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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Blogger ausente, por muito que tente

Infelizmente, os meus piores pesdelos blogosféricos estão a tornar-se realidade: raramente tenho tempo (ou disponibilidade mental) para cá vir escrever. Nem para vir ao blogue, nem para muitas outras actividades desta minha vida humana... Mas o blogue? Nunca pensei. É que, sendo o meu trabalho REMUNERADO escrever, as palavras começam a faltar para o trabalho de lazer. Sei lá, fico assim meia perdida. Estou a tornar-me num daqueles autores de blogues que tanto repudiava quando não escreviam tão frequentemente quanto eu esperava deles. Deves ter uma vida muito ocupada, deves... Porque é que nunca mais escreves, caramba??? Deixa-te de coisas e começa a escrever mais, oh tu que tens um blogue não sei bem para quê!

Estão a entender o meu problema existencial?

 

Temos cara de poste de publicidade? Não?! Então, andamento...

Quando comecei a escrever por estas bandas, nunca me passou pela cabeça encher as caixas de comentário de outros blogues com súplicas para que fossem ler o meu. Pessoalmente, sempre achei essa táctica extremamente rude e que ainda acabaria por afastar potenciais leitores. Decidi que seria bem mais ético deixar-lhes comentários simpáticos e oportunos do que lhes impingir deliberada e violentamente o meu produto. Talvez dessa maneira me achassem piada e até considerassem visitar o meu blogue, assim como quem não quer a coisa. E talvez gostassem da experiência e o repetissem - se não gostassem, o problema era meu, não deles. Um pouco de humildade nunca fez mal a ninguém. [Aceitem o meu conselho gratuito.] Por isso é que me dá uma ceninha má, cada vez que se servem do meu blogue como poste de publicidade. E ele nem é famoso, quanto mais se fosse! É inevitável que a desgraça aconteça esporadicamente, portanto nem imagino a caixa de e-mail dos bloggers de maior projecção. Que desastre...! Mas evitem, está bem? Evitem...

 

ESTE É UM BLOGUE SÉRIO!

(tem dias)


À menina e à organização não-sei-das-quantas que têm insistido na sua promoção, não levem a mal, mas ando a apagar todos os vossos comentários. Eu cá, além de não ter queda para poste de publicidade, tão pouco sou a "querida" de alguém e tenho alergia a quem não sabe utilizar vírgulas. Vocês hão-de entender. Passar bem!

2 anos a procrastinar

 

Este blogue completa as suas duas primaveras no dia de hoje! Iupiiiii! Eu até diria aquelas frases cliché como "ei, parece que ainda foi ontem que comecei aqui a escrever, sobre as minhas aventuras e desventuras emocionais e amorosas (falhadas)", mas não. Para mim, isso deve ter acontecido algures noutra encarnação. Eu cresci e este blogue cresceu. Enfim, a minha escrita cresceu! E contem com terem de aturar o meu permanente crescimento durante muitos mais anos, porque eu não faço tenções de sair daqui, não senhora. Eu gosto de procrastinar. Espero que vocês também não se importem de o continuar a fazer. Parabéns a mim, ao blogue, a vocês!

Considerem-se com um estômago cheio do bolo acima apresentado, cujo interior será pão-de-ló recheado com doce de ovo e amêndoas. O exterior é de massa-pão. Agora, façam de conta que nunca comeram um bolo tão bom na vossa vida. Aí está, parabéns outra vez!

Amigas improváveis (mas não o filme)

Para a Carolina, a quem tenho esperança de poder vir a chamar de "amiga" durante muito tempo, e de quem recebi hoje o seguinte conjunto de presentes, todos eles mencionados na minha lista de desejos de aniversário (só não esperava que satisfizesse tantos!).



Conheci a maioria dos meus amigos na escola ou através de colegas. Não se pode dizer que seja uma maneira particularmente invulgar de os conhecer. No entanto, esta amizade sobre a qual vos escrevo travou-se de uma forma bastante fora do comum, pelo menos, dada a sua essência, que eu julgo e espero ser das mais sinceras... e que venha a durar. Esta amizade começou na blogosfera.


