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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Data de validade dos cosméticos, data de validade da maquilhagem... vocês tomam atenção?

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Só há cerca dum ano é que ouvi dizer que existe uma data de validade para os cosméticos e para a maquilhagem. Sinceramente, raramente olho para os rótulos e, quando tomo atenção, é apenas por causa de andar à procura da parafina.

[A parafina é um derivado do petróleo, que faz, por isso, mal à saúde da pele. No entanto, está presente em quase todos os produtos de maquilhagem que encontro, por ser benéfico para o efeito "longa duração".]

Como estava a dizer, os produtos cosméticos e de cuidados de pele, como os cremes, os séruns, desmaquilhantes, loções, tal como a maquilhagem, têm um prazo de validade que se calcula a partir do momento em que se abre as embalagens. Alguns são seis meses, outros um ano e tenho alguns que aguentam dois. Não ouço quase ninguém falar destas datas de validade, mas elas existem, com o selo que aí vêem em cima (agora, "encontrem o Wally nestas amostras"):

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Estas duas imagens são de duas bases que tenho. A primeira, da Yves Rocher, indica um prazo de seis meses (6M). A segunda, da L'Oréal, indica doze (12M).

 

No entanto, fica a questão: devemos mesmo prestar atenção às datas de validade de cosméticos e maquilhagem? Pois, deveríamos, digo eu, nem que fosse por descarga da consciência. Ironicamente, eu, que tenho esta opinião, não sigo os meus próprios conselhos.

É-me muito difícil encarar seriamente estes limites. Para mim, seis meses é insuficiente para consumir metade que seja do produto. Talvez o único que consiga terminar antes seja o creme hidratante. 

Por exemplo, tenho a base da Yves Rocher há bem mais do que 6 meses, porque a comprei antes de vir para Bangkok, em Junho. Desde Outubro que a uso quase todos os dias e, mesmo assim, ainda vai mais ou menos a metade (pelo menos, vejo montes de produto lá dentro). Por acaso, descobri esta base da L'Oréal quando fiz escala em Amesterdão no fim de semana e hoje decidi comprá-la, mas aposto que 12 meses não vão ser suficientes para a gastar. 

 

E quando nos sobra tanto produto, o que é que lhe fazemos? Eu cá continuo a usar. O pior exemplo que posso dar são as sombras de olhos e o rímel. Tenho uma máscara de pestanas da Yves Rocher que duraria 3M. Usei-a até secar, há poucos meses, algures no fim de 2016 e início de 2017. Tinha-a comprado em 2015, há dois anos, quando fui a Paris. Estão a ver o problema? Sinto que, ao deitar fora estes produtos, estou a desperdiçá-los! Talvez seja porque, em minha casa, fui habituada a pensar que os cosméticos duram eternidades!

Agora, resta-me fazer figas para que não haja realmente problemas sérios quanto a esta mania da poupança! 

 

Haverá mais alguém por aqui que também não se rale com as datas de validade dos cosméticos e da maquilhagem? E há alguém entendido no assunto que possa esclarecer estas dúvidas? Vamos lá ver...

Recomendar é melhor do que desperdiçar #9

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Um dos cuidados de pele a que me tenho tentado habituar é a limpeza do rosto todas as noites, depois de chegar a casa. Ultimamente, tenho usado um BB cream e sei que, mais do que nunca, convém não me esquecer de retirar o que permanece na cara, mesmo que seja mínimo.

Por isso, além do desmaquilhante (do qual poderei falar noutra altura, se estiverem curiosas), tenho um plano B, especialmente concebido para quando me sinto mais preguiçosa: as toalhitas Huggies Natural Care. Originalmente, eu não as usava com o propósito de me desmaquilhar, mas sim para me refrescar, limpar um pouco o suor e diluir o aroma a chimpanzé depois das aulas de Educação Física, só que depressa me apercebi de que são óptimas a retirar maquilhagem (mesmo à prova de água, nos olhos). Nem sequer irritam a pele, porque são feitas para os bebés. Também não têm aroma e são à base de aloé vera, o que deixa sempre a pele muito suave e sem vermelhidões dos esfreganços mais violentos (estou a brincar, não façam isso).

Em termos de qualidade-preço, a coisa vale muito a pena. Por acaso, tenho-as sempre arranjado em promoção, por 1€ (SIM, 64 TOALHITAS DE MARCA POR 1€), mas o preço original ronda os 2€ e não é por isso que as deixarei de comprar se assim tiver de ser. Já tenho experimentado outras marcas, mas as toalhitas Huggies Natural Care são as minhas preferidas até agora, principalmente por serem multifuncionais e adequadas a pessoas preguiçosas! Por serem tão eficazes, uma toalhita de cada vez é o suficiente, por isso o pacote de 64 toalhitas dura uma vida.

 

Huggies, faz uma parceria comigo e seremos amigas para sempre! Hoje, as toalhitas para desmaquilhar; amanhã (daqui a uns anos, para ser mais precisa), as fraldas dos putos! Tem tudo para dar certo...

Recomendar é melhor do que desperdiçar #8

Volta e meia, e voltamos à mesma marca de sempre: Yves Rocher.

