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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Ia-te à espinha, Nick Jonas!

Não costumo apreciar tipos todos puffed, mas, vamos lá ser sinceros... O Nick Jonas está crescidinho. Continua a cantar bem e a ter aquele ar de criança traquina, a mexer bem a anca (uépáááá!). E pronto, as primeiras pancadas batem sempre muito forte (um bocadinho menos que a actual, obviamente, né?). E o Nick Jonas tem uma relação fofinha, mostra-a no vídeo [2:59] e vocês já devem ter reparado que eu gosto de tudo o que é fofinho, quanto mais relações! Quero é que o mundo esteja pleno de amor e foleiradas!

O tema da canção é que coiso. Ciumeiras não, sff. No entanto, se eu namorasse com a Miss Universo 2012, talvez também ficasse jealous, só naquela...

 

 Esta versão também ficou bestial!

Adoro a Taylor Swift

Só ela parece estar a fazer alguma coisa de diferente de todos os artistas pop. Ela goza com a imprensa, ela veste-se com classe, comporta-se com classe, manda-lhes umas dicas como quem não quer a coisa e, com tudo isto, cria êxitos imediatos, tem sucesso, não se envolve em mais polémicas mesquinhas... Eu acho que isto é que é ter atitude! Tenho pena que tenha abandonado um pouco o estilo que a tornou famosa, que já não possa ser totalmente considerada uma artista country, por isso espero que seja um desvio meramente temporário.

O novo videoclipe da Colbie Caillat - "Try"

 

Para muitas raparigas e mulheres, a maquilhagem torna-se uma segunda pele. Mas não devia ser assim. A maquilhagem deve ser utilizada de modo a fazer-nos ficar mais bonitas, não a fazer-nos ficar como nos apresentamos todos os dias. Acho que a maquilhagem deixa de ser especial a partir do momento em que é utilizada todos os dias, em quantidades abismais, como se já fizesse parte de nós e da nossa cara. Perde o brilho da surpresa por ser mostrada ocasionalmente, perde o sentido. Tudo o que é demais enjoa.

Há imensas mulheres que exageram, que dependem da maquilhagem. Começam por usá-la apenas de vez em quando, ou apenas para realçar alguns aspectos do rosto, e acabam a usá-la para tudo e mais alguma coisa, cada vez mais carregada, diariamente.

Além de ser pouco saudável, não vejo qual seja a piada de nos maquilharmos todos os dias a um nível completamente absurdo, que só vai envelhecer a pele: base, gloss, batom, sombra de olhos, lápis de olhos, correctores disto e daquilo, iluminadores e sabe-se lá mais o quê... Por muitos bons cremes e bases que se tenha, é provável que os poros absorvam grande parte das substâncias envolvidas. Lhács! A pele tem de respirar.

Acho que o brilho da maquilhagem reside num dia ou noutro aplicar-se mais do que o costume e, assim, surpreendermo-nos e às pessoas que costumam estar connosco. A maquilhagem serve para nos sentirmos mais confiantes e diferentes e, se abusarmos dela todos os dias, passamos a sentir-nos sempre de igual forma, até ser essa a única realidade da nossa cara que conhecemos, tornando-se uma rotina. Por isso é que muitas das mulheres e raparigas que passam a maquilhar-se todo o santo dia deixam de suportar a sua própria imagem sem todos os produtos que utilizam.

 

Quanto ao novo videoclipe da música Try, da Colbie Caillat, este demonstra o quanto a maquilhagem nos torna tão diferentes do que na realidade somos. Uma verdadeira máscara que esconde toda a nossa naturalidade, capaz de transformar todo e qualquer traço facial. Aliando a maquilhagem ao suposto ideal de beleza que corre pelos meios de comunicação (o uso e abuso do Photoshop tem grande parte da culpa), é difícil não sucumbirmos a essa força superior que nos indica como nos devemos revelar publicamente.

Moral do videoclipe: por que não revelarmo-nos mais como somos? Por que não tentar utilizar a maquilhagem de maneira sustentável, com um brilho aqui e ali, para disfarçar certas imperfeições, mas não para entrar em negação quanto à sua existência? Sem nos tornarmos praticamente ridículas, verdadeiras caraças e aspirantes a Barbies?

Pessoalmente, também gosto de maquilhagem e sinto que ela raramente me deixa ficar mal, devendo-se isso a eu saber equilibrá-la com a minha imagem e ego natural. Todas as criaturas do sexo feminino adoram maquilhagem - por que não haveriam de adorá-la? O segredo está em não tornar essa relação de amor numa de amor-ódio.

 

Say WHAAAAAAAAAAAAAT?!