É verdade... Foi graças a este mesmo blogue, este-zinho, onde se encontram estas palavras - que vocês lêem no preciso momento em que já estão a ler a próxima, e outra e outra - que a Carolina me conheceu. Ela também tinha (e tem) um blogue, mas raramente escrevia alguma coisa (até que deixou de escrever, de todo, até ao mês passado). Ainda permanecemos uns bons tempos sem chegarmos a um diálogo concreto. Lá muito de vez em quando, ela deixava por aqui um comentário - nada mais.

Mas não nos esqueçamos doutro factor fundamental - a Fórum Estudante. Tanto ela como eu somos animadoras, pelo que [a modos que] nos conhecemos no primeiro encontro deste ano lectivo, no final de Outubro. Assumo que, no primeiro impacto, fiquei a olhar para ela e a pensar "eh pá, aquela não é a Carolina Helena dos blogues...? É que dá mesmo ares à rapariga!", mas, dispassarada como sou, até podia ter visto o Tarzan sem cuecas, pois continuaria na minha onda sem dar importância ao caso.

Entretanto, sem termos trocado muito mais diálogo do que o de circunstância em Outubro, os meses passaram e, progressivamente, lá recomeçou a Carolina a comentar o meu blogue de vez em quando. Em Maio, por fim, a Fórum Estudante organizou um novo encontro, em que, aleluia, eu e a ela partilhámos conversas com pés e cabeça, ora com outros colegas, ora só nós as duas.

Como em todas as relações, independentemente da sua natureza, há sempre um momento em que ouvimos um clique e pensamos "ena, eu gosto desta pessoa!". O meu clique acerca da Carolina deu-se quando, na volta para Lisboa, partilhámos lugares conjuntos no autocarro, e comecei a ouvi-la. E, sempre que eu tentava contar-lhe algo inédito sobre mim, ela respondia "eu sei, eu leio o teu blogue", com um ar meio divertido, meio enfadado (digo eu), que me embaraçou de certo modo, de tão apalermada que devia estar a parecer (vulgo, o meu estado normal). E eu abria a boca e a resposta era sempre a mesma, chegando quase ao ponto de ser irritante. Raios, uma leitora atenta e com boa memória, materializada ao meu lado, a cinco centímetros de distância - e que me deve ter observado a dormir com a boca aberta durante uma hora de viagem! Desse fim-de-semana em diante, o contacto aumentou. A moça até passou a escrever mais no seu próprio blogue e, assim, eu pude ir retribuindo alguns comentários que ela também me deixava (cada vez mais frequentemente).

Foi nesse contexto de comentário aqui e comentário ali que a Carolina, no dia anterior ao meu aniversário, comentou a tal publicação com a lista de possíveis prendas de aniversário que eu gostaria de receber, pedindo-me a minha morada a fim de me enviar a sua "contribuição". Ora, em quase dois anos de blogue, nunca ninguém havia tido para comigo tamanho desplante. Sim, desplante! Um desplante bom, ainda assim, e a Carolina não descansou (nem eu esperava que ela descansasse) enquanto não lhe dispensei a informação pretendida. Por outro lado, eu também sou humana e, atendendo à minha condição, gosto de prendas, pelo que não me custou nada ceder, não é verdade?

 

Contudo, há prendas prendas. Há prendas que se dão porque sim e outras que se dão com vontade, dependendo sempre da intenção da pessoa que as oferta. Ora, a Carolina enviou-me um marcador, um saco de gomas e um livro que era dela, com - suponho - valor emocional. A acompanhar, seguia uma carta. Já ninguém escreve cartas, o que é uma pena, mas a Carolina escreveu-me uma, em que me chama sua amiga. Perante tal amabilidade, resta-me retribuir-lhe com a minha amizade de volta. É toda dela! [É toda tua, Carolina!] 

Quando lhe expressei o meu inigualável agradecimento via chat do Facebook, ela respondeu que "as boas pessoas atraem coisas boas". Apesar de eu não estar segura de ser a melhor pessoa do mundo, estou contente por tê-la "atraído". Não sei que bicho lhe picou para me ter em tão elevada conta e ter gostado de mim, mas fico absolutamente lisonjeada por ser a nova amiga de alguém tão simpático, humilde, despretensioso e inteligente como ela.

