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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

OH DEAR JESUS!

Um deles sozinho já é assaz lamechas. Os dois juntos são um exagero. Se deste amor nascer um rebento, no que se tornará a criança...? Na maior lame shit legend da música anglo-saxónica do século XXI??!
Enfim. Apresento-vos o casal mais inesperado mas, porventura, o mais compatível: HAYLOR! (A sério, e eu a pensar que ninguém suplantaria o Bieber e a Selena...)

PARODY TIME INCLUDED:

Ideias que me passam pela cabeça à hora de jantar

Se, um dia, eu for milionária ou tiver, de qualquer modo, uma grande pipa de massa à minha inteira disposição, crio uma fábrica de conservas de peixe, mas estas últimas sem aquele óleo vegetal do costume, um negócio inteiramente dedicado a tornar as vidas de pessoas como eu própria - uma picuinhas no que toca a ter as mãos gordurentas ou besuntadas de seja lá o que for - menos complicadas aquando do consumo de enlatados. Ah, e não nos esqueçamos das aberturas fáceis das latas, nada que tenha de ser puxado pela cavilha até nos marcar as mãos e os dedos, ainda por cima correndo o risco de os (des)fazer em bifes.

Dos outros #18

Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte.
Carlos Ruiz Zafón, A Sombra do Vento

Sugestões para os "entediados" que imploram por perguntas no Ask

Esta publicação destina-se, principalmente, a pessoas que gostam de spamar murais alheios no Facebook com ligações para o seu perfil no Ask, implorando por perguntas (sem ser psicóloga nem outra coisa qualquer, acabo de vos diagnosticar Síndrome de Complexos de Atenção - SCA, uma patologia que não sei se existe, pelo que acabo de inventá-la, porque... sou um génio, TROLOLOL), apesar de ter a perfeita noção de que serão exactamente aquelas que não se entediam que lêem este blogue (relação causa-efeito reversível: se lêem o meu blogue, não se entendiam; se se entediam, lêem o meu blogue - modéstia à parte).
Se acham que arranjar ocupações para o vosso muuuuuuuuuuuuito tempo livre e "estão no tédio", perguntem-me sobre sugestões. Não, a sério: perguntem-me... Está bem, não perguntem, mas eu respondo na mesma.
Leiam. Felizmente, as bibliotecas municipais e outras que tais ainda não cobram tarifa pelo cartão de leitor ou pelo empréstimo de livros. Só eu sei a dimensão da dívida que já teria contraído à custa das leituras, se fosse o caso! Portanto, não se queixem que os livros são caros e que vivemos em tempos de austeridade, pa-ta-ti, pa-tá-tá. Ou, então, levantem o traseiro de onde se encontram sentados e dirijam-se de imediato à casa de um amigo e peçam-lhe que vos confie alguns. Vejam é se não lhes dobram a capa, porque é má educação. Aproveitem e aventurem-se por géneros literários a que não estejam acostumados.
Escrevam. Mesmo que não seja em blogues ranhosos, como o meu, arranjem uma folha de qualquer tipo e desabafem com ela. Arranjem um caderno, um bloco, um diário. Asseguro-vos de que não parecerão loucos.
Organizem uma tarde animada (ou várias, de preferência!) em vossa casa com alguns amigos, mesmo que eles não se conheçam. Cada um pode levar uma parte do lanche e, assim, ninguém se queixa por arcar com todos os custos. Comam, conversem e divirtam-se... cara a cara!
Vejam televisão. Aconselho, das séries de que gosto, Era uma vez, Revenge, Glee, Anatomia de GreyUma família muito moderna, Downton Abbey e Scandal. Qual delas a melhor, nem sei... Experimentem por tentativa e erro! Nenhuma é lamechona, nenhuma é uma perda de tempo! E, se não têm televisão por cabo, vejam na Internet (eu sei que têm Internet, porque estão a ler isto).
Assim como assim, se nada do que foi mencionado vos agrada, durmam. O que vos está a faltar são umas horinhas de sono, não é? Pois é! Os vossos neurónios agradecem um pouco de descanso.

Agora que vos sugeri estas cinco ocupações, parem de "estar no tédio" e pedir perguntas. Desamparem-me o meu mural, criaturas, mas, acima de tudo, arranjem um propósito na vida que não consista em responder a questões sobre a vossa intimidade a gente bisbilhoteira! Isso não vos leva a lado nenhum. Mal por mal, escrevam patetices num blogue que só é lido por 33 pessoas (cá estou eu, tentando validar a minha própria SCA). Não há melhor maneira de iniciar o novo ano! Não há melhor resolução!

10 resoluções anuais

1. Entrar para a universidade (e conseguir uma bolsa de estudo);
2. Arranjar um part-time;
3. Escrever um livro e tentar publicá-lo;
4. Escrever mais crónicas;
5. Ler cinquenta livros;
6. Ganhar mais prémios literários (mesmo que não sejam primeiros lugares, obviamente);
7. Passar menos tempo na Internet;
8. Deixar crescer o cabelo;
9. Ajudar mais nas tarefas domésticas;
10. Beber mais leite.

Despacha-te, Beatriz. Já começou a contar. Chop, chop.

Uma questão de lingerie

Para quem nunca veste umas cuecas novas e azuis nas passagens de ano, nem liga a esse tipo de superstições, tenho tido sempre muito pouco azar ao longo da minha vida. Só o fiz uma vez, já que me ofereceram umas, à laia da experiência. Coincidência ou não, os meses seguintes devem ter sido dos mais infelizes que já tive. Não sei se é de mim que, porventura, poderei ser eu própria um pote de sorte, como aqueles no fim do arco-íris (sem a parte do ouro), mas não me cabe na cabeça como é que uma simples peça de roupa interior nos pode influenciar 365 dias de uma só golfada, principalmente se começamos o novo ano de pijama e sem loved ones por perto, interessados em fazer-nos uma revisão raio-x (ou uma revisão tipo biopsia, operação "arriscada", à vista desarmada).

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