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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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As maiores falhas dos jovens portugueses no engate do Tinder

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Cá estou eu de volta para mais desenvolvimentos na minha investigação estritamente académica sobre o assunto "Tinder"! Contudo, temo que este seja um dos últimos capítulos, por isso aproveitem enquanto dura.

 

Eu não sei o que é que anda na cabeça de certas pessoas, mas alguns dos jovens portugueses presentes no engate do Tinder devem ter lá dentro... cocó. Só pode. Bem, não digo cocó, mas por vezes é difícil acreditar que será um cérebro o conteúdo em destaque. Lembram-se do que eu escrevi aqui, sobre os "As 16 piores opções para engate no Tinder"? Este é o capítulo seguinte.

Vejamos... Aqui seguem os erros mais comuns dos jovens portugueses (homens) no Tinder, mais ou menos entre os 22 e os 30 anos.

 

1. Põem uma foto. Uma. 

Caríssimas meninas, alguma vez sonharam encontrar o príncipe encantado recorrendo à estratégia do "amor à primeira vista"? Neste caso, apresento-vos a estratégia "amor à primeira (e única) foto". Sem mais nada. Com sorte, o nome e a idade. E, ainda por cima, vão ter de decidir se vale a pena apostar no João, 25, julgando apenas uma cara igual a todas as outras por trás duns óculos escuros do chinês.

 

2. Não escrevem nada na descrição

Palavras para quê? O João, 25, que até é bem giro de óculos escuros e tem bons dentes, decidiu que aquela segunda foto ao lado duma prancha de surf diria tudo o que é necessário para que o mulherio se passasse da cabeça e o contemplasse com uns swipes gostosos. Para boa entendedora, duas fotos pixelizadas bastam. 

Aliás, este é um excelente indicador do esforço que o moço poderá vir a empreender num futuro conhecimento pessoal.

 

3. Escrevem apenas a altura na descrição

"1,83m 😉" Parece piada, mas não. O João, 25, além de ficar bem de óculos escuros, ter bons dentes e ter feito uma aula trial de surf na Costa da Caparica, é assim a atirar para o alto. Dá jeito saber, caso nos apeteça comprar-lhe uma pecinha de roupa a tempo do primeiro encontro.

Como é óbvio, estou ciente de que o Tinder é uma plataforma de engate de todos os tipos e que nem toda a gente anda à procura do próximo Mr. Husband. No entanto, a ter de ir para a cama com alguém, não magoava saber se prefere sushi ou pizza. A altura pode ser um indicador eficiente para outras medidas (se a regra da proporcionalidade existir, if you know what I mean), mas... calma.

 

4. Açacinam a língua portuguesa 

Mas nem tudo está perdido, porque, pelo menos, ficamos a saber que o João, 25, é impilhador de caixas no Continente da Quinta do Conde, e que gosta de sair para comer fêberas.

 

5. Falta de criatividade

Bem, bem, felizmente ainda temos o Manuel, 26, para nos consolar. Tem quatro fotos (duas de corpo inteiro e duas com o palminho de cara visível), diz que quer conhecer pessoas novas, gosta de festivais de música e até aguenta serões de comédias românticas.
Então, o Manuel decide encetar conversa connosco.
"Olá, td bem? 😋"
É isto.

(Esta publicação foi escrita de manhã; à tarde, já tinha recebido um "Olá" - sim, ainda há quem consiga mostrar menos criatividade, entusiasmo, interese...)

 

6. Morrem para a conversa

Mas nós damos uma chance ao Manuel, porque ele não foi mau de todo e disse olá. Trocamos umas linhas de conversa promissora, uns "ahaha" e uns emoji pelo meio, nós pensamos que não deve estar a correr muito mal e, do nada, o Manuel deixa de responder. Puft, gone with the wind, mas sem fazer unmatch.

