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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Os irmãos mais velhos

 Ter irmãos mais velhos quando se é miúda deve ser bestial. Pelo menos, devem ser uma grande referência. Noutra vida, talvez ainda possa vir a ter um, ou talvez até já o tenha tido!

Vejo a relação do Ricardo com a irmã e fico toda derretida. Ele é uma espécie de divindade para ela. Tudo o que ele faz, ela imita. O que ele come, ela come. O que ele diz, ela diz. Têm quase nove anos de diferença e fartam-se de brincar os dois. Há vídeos deles de quando eram pequenos em que este tipo de relação já era evidente. Há fotografias a provarem isso mesmo. Há a mãe que quase se emociona ao falar de como o filho mais velho influenciou o desenvolvimento da mais nova. O Ricardo olha pela irmã, mesmo agora que ela começa a entrar na idade do armário.

Se eu tivesse um irmão (muito) mais velho, também gostaria que ele fosse assim. Não andam sempre aos beijinhos, mas há entre eles uma ligação para que olho com muito carinho, quase invejando-a. Fartam-se de rir os dois e fazem os outros rir. Inevitavelmente, ela vai-lhe buscar muitos aspectos à personalidade e acaba por ficar parecida no comportamento. O "mano" lidera sempre.

Às vezes, ponho-me a imaginar como seria bom ter irmãos, mais velhos ou mais novos. Nunca deixam de ser uma referência uns para os outros e aposto que, em certas circunstâncias da vida, serão sempre os melhores amigos ou, pelo menos, terão sempre alguém a quem recorrer (isto é, se se mantiverem próximos e tiverem juízo). 

Ser filha única tem muitos benefícios. Ser neta única é praticamente uma bênção. Mas deve ser uma alegria ter um irmão na nossa vida!

 

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