A Yves Rocher é a minha eleita e até prova em contrário continuará a sê-lo, não só porque sou revendedora (por isso, até consigo uns bons descontos), mas também porque sei reconhecer objectivamente a qualidade e a diversidade dos produtos, que até agora nunca me fizeram alergia, nunca me deixaram a pele gordurosa, nunca me pioraram o acne e que ainda me têm resolvido alguns problemas "de gaja".

Sendo assim, peço imensa desculpa pelo spam de Yves Rocher que acabam por levar de vez em quando.

 

Os produtos sobre os quais vos venho escrever hoje são contra a queda de cabelo: um champô e umas cápsulas.

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São eles o champô estimulante e anti-queda de cabelo e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher.

Já os utilizei em conjunto durante uma temporada, também já utilizei só o champô sem o suplemento e, agora, estou só a usar o suplemento. Seja como for, tenho-me dado bastante bem com qualquer um deles. Normalmente, sou um bocado atreita ao enfraquecimento do cabelo (e das unhas) e começo logo a panicar quando me começa a cair em maior quantidade.

Mal isso acontece, vou-me safando com produtos cosméticos, normalmente de origem vegetal (por exemplo, produtos à base de quinoa). Inclusivamente, quando fui cortar o cabelo em Dezembro, a minha cabeleireira disse que ele está muito melhor do que se encontrava há uns tempos e que tenho muito cabelo novo a nascer. Só posso associar estes resultados ao facto de ter, de Setembro a Novembro, conjugado o champô e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher, numa onda de desespero por vê-lo baço e quebradiço. No que toca às unhas, as minhas são fraquinhas, mesmo com o suplemento ainda se partem, mas ficam visivelmente melhores se o tomar.

Quanto aos "contras" deste produtos, nem sei se tenho alguns para apontar. O preço é bastante aceitável, os efeitos são satisfatórios. Pessoalmente, o que mais me deve fazer impressão talvez seja o tamanho das cápsulas (uma por dia, mas acabo por dividi-las em duas partes, para ser mais fácil engoli-las). Também li algumas críticas ao champô em que o pior "contra" apontado era o cheiro, mas a mim não me incomodou. Cheira a champô de ervanária, como muitos dos champôs Yves Rocher.

 

Se alguém tiver alguma outra solução para a queda de cabelo ou uma opinião para partilhar acerca destes produtos, que se chegue à frente! :)

Recomendar é melhor do que desperdiçar #7

O último capítulo desta rubrica foi dedicado à hidratação de Inverno. Porém, quando a publiquei ainda não tinha experimentado o maravilhoso, o sensacional, o cheiroso produto que se segue.

 

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COCONUT HAND CREAM DA BODY SHOP!
E não estou nada a exagerar, tecendo-lhe tão encarecidos elogios. Alguma vez sentiram os poros das vossas mãos fazerem "tsssss" a abrirem, a respirarem, seguindo-se uma sensação de frescura durante duas horas? Já? Não, pois não? Eu também não tinha, mas com este creme de mãos de côco da The Body Shop fiquei-me ali, estarrecida. E, se adoram que o cheiro do creme permaneça activo durante muito tempo, este é um produto que vos aconselho.
Infelizmente, o creme que vos mostro não é meu, foi um presente de Secret Santa que deram a uma amiga minha, mas eu fui logo a correr saber o preço da coisa e pronto, é assim puxadinho para o meu bolso: cerca de 5€ cada tubinho anorético de 30ml, pelo menos nos Armazéns do Chiado.
Dito isto, senhores marketeers da The Body Shop, não hesitem em enviar-me uns produtos vossos, que eu garanto que faço a melhor publicidade de sempre à marca. Fiquei fã 4ever&ever do Coconut Hand Cream e tenho a certeza que o resto também não lhe deve ficar atrás! 'Bora fazer uma parceria? 'Bora!

Recomendar é melhor do que desperdiçar #6

Aaaaah, o frio chegou! E também chegaram as frieiras, e as peles secas, e (ainda mais) os chamados "inimigos", esses milimilimilímetros de dor perto das unhas, os lábios gretados, rebentados, esfolados... Porém, verdade seja dita, há sempre problemas com a pele e os lábios. Por isso, apesar de já usar os seguintes produtos há algum tempo, que melhor altura do que esta para vos recomendar...

 

1. Creme nutritivo de mãos com azeite da Babaria

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Só há dois cremes de mãos em que confio plenamente até este momento e eles são o creme hidratante da Yves Rocher (mas haverá algum produto da YR de que eu não goste?) e o creme hidratante com azeite da marca Babaria. Nenhum deles deixa a pele pegajosa, ambos têm um cheiro agradável e duradouro, mas o da Babaria ainda tem outras duas vantagens: custa cerca de 1,50€ e podemos encontrá-lo em qualquer supermercado (no meu caso, comprei-o no Jumbo). Recomendo-o principalmente a quem não está habituado a meter creme nas mãos com frequência, mas pretende experimentar um produto a que acostume depressa. 