 

O pacote só chegou hoje e foi uma das melhores prendas de aniversário tardias que já recebi, sem dúvida. Obrigada! :)

 

***

 

Nota 1: o blogue da Carolina - http://coucoucaroline.blogspot.pt .

Nota 2: esqueci-me de mencionar outro saco de gomas que recebi doutra amiga minha nesta publicação. Os restantes amigos que festejaram comigo o meu aniversário acabaram com ele em menos de nada.

Eu reservo-me ao direito

A autora deste blogue reserva-se ao direito de procrastinar o tempo que lhe apetecer, quando lhe apetecer (excepto em dias úteis de período escolar, pronto…).

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de não obter culpas no cartório se algum dos seus leitores procrastinar mais do que deve e acabar por não fazer nada da sua vida.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de não adoPtar o Acordo Ortográfico, porque ele parte de um acordo político e não da evolução natural da língua portuguesa.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de incentivar ao gosto pela leitura e pela literatura em publicações do tamanho de elefantes.

 

[Já agora, a autora deste blogue reserva-se ao direito de não chamar posts às malditas publicações.]

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de fuzilar telepaticamente quem quer que seja que não valorize o Saramago (ou qualquer outro vulto de semelhante ou aproximada envergadura) ou que ache que o suprassumo da literatura mundial é a Margarida Rebelo Pinto, a Nora Roberts, o Nicholas Sparks ou a Stephenie Meyer (antes não gostar de ler, vade retro!).

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de responder sarcasticamente aos comentários de leitores mesquinhos.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito, por outro lado, de exaltar as inumeráveis qualidades dos seus leitores fofinhos – são todos muito boa gente e a autora deste blogue nutre por eles um enorme carinho e respeito.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de aqui mencionar muitas vezes os seus amigos, que são assim qualquer coisa fora do comum e ela adora-os.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de venerar por escrito o senhor seu namorado e de apregoar o quanto o ama, em qualquer altura ou circunstância, porque ele é, de facto, uma criatura fantástica. A autora deste blogue pede desculpa se perturbar algum leitor forever alone e deixa-lhe, desde já, os maiores desejos para que encontre um par igual ao seu num futuro próximo.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de ouvir música pop, critiquem ou não, A autora deste blogue gosta de quase tudo, exceptuando dubstep e música techno, desde música clássica ao Eminem, passando pelo country e isso jamais mudará (isto é uma indirecta para a pessoa mencionada no parágrafo anterior, se é que ele me entenda).

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de relatar “o mais ínfimo pormenor” da sua vida escolar whenever she wants to, e de se lamentar de como é árdua a vida de estudante.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de gostar da escola, e até de estudar, desde que não seja em quantidades industriais, uma vez que isso destrói o ego, a criatividade e, principalmente, os miolos.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de exibir as prendas que por vezes lhe oferecem e os livros, sapatos e roupas que compra com o seu próprio dinheiro.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de se vangloriar por ganhar algum dinheiro legitimamente seu através dos prémios literários que vai arrecadando.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de escrever e publicar textos lamechas, se for isso que tem vontade de fazer.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de praguejar em contextos de revolta, tristeza ou quotidiana palermice.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de começar a incluir temáticas mais promíscuas nas suas intervenções.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de ter como referências A Pipoca Mais Doce e a Ursa Pólo Norte – ela mesma gostaria de se tornar um misto das duas no mundo blogosférico.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de se queixar, de quando em vez, da sua falta de inspiração.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de partilhar com os seus leitores as suas ansiedades e expectativas de vida.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de publicitar outros blogues do seu agrado (não tão bons quanto o seu, mas… ela está a brincar, ok??).

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito (e dever!) de responder à maioria dos comentários que recebe, sendo tal actividade uma das suas preferidas na procrastinação assistida por computador.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de publicar fotos das suas pernas e pés, enquadrados numa qualquer actividade de lazer, só para fazer espécie (de tipo saudável, atenção) aos seus leitores.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de festejar quando o seu blogue aparece nos Recortes ou nos Destaques dos Blogs do Sapo.

