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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Fã de séries à beira d'um ataque de nervos

Por alma de quem é que TODAS (ok, QUASE todas) as séries que costumo ver e cujas novas temporadas eu anseio têm de começar no dia 28 de Setembro, data oficial nos EUA e nos sites pouco legais da Internet? É que, com tanta série para ver (Once Upon a TimeModern FamilyRevenge...), temo que o meu início de semestre tenha de ser adiado... lá para Maio ou Junho.

Universidade #5 - Praxe ou não, eis a questão!

E... as aulas do ensino superior estão prestes a começar! Faltam mais ou menos 5 dias para o aclichézado "primeiro dia do resto das vossas vidas" e, com ele, chega a altura de decidir serem praxados. Ou não serem praxados.

Recentemente, o Governo lançou uma campanha de sensibilização para a existência de praxes violentas, com o intuito de que estas sejam denunciadas. O que é certo é que o que é bom para uns é terrível para outros e cada um gosta do que gosta. Reconheço que deve haver por aí muita praxe a atentar contra os direitos dos colegas, pessoalmente acho a maioria (violenta ou não violenta) um bocado ofensiva contra a minha personalidade, mas há muita gente que as adora e o que é que se pode fazer? Por isso, penso que esta campanha de sensibilização terá como principal objectivo pôr-nos a reflectir no que é realmente adequado em contexto de praxe, o que é óptimo. Assim, ninguém tem de ameaçar acabar com as praxes, não correndo também o risco de se ser encarado como apoiante cego.

 

No ano passado, contei-vos que desertei da minha praxe ao fim de três horas. Enfim, aquilo não era meeeeesmo para mim. Detesto que mandem em mim, detesto que me gritem e que me coloquem imposições, ainda que seja "na brincadeira". Para mim, a melhor integração parte do facto de sermos todos iguais, num contexto de equidade e de disponibilidade. Não quis saber se, algumas horas depois, ao final do dia, aqueles colegas iriam despir as suas capas e revelarem-se uns bacanos para mim. Ao iniciar o meu 1º ano na faculdade, o que eu precisava era de colegas que fossem bacanos desde o início até ao fim, que me ajudassem a qualquer momento e que não me dissessem que ou escolhia ser praxada durante duas semanas, sem ir a quase aula nenhuma, ou então não valia a pena fazê-la.

Obviamente, escolhi não ser praxada. Não ando a pagar mais de 1000€ por ano e a trabalhar que nem uma louca para depois andar a baldar-me logo às primeiras aulas. Se a praxe não coincidisse com o período de aulas, ainda era capaz de repensar a minha decisão. No entanto, dadas as circunstâncias, jamais me arrependi neste último ano de não ter alinhado.

 

Ao não ir à praxe, tive tempo de conhecer igualmente alguns colegas que, esses sim, me ajudaram ao longo de todo o ano. A faculdade é conhecida pelas festas e pelos bons bocados que se passam com o "pessoal", mas também é um período em que toda a ajuda é pouca para nos mantermos fiéis aos nossos objectivos. Por isso, só tenho a agradecer tê-los conhecido, aos colegas que me fizeram sentir bem-vinda, mesmo sendo caloiros como eu.

Duas semanas depois do início das aulas, quando a praxe finalmente terminou, os que haviam participado nela caíram de pára-quedas nas aulas. Muitos aguentaram-se bem, outros nem por isso. O meu curso não é o mais difícil, mas exige empenho, assim como todos os outros. 

 

Não achei que tivesse perdido alguma da minha (suposta) experiência académica por não ter sido praxada e, por este ano, não praxar. O traje não me seduz muito, travei amizades na mesma. Há tanto em frequentar o ensino superior sem ser a praxe! Há tanto de inédito, há tanto de agradável.

 

Não pensem que, por não participarem na praxe, não farão amigos e que não travarão bons conhecimentos. Pensem sempre que dizer "sim" ou "não" fica ao vosso critério. Que todas as praxes são diferentes. Que as pessoas são diferentes. Que cada um deve ficar na sua. O vosso melhor amigo pode estar a adorar a praxe dele, e ser fixe, e ser divertidíssimo, mas que isso não significa que a vossa seja tão positiva quanto a dele - às vezes nem sequer por ser perigosa ou humilhante, apenas porque vocês não são do tipo de entrar nessas coisas.

 

A minha opinião não é anti-praxe. A minha opinião é anti-abusos e anti-falta de auto-estima, é pró-decisões tomadas com responsabilidade e reflexão acerca daquilo que realmente nos agrada na vida, acerca das nossas prioridades. Aquilo que defendo é que, em caso de dúvida, experimentar não custa!

Uma relação também tem vantagens!