 

2. Batom Baby Lips da Maybelline New York

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Quando descobri este batom até devo ter dado pulinhos de alegria mentalmente. A gama de batons Baby Lips da Maybelline promete hidratação, cor e um aroma muito subtil e pouco artificial. Se calhar devia ter comprado o meu noutra cor mais escura, pois esta (Electro - Strike a Rose) é praticamente da cor dos mesmos lábios. Sem ser isso, tem justificado os 3€ que gastei no Pingo Doce - mais um produto que se encontra em qualquer supermercado mais à mão!

 

Pronto. E agora já sabem como sobreviver ao Inverno lá fora sem morrerem gretados pelo frio!

Dez perguntas de gaja a que (ainda) não tenho resposta

1 - Qual é a diferença entre fazer o risco nos olhos com lápis ou com eyeliner?

2 - É normal cair-nos imenso cabelo sempre que o lavamos?

3 - A esteticista tem nojo de nós quando aparecemos todas peludas e pensa mal das nossas pessoas por termos sido badalhocas e nos termos desleixado de tal forma?

4 - É aceitável e frequente faltar-nos a paciência para exterminar a nossa monocelha em insistente crescimento?

5 - Os saltos altos são desconfortáveis por natureza, quem os usa sofre horrores e sacrifícios ou sou só eu que não acerto na marca e na sapataria certas e que, enfimm sou uma anormalóide com pés de homem?

6 - As leggings podem usar-se por baixo de vestidos sem nos deixarem pirosonas?

7 - Os enroladores de pestanas não as enfraquecem?

8 - Aquilo de dizerem que, se fizermos a depilação com cera, obtemos duas semanas sem pêlos, é a mais pura das mentiras - não é?

9 - Os cremes que supostamente retardam o crescimento dos pêlos funcionam ou é só marketing? E não fazem mal à pele?

10 - Uma senhora a sério que se preze não come nem se maquilha nos transportes públicos?

Recomendar é melhor do que desperdiçar #4

Ainda sou uma novata no mundo da maquilhagem e dessas coisas muito femininas - principalmente maquilhagem, repito - mas eu quero aprender, a sério que quero. Não é que me maquilhe com muita frequência, só que dá sempre jeito ter uns truques na manga, nem que seja apenas para as ocasiões especiais.

Adiante. Ultimamente tenho tido mais curiosidade no que toca aos produtos de maquilhagem, em especial para os olhos, porque é aquilo com que mais me preocupo em realçar (tenho uns olhos mesmo muito pequeninos, ou não fosse eu meia-asiática, mas adoro-os e pronto, acho que são o ponto forte da minha cara). Por isso, andei a sondar algumas marcas de pincéis para sombras, porque os que tenho são os que vêm com os kits, muito fraquinhos e nada de boa qualidade.

Comecei por procurar pincéis da Yves Rocher, porque tenho ainda um desconto simpático por ser conselheira de beleza (ou vendedora, chamem-lhe o que quiserem). No entanto, uma vez que se encomenda por catálogo, não seria possível experimentar a consistência das cerdas. Além disso, mesmo com o desconto, ainda são um pouco caros demais, tendo em conta o dinheiro que estaria disposta a gastar num primeiro pincel. Acabei por colocar a hipótese de parte e continuei à procura.

Mais tarde, na perfumaria Perfumes&Companhia do Atrium Saldanha, também encontrei uns pincéis que me pareceram bem bons, de marca, e bastante em conta, que custavam cerca de 6€. Como na altura não tinha dinheiro disponível para gastar em algo mais supérfluo, esperei ir lá uma segunda vez, mas quando regressei já não havia essa promoção.

Por exclusão de partes, na última semana decidi atacar logo por baixo, pelo sítio onde de certeza que tudo seria mais barato: a Primark. Assim, fui lá na sexta-feira passada e investi o valor quase simbólico de 1,50€ por um pincel para aplicar sombra de olhos. Sinceramente, não guardava expectativas muito altas. Quase rezei para que não fosse mesmo um desperdício total, mas também não esperava que um pincel para sombra de olhos da Primark viesse revolucionar o mundo da maaquilhagem.

 

 

No final, adorei! Correspondeu totalmente às minhas expectativas. Mal cheguei a casa, experimentei aplicar algumas sombras com este pincel e o resultado deixou-me satisfeita. As sombras aderem às cerdas sem ficarem espapassadas e, por sua vez, a sombra permanece mesmo na pálpebra, em vez de se esfumar para cima das pestanas - um dos maiores inconvenientes que tinha com os outros pincéis e aplicadores de esponja da treta. Por sua vez, as cerdas são suficientemente macias para não magoarem, sem deixarem de ser consistentes. Por fim, como podem ver pela foto, o pincel tem duas pontas, uma maior e outra mais pequena - sempre é útil para quem tem mais técnica do que eu, que me fico pela ponta mais pequena e nem percebo muito bem para que serva a maior.

Não me atrevo a confirmar que o pincel de sombras para olhos da Primark é próprio para todos os gostos e técnicas mais avançadas do que aquelas que eu uso, mas por 1,50€ querem mais o quê? Recomendo-o para principiantes e pessoas menos entendidas em maquilhagem, tal como às outras também. Experimentar não custa!