 

COMO ASSIM, O KEVIN JONAS TEM UMA FILHA??? COMO é que eu não sabia disto? POR QUE É QUE eu não sabia disto? A Alena Rose nasceu em FEVEREIRO, estamos em SETEMBRO, ainda há uns minutos estava a ouvir por coincidência os álbuns dos anos de ouro dos Jonas Brothers, sem sequer imaginar uma coisa destas e... já há bebés? Ligo o Facebook e o E!online espeta-me as notícias com 7 meses de atraso? Isso nem sequer apareceu no reality show deles, só a Danielle a falar em querer hipoteticamente ter filhos e blá blá blá. Agora, uma pessoa vai ali estudar e trabalhar um bocadinho, dar umas voltinhas, coçar as costas e, quando dá por si, PIMBAS!, um dos seus ídolos da adolescência já é pai.

Eu não digo que o tempo passa depressa? É que passa mesmo! Um dia destes, calha-me a mim e hei-de ficar tão ou mais admirada do que o que estou agora. Do género "olááááááá, quem é este bebé, de que planeta é que ele veio, quem são os pais?". Qualquer coisa do género.

 

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(Adoro bebés.)

"Baby I'm just gonna shake, shake, shake..."

 

É verdade que gostava mais da onda country da Taylor Swift, mas ela acaba por também se safar no pop. Adoro a nova música, Shake It Off! Pelos vistos, é sobre a experiência das fofocas de que ela é alvo, palavras com que se poderá identificar qualquer pessoa em cuja vida costumem "meter o bedelho sem serem chamados". E o videoclipe está tão... silly. É a única palavra que me vem à cabeça. Dá mesmo vontade de dizer...

 

The players gonna play, play, play
And the haters gonna hate, hate, hate
Baby I'm just gonna shake, shake, shake
Shake it off
Heartbreakers gonna break, break, break, break, break
And the fakers gonna fake, fake, fake, fake, baby
Baby I'm just gonna shake, shake, shake
Shake it off, Shake it off

A banda sonora de Portugal no Mundial 2014

 

(Cantar ao ritmo da música "Acabou", do Boss AC.)

 

Acabou

Não interessa quem marcou

E não me interessa quem falhou

O Cristiano sabe bem o que se passou

Caguei e não liguei

Acreditaram e eu fartei

Custou, mas confirmei

Futebol é m****, agora eu sei

Percebe, isto não é de mau tom

A última coisa que digo vem neste som

 

REFRÃO:

Por mais que custe, ele não foi capaz

O Pepe à bulha não nos trouxe paz

Vão ter saudades e nós vamos saber

Vão dedicar-se à pesca até o povo se esquecer

(Até se esqueceeeeeeee-eeee-eeeeer)

Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chorem mais

 

Não há dor nem desgosto que o tempo não cure
Se eu jamais acreditei que ninguém me censure
Fiz o que pude agora mudem de atitude
A vida não para, estamos vivos e de boa saúde
Não estava escrito, está tudo dito
Se perguntarem pelo Bento, isto não tá nada bem
Que não deu certo mas que a culpa é sempre de alguém
Só é quando tiver que ser
Vão mas é bugiar até eu vos esquecer

 

5 razões para eu querer ir ao Rock in Rio*

1. Nunca fui a um festival e, em toda esta minha curta vida, no que toca a concertos de música pop/rock, devo ter ido só ver a Aurea e os Amor Electro à feira-festa de Corroios em 2012 (miserááááável!). Ok, já dei um pulinho ao Avante, mas também só vi uma vez os Expensive Soul assim de muuuuito longe e assisti a um concerto de ópera, o que nem sequer entra nesta contagem.

 

2. Para o bem e para o mal, o Rock in Rio não é só música. Pelo que sei, existem imensas actividades no recinto para experimentar durante todo o dia! Me likes it!

 

3. O ambiente festivaleiro convida à partilha de óptimos momentos entre amigos - isto é, desde que larguem os telemóveis e etcs e tais. Gostaria de ter uma experiência assim, só para mudar de ares...!

 

4. Existe uma enorme variedade de géneros de artistas a cujos concertos podemos assistir, o que torna possível que se possa ouvir de tudo um pouco num só dia, em diferentes horas e pagando o preço que se costuma pagar, noutras circunstâncias, indo ver apenas um espectáculo. Como eu gosto de vários tipos de música, seria excelente poder ir a um evento como o RIR. 

 

5. O projecto do Rock in Rio também actua a nível social - o espaço do festival foi concebido para espectadores com dificuldades motoras, com acessibilidade facilitada para, por exemplo, cadeiras de rodas ou carrinhos de bebés. Além disso, também promove a entreajuda e o voluntariado, assim como a sustentabilidade ambiental. Porque não fazer parte de um projecto deste calibre?

 

*Apesar de não ter a verba necessária para que tal aconteça. Por isso é que participei no passatempo do Sapo.