 

7. Não correspondem, falta-lhes uma dose de bom senso

Vamos a ver, ainda temos o Filipe, 28, com quem conseguimos trocar mais de seis frases. Ele até demonstra que leu a nossa descrição, estudou o caso. Contudo, sem aviso prévio, o Filipe pergunta "então, e o que é fazes mais, sem ser ligar a essas coisas chatas dos livros?" Perante este cenário, uma pessoa dá a entender que não vai dar. Ele desculpa-se, que é um rapaz mais prático, das engenharias, estão a ver?

 

Vade retro.

 

8. Fazem match e não comunicam

Na última semana e meia, fiz match com mais ou menos 14 itens (ahahaha, itens): um deles o amor anterior (eu avisei que isto poderia acontecer, o pessoal bate mal da mioleira e depois anda a picar-se), com dois comecei eu a conversa, outros quatro começaram eles, e os restantes... Zero. Fizemos match e agora está tudo às moscas. Assim não vamos a lado nenhum, amigos! Nem um olá, como disse o outro? A probabilidade não deveria ser que, no mínimo, 50% da iniciativa devesse partir do outro lado?

 

Desta forma, dou por encerrada este lavar de roupa suja tinderesca... por hoje. Provavelmente, para sempre, porque estou a um saltinho de eliminar esta pouca vergonha - não pelos princípios da rede social, mas sim por causa de quem lá encontramos... ou não encontramos, nem que seja porque, quem vale a pena conhecer, já não deve precisar de andar em redes sociais deste género.

 

Nota: tudo o que deixei aqui registado aconteceu-me mesmo, verdade-verdadinha, mas as personagens são compósitas e os meus comentários, frequentemente, ácidos.


Além disso, calma, garanto que já houve uma estatística positiva. Uma, que não foi infeliz, por isso continuo a acreditar que vale a pena tentar por um bocadinho (mas não por demasiado tempo, depois concluímos que o mercado está saturado, ponto final). Quem não arrisca não petisca, não se perde nada, gente solteira que está a pousar os olhinhos nestas palavras! Toca a andar, tudo a instalar o Tinder para proceder a estudos académicos da mais elevada seriedade! 

As 16 piores opções para engate no Tinder

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Depois duma investigação académica muito profunda e cientificamente ética (neste caso, cerca de duas horas acumuladas a fazer swipe left e swipe right) apresento-vos as piores opções para engate no Tinder, num raio de 30 km a partir dos subúrbios de Lisboa. Este estudo baseia-se numa pesquisa de carácter meramente experimental, mas o catálogo já é extenso. No entanto, fica já a nota de que, no Tinder como no mundo, há homens para todos os gostos  (e mulheres, provavelmente, mas deixo essa investigação para um futuro próximo e para quem de respeito).

 

Preparadas, mulheres heterossexuais solteiras e/ou malandras deste país, principalmente da margem Sul de Lisboa? Querem saber as pérolas que vos esperam? Aqui vai a minha colectânea.

 

1. O que está a fumar ganza na foto de perfil
2. O que tem a mãe na foto de perfil
3. O que mostra as maminhas
4. O desfocado
5. O artista com barba de três meses e cabelo salteado em óleo Fula
6. O teu ex-namorado
7. O "🍺🍻"
9. O que tem os amigos todos na foto de perfil, não se percebendo de quem é a conta
10. O que tem a melhor amiga/namorada/ex-namorada na foto de perfil
11. O que tem uma criança na foto de perfil
12. O que mostra o carro
13. O que só tem selfies em close-up
14. O machão-mitra
15. O que avisa logo que só quer nudes
16. O amigo solteiro que tu mesma convenceste a ir para o Tinder e com quem fazes match só pela piada de enviarem piropos e piadas porcas um ao outro 

 

E, como nas cartas do Pokémon ou nos cromos do Lidl, se tiverem itens para troca, deixem registado na caixa de comentários. 

Os fraldários

Provavelmente, este tema já há-de ter sido discutido na blogosfera ou, seja como for, somewhere. Ou não. Mas quero acreditar que sim.