Uma relação envolve muito sangue e suor, esforços de tirar a respiração, sacrifícios pessoais de fazer gritar as pedras da calçada, lágrimas constantes, cenas de pancadaria nunca antes vistas, impropérios largados como bufinhas depois duma feijoada... Enfim, uma data de coisas más. Mas isso só pode ser uma relação que não a minha, porque ouvi dizer que o meu rico fofinho, mais-que-tudo, amor e amigo de todas as horas se candidatou a um curso técnico de multimédia cujos alguns dos módulos são codificação e organização de sites, HTML, Java, programação e etcs e tais muito engraçados. E quem e o que é que vai beneficiar com isto? Eu e este blogue, está visto! Já me foi prometida uma extreme makeover totalmente gratuita e tudo!

As prioridades de um blogue

Num artigo recente alusivo ao Dia do Blogue (31 de Agosto), a Cristina Ferreira contou o seguinte ao Observador: "Lembro-me de, desde o início, comentar com a equipa que não havia nada pior para mim, como consumidora de blogues, do que abrir um deles e não existir novidade nesse dia. Era como se a blogger se tivesse desleixado e esquecido de mim" e que, por isso, faz questão de ter publicações novas todos os dias no seu, o muuuuito famoso Daily Cristina (com o qual eu não simpatizo, diga-se de passagem). 

 

Opiniões acerca da Cristina Ferreira à parte, sejam boas ou más, eu não poderia deixar de discordar plenamente de cada palavrinha do que ela referiu. Não sei se já repararam, mas este blogue, este antro nojento de procrastinação, é uma ofensa a qualquer actividade virtual regular. Tanto posso passar uma semana sem dar sinal de vida, como posso lembrar-me de vomitar meia dúzia de conteúdos por dia. Afinal, o blogue é de quem o tem. Se o blogger tem coisas novas para contar, conta. Quando não tem, cala-se, antes que saia porcaria. Na blogosfera (como em tudo), mais vale pouco e bom do que muito a encher chouriços.

Não passo a vida subservientemente a pensar em como agradar aos meus leitores e como escrever todos os dias no blogue para que eles não fiquem tristinhos, porque, por outro lado, eu também não espero que os blogues que eu sigo tenham lá novidades a toda a santa hora. Vocês sabem que ambos temos vidas, certo? Certo, Cristina Ferreira? É que, se estivermos sempre preocupados em ter o blogue actualizado, acabamos por não viver na vida real. E, se não vivemos na vida real, também não temos nada sobre o que escrever.

 

Lamento imenso se por aí houver quem gosta é de estar em cima dos blogues dos outros, à espera que caia uma nova publicação e que, com isso, todos os seus problemas se evaporem. Caso esperem regularidade e desenvolvimentos todos os dias, mais vale verem novelas, que têm sempre o mesmo horário de segunda a sexta-feira, excepto em noite de bola. Sorryyyyy :/

Essas pessoas

Faz-me confusão o afastamento das pessoas. Já as tive no Facebook, eliminei-as e elas voltaram a adicionar-me. Eu aceitei. E, cada vez que me lembro do que significou ser amiga dessas pessoas, lembro-me de todos os bons momentos que passámos e pergunto-me "oh lá, como é que amigos assim deixam de o ser?". É um tanto tolo estar a pensar nisto, nestes termos, mas nem sempre tenho a cabeça suficientemente fria para também me lembrar de que as pessoas estão em constante mudança e de que o que é devoção num dia é capaz de se tornar indiferença no seguinte. Claro que, cá dentro, as coisas são bem mais simples do que as complicações que me assolam quando me recordo de que eu já passei noites e noites em casa dessas pessoas, na altura em que não me custava fazer directas (sim, mas agora estou quase com 20 anos e já estou velha para isso), e que ficávamos a falar noite fora; quando me me recordo que sabia montes de segredos que essas pessoas jamais contariam a outra que não eu; quando me recordo de que essas pessoas me levavam muito a sério e que imaginávamos que seríamos amigos para sempre, que escreveríamos livros a duas mãos, que os nossos filhos seriam amigos de berço, que passaríamos férias juntos e que, ao fim e ao cabo, continuaríamos a entender-nos. Claro que, cá dentro, eu não me arrependo de ter sido amiga delas, que a selecção natural das pessoas envolvidas na nossa vida tem de continuar pelos nossos dias fora (felizmente!) e que, se não permanecem por perto, é porque não estava destinado. Ah, que cliché! 

Olhem, com isto não quero dizer que é tudo muito lindo e que, all of a sudden, o pessoal deixou de se dar, apenas porque sim, tudo muito pacífico. É que há sempre, pelo meio, uma discussão, um desentendimento, uma perda de respeito mútuo, umas mensagens desagradáveis, umas boquinhas passivo-agressivas e tal e coiso. Não senhor, a maioria (ou a totalidade?) dos densetendimentos que tive com quem se desentendeu comigo de volta partiu de uma situação extremamente desagradável, se é que há algo que seja agradável em não se ser capaz de falar cara a cara e ter de recorrer aos meios virtuais (umas vezes eu, outras vezes os outros) ou em simplesmente terem deixado de me falar. Acho que nunca ninguém chegou ao pé de mim e foi capaz de me dizer "és uma grande cabra e quero que vás morrer longe". Isso é que seria de valor! Por outro lado, mesmo não pondo a conversa nesses termos, sinto que perdi algumas boas oportunidades para me pôr ao largo e contribuir para uma separação mais "esclarecida". Afinal, o que haveria a perder?

