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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

aquele momento em que fazes... porcaria

Não sou racista nem nada (ei, aqui escreve uma metade asiática cuja pele é amarelada), mas acabei de confundir uma actualização de estado do Facebook de uma colega minha com a de outra colega (com quem não falo há sensivelmente ano e meio) devido às semelhanças das suas fotos de perfil e... à tonalidade assim para o escurinha de ambas. Sim, sou uma pessoa horrível - e já apaguei o tal comentário, antes que a rapariga o visse e me achasse louca por tal familiaridade ao fim de tanto tempo sem lhe dirigir a palavra.

 

Porém, dado dois mais dois serem quatro e eu ser irrevocavelmente (aprendi esta palavra com a Stephenie Meyer) chonada da cabeça, avisei-vos acerca da mudança de hora, mas eu própria não tomei as precauções necessárias contra o absurdo acontecimento desta manhã. Pois que acorda sua excelência com a loucura suprema do toque foleirão do seu telemóvel pré-histórico, rende-se às evidências de mais uma segunda-feira em perspectiva e levanta-se, já cansada de ter nascido como tal. É certo que me apercebi da casa demasiado adormecida, mas, parvalhona e ensonada que só eu, ponho-me a jeito no meio do corredor a gritar "ENTÃO E HOJE NINGUÉM ACORDA, NÃO?". Resposta de pessoa que me poderia rogar uma boa e eloquente praga, não fosse minha avó: "MAS AINDA NÃO SÃO SETE!". É que, meus caros, eu até gosto da tecnologia por me safar de inúmeras tarefas desagradáveis do dia-a-dia (obrigada, pessoa que inventou as máquinas-de-lavar!). O pior é que, dois anos decorridos, ainda não me habituei à ideia de que não tenho dinheiro - nem falta de senso suficiente, perdoa-me, sociedade consumista - para esbanjar dinheiro num telemóvel inteligente, que altere as horas por si próprio. Como já devem ter entendido, do ponto de vista do acima mencionado dispositivo electrónico de segunda geração, já eram sete horas da manhã, enquanto, na realidade, ainda eram seis.

Castigo: dormir menos uma hora do que me seria permitido.