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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Ex.mos professores correctores,

Segundo as minhas contas baseadas nos critérios de avaliação, disponibilizados pelo GAVE, do exame de História A, resolvido esta tarde, a 25 de Junho de 2013, terei um 17,5 certinho. Tenham a gentileza de conferir milhares de vezes as vossas até baterem certo com as minhas, para que eu tenha exactamente a nota de que preciso para subir o meu 16 a História A e entrar em Ciências da Comunicação na FCSH, sem recorrer à segunda fase.

 

Muitíssimo agradecida.

 

O Massacre não massacrou muito

É verdade, meus caros, o exame nacional de História A, ao contrário do que todas as expectativas apontavam, não era assim grande espingarda. Os únicos requisitos para se ter uma nota suficiente às nossas ambições eram sabermos ler e interpretar textos e imagens. O primeiro grupo, com o mapa e a pintura, eram os mais difíceis, a par da pergunta de desenvolvimento do segundo grupo. De resto, as fontes davam-nos praticamente as respostas de mão beijada. Mê'mo ali, escarrapachadinhas que nem sardinhas na brasa. Fantástico. E eu também me sinto fantástica, por sinal! A minha reacção não teve nada que ver com a pancada de zombie que me deu após o exame de Português. O único medo que guardo neste momento - e que é mínimo - é estar a festejar demais e depois vir a desiludir-me, mas digamos que, se eu tiver menos do que um 17,5, o caldo vai-se entornar e queimar uma cidade inteira. A sério. É que aquilo... era demasiado fácil. Demasiado. Já vos disse que saí feliz? (Cheia de calor, mas feliz!)

 

Afinal, sobrevivi com alguma margem de conforto. Se vos tiver corrido tão bem quanto a mim, penso que desta já se safaram. Uh uh...!

O Massacre

Chamemos-lhe O Massacre. Em nada se assemelha ao holocausto, mas preocupa-se com ele. Ninguém vai morrer, mas há que saber de mortes. Nem sequer é uma obra de arte, mas também a deve abordar. Falo do exame nacional de História A, pois claro, a ocorrer dentro de sensivelmente duas horas. Ai. Ai. Ai. Que dor. Ainda nem o vi e já sei que vou ter de ir à segunda fase.

E eu não quero ir à segunda fase!

Quero ter uma boa nota na primeira para poder entrar na universidade NO PRIMEIRO DIA e não DUAS SEMANAS DEPOIS. Em toda a minha carreira de estudante, nunca pensei que, num futuro que se materializa agora, graças ao raio de um exame de História, eu me encheria desta parva ansiedade. Não gosto nada desta sensação. É como uma voz mesquinha que me martela ao ouvido "não vais conseguir", vezes sem conta, insistentemente. Portanto, resta-me ignorá-la e tentar relaxar até à hora d'O Massacre.

O Massacre não me causará mais do que um curto e simples vómito, um revirar inconsciente das tripas. O Massacre não significará mais do que duas horas e meia da minha vida com os miolos a estoirar. O Massacre não me causará uma única dor de cabeça! Porque com o que O Massacre não conta é que eu me tenha matado a preparar para ele. Estúpido!

 

Aos meus colegas de armas e livros, muito boa sorte. Havemos de sair de lá vivos.

má nota, boa nota

Não me queixo muito: tive 15,2 no primeiro teste de História A do ano. Sim, fiquei desiludida por ter estudado imenso e não ter visto resultados proporcionais ao esforço, mas, se relativizar a situação, podia ter sido pior. Hoje, também recebi o primeiro teste de Filosofia e, surpresa das surpresas... tive a melhor nota à disciplina em três anos - 17! Ainda vai ser desta que começo a entender o "bicho", querem lá ver?

Já lá vão dois testes avaliados. Faltam sabe-se lá mais quantos...

