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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Como acabar uma relação em 5 passos

Não é que eu seja letrada na matéria (muito pelo contrário, sou melhor a manter relações do que a acabar com elas, até porque nunca tive necessidade de o fazer), mas sou uma observadora exímia da sociedade em geral e vejo-me na obrigação de espalhar o meu conhecimento pelo mundo. Há pérolas que têm de ser partilhadas! Além disso, já toda a gente está farta de conselhos para construir boas relações, para as estimar e blá blá blá, tudo uma lamechice pegada. Temos que inovar, caríssimos!

Assim, estes são alguns passos de que me lembrei serem muito úteis para acabar com uma relação a partir de dentro. Atrevo-me a dizer que, se os seguirem à risca, nem três dias ela vai durar. Depois de aplicadas estas medidas desesperadas (para situações desesperantes) é praticamente garantido que vão acabar solteiros. Mas é que de certeza!

Por isso, se não estão para dar desculpas em forma de falinhas mansas, do género "o problema não és tu, sou eu", nem serem desagradáveis e dizerem qualquer coisa do género "filha, deslarga-me, que eu quero circular e papar outras, que tu és uma sonsa frígida e cada vez que te beijo imagino a minha vizinha Cátia Maria - sim, aquela que é travesti", acreditem nas minhas palavras sábias e ponham os meus conselhos em prática. Antes que seja tarde demais!!!

 

 

1. Controlem o vosso mais-que-tudo (ou direi "um-pouco-mais-que-nada") na vida como se... só o tivessem a ele

Não há quem goste de ser controlado. Provavelmente, nem os extraterrestres devem gostar. Nem os cães. Muito menos os gatos. E desconfio que nem os pinguins vão nessa. Se estão mesmo fartos dessa pessoa e não a aguentam por mais três minutos, peçam-lhe a password do Facebook, do Instagram, do e-mail, o pin do telemóvel, a chave de casa e vasculhem tudo, tendo sempre o cuidado de invadir os perfis, eliminar das listas todos os amigos do sexo oposto (ou do mesmo sexo, dependendo da sua orientação sexual - se for bissexual, o melhor é mesmo eliminar todos) e pegar na lingerie do pai/da mãe que estava no cesto da roupa lavada e perguntar, com um ar escandalizado "ANDAS-ME A TRAIR, É???". Crises de ciumeira são para usar e abusar.

 

2. Por falar em exs, façam muitas comparações

  • Para as meninas...

Se o Hélder tomava esteróides, se calhar tu também o deves fazer. É para teu próprio bem!

Oh Danilo, tens de cortar esse cabelo. O Rui era obcecado pelo cabelo dele, sabias?

  • E para os meninos...

O meu contacto no telemóvel da Gisela tinha 5 arrobas e três asteriscos, mas tu só puseste um coração no teu. Se calhar não gostas tanto de mim como eu pensava... (aqui também entra um bocadinho de chantagem emocional)

A mãe da Liliana era mais gostosa do que a tua. Se as mães fazem as filhas à figura delas, se calhar devia ter ficado com a Liliana.

 

3. Batam-lhe

A violência não costuma ser resposta para nada, mas uns quantos pontapés e caneladas nunca fizeram mal a ninguém, não é? Uma tareia por dia mantém baixa a fasquia. Não tem muito que saber. Ah, e o objectivo não é fazer sangue (deixem de fora os punhos e as facas), é só magoar e melgar. Olhem, tentem beliscões! Colheres de pau e chinelos também valem, desde que com moderação. Esperemos que a sabedoria popular esteja errada e que o "quanto mais me bates, mais gosto de ti" não se concretize. Senão, é só tentar a terapia inversa.

 

4. Tratem-no/-na abaixo de bicho

Eu trato bem os meus bichos, mas vocês entendem a ideia. O ideal é serem mesmo inconvenientes. Não é preciso porem-se aos berros nem praguejarem.

  • Para as meninas...

Essa barba está mais espigada que os pêlos púbicos da minha avó Rosa. Hu-hum, ela faleceu em 2008, eu sei.

Até a Honey Boo Boo tem mais abdominais que tu.

