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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Neste mês de Agosto, não há viagens

Neste mês de Agosto, não há viagens. Talvez haja passeios, talvez haja uma escapadela de um dia a uma cidade portuguesa que eu não conheça, talvez haja alguma praia (e idas de kayaque Setúbal-Tróia com os amigos, finalmente), talvez haja muitas sestas. É que, neste mês de Agosto, não há dinheiro para mais.

Neste mês de Agosto, há livros para ler e um lar para aproveitar, pois quase não tenho cá passado tempo nenhum durante os últimos meses. É para isso que a minha casa fica à beira de um pinhal, tem dois andares, um escritório-biblioteca e um jardim em toda a volta - para que a possamos aproveitar. 

Neste mês de Agosto, há uma formação inicial de formadores em b-learning para eu fazer, pelo que poderei equilibrar o ficar-em-casa com o ir-um.bocadinho-a-Lisboa. Porque até nas férias não devemos deixar de aprender ferramentas novas nem devemos deixar de adquirir conhecimentos que nos fazem falta (nem que seja só mania nossa, esta de querer saber mais).

Neste mês de Agosto, não há muito trabalho, só um bocadinho, que o vício de trabalhar é tão grande quanto o de procrastinar. E uma mão cheia de descanso há-de me calhar - espero eu!

 

o que os meus amigos pensam de mim OU chuvas de Agosto

Estava eu a inscrever-me em cursos online grátis (ui, que intelectual), quando um amigo meu se vem confessar muito admirado por ainda não ter vindo aqui escrever nada filosófico sobre a repentina chuva de Agosto. É que nem pensei nisso! Mas fiquei ainda mais estupefacta por saber que as pessoas que me rodeiam têm essa ideia de mim: a de que tenho uma vida tão desocupada que até me sobra tempo para escrever sobre meteorologia. Pior do que isto só eu poder responder que têm razão... Sim, é verdade - eu tenho tempo para escrever filosoficamente sobre meteorologia. Mas, atenção: estou de férias!


Porém, do que eu gosto mesmo é de escrever em dias de chuva! Acho que qualquer escritor, mais ou menos profissional, possui esse estranho fetiche. Tenho quase a certeza de que, muitas das vezes, a minha inspiração até provém do orvalho do Inverno ou das nuvens baixas e cinzentas, amontoadas em novelos, do Verão!



Eis a paisagem inspiradora vista da janela do meu quarto...!