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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

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Experimentei ver "Voldemort: Origins of the Heir" e esta é a minha opinião

Quem já viu o filme "Voldemort: Origins of the Heir", a produção fan made mais famosa do momento? Eu já, e trago-vos a minha mais sincera opinião acerca do que poderia ter sido um produto modesto, mas melhorzinho do que foi - muito melhor!

 

Imagem relacionada 

Pessoalmente, acho que a saga Harry Potter anda a ser explorada em demasia. Parece que nada do que se faça de interessante (e, muitas das vezes, desinteressante) pode subsistir sem ser comercialmente explorado até à náusea. Sou a maior fã dos livros, talvez até dos filmes, mas começo a pressentir um esforço enorme para manter popular algo que já marcou várias gerações, não sendo necessária muito mais do que a sua própria existência.

Por isso, não deixo de pensar que "Voldemort: Origins of the Heir" pode ser visto como um esforço louvável de alguns fãs para demonstrarem a sua admiração e prestarem uma homenagem à saga, ou que pode ser visto como mais um esforço para comercializar e rentabilizar um sub-produto, amador, associado ao nome Harry Potter.

 

Se estão prontos para alguns spoilers, cliquem em "ver mais" (ou não façam mais scroll, caso tenham aberto o post directamente). Senão, vejam o filme (cerca de 52 minutos) primeiro, tal como foi publicado no YouTube! 

 

 

 

 

Reportando o fim do Natal

Bem vista seja eu, que andei sabe-se lá em que terra, aquela onde passam as cabrinhas e as ovelhinhas, e onde as estradas são tão longas e pouco movimentadas que os machos mais latinos se atrevem a fazer rallies e a trazerem as damas para uma curtição mais profunda!

 

 

Quando vives "no campo"... 🐑🌿

Uma foto publicada por Beatriz Canas Mendes (@beatrizcanasmendes) a

 

O Natal foi animado, comi doces q.b. e andei a dieta de polvo e frango de dia 24 a 28, porque sobrou imensa comida natalícia e tivemos que lhe dar vazão. Obviamente, fui intercalando os acompanhamentos.

Recebi algumas prendinhas muito boas, entre elas uma wanna-be-lareira, uma camisola de Griffindor e umas pantufas de Hogwarts, uma tablete de KitKat de chocolate branco, uma camisola de malha bem catita e dinheiro que já investi nuns botins de conforto, uma vez que tenho os pés tão malogradamente magros, ossudos e picuinhas que preciso de calçado apropriado para séniores com extremidades de gnomo.

 

 

Pronta para Hogwarts! 😍

Uma foto publicada por Beatriz Canas Mendes (@beatrizcanasmendes) a

 

 

Quando tens o quarto mais frio da casa e recebes uma lareira - melhor presente de sempre!!! 🎁🎄

Uma foto publicada por Beatriz Canas Mendes (@beatrizcanasmendes) a

 

Findo o Natal, e ignorando o facto de que mal escrevi sobre ele, o ano novo aproxima-se. Com ele, novas listas de livros que gostaria de ler, alguns objectivos que espero cumprir e - mais do que tudo - muitas questões que o fim eminente da minha licenciatura traz.

 

Let the games begin!

Beatriz ♥ Newcastle #4 - última semana de aulas + Edimburgo no fim-de-semana

 

 

No topo do new castle que deu nome à cidade.
A vista de lá de cima para Gateshead, na outra margem do rio Tyne.
Portuguese National Night!!!
"Última Ceia" no jantar de encerramento do curso. Molho de barbecue (aka BBQ) aos montes num cozido? Check. Se gostei? Nem de perto, nem de longe.
Fringe Festival em Edimburgo, um grande acontecimento cultural na capital da Escócia. Milhares de pessoas nas intransitáveis ruas da cidade!
Durante The Potter Trail, uma visita guiada pelos pontos de Edimburgo que inspiraram a J. K. Rowling enquanto escrevia a saga: o túmulo de um tal de "Thomas Riddell" e da sua família - um entre tantos outros cujo nome foi reinventado e aproveitado pela autora para as suas personagens. Esta foi uma visita guiada totalmente gratuita e a guia, uma rapariga pouco mais velha do que eu, era um amor de pessoa. Não paguei, mas contribuí para o saco das gorjetas. Potterhead approved!
Palace of Holyroodhouse: a modesta casa de férias da rainha. Terrível...
... como podem comprovar pela minha expressão de horror e desdém, no meio de um dos jardins mais feios onde já pus os pés.
E pronto, comida indiana como último jantar em Newcastle, depois de voltar de Edimburgo, com o resto das colegas e dos professores portugueses. Depois duma quinzena gastronomicamente exasperante (se algum dia forem a Inglaterra, preparem-se para NÃO encontrarem carne ou peixe fresco, só comida processada e/ou congelada), optei pelo tipo de cozinha mais próximo da portuguesa - a indiana, como observou o meu pai, ao ouvir o meu relato - com uma Chicken Tikka Masala para lá de boa, apesar de picante.
***
Quanto ao regresso - como há sempre uma surpresa reservada por cada viagem que se faça -, esse já foi atribulado q.b., com o autocarro a morrer no meio da auto-estrada, a mais duma hora de distância de Manchester. Tuga que é tuga desenrasca-se, mas, em terras de Sua Majestade, tal verbo é desconhecido e, mais do que isso, impensável. Após uma hora desperdiçada em que ficámos apenas estacionadas na berma e a suplicar por um táxi ou qualquer outra alternativa que nos pudesse levar ao aeroporto de Manchester a tempo do vôo, lá chegou outro autocarro que - IMAGINE-SE - seguia para o centro de Manchester. Quem quisesse ir para o aeroporto (na periferia da cidade), que pedisse ajuda na estação de autocarros, quando lá chegasse. Escusado será dizer que tudo o que era português (nós as 5) se encontrava já à beira dum ataque de nervos, com a falta de jeito para dos ingleses para se desembrulharem de situações complicadas e sob pressão. Já na Manchester Coach Station, depois de nos prometerem um táxi que não tinha maneira de vir, valeu-nos um taxista que pagámos por nossa conta e risco, um tipo que não me lembro se era indiano ou doutra nacionalidade asiática. Lembro-me apenas que, muito graças a ele, chegámos a tempo do fecho do check-in e de recuperarmos o fôlego de 4 horas de stress e 10 minutos de corrida até chegarmos ao sítio certo no terminal.
Enfim, adoro as peripécias duma boa viagem e esta foi, no mínimo, engraçada. Cansativa... mas engraçada! Guardarei óptimas recordações da minha primeira aventura by my own.
(Nota: só é pena que as minhas publicações estejam a sair-me todas esteticamente desconfiguradas. Desculpem lá qualquer coisinha.)

