há algo que ainda prefiro a ler é ter montes de livros, mesmo que só os leia anos e anos depois de os adquirir ou, ainda mais drástico, mesmo que nunca os chegue a ler. Penso que esta propensão terá uma forte origem hereditária ou, pelo menos, terá muito a ver com a maneira como fui criada. Toda a minha família é apologista dos livros enquanto património intelectual e enquanto meio de satisfação. Tal como os viciados em droga precisam de uma dose de tanto em tanto tempo, ou os alcoólicos precisam de um copo de qualquer coisa bem forte pela manhã, nós também temos uma necessidade inconsciente e constante de adquirir mais e mais livros.


   E assim se perpetua esta mania que, espero eu, um dia passarei aos meus filhos. Quero que consigam olhar para um livro e dar-lhe o devido valor. Espero que não sejam como muitas pessoas que conheço que, além de serem indiferentes à cultura, ainda a conseguem desprezar. Não me incomoda quem simplesmente não se identifica nem demonstra interesse pelos livros, tal como eu não me interesso por jogos de computador ou artes plásticas. Incomoda-me somente que se desvalorize algo tão importante quando um “mero” amontoado de folhas que, ao fim e ao cabo, são a chave do conhecimento como o concebemos.


   Os livros, além de serem o nosso mundo, são outros tantos, uns mais familiares do que outros, uns reais e outros a fingir.

cada parvo tem a sua mania

   Podemos ter várias manias a nível material. Há quem tenha a mania da roupa, há quem tenha a mania dos selos, a mania dos postais, a mania das canetas e do material escolar, a mania dos vernizes, a mania dos bibelôs – enfim, uma data delas. Já eu tenho a mania dos livros.

   Em primeiro lugar, sempre gostei muito de ler. Mas, se há algo que ainda prefiro a ler é ter montes de livros, mesmo que só os leia anos e anos depois de os adquirir ou, ainda mais drástico, mesmo que nunca os chegue a ler. Penso que esta propensão terá uma forte origem hereditária ou, pelo menos, terá muito a ver com a maneira como fui criada. Toda a minha família é apologista dos livros enquanto património intelectual e enquanto meio de satisfação. Tal como os viciados em droga precisam de uma dose de tanto em tanto tempo, ou os alcoólicos precisam de um copo de qualquer coisa bem forte pela manhã, nós também temos uma necessidade inconsciente e constante de adquirir mais e mais livros.

   E assim se perpetua esta mania que, espero eu, um dia passarei aos meus filhos. Quero que consigam olhar para um livro e dar-lhe o devido valor. Espero que não sejam como muitas pessoas que conheço que, além de serem indiferentes à cultura, ainda a conseguem desprezar. Não me incomoda quem simplesmente não se identifica nem demonstra interesse pelos livros, tal como eu não me interesso por jogos de computador ou artes plásticas. Incomoda-me somente que se desvalorize algo tão importante quando um “mero” amontoado de folhas que, ao fim e ao cabo, são a chave do conhecimento como o concebemos.

   Os livros, além de serem o nosso mundo, são outros tantos, uns mais familiares do que outros, uns reais e outros a fingir.

pré-adolescência na rádio

Hoje, a programação da Cidade FM é toda sobre o Verão de 2007. Neste momento, estou a ouvir a "Push It To The Limit" do Corbin Bleu e a perguntar-me desde quando é que a Disney deixou de ser fixe e de passar na rádio. É que não foi assim há tanto tempo que rebentou o fenómeno do High School Musical! Como ele, já não se farão mais êxitos cine-televisivos nos próximos tempos. Agora, é só Lemounades Mouths, entre outros filmes  sem graça, cada um sendo a cópia do anterior. Até parece que queremos todos ser cantores e dançarinos e... patetas.

pré-adolescência na rádio

Hoje, a programação da Cidade FM é toda sobre o Verão de 2007. Neste momento, estou a ouvir a "Push It To The Limit" do Corbin Bleu e a perguntar-me desde quando é que a Disney deixou de ser fixe e de passar na rádio. É que não foi assim há tanto tempo que rebentou o fenómeno do High School Musical! Como ele, já não se farão mais êxitos cine-televisivos nos próximos tempos. Agora, é só Lemounades Mouths, entre outros filmes  sem graça, cada um sendo a cópia do anterior. Até parece que queremos todos ser cantores e dançarinos e... patetas.