 

A acompanhar...

má nota, boa nota

Não me queixo muito: tive 15,2 no primeiro teste de História A do ano. Sim, fiquei desiludida por ter estudado imenso e não ter visto resultados proporcionais ao esforço, mas, se relativizar a situação, podia ter sido pior. Hoje, também recebi o primeiro teste de Filosofia e, surpresa das surpresas... tive a melhor nota à disciplina em três anos - 17! Ainda vai ser desta que começo a entender o "bicho", querem lá ver?


Já lá vão dois testes avaliados. Faltam sabe-se lá mais quantos...


 


A acompanhar...


agora é que eles nos lixaram bem lixadinhos!

   É oficial: caros colegas que também frequentam o ensino secundário, as nossas aspirações a sermos médicos, jornalistas, famacêuticos, escritores, advogados [...] ou preguiçosos com canudo ACABARAM. Pelo menos, para alguns... Porquê?, perguntam vocês, como se já não tivessem ouvido falar desta nova legislação. Por causa disto:



   Pensaram os governantes [com diplomas passados a um Domingo] deste nosso país "temos que lixar todos os portugueses". Já lixaram os nossos pais, os nossos avós, os nossos tios e todos os que pagam impostos. Mas como lixariam eles os que ainda não são contribuintes? COMO?! Como lixariam eles os jovens estudantes? " 'Bora chumbá-los e dar cabo dos seus sonhos académicos!"


   Não sei quem raio se lembrou de tal mesquinhice, mas lá que o timing não foi nada indicado, lá isso não foi. "Ah e tal, não vamos retirar já a nota de Educação Física da média do secundário a toda a gente, só aos que entram agora no 10º ano, mas, se estamos a falar de exames, a coisa já é diferente. RAZIA TOTAAAAAAL!", gritou um qualquer cro magnon do Ministério da Educação, género Rambo... ou King Kong. Portanto, aqui vai a notícia simplificada para os mais desatentos: de ora em diante, toca a estudar a totalidade da matéria das disciplinas trianuais, desde o 10º até ao 12º, que isto aqui não há estatutos especiais para ninguém. Português, Matemática A, História A e Desenho A- são esses os exames nacionais que, segundo a nova legislação, passam a contemplar os três anos de matéria.


   É certo que, antigamente, a matriz dos exames era elaborada deste modo, com conteúdos de todos os anos do respectivo ciclo, o que, ainda assim, não me convence. Não me convence! Pelo menos, aos alunos que frequentam este ano o 11º ou 12º. Se só agora entram em vigor as novas directrizes, estas só se deviam aplicar aos que iniciaram agora o 10º ano. Faz sentido, certo? Não me parece muito positivo que, durante dois anos lectivos, me tenham preparado para que a matriz dos exames nacionais que terei de realizar daqui a oito meses se cinja somente ao último, rebentando a bomba neste momento da parada. É totalmente anti-pedagógico!


 


   Dito isto, colegas, caso se encontrem tão escandalizados com esta situação quanto eu, assinem a petição que, mesmo podendo não resultar em nada, serve para mostrarmos a nossa indignação ao Ministério da Educação. AQUI. Demora um minuto a preencher e, se formos muitos a assiná-la, pode ser que o caso se torne relevante o suficiente para ser repensado. Neste momento, já somos mais de 1430 - e, quantos mais, melhor!


   Boa sorte, em todo o caso...

agora é que eles nos lixaram bem lixadinhos!

   É oficial: caros colegas que também frequentam o ensino secundário, as nossas aspirações a sermos médicos, jornalistas, famacêuticos, escritores, advogados [...] ou preguiçosos com canudo ACABARAM. Pelo menos, para alguns... Porquê?, perguntam vocês, como se já não tivessem ouvido falar desta nova legislação. Por causa disto:

   Pensaram os governantes [com diplomas passados a um Domingo] deste nosso país "temos que lixar todos os portugueses". Já lixaram os nossos pais, os nossos avós, os nossos tios e todos os que pagam impostos. Mas como lixariam eles os que ainda não são contribuintes? COMO?! Como lixariam eles os jovens estudantes? " 'Bora chumbá-los e dar cabo dos seus sonhos académicos!"

