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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

TWILIGHT - porque eu também já guinchei pelos abdominais do Taylor Lautner

Não me considero a maior apreciadora da saga, mas também nunca desgostei dela, muito pelo contrário.

Tinha catorze anos quando surgiu o primeiro filme, que foi um sucesso enorme na altura, apesar de, em Portugal, nenhum dos livros da Stephenie Meyer ainda ser muito conhecido. Fui ver o “Crepúsculo” no aniversário de um amigo e lembro-me de todos os que lá estavam comigo, na mesma sala de cinema, terem vibrado imenso. No entanto, eu não me lembro de ter vibrado grande coisa. Sim, achei que era uma história de amor engraçada, o enredo não era mau, mas, se não tivesse lido os livros posteriormente, não me teria interessado como cheguei a interessar.

Nos meses que se seguiram, devorei todos os livros que já estavam publicados, emprestados por duas colegas, e, perto do meu aniversário seguinte, calhou ser publicada a tradução portuguesa do “Amanhecer”. Quase exigi que fosse uma das minhas prendas e até consegui um bom preço de lançamento – quinze euros e pouco, enquanto noutras lojas o vendiam a dezoito. Antes do dia em que era suposto recebê-lo, se tivesse seguido as regras dos aniversários, já acabara de o ler. Na verdade, devorei-o em menos de quarenta e oito horas.

Julgo que poucos foram os livros que tiveram o mesmo efeito em mim que os quatro romances “base” da saga escrita pela Stephenie Meyer, apesar de não ter lido mais nenhum da mesma autora. Recomendaram-me imenso o “Nómada”, mas não o cheguei a ler. Na altura, tive pena; agora, já não.

Porque, se formos a ver, tudo isto foi grandemente influenciado pela idade que tinha e pelo que me estava a acontecer na época em que me interessei por vampiros, lobisomens e amores impossíveis: estava infeliz, sentia-me incompreendida, um bicho feio, vivia na ignorância do que era uma relação amorosa, não fazia a mínima ideia do que fazer com a minha vida, sabendo apenas que adorava ler e escrever, e a ficção ajudava-me a manter a minha auto-estima em níveis decentes. Tinha catorze anos, já não era uma criança, mas ainda pecava em falta de maturidade. Actualmente, já não revelo tanto entusiasmo quando me falam no Edward Cullen, na Bella Swan ou no Jacob Black porque, resumidamente, arranjei uma vida. E não o digo de uma maneira negativa face à ficção! Fui muito feliz na companhia de tais personagens! Acontece que cresci, conheci outro tipo de histórias e deixaram de ser, do meu ponto de vista, o suprassumo que outrora foram.

Portanto, se me perguntarem se me sinto empolgada por já ter estreado o “Amanhecer, parte II”, o último filme da sua espécie, dir-vos-ei que estou curiosa, mas que poderei esperar até à próxima semana para o ver e que até sobreviveria se não o visse, de todo. A minha curiosidade advém mais do facto de ter seguido atentamente toda a saga, ter lido todos os livros, ter visto todos os filmes e, como é normal, querer saber se a adaptação cinematográfica faz jus ao que li. Raramente pego num dos romances, mas o novo filme parece-me um bom pretexto para ir ao cinema.

 

Eu sei que vocês gostam, deixem-se lá de tretas! :)

TWILIGHT - porque eu também já guinchei pelos abdominais do Taylor Lautner

Não me considero a maior apreciadora da saga, mas também nunca desgostei dela, muito pelo contrário.


Tinha catorze anos quando surgiu o primeiro filme, que foi um sucesso enorme na altura, apesar de, em Portugal, nenhum dos livros da Stephenie Meyer ainda ser muito conhecido. Fui ver o “Crepúsculo” no aniversário de um amigo e lembro-me de todos os que lá estavam comigo, na mesma sala de cinema, terem vibrado imenso. No entanto, eu não me lembro de ter vibrado grande coisa. Sim, achei que era uma história de amor engraçada, o enredo não era mau, mas, se não tivesse lido os livros posteriormente, não me teria interessado como cheguei a interessar.


Nos meses que se seguiram, devorei todos os livros que já estavam publicados, emprestados por duas colegas, e, perto do meu aniversário seguinte, calhou ser publicada a tradução portuguesa do “Amanhecer”. Quase exigi que fosse uma das minhas prendas e até consegui um bom preço de lançamento – quinze euros e pouco, enquanto noutras lojas o vendiam a dezoito. Antes do dia em que era suposto recebê-lo, se tivesse seguido as regras dos aniversários, já acabara de o ler. Na verdade, devorei-o em menos de quarenta e oito horas.


