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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

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Fotos de dias felizes ♥

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A decoração natalícia antes da festa de ano novo da faculdade. Fofa!!! 

 

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Os amigos das aventuras e dos fatos coloridos (Vietnamita, palhaço internacional e tailandesa). 

 

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Um dos mil abraços da melhor chefe do mundo (posso levá-la para Portugal? Por favor?). 

 

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Todos a cantarem em honra do ano novo. 

 

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Em destaque como gueixa que faz playback de músicas marotas - na festa da universidade. Para o que os meus colegas me empurram... Mas valeu a pena, porque, seis horas depois, ainda estou a receber mensagens de gente que se divertiu a ver-me/nos.

 

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No final da performance. Muitos risos, ai ai. 

 

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A fatiota toda. 

 

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Alguns colegas que participaram.

 

Porque há dias maus, outros mais ou menos, outros bons e outros óptimos! Obviamente, dias seguidos com festas de Natal e ano novo têm um lugar especial na minha lista de preferências! 

Para 2017, quero menos resoluções

Já vamos no sexto dia de 2017, mas deu-me uma epifania e decidi vir aqui escrever sobre resoluções. Este é apenas o assunto mais badalado da blogosfera, mas estas resoluções são diferentes, porque são as minhas.

 

Aliás, eu só tenho mesmo uma resolução: que 2017 seja menos do que 2016.

 

Pelo amor da santa, aconteceram-me tantas coisas em 2016 que por cinco aninhos gostaria que não me acontecesse nada de surpreendente, só quero sopas e descanso. Enquanto escrevia esta última frase, lembrei-me que provavelmente teria escrito qualquer coisa sobre resoluções de ano novo há 12 meses atrás, e eis isto.

 

O meu pós-licenciatura foi, no mínimo, turbulento. Ser aceite num estágio do outro lado do mundo; ter de apresentar o projecto final da licenciatura muito mais cedo do que os meus colegas (por causa do estágio do outro lado do mundo); uma semana depois de chegar ao outro lado do mundo, dizerem-me que eu deveria mas é ficar nesse lado e não naquele donde vim; ter a oportunidade duma vida, duma carreira, de me tornar professora numa universidade (pública) aos 21 anos; desistir do mestrado em Portugal; candidatar-me a outro mestrado em Bangkok; mudar-me para o meu próprio apartamento; viver longe da família e dos amigos; colocar em risco a minha relação de quatro anos; ir a casa no Natal; passar o Ano Novo sozinha.

 

Esta lista pode ser avaliada dum ponto de vista mais positivo ou mais negativo. Eu tento ver o copo meio cheio e esquecer-me de que ele se pode tornar meio vazio a qualquer momento. Sou uma afortunada e devo reconhecer que nem sei o que fiz para merecer esta experiência tão gratificante.

 

Tenho o melhor emprego e a melhor chefe de sempre, entrei ao trabalho durante a fundação da faculdade para a qual trabalho, já me envolveram em projectos até 2018, os meus colegas mimam-me, levam-me a almoçar e a jantar fora, dão-me presentes, vivo no centro da cidade num condomínio, num país onde nunca é Inverno, tenho alunos que me adoram (e que eu adoro) e que não têm vergonha de mo virem dizer, ganho bem e vivo bem, faço o que me apetece dentro do meu orçamento, Bangkok é linda, os tailandeses sáo lindos por fora e por dentro, cheiram bem, arranjam-se para ir para o trabalho, estão sempre a sorrir... 

Por estas e por outras, a balança vai permanecendo equilibrada e eu vou gostando de cá estar, mesmo que custe estar longe de quem eu gosto. Mas, por agora, já chega de mudanças bruscas na minha vida, mudanças inesperadas. 

