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Procrastinar Também é Viver

Blog sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades. E livros.

Carecada

04.11.13 | BeatrizCM

Ultimamente, as famosas têm feito muitas mudanças radicais de visual no que toca aos seus lindos cabelos e eu, que não sou famosa e nem aspiro assim tanto a sê-lo, também decidi que estava na minha hora. Pimbas, acabei numa de Tininha Ferreira ou Leonor Poeiras. De vez em quando, dá-me para mudar, mas nunca o fiz de maneira a que as pessoas ficassem a olhar para mim com cara da azelhas, do género "olha, esta pirou do juízo". A verdade é que não fui só eu a passar-me, o meu cabelo, itself, tem alguma culpa no cartório. Enfraqueceu, fartou-se de cair e eu não gostei: deu em divórcio. Desfiz-me dele, disse-lhe adeus e não tive pena nenhuma, nenhuma, nenhuma. Parece que as fofuchas da TV tinham razão e que quem se livra do cabelo livra-se ao mesmo tempo de um peso sobre os ombros, literalmente! Foi uma experiência deveras interessante e educativa ver as (enormes) madeixas caírem, mecha por mecha, tesourada por tesourada, e depois secar o que restou da cabeleira - uma linda jubinha rebelde que, lá fora, esvoaça ao vento e me dá a sensação de ser uma pessoa muito importante e gira. Sim, eu acho que o resultado foi mais que bom, foi óptimo! Ainda só a minha avó é que o viu e cheira-me que o resto do pessoal vai estranhar bastante nos primeiros tempos. Afinal, não tinha o cabelo assim tão curto desde... os 3 anos? Ele nunca esteve particularmente comprido, mas em geral sempre o mantive por baixo dos ombros.

 

Esta foi a inspiração:

 

 

Ainda assim, fiquei com ele um bocadinho mais comprido do que isto. Acho que a melhor parte do corte brutal é dar-me um ar menos acriançado (obrigada, genes asiáticos!), mas isso deve ser mania minha.

 

E pronto, agora é ver que reacções esta carecada há-de suscitar!

O conselho que deixo é que não tenham medo de se aventurarem numa. No final, se não gostarem, mentalizem-se de que é cabelo - cresce!

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