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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

O George Clooney não é um DILF

Talvez a diferença de idades entre mim e o Geoge Clooney seja demasiado grande para que eu entenda o burburinho que se passa em volta do seu casamento, por fim, aos 53 anos. É certo que ele é ainda um pouco mais velho do que o meu pai, o que não melhora as coisas, mas será que, mesmo que eu fosse mais velha, conseguiria encontrar-lhe o tão famoso charme que a maioria das criaturas do sexo feminino lhe atribui? Não sei. Só sei que, normalmente, não deixo de conseguir avaliar homens mais velhos, mais conhecidos como DILF - Dads I'd Like to F***. E o George Clooney está longe de ser um DILF. Ele não é um DILF. Eu sabê-lo-ia, acreditem. É tudo muita publicidade e pouca realidade.

Agora parem lá de se pelar e olhem para a carinha bem vulgar do moço, vá. Não é assim tão mau que o suposto solteirão de Hollywood tenha dado o nó.

 

Parabéns ao noivo, seja como for!

 

 

Mais fotos do casamento do George Clooney aqui.

Os filhos únicos

Sou filha única, neta única, sobrinha única. Sou assim uma espécie de menina dos olhos de toda a gente e falo a sério quando digo que, por vezes, sinto que a maior parte das coisas aqui de casa gira à minha volta. Acho que, se me acontecesse alguma coisa, a vida é que deixava de acontecer nesta minha família. Eu sei-o, porque sou filha única, neta única, sobrinha única. Não tendo irmãos nem primos, sou mais preciosa e devo ser mais protegida. Sempre o fui e sempre o soube. Se me acontecesse alguma coisa...

Por isso, quando li inesperadamente no site do DN a desgraça que aconteceu ao filho da Judite de Sousa, fiquei a pensar. E se tivesse sido eu? Lagarto, lagarto, lagarto, vade retro, o Dito Cujo seja cego, surdo e mudo. Por causa de uma só pessoa, o mundo de outras tantas pode parar de girar do pé para a mão, sem aviso. 

Não gosto de falar e muito menos de escrever acerca de coisas más, que atraiam energias negativas - mas é impossível ficar indiferente a situações com que nos identificamos, nem que seja só por um bocadinho (ou um bocadão).

Quando se tem mais do que um filho, dois, três, meia dúzia, por muito que custe perder um, ainda existem motivos para viver: os que ainda cá estão de boa saúde. E quando só se tem aquele, o único, o mais-que-tudo, porque pode não haver mais nada?

 

Em suma: quão injusto e contra-natura poderá ser perder um filho jovem, quanto mais por algo que poderia ter sido evitado? Espero nunca, mas nunca vir a saber, seja de que maneira for.

OH DEAR JESUS!

Um deles sozinho já é assaz lamechas. Os dois juntos são um exagero. Se deste amor nascer um rebento, no que se tornará a criança...? Na maior lame shit legend da música anglo-saxónica do século XXI??!
Enfim. Apresento-vos o casal mais inesperado mas, porventura, o mais compatível: HAYLOR! (A sério, e eu a pensar que ninguém suplantaria o Bieber e a Selena...)

PARODY TIME INCLUDED: