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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Sem contrapartidas, interesseirices nem outras chatices

Gente do meu blogue!

 

Sem vos pedir nada em troca, sem pedir que me divulguem o blogue, sem pedir que me cocem a barriga nem que me ofereçam almoços no McDonalds, tenho a oferecer-vos cartões do tarifário WTF, da Optimus, com UM ANO de mensalidade paga. Nem sequer é preciso mudarem de número, é possível manterem o vosso, sem qualquer complicação.

 

Portanto, este tarifário...

  • destina-se a menores de 25 anos, com activação através do número de BI ou de CC;
  • tem 500mb de Internet por mês;
  • tem 500 créditos para gastar por mês (1 crédito=1sms/mms/minuto de chamada/minuto de videochamada);
  • tem tráfego ilimitado no que toca às aplicações Skype, Facebook e Blackberry Messenger, Viber e WhatsApp.

 

Se estiverem interessados, basta deixarem um comentário ou enviarem-me uma mensagem através da caixa lateral do blogue com o vosso nome, a vossa morada e o vosso e-mail. E quanto mais depressa melhor, porque estes cartões só podem ser activados até ao fim de 2013.

 

 

Em parceria com a Forum Estudante.

Giveaway da Charlotte.

Contagem (de)crescente

Últimos dias de aulas. Diferente de "últimos dias antes das férias de Natal". Nem sequer existe tal coisa como "férias de Natal". Com alguma sorte, entre o final de Janeiro e o início de Fevereiro, ainda hei-de apanhar ali uma ou duas semaninhas de pseudo-intervalo escolar, apesar de continuar a ter de me apresentar na faculdade para saber das minhas avaliações finais e outras coisas banais; inscrever-me nos níveis seguintes de Espanhol e Inglês, depois de saber que fui aprovada nos deste semestre; trocar de turmas por causa de sobreposições inesperadas no horário.

Últimos dias de aulas. Estudar para o último teste de 2013. Ler novos calhamaços, terminar os velhos. Dentro de algumas horas, estarei mais livre, mas não totalmente livre. Quero descansar, mas não posso, é um querer sem poder. Como escrever. Parece que não escrevo há um eternidade! Não como o estou a fazer de momento, antes como já o fiz noutros tempos em que o estudo e as leituras obrigatórias não se impunham na lista de prioridades.

 

Durmo mais de oito horas por noite e, ainda assim, dou por mim sempre com sono. Diz que é do desgaste intelectual. Também não costumo beber café.

MIMOS! (Rick's stuff #7)

E eis que chegou (e já quase que passou) um dos dias mais adorados, mas também odiados (costuma sempre haver quem morra por vivê-lo todo o santo ano e, por outro lado, quem fiquei um bocado para o eriçado, não tendo com quem festejar), de sempre: o Dia de S. Valentim - ou, para os mais românticos, o Dia dos Namorados! 
E o que implica uma data como a de hoje? Presentes? Tréguas nas discussões?! Mais presentes???!
Costumo pensar que o Dia dos Namorados tem bastante em comum com o Natal. Ambos celebram o amor e a partilha, mas a sociedade actual acabou por transformá-los numa bela desculpa para se aumentar o consumismo em épocas aleatórias do ano. Além disso, segundo as minhas mais ou menos humildes convicções, se não se celebra o amor e a partilha no resto dos meses, não será pontualmente que a sua exaltação valerá de alguma coisa. Vale, sim, se consistir num maior número de oportunidades para se demonstrar o que se sente, sem que seja necessário fazerem-se umas compras apressadas de lembranças impregnadas de corações até ao vómito, só para não parecer que se foi desleixado. E até nem vejo mal nesses corações se forem dados com intenção, mas... vocês entendem... São prendas materiais. Gastam-se rios de dinheiro em presentes que não se oferecem noutras ocasiões, quando o Dia dos Namorados e o Natal são só pretextos para nos relembrarmos da importância dos nossos loved ones e para lhes oferecermos canecas com motivos facebookianos...

Wait... what?

Momento para exibicionismo pessoal:


Iei! O meu amor deu-me uma caneca personalizada para a minha colecção! E, como não vinha embrulhada e me esqueci da chave do cacifo, andei a passeá-la na mão desde as oito e meia da manhã até ao final da tarde... As pessoas que passaram por mim devem ter pensado que eu andava maluquinha, mas, pelo menos, fui uma maluquinha feliz!
E é nessas palavras que sintetizo o Dia dos Namorados: um bando de maluquinhos felizes e aluados que , a 14 de Fevereiro, recebem peluches, presentes, flores e, acima de tudo, muito mimo - não há nada melhor do que esse mimo! Especialmente se nos for dado 365 dias por ano.

O Natal e o Tolkien

Ora, muito boas noites! Que tal foi o vosso Natal? O meu passou-se benzinho, obrigada pela preocupação!
E as prendas? Quantas e quais facturaram este ano? Já que perguntam, eu recebi, além do que já vos contei, um BabyLiss (um ferro que serve para encaracolar ou esticar o cabelo, que eu já tinha catrapiscado há um tempo atrás), um par de luvas, um lenço acachecolado (daqueles grossos que combatem mesmo o frio) e três livros. (Pois é, que felicidade! Nem eu esperava tanto!)
E um desses livros foi uma biografia do autor d'O Hobbit e d'O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien. Desta vez, uma salva de palmas para o meu pai, que conseguiu acertar em cheio no material que eu andava a precisar de ler - sobre a vida de um autor conhecido mas, acima de tudo, de um homem que viveu ao extremo a paixão que nutria, não só pela literatura, como também pela sua família e amigos! Afinal, eu sou daquele tipo de pessoa que necessita de referências e inspiração para a escrita, senão a coisa da criatividade corre menos razoavelmente. Preciso de uma mãozinha de incentivo... Então, acabei por passar o dia de hoje, desde manhã à noite, a ler The Man Who Created The Lord Of The Rings. Achei absolutamente interessante! Foi uma leitura leve (127 páginas em inglês, com algumas fotografias pelo meio) e consegui ganhar fôlego suficiente para recomeçar a escrever textos mais substanciais, para os quais me tem faltado paciência ultimamente. Apesar de ainda não ter lido nenhum dos livros escritos por Tolkien, fiquei com uma excelente impressão sobre o seu trabalho. Prova disso é que não me sentia tão entusiasmada com um livro, como me senti com este, há já alguns meses! Só parei de ler para almoçar e ver um filme à tarde...!
Bem... Adoro biografias! Adoro ficar a saber mais sobre as vidas de figuras relevantes porque gosto de perceber quem eram e como conquistaram o que conquistaram. Penso que é isso que me fascina nelas. Se mais alguém partilhar este interesse, que se chegue à frente!

MENSAGEM NATALÍCIA GERAL

Ao contrário da maioria das pessoas, a minha mensagem de Natal só se escreve no Natal propriamente dito e não será enviada por outra via. Portanto, aqui vai:

Desejo um felicíssimo Natal a todos os meus familiares, amigos e leitores, e que o passem da melhor maneira, independentemente do número de prendas que receberem (mas, se pertencerem a uma elite de sortudos, good for you!), porque o que mais interessa é conviver, partilhar e tirar a barriga de misérias dos doces! Aproveitem! Feliz Natal!

A minha primeira prenda de Natal deste ano

Ah! Roam-se! Já recebi a minha primeira prenda de Natal. Eu sei, ainda estamos a dia 19, mas a Cara de Panqueca (a.k.a. a minha melhor amiga, a.k.a. Inês) também não me impediu de a abrir. Afinal, ela estava ainda mais curiosa acerca da minha reacção do que eu por saber que raio estava por baixo daqueles dois embrulhos. E pronto, foi isto:


... um bloco grande, com uma chinoca na capa (como eu!) e uma caneta toda sofisticada! Fiquei completamente deliciada, rendida a uma prenda que já me fazia imeeeeeesa falta (está bem, alguma) e que me manterá entretida até à última página. A ideia é tentar escrever, pelo menos, algumas linhas por dia, sem ser no computador. Talvez seja desta que me afasto um bocado dele e retomo o hábito de escrever à mão! Comecei logo, mal cheguei a casa!

Publicidade pela qual não serei remunerada

Ah e tal, o Natal está quase aí e nenhum de vocês está para gastar muito dinheiro em prendas. Melhor: nenhum de vocês ainda se atreveu sequer a ir comprar o que quer que fosse, com medo do dinheiro que terá de largar. Pois bem, aqui estou eu para alimentar o espírito natalício consumista! Ou, dependendo das perspectivas, para o aliviar!
Ontem, fui à procura de potenciais presentes para a família e tive, não sei se a sorte, se o azar, de encontrar os que acabei por comprar para as minhas amigas. Parei na H&M; já tinha visto a maioria das lojas do centro comercial e não se encontrava nada cuja qualidade fosse proporcional ao preço, excepto os bombons "I Love Milka", que custavam um euro e qualquer coisa (mas eu nunca ofereceria a ninguém uma caixa com tão poucos chocolates, pois o receptor da prenda correria sempre o risco de ficar sem parte dela à pala da minha gulodice). A H&M tem uma grande variedade de produtos de beleza, perfumes e bolsas para rapariga desde 2,89€ que valem realmente o que custam. Mesmo os de 3,89€ não são nada maus. São presentes bonitos, cheirosos e, pelo que me pareceu, de qualidade. Como não estamos em época de gastar ao desbarato em prendas, o importante é mostrarmos que não nos esquecemos de quem se lembra sempre de nós, por muito que nos doa na carteira (na nossa ou, ainda pior, na dos nossos pais!).
Para o desapontamento de alguns, não vou poder mostrar o que comprei, uma vez que as amigas a quem oferecerei as tais prendas lêem o blogue. No entanto, se a minha não-requisitada opinião vos interessar, o que encontrei de melhor na H&M foram as bolsas de renda (2,89€), os frascos de perfume pequenos que vêm dentro de umas latinhas práticas para se terem dentro da mala (também a 2,89€) e as bisnagas douradas e pretas de loção corporal (3,89€).


A mim, ainda me falta comprar a prenda para a minha melhor amiga. Sem serem cosméticos, perfumes, peluches ou molduras, e partindo de um orçamento muito limitado, têm sugestões?