  • Para os meninos...

Oh amor, hoje esqueceste-te de pôr maquilhagem, não foi?

Isso são rugas nos olhos? Aos 17 anos??? BELHAAAC!

 

5. Não lhe prestem atenção nenhuma

Joguem muita Playstation, marquem muitas girls night out, digam que têm muito que fazer durante o resto da semana para poderem passar momentos a dois (e façam questão de lhes aparecer à frente no centro comercial ou no McDonald's com o melhor sorriso que puderem pôr na cara e com o maior número de amigos/amigas/amantes possível), não lhes respondam às mensagens, não lhes atendam às chamadas...

 

Dito isto, mãos à obra, rapaziada!

Por que é que amamos, por que é que traímos?

 

Recomendo-vos este TED talk para verem nesta tarde de Domingo. A sessão já é um pouco antiga, é de 2006, a qualidade do vídeo não é a melhor mas, se tiverem a aplicação TED nos vossos Androids, a visualização é muito melhor (e com legendas em inglês).

Adoro a parte em que a Dra. Helen explica por que motivo é que os ditos amigos coloridos/amigos da cama se acabam por apaixonar. Não, não é só mais um cliché de Hollywood. É ciência, pura ciência. E é tudo uma questão de hormonas, acreditem! Além de que, depois de absorverem toda esta informação, a vossa gama de desculpas para o amor e para a atracção vai tornar-se muito mais vasta!

Dez perguntas de gaja a que (ainda) não tenho resposta

1 - Qual é a diferença entre fazer o risco nos olhos com lápis ou com eyeliner?

2 - É normal cair-nos imenso cabelo sempre que o lavamos?

3 - A esteticista tem nojo de nós quando aparecemos todas peludas e pensa mal das nossas pessoas por termos sido badalhocas e nos termos desleixado de tal forma?

4 - É aceitável e frequente faltar-nos a paciência para exterminar a nossa monocelha em insistente crescimento?

5 - Os saltos altos são desconfortáveis por natureza, quem os usa sofre horrores e sacrifícios ou sou só eu que não acerto na marca e na sapataria certas e que, enfimm sou uma anormalóide com pés de homem?

6 - As leggings podem usar-se por baixo de vestidos sem nos deixarem pirosonas?

7 - Os enroladores de pestanas não as enfraquecem?

8 - Aquilo de dizerem que, se fizermos a depilação com cera, obtemos duas semanas sem pêlos, é a mais pura das mentiras - não é?

9 - Os cremes que supostamente retardam o crescimento dos pêlos funcionam ou é só marketing? E não fazem mal à pele?

10 - Uma senhora a sério que se preze não come nem se maquilha nos transportes públicos?

O novo videoclipe da Colbie Caillat - "Try"

 

Para muitas raparigas e mulheres, a maquilhagem torna-se uma segunda pele. Mas não devia ser assim. A maquilhagem deve ser utilizada de modo a fazer-nos ficar mais bonitas, não a fazer-nos ficar como nos apresentamos todos os dias. Acho que a maquilhagem deixa de ser especial a partir do momento em que é utilizada todos os dias, em quantidades abismais, como se já fizesse parte de nós e da nossa cara. Perde o brilho da surpresa por ser mostrada ocasionalmente, perde o sentido. Tudo o que é demais enjoa.

Há imensas mulheres que exageram, que dependem da maquilhagem. Começam por usá-la apenas de vez em quando, ou apenas para realçar alguns aspectos do rosto, e acabam a usá-la para tudo e mais alguma coisa, cada vez mais carregada, diariamente.

Além de ser pouco saudável, não vejo qual seja a piada de nos maquilharmos todos os dias a um nível completamente absurdo, que só vai envelhecer a pele: base, gloss, batom, sombra de olhos, lápis de olhos, correctores disto e daquilo, iluminadores e sabe-se lá mais o quê... Por muitos bons cremes e bases que se tenha, é provável que os poros absorvam grande parte das substâncias envolvidas. Lhács! A pele tem de respirar.