Beatriz ♥ Newcastle #3 - EU FUI A HOGWARTS!

Alguns dos momentos do último Sábado, em Alnwick, a uma hora de Newcastle...

 

 

Este lugar é-vos familiar? Contextualização aqui. Oh, oh...!

 

 

Detesto a minha vida.

 

 

Chovia muito.

 

 

Livraria Barter Books - novidades no Procrastinar Também é Ler para breve.

 

 

Visto na casa-de-banho da Barter Books.

 

 

Nota: não sei o que se passa com as minhas fotos, mas todas elas desconfiguram de tamanho depois da publicação. Ai, ai.

Harry Potter e a Idade e o Uso Não Perdoam

Todos os meus livros estão extremosamente bem estimados. Tenho-lhes muito, muito amor. A minha roupa está quase sempre amarfanhada e deixada ao deus-dará nos armários (desculpa, avó!), tenho bugigangas espalhadas por tudo quanto é sítio e, no geral, sou uma desarrumadora compulsiva (até ao momento em que me revolto comigo mesma e decido levar a cabo uma reviravolta de arrumação e limpeza milimétrica, para aí de três em três meses). Mas, como eu vos estava a contar antes deste breve devaneio, procuro deixar os meus livros o mais imaculados possível enquanto os leio. Não os enfio ao calhas nas mochilas, não escrevo em cima delas, não os abro até vincar a lombada e evito dobrar-lhes os cantos às capas. Ah, e raramente os empresto, não se vá dar o caso...

No entanto, agora que ando a reler todos os livros do Harry Potter (actualização: 4 lidos em 7), ao fim de algum tempo sem lhes pegar, começo a reparar e a relembrar como os tenho deixado ao longo dos anos. Sim, são livros que têm muitos anos... E que têm tido uma existência deveras atarefada, muito lidos e remexidos, sem descanso em certas alturas! Ainda por cima, a qualidade do papel e das capas deles não é a melhor - pelo menos, as versões originais em português que eu tenho, não se tratam dessas novas edições todas pimpolhas que decidiram lançar há coisa de uma dúzia de meses.

O que se encontra em pior estado é o "Harry Potter e o Cálice de Fogo". Acabei de o ler ainda agora e tem a capa dobrada, os cantos maltratados e o exterior das páginas um bocado amarelado (apesar de, no interior, se encontrar branquinho de neve... ai de mim...!). Os restantes, na sua maioria, estão praticamente como se tivessem acabado de sair do escaparate do supermercado, tirando um ou outro, que a idade toca a todos, mesmo aos livros.

Os meus Harry Potters são os meus filhos pródigos, os meus mais-que-tudo, que podem não ser as melhores obras literárias do mundo, mas que têm um significado pessoal e emocional para esta que vos escreve e que não se iguala ao sentimento que reserve para outro livro qualquer. Podem ter um aspecto rafeiroso, mas não é à falta de estima, muito pelo contrário. Essas máculas são a prova de como saíram imensas vezes das prateleiras, de que nunca deixei de lhes arranjar um propósito na minha vida e de que precisei deles. Da companhia deles, ponhamos a situação nestes termos. Foram os primeiros livros por que me apaixonei - ou a minha primeira grande paixão, antes de qualquer outro marmanjão pelo qual tenha estado embeiçada nos primórdios da minha adolescência. Lembro-me de ter andado a juntar mesadas para os comprar, lembro-me de a Inês ter os dois primeiros livros e de mos ter dado porque não os apreciava, lembro-me de o "Harry Potter e a Ordem da Fénix" estar esgotado em todo o lado e de tê-lo andado a procurar incansavelmente, lembro-me de ter tido uma gripe terrível e de a minha avó me ter oferecido o "Príncipe Misterioso", lembro-me de andar ansiosa durante semanas pela saída dos "Talismãs da Morte", porque a Cassandra me tinha emprestado a versão inglesa, mas eu ainda não dominava a maior parte das palavras e tornava-se difícil entender tudo.

 

Ou seja, quanto mais "bato" aos meus Harry Potters, mais gosto deles. Cheios de vincos, mas desmesuradamente preciosos e adorados.

Desafio Harry Potter - balanço #1

Já li o primeiro livro, "Harry Potter e a Pedra Filosofal", e continuo a gostar tanto da saga quanto antes, acrescendo a actual nostalgia que sinto cada vez lhe pego. Os erros da tradução e edição da versão portuguesa continuam lá, mas sempre dei por eles e nunca lhes liguei (não seria praticamente uma década depois que me iria importar!). Segue-se "Harry Potter e a Câmara dos Segredos" - bring it on!