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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Aos procrastinadores

I find it hard to talk about myself. I’m always tripped up by the eternal who am I? paradox. Sure, no one knows as much pure data about me as me. But when I talk about myself, all sorts of other factors – values, standards, my own limitations as an observer – make me, the narrator, select and eliminate things about me, the narratee. I’ve always been disturbed by the thought that I’m not painting a very objective picture of myself.

Haruki Murakami, Sputnik Sweetheart



Sou, sem dúvida alguma, uma daquelas pessoas que gosta de falar sobre si própria. Espero que não me interpretem como egocêntrica, egoísta ou arrogante. Afinal, toda a gente que goste minimamente de uma pessoa também gosta de falar sobre ela. Pois, e eu gosto de falar sobre mim (ou de escrever sobre mim, neste caso). Por isso é que tenho um blogue: para escrever sobre mim, sobre o que me rodeia, sobre as pessoas de quem eu gosto, e para dar a minha opinião. É mais ou menos isso.
Deste modo, prossigamos.

Quem sou eu?
Acho que tenho uma profunda falta de tacto para me descrever, sarcasmos à parte. Poderei contar-vos, em primeiro lugar, que possuo uma mente extremamente curiosa e crítica. Sou uma perfeccionista maluca, quase paranóica, principalmente comigo própria. Isto costuma acontecer a muito boa gente, pelo que não há aqui nada de anormal. Nem os meus genes asiáticos (50%), de diversas origens geográficas, me doaram inteligência asiática suficiente para compensar os meus genes portugueses (os outros 50%) que me acabaram por me caracterizar com a preguiça portuguesa. Mas, esquecendo os ditos estereótipos, sou uma boa rapariga. Pelo menos, é o que a minha avó me diz e eu acredito, porque me convém – e começa o sarcasmo!

Já lá vão dezoito anos e meio desde que os meus pais me conceberam, meço 1,69 cm (riam-se lá do número, vá), peso 46,5kg e o meu Índice de Massa Corporal é 18 ou 19.

O meu sonho de criança é ser escritora. O meu sonho adulto é não deixar de ter o meu sonho de criança, mesmo que conjugado com um emprego de gente crescida (professora, editora, tradutora, jornalista, caixa num supermercado…).

Gosto de viver um dia de cada vez, a pensar num futuro a médio prazo, mas a aproveitar o presente e a tentar ter o maior número de experiências possível.

Se o meu país me deixar (que é como quem diz se me derem uma bolsa de estudo), vou para a universidade em Setembro!!!

Gosto de ler e de escrever, de ouvir música, de cantar e, quando calha, de tocar guitarra. Recentemente, descobri que gosto de cozinhar – coisas que vêm com o aproximar da idade adulta, enfim. Não sou diferente das outras pessoas ao ponto de preferir o Inverno ao Verão, mas escolho a Primavera e o Outono como minhas estações de eleição.
Literariamente falando, não tenho nenhum escritor favorito. Recentemente, descobri Bocage, Pessoa e Saramago e, até agora, temo-nos dado todos que nem uma maravilha.
Não tenho nenhum piercing, nem tatuagem, nem fetiche estranho com pés ou outras partes desagradáveis do corpo humano. Só pinto as unhas de cores berrantes. Quando tenho tempo e paciência, maquilho-me… fracamente.

Escrevo recorrentemente sobre as pessoas da minha vida: a minha família, os meus amigos e o meu namorado.

Prazer em conhecer-te. Já te disse que me chamo Beatriz? :)

A Procrastinadora

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Aos 16 anos, esta criatura que vos escreve achou que geria muito mal o tempo, mas que, mais cedo ou mais tarde, conseguia terminar todas as suas tarefas na altura indicada, with flying colours. Assim sendo, algures entre o fim de 2011 e o início de 2012, depois de já ter criado o presente blogue e de lhe ter mudado o nome umas boas três vezes, ficou-se pelo Procrastinar Também é Viver (cuja pertinência é evidente).

Trabalhei num call center, fui monitora de campos de férias, tentei coleccionar estágios. Depois de terminar a licenciatura em Ciências da Cultura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pude juntar mais um à lista, como teaching assistant numa universidade em Bangkok. No final, foram eles que me coleccionaram a mim: fui contratada como leitora e lá fiquei a trabalhar e a estudar para um mestrado que nunca terminei. 

De volta a Lisboa, porque as saudades apertaram, trabalho remotamente, e por conta própria, como professora de inglês e português. 

 

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