 

E, ao reparar uma e outra vez que, sabe-se lá por que carga de água, aceitei de novo essas pessoas no Facebook e que elas ali estão, fico com vontade de lhes dizer "olá" e perguntar o que é que nos aconteceu até certa altura. Porque, acima de tudo, guardo carinho e recordações simpáticas.

 

(Ai, que lamechona!)

Tudo p'ró Ensino Superior 2014

 

Este ano, já não é minha a preocupação de estar à frente do computador a clicar F5 insistentemente, até que apareçam os resultados das candidaturas ao ensino superior no e-mail ou no site da DGES. Já o fiz no ano passado, por isso agora tenho de passar a batata quente a outros. No entanto, tenho alguns colegas e amigos que saberão hoje os acerca dos seus próprios resultados e, como é quase óbvio, tenho curiosidade em saber como se saíram, se os encontrarei em Lisboa a partir deste mês, se os encontrarei até na FLUL. 

A cerca de 14 horas do evento mais esperado deste Verão para milhares de candidatos, só tenho a desejar-lhes - a desejar-VOS - toda a sorte do mundo. Quer dizer, vocês já fizeram a cama em que se irão deitar hoje à noite durante os últimos anos, se é que me entendem (andaram a procrastinar demasiado, não foi?), mas, enfim, um bocadinho de sorte nunca fez mal a ninguém. De qualquer maneira, espero que sejam aceites nas vossas primeiras opções e que corra tudo pelo melhor!

Boa sorte!

Eu também adoro Setembro

Tenho reparado que toda a gente fala do quão bom o mês de Setembro é. Pois para mim é tão bom ou ainda melhor que os Setembros de toda a gente. Apesar de esta ser apenas a terceira semana de férias que tenho tido este ano, depois de passar o Verão a trabalhar e a estudar (pronto, e a viajar, mas não totalmente sem preocupações) já me sinto cheia de speed para recomeçar a faculdade. Ainda por cima vivendo numa zona em que não há muito para onde ir, só para passear e apreciar o ar puro (o que já é bem bom, diga-se de passagem), apenas com transportes públicos e a fronteira vila mais próxima a 20 minutos a pé e sem carta de condução, só quero é arranjar finalmente uma desculpa para comprar o passe e aí vou eu para Lisboa laurear a pevide. Não é que eu viva no fim do mundo, mas vivo, no mínimo, na rabinho de judas à beira de um pinhal. E gosto de estar ocupada e de sair de casa (porém, não suporto estar fora por mais de 12 horas)! Gosto de mudar de cenário de vez em quando. Por isso é que sinto que Setembro é bom, porque também significa uma época de recomeço para mim, mais um ciclo que se inicia, o novo horário escolar, as novas disciplinas, novos professores, os mesmos colegas e os outros que hão-de ser diferentes, novos projectos, novas perspectivas profissionais (o que soa muito pomposo, apesar de ser verdade), o namorado e os amigos que regressam das férias deles, a rotina de todos a voltar ao início, ou novas rotinas que se formam... 

Setembro de 2014 ainda há uns dias começou e já o mundo se apoderou dele. Assim é que é! 'Bora lá para mais um ano escolar e profissional, cheios de energia e vontade de viver esta vida e mais umas quantas!

Say WHAAAAAAAAAAAAAT?!

 

COMO ASSIM, O KEVIN JONAS TEM UMA FILHA??? COMO é que eu não sabia disto? POR QUE É QUE eu não sabia disto? A Alena Rose nasceu em FEVEREIRO, estamos em SETEMBRO, ainda há uns minutos estava a ouvir por coincidência os álbuns dos anos de ouro dos Jonas Brothers, sem sequer imaginar uma coisa destas e... já há bebés? Ligo o Facebook e o E!online espeta-me as notícias com 7 meses de atraso? Isso nem sequer apareceu no reality show deles, só a Danielle a falar em querer hipoteticamente ter filhos e blá blá blá. Agora, uma pessoa vai ali estudar e trabalhar um bocadinho, dar umas voltinhas, coçar as costas e, quando dá por si, PIMBAS!, um dos seus ídolos da adolescência já é pai.

Eu não digo que o tempo passa depressa? É que passa mesmo! Um dia destes, calha-me a mim e hei-de ficar tão ou mais admirada do que o que estou agora. Do género "olááááááá, quem é este bebé, de que planeta é que ele veio, quem são os pais?". Qualquer coisa do género.

 

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(Adoro bebés.)