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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Jonas Brothers - the end of a family business

Do início da minha adolescência, guardo a fase dos Jonas Brothers como uma das mais tontas e mais queridas recordações da altura. Eu e a Inês Cara de Panqueca adorávamo-los (Nick para ela, Joe para mim e, back in the days, o Kevin tinha ar de sonso-panilas). Éramos doidas por eles, mas doidas mesmo, ou não tenha eu enchido uma parede inteira do meu quarto com posters da banda, alguns de dimensões consideravelmente grandes. As músicas ficavam no ouvido mas eram divertidas e contagiantes, outras eram tristes mas as melodias deixavam-me nostálgica, deixando as hormonas púberes - recém-descobertas - felizes e satisfeitas. Não sei como é que a minha família me aturou durante os quase dois anos em que eu só falava de Jonas Brothers, Jonas Brothers, Nick, Joe, Kevin, JONAS BROTHERS!!!!! AAAH!

E, agora, os moços vão splitar. Vão acabar com a banda por não concordarem no rumo que a música que fazem deve seguir, dizem. Já ganharam o dinheiro que tinham a ganhar, essa é que é essa! Ainda por cima, estão a ficar feios (ironicamente, agora o Kevin é o melhorzinho) e já ninguém lhes deve ligar. Os tempos dourados dos irmãozinhos da América já terminaram, pá. Agora o pessoal gosta é dos One Direction, fresquinhos que nem alfaces e sem hipocrisias como "vamos permanecer virgens até ao casamento e depois, UPS, a virgindade caiu-nos do bolso, foi sem querer". As miúdas de doze anos da segunda década do século XXI querem é machos latinos, com vigor nas partes baixas e nas outras todas também, está-me a parecer! Querem é Justin Bieber e música electrónica e autotune aos molhos! É mesmo assim! A Disney já nem sabe o que faz, está a perder capacidades de produção de estrelas adolescentes.

Jonas Brothers is sooooooooooo 2007. Uns vão, outros vêm - é o ciclo da vida pop. Ganha-se o dinheirinho que se tem a ganhar e depois tira-se a reforma aos 25. Haverá melhor vida do que esta? Não tenho pena.

Pessoalmente, ainda gosto de ouvir os três primeiros álbuns, antes de terem começado a trabalhar a solo e de se terem divorciado da imagem de meninos bonitos. Ainda me sabe bem ouvir essas músicas e não me canso de o fazer de vez em quando. É um dos meus guilty pleasures e, quer os Jonas Brothers existam ou não existam em 2013, 2014 ou 2045, acho que vou continuar a tê-lo. Nem que seja por enquanto.

 

Os negócios familiares nunca são boa ideia, foi o que sempre me ensinaram! 

 

  

E, por fim, para recordar, tomem lá o hit do Verão de 2008!

 

E, provavelmente, a minha preferida (é só mais estaaaa, em nome dos bons velhos tempos):

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