Julgo que poucos foram os livros que tiveram o mesmo efeito em mim que os quatro romances “base” da saga escrita pela Stephenie Meyer, apesar de não ter lido mais nenhum da mesma autora. Recomendaram-me imenso o “Nómada”, mas não o cheguei a ler. Na altura, tive pena; agora, já não.


Porque, se formos a ver, tudo isto foi grandemente influenciado pela idade que tinha e pelo que me estava a acontecer na época em que me interessei por vampiros, lobisomens e amores impossíveis: estava infeliz, sentia-me incompreendida, um bicho feio, vivia na ignorância do que era uma relação amorosa, não fazia a mínima ideia do que fazer com a minha vida, sabendo apenas que adorava ler e escrever, e a ficção ajudava-me a manter a minha auto-estima em níveis decentes. Tinha catorze anos, já não era uma criança, mas ainda pecava em falta de maturidade. Actualmente, já não revelo tanto entusiasmo quando me falam no Edward Cullen, na Bella Swan ou no Jacob Black porque, resumidamente, arranjei uma vida. E não o digo de uma maneira negativa face à ficção! Fui muito feliz na companhia de tais personagens! Acontece que cresci, conheci outro tipo de histórias e deixaram de ser, do meu ponto de vista, o suprassumo que outrora foram.


Portanto, se me perguntarem se me sinto empolgada por já ter estreado o “Amanhecer, parte II”, o último filme da sua espécie, dir-vos-ei que estou curiosa, mas que poderei esperar até à próxima semana para o ver e que até sobreviveria se não o visse, de todo. A minha curiosidade advém mais do facto de ter seguido atentamente toda a saga, ter lido todos os livros, ter visto todos os filmes e, como é normal, querer saber se a adaptação cinematográfica faz jus ao que li. Raramente pego num dos romances, mas o novo filme parece-me um bom pretexto para ir ao cinema.


 



Eu sei que vocês gostam, deixem-se lá de tretas! :)

TWILIGHT - sobre os pobres dos namorados que sofrem à custa do sonho da Stephenie Meyer

Estreia hoje o último filme da saga "Crepúsculo", ou seja, "Amanhecer, parte II". Graças a este acontecimento, milhares de rapazes/homens serão levados a testar os seus próprios limites de lamechice e paciência, de modo a poderem acompanhar as suas namoradas, potenciais candidatas a namorada, mulheres ou amigas ao cinema, porque elas gostam de ter companhia para apreciar as capacidades de sedução do Edward Cullen (interpretado pelo mais que famoso Robert Pattinson) ou o corpanzil do Jacob Black (dispensando apresentações, Taylor Lautner), rebaixando-os e questionando-se, nem que seja intimamente, "por que é que tu também não podes ser como eles?". Se eu pertencesse a esse grupo de pobres sacrificados, a minha resposta seria "porque eu sou real e vim contigo ver esta porcaria de filme, logo, sou muito melhor que esse bando de panhonhas ficcionais!". 

Claro que ir ver um filme direccionado para o público feminino adolescente não faz parte da lista de coisas mais perigosas e indesejáveis de se fazer, o que não invalida que o esforço dos rapazes que se submetem a tal suplício não seja de mérito. Devem haver por aí miúdas bastante satisfeitas por terem o namorado do seu lado enquanto vêem o que leram anteriormente nos livros materializar-se na tela, disso não tenho dúvidas.

Ainda assim, acho que me custaria imenso levar um namorado ou amigo para qualquer uma das cinco guilhotinas do "Twilight", numa sala de cinema cheia de miúdas de doze anos com as hormonas aos saltos, aos gritinhos, mesmo que ele se voluntariasse. Sentir-me-ia algo culpada pelos 6€ que o faria gastar no bilhete, dinheiro esse que poderia investir, por exemplo, na minha prenda de Natal. Há ocasiões em que devemos escolher bem a nossa companhia, não é verdade?

Cá para mim, penso ser muito mais inteligente levar uma data de amigas estridentes e com quem possa discutir o quão já admirei a saga e o quão pouco familiar ela me parece agora, apesar de estar curiosa acerca da adaptação cinematográfica e não desgostar da trama emocional envolvente.

