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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Recomendar é melhor do que desperdiçar #8

Volta e meia, e voltamos à mesma marca de sempre: Yves Rocher.

A Yves Rocher é a minha eleita e até prova em contrário continuará a sê-lo, não só porque sou revendedora (por isso, até consigo uns bons descontos), mas também porque sei reconhecer objectivamente a qualidade e a diversidade dos produtos, que até agora nunca me fizeram alergia, nunca me deixaram a pele gordurosa, nunca me pioraram o acne e que ainda me têm resolvido alguns problemas "de gaja".

Sendo assim, peço imensa desculpa pelo spam de Yves Rocher que acabam por levar de vez em quando.

 

Os produtos sobre os quais vos venho escrever hoje são contra a queda de cabelo: um champô e umas cápsulas.

IMG_20140923_225300.jpg

 

São eles o champô estimulante e anti-queda de cabelo e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher.

Já os utilizei em conjunto durante uma temporada, também já utilizei só o champô sem o suplemento e, agora, estou só a usar o suplemento. Seja como for, tenho-me dado bastante bem com qualquer um deles. Normalmente, sou um bocado atreita ao enfraquecimento do cabelo (e das unhas) e começo logo a panicar quando me começa a cair em maior quantidade.

Mal isso acontece, vou-me safando com produtos cosméticos, normalmente de origem vegetal (por exemplo, produtos à base de quinoa). Inclusivamente, quando fui cortar o cabelo em Dezembro, a minha cabeleireira disse que ele está muito melhor do que se encontrava há uns tempos e que tenho muito cabelo novo a nascer. Só posso associar estes resultados ao facto de ter, de Setembro a Novembro, conjugado o champô e o suplemento alimentar Unhas&Cabelo da Yves Rocher, numa onda de desespero por vê-lo baço e quebradiço. No que toca às unhas, as minhas são fraquinhas, mesmo com o suplemento ainda se partem, mas ficam visivelmente melhores se o tomar.

Quanto aos "contras" deste produtos, nem sei se tenho alguns para apontar. O preço é bastante aceitável, os efeitos são satisfatórios. Pessoalmente, o que mais me deve fazer impressão talvez seja o tamanho das cápsulas (uma por dia, mas acabo por dividi-las em duas partes, para ser mais fácil engoli-las). Também li algumas críticas ao champô em que o pior "contra" apontado era o cheiro, mas a mim não me incomodou. Cheira a champô de ervanária, como muitos dos champôs Yves Rocher.

 

Se alguém tiver alguma outra solução para a queda de cabelo ou uma opinião para partilhar acerca destes produtos, que se chegue à frente! :)

Recomendar é melhor do que desperdiçar #2

Tardou, mas chegou. Esta rubrica está de volta com mais um produto de experimentar e chorar por mais. Por este, eu faria toda a publicidade possível, todos os dias, a toda a hora, se me oferecessem mais uns frasquinhos. Curiosas?

 

Para mim, tudo o que é Yves Rocher é bom. Pelo menos, é o que dita a minha experiência. Todos os produtos são concebidos à base de produtos naturais, neste caso plantas, e não me lembro de nenhum que tivesse parabenos ou outros químicos à mistura. Os aromas são uma delícia e há cremes, loções, champôs, perfumes, desodorizantes e o que quer que procurem para todos os gostos e tipos de pele. Por essas e por outras é que me tornei conselheira de beleza, isto é, revendedora da Yves Rocher.

 

Há muito tempo que procurava um hidratante para o corpo que não o deixasse oleoso. É muito difícil encontrar algo assim, porque a minha pele é como a da minha mãe e, sendo ela asiática, sou como que forjada para climas mais tropicais. Este clima temperado não é mesmo a onda da minha pele, que sempre foi muito seca e sensível. Não há depilação que não me deixe os poros inflamados, borbulha que não demore tempos e tempos a desaparecer, ferida que não precise de muito creme para cicatrizar sem deixar marca... É um drama de pele! Como se não bastasse, farto-me de a tentar hidratar com todo o tipo de loções e leites supostamente indicados para aquilo de que preciso, mas não há nenhum que não me deixe toda gordurosa e peganhenta - isto é, até ao dia em que descobri o verdadeiro milagre, que só podia ser da Yves Rocher: o óleo seco com Monoï do Tahiti! Tenho-o há cerca de duas semanas e já somos graaaandes amigos.