Quero falar de fraldários. Quero escrever sobre os fraldários, quero fazer incidir um bocadinho de atenção sobre esses equipamentos que assomam o nosso caminho logo à porta das casas-de-banho públicas, daquelas que se podem encontrar nas estações de comboios, nos centros comerciais, nas bombas de gasolina, nos parques e jardins... Por aí. Não é que pretenda tornar o tópico numa larga discussão, mas os fraldários andam aqui a dar-me uma comichãozinha.

 

 

Lanço a ideia com uma simples questão: onde costumam estar os fraldários? Nas casas-de-banho das mulheres, é onde eles costumam estar, os ditos cujos! Já me tinha apercebido disso antes, mas hoje tive uma espécie de epifania ao cruzar-me com um.

 

 

Ser desleixada ou não, eis a questão!

No outro dia, maquilhei-me "mais a sério": uma camada de base finíssima, risco e sombra nos olhos, batom q.b.. De facto, não sou menina de me encher de pós e correctores, de primers e de iluminadores. No que toca à roupa, também não ia malzinho de todo, mas pronto, não consigo trocar a minha mochila por mala feminina alguma deste mundo.

Pronto, caiu o Carmo e a Trindade! Cheguei à faculdade e logo duas ou três pessoas me perguntaram, automaticamente, se eu iria encontrar-me com o meu namorado, que estava toda composta, maquilhada, arranjada, blá blá blá. Um ex-colega do Ricardo, ao saber que não, eu nem estaria com ele nesse dia, chegou mesmo a dizer que iria fazer-lhe queixinhas do meu aspecto, como se eu fosse uma criminosa e não tivesse o direito de ter mais cuidado com o meu aspecto num determinado dia. Sei que foram comentários meio a brincar, mas deixaram-me estupefacta com o tipo de mentalidade que ainda se mantém na cabecinha das pessoas.

Então eu só posso estar bonita para agradar ao meu namorado? Só posso arranjar-me se for ter com ele? No resto dos dias, posso (devo!!!) ser a pior Maria Rapaz de sempre, posso andar toda oleosa, maltrapilha e desmazelada, sem respeito por mim própria e pela minha imagem? Ah!, mas se calhar ando a dar umas facadinhas à relação, embonecando-me para outro, que isto nunca se sabe.

Que lindo...

 

Não, eu digo não!

Há dias em que me sinto mais feminina, há outros em que não. Há dias em que acordo cheia de pica para me encher de perfumes, maquilhagens, desodorizantes, cremes e loções várias, e depois visto o meu melhor casaco, com a minha melhor camisa, com as minhas melhores calças. Há outros em que me contento com o creme hidratante na cara, com uma camisola de malha, as calças que encontrar primeiro e ala, que se faz tarde! Tenho direito à minha própria maneira de expressão individual e social, tenho direito a parecer ranhosa ou maravilhosa, consoante me sinta de corpo e espírito para isto ou aquilo.

Quando andava no secundário, arranjava-me mais do que me tenho arranjado no último ano de faculdade, mas agora estou a tentar mudar o péssimo hábito de me desleixar. Sim, ando cansada, não me sobra tempo nem para espremer borbulhas. No entanto, a maneira como cuido de mim também transmite aos outros o meu potencial, por isso escolho sacrificar alguns minutos de sono para construir uma imagem de mim própria que deixe uma boa impressão nos outros e que me faça sentir confortável, reflectindo o que sou por dentro: esforçada, dedicada, animada e confiante.

No século XXI, já não deveria ser normal pensar-se que as mulheres só se arranjam para satisfazer os homens. Nós, o nosso corpo e - veja-se - o nosso cérebro valemos por nós. Não me considero uma feminista de grande monta, mas defendo que há certas ideias do suposto senso comum que devem ser, inevitavelmente, combatidas.

 

Mas isso sou eu, que sou uma badalhoca!