Da minha parte, boa sorte aos mártires que se sacrificam perante tanta vampiragem deslavada e canídeos bem constituídos! Que a vossa vontade de agradar seja devidamente justificada! (Nem que seja pelo decote da Kristen Stewart naquele vestido azul.)

 

TWILIGHT - sobre os pobres dos namorados que sofrem à custa do sonho da Stephenie Meyer

Estreia hoje o último filme da saga "Crepúsculo", ou seja, "Amanhecer, parte II". Graças a este acontecimento, milhares de rapazes/homens serão levados a testar os seus próprios limites de lamechice e paciência, de modo a poderem acompanhar as suas namoradas, potenciais candidatas a namorada, mulheres ou amigas ao cinema, porque elas gostam de ter companhia para apreciar as capacidades de sedução do Edward Cullen (interpretado pelo mais que famoso Robert Pattinson) ou o corpanzil do Jacob Black (dispensando apresentações, Taylor Lautner), rebaixando-os e questionando-se, nem que seja intimamente, "por que é que tu também não podes ser como eles?". Se eu pertencesse a esse grupo de pobres sacrificados, a minha resposta seria "porque eu sou real e vim contigo ver esta porcaria de filme, logo, sou muito melhor que esse bando de panhonhas ficcionais!". 


Claro que ir ver um filme direccionado para o público feminino adolescente não faz parte da lista de coisas mais perigosas e indesejáveis de se fazer, o que não invalida que o esforço dos rapazes que se submetem a tal suplício não seja de mérito. Devem haver por aí miúdas bastante satisfeitas por terem o namorado do seu lado enquanto vêem o que leram anteriormente nos livros materializar-se na tela, disso não tenho dúvidas.


Ainda assim, acho que me custaria imenso levar um namorado ou amigo para qualquer uma das cinco guilhotinas do "Twilight", numa sala de cinema cheia de miúdas de doze anos com as hormonas aos saltos, aos gritinhos, mesmo que ele se voluntariasse. Sentir-me-ia algo culpada pelos 6€ que o faria gastar no bilhete, dinheiro esse que poderia investir, por exemplo, na minha prenda de Natal. Há ocasiões em que devemos escolher bem a nossa companhia, não é verdade?


Cá para mim, penso ser muito mais inteligente levar uma data de amigas estridentes e com quem possa discutir o quão já admirei a saga e o quão pouco familiar ela me parece agora, apesar de estar curiosa acerca da adaptação cinematográfica e não desgostar da trama emocional envolvente.


Da minha parte, boa sorte aos mártires que se sacrificam perante tanta vampiragem deslavada e canídeos bem constituídos! Que a vossa vontade de agradar seja devidamente justificada! (Nem que seja pelo decote da Kristen Stewart naquele vestido azul.)


 


Breaking Dawn - part II

Aposto que, tal como eu - que já cheguei a gostar mais da saga do que gosto actualmente - muitos de vocês vão correr a participar neste passatempo da Fórum Estudante, cujo prémio é (*rufos*) bilhetes duplos para a antestreia da segunda parte do filme "Amanhecer", da saga "Crespúsculo", em Lisboa e no Porto! A cada 40 respostas correctas à questão colocada (quem é a actriz que interpreta a personagem Renesmée?), a Fórum premeia os leitores. Não se esqueçam que têm de estar inscritos no site para participarem. Aqui fica a ligação. Boa sorte!

 

(E quem é amiga, quem é? Sou euuuuuuu, não sou?! Não, por acaso é a Fórum Estudante, xisdê.)

 

Breaking Dawn - part II

Aposto que, tal como eu - que já cheguei a gostar mais da saga do que gosto actualmente - muitos de vocês vão correr a participar neste passatempo da Fórum Estudante, cujo prémio é (*rufos*) bilhetes duplos para a antestreia da segunda parte do filme "Amanhecer", da saga "Crespúsculo", em Lisboa e no Porto! A cada 40 respostas correctas à questão colocada (quem é a actriz que interpreta a personagem Renesmée?), a Fórum premeia os leitores. Não se esqueçam que têm de estar inscritos no site para participarem. Aqui fica a ligação. Boa sorte!


 


(E quem é amiga, quem é? Sou euuuuuuu, não sou?! Não, por acaso é a Fórum Estudante, xisdê.)