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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

As mães "mais lindas"

Ai a tua mãe é a mais linda? Ai é a mais bonita, a mais esplêndida, a mulher mais elegante à face da Terra? Mas aposto que lhe ofereceste maquilhagem ou outros produtos cosméticos como presente no Dia da Mãe, não foi? É que as mães também têm rugas e, para no ano seguinte continuarem arrebitadinhas e fresquinhas, não deixam de precisar daquele recauchutamento extra, não é? Precisam dum cremezinho anti-manchas, duma loção anti-celulite, duma roupinha que as faça parecer mais magras, dum perfume para não cheirarem ao peixe que grelharam ao almoço.

 

Acham que eu não vos toparia? Oh oh, à distância!

Estou a brincar. Eu também ofereci um lápis de lábios à minha mãe-avó. Mas foi só porque ela se está sempre a queixar que não acerta com a cor dos batons quando os compra (eu tenho sempre desculpa, porque sou eu que escrevo este blogue).

 

 

Feliz dia da Mãe, da Mãezinha, da Mamã e da MÃÃÃÃÃE, VISTE OS MEUS TÉNIS? ESQUECE, JÁ ENCONTREI.

O fim dos anos "teen" (nãããão!)

Os últimos tempos têm sido de constante mudança. Não sou só eu - também todos os meus amigos estão a tornar-se indivíduos adultos e a definir com cada vez mais clareza que tipo de pessoa, com que tipo de interesses, com que tipo de ambições vão ser.

Ando muito nostálgica por estes dias. Neste grupo, há quem já esteja a dar os primeiros passos numa carreira musical, há quem já esteja quase a acabar os seus cursos, há quem tenha terminado relações de longo prazo sem muito mais futuro, há quem continue à procura de novas soluções e de novos caminhos. Mas todos, todos nós começamos a ficar cada vez mais diferentes uns dos outros. As personalidades que têm sido moldadas durante anos anteriores estão a estruturar-se e a solidificar-se. Mesmo que as pessoas se encontrem em permanente evolução ao longo da vida, creio que no final da adolescência deixe de haver aquela mudança constante que sentíamos quando tínhamos 15, 16, 17, 18 anos. Foi como se, entre os 19 e os 21 anos, se estivesse a operar uma magia qualquer.

O meu grupo de amigos, não aqueles que fiz posteriormente na faculdade, mas sim aqueles com que cresci (uns, desde os tempos de colégio, outros que conheci no secundário) enchem-me de uma ternura imensa. A diferença de idades, entre os 17 e os 23 anos, não interfere, porque andamos todos muito a par dos restantes no que toca à evolução pessoal. Penso que, acima de tudo, fico feliz por ninguém estar a ficar para trás e por poder assistir ao que cada um vai fazendo com a sua vida.

Tenho muita sorte por todos os meus amigos gostarem uns dos outros. Eu sou amiga de todos eles, nem todos são amigos do peito entre si, mas entendemo-nos às mil maraviilhas e, quando uma parte do grupo se decide juntar, juntam-se todos e acabou-se. Acho que já o referi aqui imensas vezes e hei-de repeti-lo sempre que me sentir tão nostálgica quanto neste momento.

É o fim dos teen, não é? Está-me a bater aquela impressãozinha que me aperta o coração.

Tornar-se adulto deve ser "isto"... O pessoal não sabe se há de permanecer nos teen, se há-de ser c'xido.

Acho mas é que "isto" é tudo muito repentino e precoce, pá! Estou mas é depressiva!