As loiras deste país podem não ser burras, mas são falsas

Em jeito de achega à crónica da Mó da Silva ("E se lhe dissesse que nem todas as mulheres têm de ser loiras?"), na NiT, que foi a primeira opinião acerca das loiras-não-loiras publicada nos meios de comunicação que corresponde à minha visão acerca do assunto.

 

Nunca fui com a moda de pensar que as loiras são burras. Oh não, isso só deve acontecer nas anedotas. No entanto, sempre reparei na quantidade de loiras que Portugal alberga. Principalmente a partir dos 25 anos, parece que todas as mulheres sentem pressão para se tornarem loiras e, se não pintarem completamente o cabelo, umas quantas madeixas hão-de de as salvar parcialmente de serem ruivas ou morenas - ou, ainda pior, loiras escuras.

Sinceramente, esta coisa de se ser loira é uma grande treta. Há demasiadas loiras e pouca criatividade. Já é uma cor de cabelo três biliões de vezes batida. Sim, é comum uma mulher portuguesa caucasiana já ter sido loira em pequena, mas é triste ver que até as mulheres pretas, asiáticas e latinas caem na asneira de se tornarem... loiras. (Beyoncé, esta é para ti, sua pindérica.)

Por que é que há esta ditadura, esta parvoíce? É certo que se lêem por aí alguns estudos científicos que comprovam que os homens gostam mais de mulheres de cabelo claro, porque isso denota juventude e fertilidade. Mas, vá lá, o homem moderno até foge a quinze pés quando vê as raízes pretas/castanhas/ruivas de fora. O homem moderno já não anda a caçar mamutes como andavam os homens pré-históricos. Agora, o homem moderno é um tanto ou nada mais sofisticado. Consegue somar raízes pretas mais pontas amarelas-canário. Dah! O homem moderno cresceu com uma mãe loira-pintada, por isso já conhece todos os truques de descoloração e pintura, até mais do que a própria mulher loira-pintada!

Querem um exemplo? Olhem para a Angelina Jolie. Ponham os olhos naquela mulher. Não simpatizo particularmente com a rapariga, mas tenho de lhe tirar o chapéu por, pelo menos nos últimos anos, nunca ter tido a brilhante ideia de se tornar loira, nem para se parecer mais à Jennifer Aniston (assim numa tentativa de refrescar a memória ao Brad Pitt)! Ponham os olhos também na Sofia Vergara, na Mila Kunis, na Emma Watson (nesta última, só de vez em quando). São podres de giras, mesmo sem serem loiras! Ruivas, morenas ou assim-assim, se eu fosse homem, preferia uma voltinha com uma delas do que com as Madonnas deste planeta.

 

Suspeito de que as tentativas frustradas da mulher portuguesa para se tornar forçosamente loira devem ter algum fundamento histórico relacionado com a competição contra as mulheres inglesas. Lamento informar, mas a mulher portuguesa comum não é descendente dos escandinavos, é descendente dos mouros, dos fenícios e dessa gente toda bronzeada que veio do Mediterrâneo. Não se pode enganar a genética nem o arzinho de quem andou a navegar durante duzentos anos pelo mundo fora e a procriar com gente de todas as raças e feitios.

Eles lêem todos pela mesma cartilha

Esta é uma história verídica sobre mim e duas amigas minhas que são irmãs. Uma tem 20 anos, eu tenho 19, a mais nova tem 17. Idades e personalidades totalmente diferentes. No entanto, em determinada altura da nossa vida, tivemos de levar com um ou mais elementos do mesmo grupo de amigos (rapazes) a darem-nos em cima (salvo seja) à força toda.

No meu 11º ano, levei eu com um (e suspeito de que outra amiga nossa ainda terá levado com outro). E, no 12º, houve ainda mais um que tentou, mas depois comecei a namorar com o Ricardo e o nosso grau de fofice deixou claro para toda a gente que as chances de o nosso namoro não sobreviver eram nulas.

No ano passado, a minha amiga mais velha levou com outro.

Neste momento, a mais nova tem levado ainda com outro.