Acho que o brilho da maquilhagem reside num dia ou noutro aplicar-se mais do que o costume e, assim, surpreendermo-nos e às pessoas que costumam estar connosco. A maquilhagem serve para nos sentirmos mais confiantes e diferentes e, se abusarmos dela todos os dias, passamos a sentir-nos sempre de igual forma, até ser essa a única realidade da nossa cara que conhecemos, tornando-se uma rotina. Por isso é que muitas das mulheres e raparigas que passam a maquilhar-se todo o santo dia deixam de suportar a sua própria imagem sem todos os produtos que utilizam.

 

Quanto ao novo videoclipe da música Try, da Colbie Caillat, este demonstra o quanto a maquilhagem nos torna tão diferentes do que na realidade somos. Uma verdadeira máscara que esconde toda a nossa naturalidade, capaz de transformar todo e qualquer traço facial. Aliando a maquilhagem ao suposto ideal de beleza que corre pelos meios de comunicação (o uso e abuso do Photoshop tem grande parte da culpa), é difícil não sucumbirmos a essa força superior que nos indica como nos devemos revelar publicamente.

Moral do videoclipe: por que não revelarmo-nos mais como somos? Por que não tentar utilizar a maquilhagem de maneira sustentável, com um brilho aqui e ali, para disfarçar certas imperfeições, mas não para entrar em negação quanto à sua existência? Sem nos tornarmos praticamente ridículas, verdadeiras caraças e aspirantes a Barbies?

Pessoalmente, também gosto de maquilhagem e sinto que ela raramente me deixa ficar mal, devendo-se isso a eu saber equilibrá-la com a minha imagem e ego natural. Todas as criaturas do sexo feminino adoram maquilhagem - por que não haveriam de adorá-la? O segredo está em não tornar essa relação de amor numa de amor-ódio.

 

Recomendar é melhor do que desperdiçar #4

Ainda sou uma novata no mundo da maquilhagem e dessas coisas muito femininas - principalmente maquilhagem, repito - mas eu quero aprender, a sério que quero. Não é que me maquilhe com muita frequência, só que dá sempre jeito ter uns truques na manga, nem que seja apenas para as ocasiões especiais.

Adiante. Ultimamente tenho tido mais curiosidade no que toca aos produtos de maquilhagem, em especial para os olhos, porque é aquilo com que mais me preocupo em realçar (tenho uns olhos mesmo muito pequeninos, ou não fosse eu meia-asiática, mas adoro-os e pronto, acho que são o ponto forte da minha cara). Por isso, andei a sondar algumas marcas de pincéis para sombras, porque os que tenho são os que vêm com os kits, muito fraquinhos e nada de boa qualidade.

Comecei por procurar pincéis da Yves Rocher, porque tenho ainda um desconto simpático por ser conselheira de beleza (ou vendedora, chamem-lhe o que quiserem). No entanto, uma vez que se encomenda por catálogo, não seria possível experimentar a consistência das cerdas. Além disso, mesmo com o desconto, ainda são um pouco caros demais, tendo em conta o dinheiro que estaria disposta a gastar num primeiro pincel. Acabei por colocar a hipótese de parte e continuei à procura.

Mais tarde, na perfumaria Perfumes&Companhia do Atrium Saldanha, também encontrei uns pincéis que me pareceram bem bons, de marca, e bastante em conta, que custavam cerca de 6€. Como na altura não tinha dinheiro disponível para gastar em algo mais supérfluo, esperei ir lá uma segunda vez, mas quando regressei já não havia essa promoção.

Por exclusão de partes, na última semana decidi atacar logo por baixo, pelo sítio onde de certeza que tudo seria mais barato: a Primark. Assim, fui lá na sexta-feira passada e investi o valor quase simbólico de 1,50€ por um pincel para aplicar sombra de olhos. Sinceramente, não guardava expectativas muito altas. Quase rezei para que não fosse mesmo um desperdício total, mas também não esperava que um pincel para sombra de olhos da Primark viesse revolucionar o mundo da maaquilhagem.

