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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades. E livros.

Procrastinar Também é Viver

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Porque escrevemos?

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Porque escrevemos? De onde surge esta necessidade de traduzir pensamentos efémeros em letras, palavras, textos que acabam registados no papel (ou num ficheiro digital)?

 

Na próxima terça-feira, dia 29 de Setembro, às 21:00, vou mediar uma discussão com o tema "Porque escrevemos?" (cliquem para mais informações)

Por exemplo, José Luís Peixoto diz que escreve para tentar encontrar sentido no caos. João Tordo escreve para compreender os outros e para se compreender a si mesmo. Joan Didion explica no seu artigo "Why I Write" que precisava de escrever para descobrir os seus pensamentos - afinal, se alguma vez tivesse tido acesso à sua própria mente, não teria sentido falta da escrita.

E da vossa parte, o que responderiam?


Nesta discussão mediada por mim, iremos partilhar as razões pelas quais escrevemos. Assim, relembraremos o que nos motiva a voltar a pegar no caderno ou a abrir o processador de texto, o efeito que a escrita tem nas nossas vidas e como podemos aprender e viver tanto através dela.

 

 Se se quiserem juntar, enviem-me o vosso e-mail para olaescritacriativaportugal@gmail.com. Até lá!

Creative Mornings Lisboa: uma experiência enriquecedora, desafiante e... criativa

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Há cerca de um mês, escrevi sobre o quanto tinha gostado de ir ao evento das Creative Mornings em Lisboa. No culminar de algum mal-estar pessoal, acerca do que eu achava ser parte da minha personalidade não se andar a revelar, sobre o desconforto de interagir com outras pessoas e de me sentir anormalmente desconfortável em situações sociais, decidi confrontar-me com uma situação nova. Apesar de já frequentar os clubes de leitura, a minha vida social além do contacto com os mesmos amigos, namorado e família costuma ser quase inexistente, por isso talvez fizesse sentido pôr-me outra vez "lá fora".

 

Ainda bem que o fiz e gostei tanto de ir às Creative Mornings, de ter conhecido mais pessoas e de me ter obrigado a desatar a língua, que esta sexta-feira acabei a repetir a experiência. 

 

Para quem não conhece, as Creative Mornings são eventos organizados por voluntários em várias cidades do mundo (e que começaram em Nova Iorque), com o objetivo de reunir uma comunidade internacional (vá, inter-tudo) de indivíduos interessados em partilhar as suas experiências pessoais e profissionais, enquanto ouvem a história de oradores convidados e, de preferência, comem um bom pequeno-almoço. Cada grupo de voluntários, em cada cidade, organiza o evento da forma que melhor lhe parecer, mas normalmente deve haver oportunidade para que os participantes se conheçam e, quiçá, partam para conversas construtivas.

 

Não serei a pessoa mais informada sobre o panorama mundial do assunto, mas não posso deixar de recomendar que, se procuram refrescar as vossas ideias, desafiarem a vossa timidez e conhecerem quem possa partilhar interesses e ideias convosco, experimentem aparecer na próxima manhã criativa que houver em Lisboa (estejam atentos ao Facebook).

 

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No encontro do mês passado (que, na verdade já foi no dia 1 de Março), a convidada foi a Rita da Nova. Este mês foi a Kaya-Line Knust, que eu não conhecia, nem a sua marca Stop The Water While Using Me, mas que contou imensas coisas giras sobre como criar marcas e produtos que façam sentido para os empreendedores. Todos os meses há um tema diferente, por isso é possível aprender sempre com os convidados.

 

Ficando a sugestão, espero que seja útil para quem também precisa de mudar de ares por umas horas!