   Não sei quem raio se lembrou de tal mesquinhice, mas lá que o timing não foi nada indicado, lá isso não foi. "Ah e tal, não vamos retirar já a nota de Educação Física da média do secundário a toda a gente, só aos que entram agora no 10º ano, mas, se estamos a falar de exames, a coisa já é diferente. RAZIA TOTAAAAAAL!", gritou um qualquer cro magnon do Ministério da Educação, género Rambo... ou King Kong. Portanto, aqui vai a notícia simplificada para os mais desatentos: de ora em diante, toca a estudar a totalidade da matéria das disciplinas trianuais, desde o 10º até ao 12º, que isto aqui não há estatutos especiais para ninguém. Português, Matemática A, História A e Desenho A- são esses os exames nacionais que, segundo a nova legislação, passam a contemplar os três anos de matéria.

   É certo que, antigamente, a matriz dos exames era elaborada deste modo, com conteúdos de todos os anos do respectivo ciclo, o que, ainda assim, não me convence. Não me convence! Pelo menos, aos alunos que frequentam este ano o 11º ou 12º. Se só agora entram em vigor as novas directrizes, estas só se deviam aplicar aos que iniciaram agora o 10º ano. Faz sentido, certo? Não me parece muito positivo que, durante dois anos lectivos, me tenham preparado para que a matriz dos exames nacionais que terei de realizar daqui a oito meses se cinja somente ao último, rebentando a bomba neste momento da parada. É totalmente anti-pedagógico!

 

   Dito isto, colegas, caso se encontrem tão escandalizados com esta situação quanto eu, assinem a petição que, mesmo podendo não resultar em nada, serve para mostrarmos a nossa indignação ao Ministério da Educação. AQUI. Demora um minuto a preencher e, se formos muitos a assiná-la, pode ser que o caso se torne relevante o suficiente para ser repensado. Neste momento, já somos mais de 1430 - e, quantos mais, melhor!

   Boa sorte, em todo o caso...

daquelas surpresas pelas quais não esperamos, nem que o mundo acabe

   Normalmente, uma adolescente de férias (citando um exemplo concreto - eu) começa as suas manhãs com uma rotina que rejeita qualquer pensamento ou trabalho escolar. Levanta-se, toma o pequeno-almoço, faz a cama, passeia pelo quarto, passeia pela casa, canta, toca guitarra, olha pela janela, ouve os vizinhos a falarem na rua, faz a depilação às sobrancelhas, encharca as mãos em creme, lê o manual de instruções dos Sims, vai ao Facebook, vai ao Hotmail, vai ao contador de visitas do blogue... Até que alguém a lembra que tem teste de História daí a quatro dias, logo no início do período, porque ter testes lá para o princípio de Maio é para preguiçosos.

RANDOM COOLNESS - ou - OS 5 DESEJOS DO MOMENTO

Sabem o que seria fixe?


 


1. Pararem de me enviar mensagens-corrente, principalmente aquelas sobre causas humanitárias da carochinha, aquelas que trazem milhentos vírus e aquelas que recebo desde o quinto ano, que só dão é vontade de... "Del".


2. Eu ter dinheiro para comprar um portátil. Mas, como em tudo em Portugal, o pobre coitado do meu computador só poderá reformar-se aos 65 (só lhe faltam 57, ufa!) e não existe capital para contratar mão-de-obra jovem e inovadora - se é que me entendem.


3. A professora de Geografia A parar de adiar a data de entrega dos trabalhos, porque isso baralha mesmo uma pessoa, acreditem ou não.


4. Eu ter conseguido ver ou tirar fotos ao enunciado do teste de História A (marcado para sexta-feira), de que a professora se esqueceu dentro do livro de ponto. Seria muito mais fácil tirar um 20. Infelizmente, tal oportunidade não se proporcionou. What a shame...


5. Eu não ter de fazer uma apresentação de CACA - perdoem-me a expressão - para Inglês. Acho que já estamos todos fartos de saber como poupar energia. Saving Energy Tips = Bull Sh*t.