 

A autora deste blogue reserva-se ao direito de escrever listas como esta, para melhor informar os seus leitores acerca das suas tendências procrastino-blogosféricas.

Desde o início do início dos inícios

Dei os meus primeiros passos na escrita ainda antes de saber o que implicava escrever. Nem sabia o que seria um romance, um conto, uma crónica, quanto mais qualquer um dos seus conceitos precisos.
Ganhei o meu primeiro prémio - escolar - no segundo ano da primária, salvo-erro, por um poema que escrevi improvisadamente. (Um dia, talvez vo-lo mostre.) Já nem me lembro sobre o que era, mas todos o elogiaram, pois ninguém estava à espera que uma miúda de sete anos se lembrasse de escrever umas quantas estrofes com o mínimo sentido. Esse foi o início do início de todos os inícios (sem contar com as composições feitas em aula e em testes).
Portanto, escrever era algo de que eu gostava, mas, afinal, uma criança nunca chega a saber, nessa idade, o que quer realmente da vida. Foram precisos alguns anos para eu conseguir ultrapassar ideias, em ordem cronológica, como as de tornar-me veterinária, bióloga ou actriz. Apesar da minha verificável tendência para a escrita, nunca a encarei como uma realidade com futuro. Há crianças que brincam com carrinhos e bonecas, enquanto, outras como a que eu fui, brincam também com palavras.
Como vos contava, nunca encarei a escrita como uma realidade com futuro (pelo menos, segundo expectativas pessoais) até aos meus catorze anos. No dia em que os completei, ligaram-me da organização de um concurso literário a nível nacional para que eu havia enviado um conto uns meses antes – ganhara o prémio de escritor revelação, disse-me a senhora do outro lado da linha, após os tradicionais “parabéns”. Esse tal concurso não era (ou é) grande espiga, mas foi o suficiente para me dar fôlego para começar a escrever com mais frequência e intensidade.
Depois - ou entretanto - havia os blogues. Blogues, blogues, blogues. Curiosamente, nunca consegui participar assiduamente num até há dois anos (no Procrastinar, para ser específica). A par dos concursos literários em que continuei a inscrever-me, permitiam-me aperfeiçoar e testar as minhas capacidades. Mesmo algum tempo decorrido desde então, continuo a encará-los deste modo. São a minha ferramenta de avaliação e consequente evolução, tanto de mim para mim, quanto através de opiniões alheias.
Nono ano terminado, segui com Línguas e Humanidades no secundário. Esse foi, decidi eu, o primeiro passo para jamais me desligar das letras. Daqui a uns meses, a faculdade vai pelo mesmo caminho: literatura e comunicação, não interessa onde ou em que curso (que fosse em Marte, pois fá-lo-ia de qualquer modo!).
Não sei como correrá a minha vida de ora em diante, não sei se acabarei por ter de colocar a minha vocação e paixão em segundo plano, não sei se me interessarei por outras coisas ao longo do tempo. De momento, é a escrita que me satisfaz e a leitura que me mata a sede. Desconheço outras alternativas para o meu futuro, seja pessoal ou profissional.

Ânimo blogosférico (ou falta dele)

