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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

1D - lol?


Não percebo por que razão ainda passam publicidade sobre o concerto dos One Direction na televisão. Não tinham já vendido todos os bilhetes em sete ou oito horas? Não serão os anúncios um desperdício de dinheiro? Acima de tudo, não serão eles um atentado à paciência de quem não grama os ditos boys e se vê obrigado a levar com a sua cantilena foleira* a cada dois minutos de intervalo, sem uma justificação decente?


 


*Dita por alguém que chegou a ter uma parede forrada a posters dos Jonas Brothers, esta afirmação ganha um significado totalmente diferente.

não morram, compatriotas... não morram!

O feriado do 1 de Novembro, bastante concorrido para visitar as campas dos nossos entes falecidos, já não o vai ser, a partir do próximo ano. Os subsídios de morte foram cortados em 50%. Com esta crise, já nem há dinheiro para comprar um raminho de flores para decorar as sepulturas. O número de cremações tem aumentado imenso, porque... bem, é mais económico despejar as cinzas para um jarro Made In China e metê-lo, vejamos, em cima da lareira (o habitual cliché dos defuntos) do que comprar um caixão Made In Portugal, o que implica, supostamente, o aluguer ou compra de um espaço extra no cemitério. Portanto, compatriotas... não morram. Feitas as contas, permanecer vivo ainda é mais viável.

não morram, compatriotas... não morram!

O feriado do 1 de Novembro, bastante concorrido para visitar as campas dos nossos entes falecidos, já não o vai ser, a partir do próximo ano. Os subsídios de morte foram cortados em 50%. Com esta crise, já nem há dinheiro para comprar um raminho de flores para decorar as sepulturas. O número de cremações tem aumentado imenso, porque... bem, é mais económico despejar as cinzas para um jarro Made In China e metê-lo, vejamos, em cima da lareira (o habitual cliché dos defuntos) do que comprar um caixão Made In Portugal, o que implica, supostamente, o aluguer ou compra de um espaço extra no cemitério. Portanto, compatriotas... não morram. Feitas as contas, permanecer vivo ainda é mais viável.

halloween? não, que isso dá muito trabalho

No ano passado, fui com uns amigos a uma festa de Halloween aqui na zona. A entrada era só 1€ e até nos divertimos. [Consequências de continuar amiga do meu ex-namorado: mascarei-me de pseudo-diaba e ele questionou-me sobre quem me havia posto os cornos; respondi-lhe que ele lá saberia a resposta.] Tirámos muitas fotos aparvalhadas e passámos um bom bocado.


Este ano, comecei a combinar com outros amigos ir a essa mesma festa, só que pelo dobro do preço - 2€ - porque, afinal, a crise toca a todos. Começaria às 22h. Ao fim da tarde, ainda ninguém tinha a certeza se iria. Então, caí em mim: eu nem gosto de festas. Eu nem gosto de sair à noite. Eu nem sequer me sinto capaz de ir procurar os disfarces aos confins de um qualquer armário cá de casa. Eu nem sequer estou a precisar de descansar até amanhã de manhã (momento em que atacarei novamente os livros) nem nada. Foi nesse glorioso momento que me apercebi da vontade que tinha em ficar em casa, debaixo do quentinho de muita roupa feia mas confortável, cabelo despenteado, a recordar os filmes do canal Disney Channel que me marcaram no princípio da adolescência com a minha vizinha-amiga, com quem os partilhei desde sempre. Anulei todos os planos atrás mencionados.


Meus caros, sou uma jovem que já se sente velha antes de deixar de ser nova. Mais uma vez, sou estranha... mas incrivelmente feliz. 


