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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Páscoa, chocolates e sogras

Eu adoooooooooooooro chocolate e é um qualquer mesmo (excepto os da Auchan), não interessa se bem embrulhado ou todo nu, se é um Pai Natal ou um Coelho da Páscoa, um Ovo Kinder ou um saco de amêndoas.

O menos engraçado é que hoje, Sexta-Feira Santa, oficialmente Páscoa, acordei mal da intestinália, por isso ainda não toquei em doces. E logo depois de a minha sogra fofinha me ter trazido um saco com ovinhos de chocolate recheados com creme de avelã...! Pode-se ter esquecido de comprar arroz para o jantar, mas não se esqueceu de trazer docinhos para a juventude lá de casa.

No entanto, ando para aqui a regurgitar uma ideia... Se não fosse o arroz de marisco, se eu e o Ricardo não tivéssemos voltado ao supermercado para ir buscar um pacote do dito e salvado a refeição, provavelmente teríamos comido bifes com batatas fritas e a minha barriga não teria reagido ao marisco congelado.

Eu cá acho que o Destino tem inveja de mim, por me ter calhado um namorado tão, mas tão completo, que até vem com uma mãe simpática incluída. Buuuh, seu pulha!

Reflexão pós-Bruxelas

Não trouxe souvenirs, nem faço questão de as trazer quando viajo. Ímans, porta-chaves, merchandising de segunda categoria - é tudo dispensado. O que trago são coisas que não encontro em Portugal e ofereço-as às pessoas de quem gosto.

Ontem, trouxe uma mochila cheia de chocolates belgas para dar à família e aos amigos, por isso, hoje, dia 1 de Novembro, a tradição de Dia das Bruxas inverte-se: fui a casa deles, disse trick or treat!, mas quem levou as guloseimas fui eu.

a bodega total

    A minha Páscoa começou bem. O meu contador de visitas foi ao ar, não sei bem porquê, pelo que acabo de perder 3800 visitantes dos últimos meses. No fundo da página, poderão voltar a ver o número de visitantes (não de visitas), uma vez que instalei um contador novo.


    Como se não bastasse, estou com um humor que ninguém suporta e o mais engraçado é que não tenho culpa - ponho-a no raio das hormonas! - além de que estou bastante tentada a vestir uma fralda (provavelmente, estaria muito mais confortável e poderia, até, sair de casa!).


    Mas, meus caros, o pior é mesmo não ter amêndoas em casa! Até podia estar a morrer... MAS TERIA AMÊNDOAS! Acho que vou fazer um pudim flan instantâneo, em modo de pressão emocional.