Já estive para desistir deste blogue. Aconteceu no início deste ano, mais coisa menos coisa, e cheguei mesmo a criar outro, em anónimo, esperando poder recomeçar a minha vida blogosférica somewhere else, sem que me tivesse de preocupar se falava mal de A, B ou C, se magoaria os sentimentos de X ou se feriria as susceptibilidades de Y, se Z desaprovaria a minha visão da coisa. Só algumas pessoas é que saberiam que aquele era o meu blogue, com um nome pseudo-lamechas, textos de todo o tipo e feitio (mas, mais uma vez, a rondar o pseudo-lamechas) e sem quase seguidores nenhuns - faria tudo de novo, debaixo da rebeldia de um pseudónimo.
Só que, ao fim de um par de dias, caí em mim. Eu não queria fazer tudo de novo, eu queria era continuar a escrever para os mesmos leitores, alguns dos quais já me acompanhavam há mais de um ano, e que gostam é de procrastinar. Atirei tudo às couves. Qual blogue de emergência, qual quê! Portanto, sempre que me dá o desânimo, não fraquejo como fraquejei há uns meses. Páro simplesmente por um, dois, três dias, até arranjar um novo tema que me devolva à procrastinação e me faça regressar às origens, digamos assim. Quando me apetecer regressar, eu regresso. E, se alguém tiver algo a dizer sobre o que eu escrevo ou deixo de escrever, tenho a resposta na ponta da língua e dos dedos: temos pena, amores.
Este tipo de desânimo temporário tem como origem diversos factores que farão sempre parte da minha vida, por mais que eu adore este meu blogue, onde tenho escrito já lá vão quase dois anos. Ora é o cansaço, ora é a falta de tempo e/ou paciência, causados pelas exigências de uma vida de estudante, de jovem, de workaholic, de que não me posso esquivar. Contudo, sei que é a este blogue e ao conceito que criei para ele, à personagem homónima que vos "fala", que eu e as minhas palavras pertencemos. Ainda hei-de ficar por estas bandas durante mais algum tempo!

Cumprindo uma promessa que foi mais do que procrastinada

Em Dezembro, escrevi uma crónica chamada «"Teorias sobre o "ÉS TODA BOA!"», em que sujeitei toda uma comunidade procrastinadora a reflectir sobre o que é mais ou menos atraente numa rapariga ou mulher e sobre o conceito de verdadeira beleza feminina.
Então, em jeito de comentário, a Raquel do blogue "À Carne Nua da Emoção" sugeriu-me que lançasse um questionário em que se apurassem as preferências masculinas no que toca ao físico feminino. Pois, que eu já o devia ter feito há c'anos, mas só agora tomo iniciativa! Porém, como mais vale tarde do que nunca, convido os senhores (e meninos, porque não?) meus leitores a dizerem de sua justiça, pode ser? Não custa nada, é só um clique ou dois (ou meia dúzia, escolham quantas opções vos aprouver) e estarão a contribuir para o esclarecimento da curiosidade dos rabinhos-de-saia procrastinadores e, quem sabe, para uma vaga blogosférica de consequente felicidade-barra-depressão-ai-que-eu-não-agrado-a-ninguém-e-preciso-mas-é-de-uma-dieta! Poderão votar mesmo aqui no blogue - mais precisamente na barra lateral -, na respectiva página de Facebook ou, como há alternativas para todos os gostos, até nos dois sítios. Darei permissão para que adicionem outras respostas aos questionários, mas vejam lá se não abusam da sorte, que este é um blogue sério, 'tá bien? E, ATENÇÃO, só o pessoal do sexo masculino é que deve responder (talvez abra uma excepção para as lésbicas, mas nem sei, sequer, se haverá alguma a ler o meu blogue...), portanto, meninas, deixem-se lá de fazer batota...!

No Facebook, em https://www.facebook.com/questions/440623812696666/ .

Têm pouco mais de dois meses para responder, ou seja, até dia 30 de Junho, pelo que não há desculpas  do género "não vi", "não tive tempo" ou "estive a procrastinar", porque, afinal, isso fazêmo-lo todos, se não estou em erro. Agora, toca a votar, minha gente, toca a votar! Convidem namorados, amigos, irmãos, os vossos primos giros e os menos giros, o vizinho do lado, o de cima e o de baixo... quem vocês quiserem! Menos pais e avós, a ver se nos cingimos à nossa geração, se possível...

(E, amor... vota tu também! Rick's gonna vote, Rick's gonna vote!)

Estou perdida

Não gosto de reality shows, não gosto de futebol, não gosto de passadeiras vermelhas, não gosto da música que, hoje em dia, se considera pop, não percebo nada de moda, não sou popular, também não sou nenhuma oprimida-excluída, não possuo uma beleza rara, não sou lamechas, não tenho do que me queixar no campo emocional, não digo nem escrevo muitas asneiras, estou-me pouco lixando para o acordo ortográfico, ainda ando na secundária, não leio muita literatura "light" e muito menos da pesadona, não escrevo eruditamente, ...

Arre, o que ando eu a fazer na blogosfera...??!