Além disso, como eles são todos uns inadaptados sociais, parece que efectuam mais de 80% dos contactos relevantes connosco por mensagens de texto (se é que dizerem que vão fazer cocó quando estão no McDonald's seja considerado um contacto relevante).

Então, anteontem, quando nos encontrámos, começámos a comparar as abordagens das criaturas em relação a cada uma de nós, em anos diferentes, com idades diferentes. Resultado: lêem todos pela mesma cartilha. As dicas são as mesmas. As piadolas estúpidas têm origem nos mesmos contextos. Começam a falar connosco com o pretexto de conseguirem conselhos para conquistarem não sei quem. Quando nos chateamos deles, a reacção que têm é semelhante (fazerem-se de coitadinhos, acusarem-nos de sermos X, Y e Z, clamando em simultâneo que gostam mas é de outras, que só querem ser nossos amigos, etc etc). É que até os erros ortográficos são iguais! É TUDO IGUAL! Grrrr!

Será que esta gente não pensa? Será que são assim tão cro magnons que acham que nos podem enrolar com três cantigas? É que já lá vão 4 anos com o mesmo guião a ser rodado. Eles estão desesperados e são desesperantes. E todos eles têm entre 19 e 22 anos!!! (Suspeita-se de que nenhum dos mencionados tenha tido alguma vez namorada.) E continuam a ser tão anormais e tão sociopatas quanto seria um menino de 12 anos com as hormonas frescas a quererem arejar! 

Provavelmente isto é um mal comum a muitos engraçadinhos e respectivos alvos, mas deixar de expor estas pérolas seria crime - nem que seja com o intuito de vos relembrar que há criaturas como estas por aí e que muitas raparigas e mulheres correm perigo de se tornarem o seu próximo objecto de adoração e perseguição.

 

Prendas de Natal para o namorado - 2014

Estou decidida a colmatar a minha permanente ausência com conteúdos bestiais e que vão rebentar-vos a cabeça (em Inglês soa melhor, blowing your minds). O que interessa é que eu estou mesmo a ver o que as leitoras deste blogue querem e aposto que é uma lista de prendas de Natal para darem aos namorados. Afinal, não é o que todos os blogues prometem nesta época? Vou ajudar-vos a fazerem um brilharete!

No entanto, a minha lista é diferente de todas as outras. Além de ser realista (ou seja, apropriada para indivíduos dos 18 aos 25 anos, que querem lá saber de cachecóis, águas de toilette Calvin Klein e relógios topo de gama, ou quaisquer relógios até), é também dirigida às namoradas poupadinhas (que bem gostariam de poder comprar o último jogo de PS4, o instrumento musical que ele quer aprender a tocar, um fim-de-semana a dois em Óbidos ou uma colecção de t-shirts da Marvel), que ou precisam do dinheiro para pagar as contas ou ainda dependem dos papás. Eu sei o que é ter de procurar prendas que cumpram estes dois requisitos, pelo que considero necessário dar umas luzes a quem partilha a "luta" comigo.

Aqui vai disto!

 

1. Guias de jogos de vídeo

(Minecraft: the Official Beginner's Handbook, 9,13€ no Book Depository)

À falta dos jogos, proponho que apostem nos livros acerca dos jogos. Eles gostam de jogar e isso envolve muita técnica e táctica (digo eu). Estes guias são sempre uma escolha segura e este é apenas um exemplo.

 

2. Acessórios de informática

 Sugiro:

tapetes para o rato

ratos sem fios

adaptadores vários

colunas de som

auscultadores e fones (a sugestão de marca apresentada é apoiada especificamente pelo Ricardo)

capas para o tablet

canetas para o tablet

 

Dica: nas lojas do chinês os acessórios são mais giros e igualmente funcionais.

Dica 2: se virem que é demasiado forreta dar uma prenda de menos de 5€, façam um conjunto com vários acessórios para oferecer.

