Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

halloween? não, que isso dá muito trabalho

No ano passado, fui com uns amigos a uma festa de Halloween aqui na zona. A entrada era só 1€ e até nos divertimos. [Consequências de continuar amiga do meu ex-namorado: mascarei-me de pseudo-diaba e ele questionou-me sobre quem me havia posto os cornos; respondi-lhe que ele lá saberia a resposta.] Tirámos muitas fotos aparvalhadas e passámos um bom bocado.


Este ano, comecei a combinar com outros amigos ir a essa mesma festa, só que pelo dobro do preço - 2€ - porque, afinal, a crise toca a todos. Começaria às 22h. Ao fim da tarde, ainda ninguém tinha a certeza se iria. Então, caí em mim: eu nem gosto de festas. Eu nem gosto de sair à noite. Eu nem sequer me sinto capaz de ir procurar os disfarces aos confins de um qualquer armário cá de casa. Eu nem sequer estou a precisar de descansar até amanhã de manhã (momento em que atacarei novamente os livros) nem nada. Foi nesse glorioso momento que me apercebi da vontade que tinha em ficar em casa, debaixo do quentinho de muita roupa feia mas confortável, cabelo despenteado, a recordar os filmes do canal Disney Channel que me marcaram no princípio da adolescência com a minha vizinha-amiga, com quem os partilhei desde sempre. Anulei todos os planos atrás mencionados.


Meus caros, sou uma jovem que já se sente velha antes de deixar de ser nova. Mais uma vez, sou estranha... mas incrivelmente feliz. 


PROVA:



 Sim, já sei que sou horrível. E mais fotos não mostro.

halloween? não, que isso dá muito trabalho

No ano passado, fui com uns amigos a uma festa de Halloween aqui na zona. A entrada era só 1€ e até nos divertimos. [Consequências de continuar amiga do meu ex-namorado: mascarei-me de pseudo-diaba e ele questionou-me sobre quem me havia posto os cornos; respondi-lhe que ele lá saberia a resposta.] Tirámos muitas fotos aparvalhadas e passámos um bom bocado.
Este ano, comecei a combinar com outros amigos ir a essa mesma festa, só que pelo dobro do preço - 2€ - porque, afinal, a crise toca a todos. Começaria às 22h. Ao fim da tarde, ainda ninguém tinha a certeza se iria. Então, caí em mim: eu nem gosto de festas. Eu nem gosto de sair à noite. Eu nem sequer me sinto capaz de ir procurar os disfarces aos confins de um qualquer armário cá de casa. Eu nem sequer estou a precisar de descansar até amanhã de manhã (momento em que atacarei novamente os livros) nem nada. Foi nesse glorioso momento que me apercebi da vontade que tinha em ficar em casa, debaixo do quentinho de muita roupa feia mas confortável, cabelo despenteado, a recordar os filmes do canal Disney Channel que me marcaram no princípio da adolescência com a minha vizinha-amiga, com quem os partilhei desde sempre. Anulei todos os planos atrás mencionados.
Meus caros, sou uma jovem que já se sente velha antes de deixar de ser nova. Mais uma vez, sou estranha... mas incrivelmente feliz. 
PROVA:
 Sim, já sei que sou horrível. E mais fotos não mostro.

aniversários

   Eu gosto de aniversários e tudo o que vem incluído no pacote da comemoração. Adoro o meu, gosto dos dos outros. Não acho que seja obrigatório oferecer-se presentes caros e vistosos, porque o que conta é a intenção e a companhia. Prefiro que me ofereçam uma flor, em vez de um mono sem utilidade ou significado que lhes tenha custado os olhos da cara mais o couro cabeludo. Prefiro oferecer uma carta escrita por mim, à mão, com caneta BIC e folha de papel simples, do que ser obrigada a mostrar o meu apreço através de uma prenda que ainda correria o risco de, mais tarde, ir parar ao caixote do lixo ou, pior, estar condenada à eterna existência por mero sentimentalismo. Gosto dos aniversários porque, por norma, costuma haver uma festa ou momentos de convívio em que se juntam amigos, família, vizinhos, caras novas e outras antigas. Há sempre alguém com uma máquina fotográfica a postos (eu), pronto a imortalizar esses belos momentos de confraternização.


   Quando eu faço anos, a minha avó faz os bolos que eu quiser, organiza a festa que eu quiser, com quem eu quiser. Quando os meus amigos fazem anos, mando-lhes mensagens queridas de felicitação à meia-noite em ponto e tento ser sempre o mais original possível a escrevê-las. Quando alguém da minha família faz anos, faço um bolo ou ajudo na cozinha.


   Hoje, a Inês faz anos. Nunca sei o que hei-de lhe oferecer. Desta vez, soube. É segredo. A minha avó fez-lhe uma torta de chocolate, mas isso já é quase tradição. Hoje, a Inês faz anos. Não poderia deixar passar o aniversário da minha melhor amiga sem o vir cá comunicar!