 

 

No final, adorei! Correspondeu totalmente às minhas expectativas. Mal cheguei a casa, experimentei aplicar algumas sombras com este pincel e o resultado deixou-me satisfeita. As sombras aderem às cerdas sem ficarem espapassadas e, por sua vez, a sombra permanece mesmo na pálpebra, em vez de se esfumar para cima das pestanas - um dos maiores inconvenientes que tinha com os outros pincéis e aplicadores de esponja da treta. Por sua vez, as cerdas são suficientemente macias para não magoarem, sem deixarem de ser consistentes. Por fim, como podem ver pela foto, o pincel tem duas pontas, uma maior e outra mais pequena - sempre é útil para quem tem mais técnica do que eu, que me fico pela ponta mais pequena e nem percebo muito bem para que serva a maior.

Não me atrevo a confirmar que o pincel de sombras para olhos da Primark é próprio para todos os gostos e técnicas mais avançadas do que aquelas que eu uso, mas por 1,50€ querem mais o quê? Recomendo-o para principiantes e pessoas menos entendidas em maquilhagem, tal como às outras também. Experimentar não custa!

Barba cortada, relação tramada!

No passado dia 12 de Agosto, terça-feira, por volta das 21h, o meu namorado decidiu antecipar a promessa de cortar totalmente a barba com quem mantinha um caso extra-conjugal há mais de 3 anos (o que me faz repensar se não serei eu, afinal, a desempenhar esse papel). Tal acontecimento deveria ter lugar aquando do nosso 2° aniversário (oficial) de namoro, mas foi felizmente* apressado e não poderia ter corrido... pior. O sujeito desta experiência pouco recomendável apresentou raros sinais de possível depressão (ver fotografia), o que levou igualmente a potenciais conflitos relacionais com a idiota desta história (eu). Da minha parte, aprendi a não me intrometer entre a pessoa que amo e a respectiva predilecção da sua imagem: o pelo facial. Deste lado das trincheiras, fazem-se figas para que a retaliação não consista em deixar crescer uma barba gandálfica ou dumbledórica.
*Que aniversário tão animado teríamos!

Os primeiros amores

Dois dos meninos do projecto em que trabalho como monitora, com onze ou doze anos, começaram a namorar depois de andarem a enviar recadinhos por mim, isto tudo entre a semana passada e a presente. São os dois estupidamente fofos, gorduchinhos e simpáticos, sempre com um sorriso pateta no rosto e um abraço para partilhar, mesmo não sendo eu a monitora do grupo deles. Ele até diz que vai oferecer uma toalha de praia com um tigre à sua nova namoradinha (e que não se pode esquecer de pedir 10€ à mãe!).

 

Hoje, o menino não foi e a menina ficou triste. Tentei consolá-la.

 

- Hoje ele não veio, mas foi só um dia. Se calhar está doente ou algo do género.

- Se calhar...

- Sabes, eu também não vejo o meu namorado desde segunda-feira, mas não deixo de gostar dele. Simplesmente não calhou estarmos juntos.

 

Nesse momento, a menina arregala-me os olhos e olha-me com aquele ar de "epá, esta tipa é louca, como é que ela fica três dias sem ver o namorado? como é que essa cena funciona?".

 

Enfim, os primeiros amores comovem-me.

Recomendar é melhor do que desperdiçar #2

Tardou, mas chegou. Esta rubrica está de volta com mais um produto de experimentar e chorar por mais. Por este, eu faria toda a publicidade possível, todos os dias, a toda a hora, se me oferecessem mais uns frasquinhos. Curiosas?

 

Para mim, tudo o que é Yves Rocher é bom. Pelo menos, é o que dita a minha experiência. Todos os produtos são concebidos à base de produtos naturais, neste caso plantas, e não me lembro de nenhum que tivesse parabenos ou outros químicos à mistura. Os aromas são uma delícia e há cremes, loções, champôs, perfumes, desodorizantes e o que quer que procurem para todos os gostos e tipos de pele. Por essas e por outras é que me tornei conselheira de beleza, isto é, revendedora da Yves Rocher.

 

Há muito tempo que procurava um hidratante para o corpo que não o deixasse oleoso. É muito difícil encontrar algo assim, porque a minha pele é como a da minha mãe e, sendo ela asiática, sou como que forjada para climas mais tropicais. Este clima temperado não é mesmo a onda da minha pele, que sempre foi muito seca e sensível. Não há depilação que não me deixe os poros inflamados, borbulha que não demore tempos e tempos a desaparecer, ferida que não precise de muito creme para cicatrizar sem deixar marca... É um drama de pele! Como se não bastasse, farto-me de a tentar hidratar com todo o tipo de loções e leites supostamente indicados para aquilo de que preciso, mas não há nenhum que não me deixe toda gordurosa e peganhenta - isto é, até ao dia em que descobri o verdadeiro milagre, que só podia ser da Yves Rocher: o óleo seco com Monoï do Tahiti! Tenho-o há cerca de duas semanas e já somos graaaandes amigos.

 

 

(A minha embalagem.)

 

BENEFÍCIOS

 

Este é o primeiro óleo que experimento e já me deixou fanática, desde a primeira aplicação (antes da qual pensei algo como "well, well, here we go again, com mais um mono lá para a gaveta"). O preço de venda ao público ronda os 7,50€, mas eu tenho desconto por ser conselheira de beleza, de modo que o investimento não poderia ter sido melhor.

O óleo seco de Monoï do Tahiti da Yves Rocher é uma pechincha, mesmo tendo em conta o preço de venda ao público! São 125ml de pura hidratação que se absorve em menos de nada. Costumo colocá-lo depois do banho, nos braços, nas pernas, na barriga, no peito ou nas costas e, depois de acabar de borrifar e pentear o cabelo com o condicionador da Gliss, posso vestir-me de imediato. As pernas costumavam ser a zona que menos absorvia, mas isso era coisa do passado! Deixa a pele super confortável. Estou extasiada. E o cheiro do óleo seco? Haverá aroma que mais lembre o Verão do que este? Normalmente, nem sequer é preciso perfume, basta o óleo e o desodorizante para ficar pronta.

Também já tentei aplicar o óleo no cabelo, para que é igualmente indicado, mas não vale a pena dar-lhe essa utilidade quando se tem, em alternativa, um condicionador em spray. No entanto, para quem é tão obcecado com as pontas secas como eu, o meu conselho é que não perdem nada em usá-lo no cabelo de vez em quando.

 

ÚNICA DESVANTAGEM

 

Este óleo seco de Monoï do Tahiti é uma maravilha, só que as verdades têm de ser ditas: gasta-se demasiado depressa! Ok, este é realmente o único ponto negativo a apontar, pelo menos que me lembre. Para quem o usar todos os dias, em muitas partes do corpo, deve durar 1 mês e meio no máximo. Ainda assim, é não sei quantas vezes mais barato do que muitos dos outros óleos secos que se encontram por aí. Dito isto, não temos nada do que nos queixar!

 

PRÓXIMA COMPRA... PROVAVELMENTE

 

Já encomendei umas amostras do perfume de Monoï, da mesma gama que o óleo seco. Sou louca por perfumes e, quem sabe, este seja o próximo produto a experimentar. Na verdade, eu gostaria era de ter dinheiro para encomendar a gama inteira!

 

Nova forma de depilação entra no mercado!



Caríssimas... de que me queixava eu no outro dia, afinal? Uma pessoa aqui com um matagal nas pernas (not anymore, finalmeeeeente!), porque a cera dá muito trabalho e a esteticista leva o couro e o cabelo, e na volta há mais soluções de depilação por explorar. Ora, por favor... não me digam que nunca vos passou pela cabeça tratarem do assunto com um rico maçarico, ali mesmo à moda antiga, e pegar fogo à pelagem. Para quê a tecnologia, se as ferramentas de outros tempos (e de outros trabalhos) são a resposta para problemas tão actuais quanto a premente necessidade de depilação definitiva? E, ainda por cima, este método de depilação caseira é obra de um português - e o que é nacional é (supostamente) bom.

Depois não me venham mais dizer que eu não divulgo a actividade empreendedora do país, porque é mentira! Este blogue é super tuga-patriótico, 'tá bem?!