 

 

(A minha embalagem.)

 

BENEFÍCIOS

 

Este é o primeiro óleo que experimento e já me deixou fanática, desde a primeira aplicação (antes da qual pensei algo como "well, well, here we go again, com mais um mono lá para a gaveta"). O preço de venda ao público ronda os 7,50€, mas eu tenho desconto por ser conselheira de beleza, de modo que o investimento não poderia ter sido melhor.

O óleo seco de Monoï do Tahiti da Yves Rocher é uma pechincha, mesmo tendo em conta o preço de venda ao público! São 125ml de pura hidratação que se absorve em menos de nada. Costumo colocá-lo depois do banho, nos braços, nas pernas, na barriga, no peito ou nas costas e, depois de acabar de borrifar e pentear o cabelo com o condicionador da Gliss, posso vestir-me de imediato. As pernas costumavam ser a zona que menos absorvia, mas isso era coisa do passado! Deixa a pele super confortável. Estou extasiada. E o cheiro do óleo seco? Haverá aroma que mais lembre o Verão do que este? Normalmente, nem sequer é preciso perfume, basta o óleo e o desodorizante para ficar pronta.

Também já tentei aplicar o óleo no cabelo, para que é igualmente indicado, mas não vale a pena dar-lhe essa utilidade quando se tem, em alternativa, um condicionador em spray. No entanto, para quem é tão obcecado com as pontas secas como eu, o meu conselho é que não perdem nada em usá-lo no cabelo de vez em quando.

 

ÚNICA DESVANTAGEM

 

Este óleo seco de Monoï do Tahiti é uma maravilha, só que as verdades têm de ser ditas: gasta-se demasiado depressa! Ok, este é realmente o único ponto negativo a apontar, pelo menos que me lembre. Para quem o usar todos os dias, em muitas partes do corpo, deve durar 1 mês e meio no máximo. Ainda assim, é não sei quantas vezes mais barato do que muitos dos outros óleos secos que se encontram por aí. Dito isto, não temos nada do que nos queixar!

 

PRÓXIMA COMPRA... PROVAVELMENTE

 

Já encomendei umas amostras do perfume de Monoï, da mesma gama que o óleo seco. Sou louca por perfumes e, quem sabe, este seja o próximo produto a experimentar. Na verdade, eu gostaria era de ter dinheiro para encomendar a gama inteira!

 

Recomendar é melhor do que desperdiçar #1

Caso ainda não tenham reparado, eu sou uma miúda (só naquela, para confirmar se estamos todos em sintonia). Por conseguinte, dada esta minha condição humana, também gosto de maquilhagem e de produtos de beleza, de produtos cheirosos e, principalmente, QUE RESULTEM!

Pois, este é um dos maiores dramas femininos. Andamos por aí a comprar e a comprar e a comprar - e a desperdiçar dinheiro em coisas que, afinal, não prestam e que só fazem mais nheca na nossa pele e no nosso cabelo e a causar o caos na nossa carteira (ou dos nossos pais, em todo o caso).

Mas, minhas caras amigas, gente menina deste blogue, do que depender de mim, vocês nunca mais vão atirar dinheiro à rua com embustes comerciais. A partir deste dia, só vos vou recomendar tudo do bom e do melhor, mesmo que as marcas não me paguem e que eu continue desfalcada. A prioridade é o bem-estar comum!

 

Para primeira recomendação, escolho o reparador de cabelo da Gliss (Schwarzkopf) Brilho-Seda (ou Nutri-Seda, há vários nomes no rótulo), que suaviza e desembaraça. No meu caso, até deu para substituir o condicionador ou amaciador, que só enfraquecia a raiz do cabelo e se gastava mais depressa que pasta de dentes. Vem numa embalagem cor-de-rosa com pulverizador, por isso podem aplicar à medida das necessidades do vosso cabelo, ora menos, ora mais, ora aqui ou ali.

 

(A minha embalagem.)