 

Quero sossego, quero estabilidade emocional, quero que me aconteçam coisas previsíveis. Quero fazer bem o meu trabalho, ter boas notas no mestrado, manter a ponte Portugal-Tailândia em funcionamento e ter dinheiro para ir a casa de 3 em 3 meses, ir ao cinema, comer Pizza Hut, comprar livros e alimentar-me como deve ser. Não peço muito. Para 2017, só quero que me deixem em paz. Quero que os argumentistas da minha vida parem de inventar coisas à toa.

"Ah, hoje queres ir trabalhar para França. Mas amanhã vão-te dizer que te pagam o melhor mestrado do país desde que continues a ser boa aluna, que isso de ir para França é demasiado radical."

"Ah, queres ser professora. Então, vão-te conceder um estágio curricular no colégio onde estudaste."

"Ah, tens pena de acabar a licenciatura sem teres feito Erasmus. Toma lá um estágio extracurricular no Sudeste Asiático. Candidata-te."

"Ah, tens de preparar a tua candidatura em três dias durante a época mais atarefada do semestre, escrever uma carta de motivação, fazer passaporte, suplicar por todos os documentos em Inglês aos serviços académicos da tua faculdade, que ainda trabalham a vapor. Dão-tos em Português, mais os três biliões de certificados que tens no CV, pagas ao teu namorado para ele os traduzir. Esforças-te para além das tuas forças, mas és aceite."

"Ah, estavas a poupar para comprar um carro. É com esse dinheiro que vais embarcar para o outro lado do mundo."

"Ah, querias voltar para Portugal. Nem por isso, vamos-te proporcionar a tua profissão de sonho 2 meses depois de te licenciares."

"França era radical. Toma a Tailândia."

 

Fonix, uma pessoa fica cansada.

Feliz.

Mas, por favor, cansada.

 

 

Eu até gosto de trabalhar aqui...! xx I kind of enjoy working here...! 😊👌 #jobgoals #teaching #kmitl #bangkok

Uma foto publicada por Beatriz Canas Mendes (@beatrizcanasmendes) a

 

 

[Felizmente, 2016 não me aconteceu só a mim! Numa segunda-feira a meio de Setembro, enquanto estive em Portugal, fui com o meu namorado à faculdade onde estudei (FLUL) e de onde ele tinha feito drop out há uns anos. Perguntámos, por curiosidade, o que é que ele tinha de arranjar para voltar a matricular-se. Responderam "venha cá na quinta-feira e tratamos de tudo". Começou as aulas na segunda-feira seguinte.]

é bem

De repente, já era 2012.


Entrei no novo ano agarrada ao telemóvel, abstraída da big party que me rodeava, a enviar mensagens fofinhas e a amaldiçoar as respectivas redes de telemóvel dos destinatários por se encontrarem, digamos, entupidas (VODAFONE SUCKS!) e por a resposta do relatório de entrega ser sempre "pausa no envio" (vinte minutos depois, lá recebia notificações de sucesso).


 


Já agora... MAS QUE RAIO DE TEMPO É ESTE EM 2012? ONDE ESTÁ O SOL DE 2011?

2011-2012

   2011 marcou. Conheci alguém especial que apareceu na minha vida logo no princípio de Janeiro. Se pudesse escolher alguém que caracterizasse o ano por inteiro, ele seria a pessoa indicada. Foram doze meses em que redescobri o valor da verdadeira amizade. Ponto final. É escusado utilizar muitas palavras vagas que em nada se comparariam à grandeza de 2011.


   2012 promete. Espero que seja um ano produtivo, com muitas realizações pessoais e profissionais. Espero que seja uma feliz continuação de 2011.


 


   Aqui vão as minhas resoluções para 2012:


 



  • Beber mais leite;

  • Comer mais fruta;

  • Melhorar a postura;

  • Aplicar-me mais na escola;

  • Tocar mais guitarra;

  • Cantar mais;

  • Continuar com o OneGirlShow.


 


E pronto. Tenho de ir tomar banho, antes que 2012 chegue e eu ainda esteja em pijama, toda porca.


FELIZ ANO NOVO, com tudo de bom, que outra coisa não se espera!


(este post ficou uma bela porcaria)