PROVA:



 Sim, já sei que sou horrível. E mais fotos não mostro.

halloween? não, que isso dá muito trabalho

No ano passado, fui com uns amigos a uma festa de Halloween aqui na zona. A entrada era só 1€ e até nos divertimos. [Consequências de continuar amiga do meu ex-namorado: mascarei-me de pseudo-diaba e ele questionou-me sobre quem me havia posto os cornos; respondi-lhe que ele lá saberia a resposta.] Tirámos muitas fotos aparvalhadas e passámos um bom bocado.
Este ano, comecei a combinar com outros amigos ir a essa mesma festa, só que pelo dobro do preço - 2€ - porque, afinal, a crise toca a todos. Começaria às 22h. Ao fim da tarde, ainda ninguém tinha a certeza se iria. Então, caí em mim: eu nem gosto de festas. Eu nem gosto de sair à noite. Eu nem sequer me sinto capaz de ir procurar os disfarces aos confins de um qualquer armário cá de casa. Eu nem sequer estou a precisar de descansar até amanhã de manhã (momento em que atacarei novamente os livros) nem nada. Foi nesse glorioso momento que me apercebi da vontade que tinha em ficar em casa, debaixo do quentinho de muita roupa feia mas confortável, cabelo despenteado, a recordar os filmes do canal Disney Channel que me marcaram no princípio da adolescência com a minha vizinha-amiga, com quem os partilhei desde sempre. Anulei todos os planos atrás mencionados.
Meus caros, sou uma jovem que já se sente velha antes de deixar de ser nova. Mais uma vez, sou estranha... mas incrivelmente feliz. 
PROVA:
 Sim, já sei que sou horrível. E mais fotos não mostro.

o dito candidato a êxito musical sobre que escrevi ontem


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<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><strong>LETRA:</strong></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><strong>"</strong>Se o país aguenta mais austeridade...?</div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;">Ai aguenta, aguenta... (bis)<strong>"</strong></div>

a célebre frase daquele economista muito famoso... ah, sim, o Fernando Ulrich

Quase poderia ser a letra de uma música popular muito conhecida. Com alguma sorte, poderia ser a de uma música cantada pela Madonna. No entanto "Se o país aguenta mais austeridade? Ai aguenta, aguenta...!" foi apenas mais uma frase extremamente infeliz dita por alguém que merecia qualquer coisa não menos grave do que uma valente bofa na boca, ou seja, pelo Fernando Ulrich, o presidente executivo do BPI. Apesar da minha ingénua e, talvez, pretensiosa idade, sinto-me curiosamente à vontade para lhe atribuir a qualidade de traste e pedir desesperadamente que nunca mais ninguém o deixe falar em público. Isto é, a menos que a opinião de sua excelência se baseie nalgum dado que desconheço como, por exemplo, que será da generosidade do seu bolso que os portugueses serão alimentados durante os próximos dez a vinte anos. É só uma ideia...


(Por acaso, eu e o Sr. Ulrich temos uma característica em comum: nenhum de nós é licenciado.)

a célebre frase daquele economista muito famoso... ah, sim, o Fernando Ulrich

Quase poderia ser a letra de uma música popular muito conhecida. Com alguma sorte, poderia ser a de uma música cantada pela Madonna. No entanto "Se o país aguenta mais austeridade? Ai aguenta, aguenta...!" foi apenas mais uma frase extremamente infeliz dita por alguém que merecia qualquer coisa não menos grave do que uma valente bofa na boca, ou seja, pelo Fernando Ulrich, o presidente executivo do BPI. Apesar da minha ingénua e, talvez, pretensiosa idade, sinto-me curiosamente à vontade para lhe atribuir a qualidade de traste e pedir desesperadamente que nunca mais ninguém o deixe falar em público. Isto é, a menos que a opinião de sua excelência se baseie nalgum dado que desconheço como, por exemplo, que será da generosidade do seu bolso que os portugueses serão alimentados durante os próximos dez a vinte anos. É só uma ideia...

(Por acaso, eu e o Sr. Ulrich temos uma característica em comum: nenhum de nós é licenciado.)

música nacional morre impiedosamente


Hoje, dia 24 de Outubro de 2012, a música portuguesa foi assassinada pelo modelo e wanna-be-artista Angel-O, mais conhecido por ser o cãozinho de estimação da apresentadora Iva Domingues. O seu novo single, "Eu", foi a causa da morte, depois de uma tentativa quase bem sucedida com "Só quero que saibas", no passado mês de Março.

A autora deste blogue apresenta, desde já, as mais sofridas condolências aos seus compatriotas. O instrumental até era bonito... O resto é que já não se safou.