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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Universidade de Lisboa a ganhar terreno nas 500 melhores!

Escolher o sítio onde estudamos representa um passo importante na nossa formação académica e profissional. Por isso, fico mesmo grata às circunstâncias da vida por viver relativamente perto de Lisboa e poder estudar na UL. Agora que já me encontro mais à vontade neste meio, já começo a acreditar quando me dizem que ter uma licenciatura da Universidade de Lisboa é muito melhor do que ter um grau superior de muitas outras instituições europeias. Nem todos os professores são perfeitos, claro. Nem sempre temos acesso a todos os recursos de que precisamos. Mas a exigência é elevada e os resultados científicos comprovam-no, com a UL em permanente destaque no mundo académico.

Deste modo, soube - sem muita surpresa, mas com bastante agrado - que a Universidade que escolhi, a Universidade de Lisboa, tem subido nos rankings, nomeadamente no Ranking de Xangai, figurando entre as 500 melhores instituições de ensino superior do mundo, algures entre o 201º e o 300º lugar. Uma distinção totalmente merecida, digo eu, que nem sei se sou suspeita!

 

 

Costuma-se dizer "join the dark side, we have cookies". Eu digo "vem para a UL e começa a construir um CV respeitável"! :)

Beatriz ♥ Newcastle #4 - última semana de aulas + Edimburgo no fim-de-semana

 

 

No topo do new castle que deu nome à cidade.
A vista de lá de cima para Gateshead, na outra margem do rio Tyne.
Portuguese National Night!!!
"Última Ceia" no jantar de encerramento do curso. Molho de barbecue (aka BBQ) aos montes num cozido? Check. Se gostei? Nem de perto, nem de longe.
Fringe Festival em Edimburgo, um grande acontecimento cultural na capital da Escócia. Milhares de pessoas nas intransitáveis ruas da cidade!
Durante The Potter Trail, uma visita guiada pelos pontos de Edimburgo que inspiraram a J. K. Rowling enquanto escrevia a saga: o túmulo de um tal de "Thomas Riddell" e da sua família - um entre tantos outros cujo nome foi reinventado e aproveitado pela autora para as suas personagens. Esta foi uma visita guiada totalmente gratuita e a guia, uma rapariga pouco mais velha do que eu, era um amor de pessoa. Não paguei, mas contribuí para o saco das gorjetas. Potterhead approved!
Palace of Holyroodhouse: a modesta casa de férias da rainha. Terrível...
... como podem comprovar pela minha expressão de horror e desdém, no meio de um dos jardins mais feios onde já pus os pés.
E pronto, comida indiana como último jantar em Newcastle, depois de voltar de Edimburgo, com o resto das colegas e dos professores portugueses. Depois duma quinzena gastronomicamente exasperante (se algum dia forem a Inglaterra, preparem-se para NÃO encontrarem carne ou peixe fresco, só comida processada e/ou congelada), optei pelo tipo de cozinha mais próximo da portuguesa - a indiana, como observou o meu pai, ao ouvir o meu relato - com uma Chicken Tikka Masala para lá de boa, apesar de picante.
***
Quanto ao regresso - como há sempre uma surpresa reservada por cada viagem que se faça -, esse já foi atribulado q.b., com o autocarro a morrer no meio da auto-estrada, a mais duma hora de distância de Manchester. Tuga que é tuga desenrasca-se, mas, em terras de Sua Majestade, tal verbo é desconhecido e, mais do que isso, impensável. Após uma hora desperdiçada em que ficámos apenas estacionadas na berma e a suplicar por um táxi ou qualquer outra alternativa que nos pudesse levar ao aeroporto de Manchester a tempo do vôo, lá chegou outro autocarro que - IMAGINE-SE - seguia para o centro de Manchester. Quem quisesse ir para o aeroporto (na periferia da cidade), que pedisse ajuda na estação de autocarros, quando lá chegasse. Escusado será dizer que tudo o que era português (nós as 5) se encontrava já à beira dum ataque de nervos, com a falta de jeito para dos ingleses para se desembrulharem de situações complicadas e sob pressão. Já na Manchester Coach Station, depois de nos prometerem um táxi que não tinha maneira de vir, valeu-nos um taxista que pagámos por nossa conta e risco, um tipo que não me lembro se era indiano ou doutra nacionalidade asiática. Lembro-me apenas que, muito graças a ele, chegámos a tempo do fecho do check-in e de recuperarmos o fôlego de 4 horas de stress e 10 minutos de corrida até chegarmos ao sítio certo no terminal.
Enfim, adoro as peripécias duma boa viagem e esta foi, no mínimo, engraçada. Cansativa... mas engraçada! Guardarei óptimas recordações da minha primeira aventura by my own.
(Nota: só é pena que as minhas publicações estejam a sair-me todas esteticamente desconfiguradas. Desculpem lá qualquer coisinha.)