 

Diz que tem queratina líquida, o que suponho que seja bom (desde que me deixe o cabelo em condições, se "suaviza e desembaraça", enquanto afasta as pontas espigadas como o alho afasta os vampiros, está-se fixe) e cumpre o requisito de cheirar bem. E o melhor de tudo acerca deste reparador de cabelo, o que é, o que é? Dura meses. E meses. E mais meses. Sem exagero! Tenho esta embalagem desde Setembro ou Outubro, ainda tenho produto no fundo e lavo o cabelo dia sim, dia não. Sabem quanto custou? Menos de quatro euros, no Jumbo. Acho que estava em promoção quando o comprei, mas, mesmo que se pague cinco ou seis euros, o que é que se quer mais por um produto que dura mais de meio ano?

 

A aplicação é super simples. Agitam a embalagem, borrifam o cabelo molhado ou seco à vossa vontade, onde e quantas vezes quiserem, e tcharan. Já está. Tão simples quanto isto. Mesmo que não tenham lavado o cabelo e tenham problemas a pentear-se, borrifem à vontade, que não ficam a parecer-se com o Snape, de cabelo escorrido e oleoso.

 

Se tiverem curiosidade em experimentar a gama completa, depois digam-me como correu.

 

(Esta imagem não é minha, foi retirada daqui.)

 

***

 

Que tal vos parece esta rúbrica? Devo continuá-la, ficaram interessadas, acham que eu devo mas é dedicar-me ao crochet...? Contem-me o que vos vai na mente!

Carecada

Ultimamente, as famosas têm feito muitas mudanças radicais de visual no que toca aos seus lindos cabelos e eu, que não sou famosa e nem aspiro assim tanto a sê-lo, também decidi que estava na minha hora. Pimbas, acabei numa de Tininha Ferreira ou Leonor Poeiras. De vez em quando, dá-me para mudar, mas nunca o fiz de maneira a que as pessoas ficassem a olhar para mim com cara da azelhas, do género "olha, esta pirou do juízo". A verdade é que não fui só eu a passar-me, o meu cabelo, itself, tem alguma culpa no cartório. Enfraqueceu, fartou-se de cair e eu não gostei: deu em divórcio. Desfiz-me dele, disse-lhe adeus e não tive pena nenhuma, nenhuma, nenhuma. Parece que as fofuchas da TV tinham razão e que quem se livra do cabelo livra-se ao mesmo tempo de um peso sobre os ombros, literalmente! Foi uma experiência deveras interessante e educativa ver as (enormes) madeixas caírem, mecha por mecha, tesourada por tesourada, e depois secar o que restou da cabeleira - uma linda jubinha rebelde que, lá fora, esvoaça ao vento e me dá a sensação de ser uma pessoa muito importante e gira. Sim, eu acho que o resultado foi mais que bom, foi óptimo! Ainda só a minha avó é que o viu e cheira-me que o resto do pessoal vai estranhar bastante nos primeiros tempos. Afinal, não tinha o cabelo assim tão curto desde... os 3 anos? Ele nunca esteve particularmente comprido, mas em geral sempre o mantive por baixo dos ombros.

 

Esta foi a inspiração:

 

 

Ainda assim, fiquei com ele um bocadinho mais comprido do que isto. Acho que a melhor parte do corte brutal é dar-me um ar menos acriançado (obrigada, genes asiáticos!), mas isso deve ser mania minha.

 

E pronto, agora é ver que reacções esta carecada há-de suscitar!

O conselho que deixo é que não tenham medo de se aventurarem numa. No final, se não gostarem, mentalizem-se de que é cabelo - cresce!

A vida é injusta

Com tanta gente a fumar compulsivamente e a viver grandes noitadas cheias de farra bem "regadas", continuando a ter um cabelo lindo, brilhante, resplandecente, esvoaçante ao vento, e uma pele de estrela de Hollywood, tinha de ser eu a andar em dieta de comidinha feita pela avó e um litro de água por dia a ter a guedelha toda esquisitóide, ora no ar, ora oleosa, ora seca, uma guedelha quadripolar que só ela, a combinar com a pele púbere que me dá dores de cabeça desde os nove anos. É caso para dizer: fónix.