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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Como fazer gelado de Oreo caseiro? (ou, na verdade, qualquer tipo de gelado caseiro)

Andava por aí a disfrutar das minhas férias e a descarregar fotografias de há-que-tempos, até que dei de caras com uma espécie de tutorial que tinha organizado no ano passado. Sim, no ano passado (tinha o telemóvel cheio de tretas datantes da época dos dinossauros, pois tinha). Tratava-se de um tutorial fotográfico sobre como fazer gelado de Oreo caseiro, passo a passo, e, afinal, seria uma treta não partilhar convosco esta preciosidade que nos preenche o coração e, em particular, o estômago - seja em que altura do ano for!

Descarregadas as fotografias para o computador, aqui fica o tutorial terminadíssimo, com respectiva explicação. 

 

GELADO DE OREO CASEIRO

Tempo de preparação: aproximadamente 15 minutos + 2 horas no congelador

Custo aproximado: 2,50€ para mais de 1 litro de gelado

Ingredientes: 2 pacotes de natas para bater (apesar de na fotografia só estar um pacote) + 1 lata de leite condensado + bolachas Oreo a olho e a gosto

Nota: em vez de bolachas Oreo, podem juntar outro tipo de bolacha ou polpa de fruta - por exemplo. Já fiz gelado com uma lata de polpa de manga triturada, com a mesma receita, e resultou.

IMG_20140906_143846.jpg

Material necessário: uma taça ou caixa onde se possa juntar os ingredientes + formas de gelado ou caixas a levar ao congelador + batedeira

 

Instruções:

1. Verter os dois pacotes de natas para dentro de uma taça. Bater as natas até ficarem "em castelo", isto é, até podermos virar a taça ao contrário sem que elas caiam.

IMG_20140906_143143.jpg

 

 

Dia do Pai

Fiz um pastel de nata gigante ao meu pai. Ainda tentei tirar-lhe uma fotografia para poder vir aqui exibir os meus dotes culinários! Infelizmente, tal pastel não permaneceu intacto tempo suficiente para poder contar a história por si mesmo.

Portanto, era uma vez um pastel, delicioso e maravilhosamente bem concebido, queimado q.b. por cima, amarelinho na maior parte da sua extensão (apesar de o seu creme poder ter sido ficado mais consistente), que foi oferecido a uma única pessoa e acabou brutalmente devorado por quatro. Fiquem-se pela imaginação.