 

3. Produtos Axe

 

A Axe é provavelmente uma das melhores marcas de desodorizantes que conheço. Os coffrets (packs) também são bonitos e bastante em conta (dos 8€ aos 10€, salvo erro). No ano passado, o Ricardo até me ofereceu um coffret da edição limitada para mulher e fiquei com pena que a tivessem descontinuado. Para homem, cheira-me (ah, cheira) que os produtos Axe sejam o que as publicidades prometem: uma tentação. Sinceramente, uma lata de desodorizante de 150ml que custe cerca de 5€ não é nada cara, porque, com uma só aplicação de spray, o cheirinho fica lá o resto do dia. Também acho que os desodorizantes Axe são bons para aplicar em qualquer zona do corpo e até para substituírem o perfume. Se gostam de namorados cheirosos, Axe é a resposta às vossas preces.

 

4. Filmes, séries e CDs da Fnac

 

Sugiro particularmente a Fnac para filmes, séries e música porque tem imensos descontos em vigor antes do Natal. Além disso, mesmo sem desconto, há muita coisa que custa de 5€ a 10€ e que vale a pena. Basta procurarem com cuidado na loja para descobrirem algo que agrade à vossa cara-metade.

 

5. Chocolates Milka

Também aponto em particular para a marca Milka pela qualidade e diversidade dos chocolates e respectivos sabores (só de pensar neles, já estou a babar e a pensar em rasgar o papel de embrulho de alguns que guardei para oferecer no Natal). Apesar de não achar que valha a pena comprar as caixas de bombons (preços um tanto ou quanto puxados), as tabletes são uma óptima solução, principalmente quando se consegue encontrar descontos nos supermercados. Além disso, os chocolates Milka são tão bons que até o Ricardo, que não é assumidamente um grande admirador de chocolate, diz que com Milka é outra conversa, que para os Milka abre uma excepção.

 

Dito isto, espero ter sido útil e contribuído para um Natal com mais harmonia... e presentes que, embora não sendo muito caros, denotam que quem os oferece se preocupou com a pessoa a quem os vai oferecer. Nisso, sou uma expert!

E não, infelizmente não fui patrocinada pelas marcas para fazer lhes publicidade.

Como acabar uma relação em 5 passos

Não é que eu seja letrada na matéria (muito pelo contrário, sou melhor a manter relações do que a acabar com elas, até porque nunca tive necessidade de o fazer), mas sou uma observadora exímia da sociedade em geral e vejo-me na obrigação de espalhar o meu conhecimento pelo mundo. Há pérolas que têm de ser partilhadas! Além disso, já toda a gente está farta de conselhos para construir boas relações, para as estimar e blá blá blá, tudo uma lamechice pegada. Temos que inovar, caríssimos!

Assim, estes são alguns passos de que me lembrei serem muito úteis para acabar com uma relação a partir de dentro. Atrevo-me a dizer que, se os seguirem à risca, nem três dias ela vai durar. Depois de aplicadas estas medidas desesperadas (para situações desesperantes) é praticamente garantido que vão acabar solteiros. Mas é que de certeza!

Por isso, se não estão para dar desculpas em forma de falinhas mansas, do género "o problema não és tu, sou eu", nem serem desagradáveis e dizerem qualquer coisa do género "filha, deslarga-me, que eu quero circular e papar outras, que tu és uma sonsa frígida e cada vez que te beijo imagino a minha vizinha Cátia Maria - sim, aquela que é travesti", acreditem nas minhas palavras sábias e ponham os meus conselhos em prática. Antes que seja tarde demais!!!

 

 

1. Controlem o vosso mais-que-tudo (ou direi "um-pouco-mais-que-nada") na vida como se... só o tivessem a ele

Não há quem goste de ser controlado. Provavelmente, nem os extraterrestres devem gostar. Nem os cães. Muito menos os gatos. E desconfio que nem os pinguins vão nessa. Se estão mesmo fartos dessa pessoa e não a aguentam por mais três minutos, peçam-lhe a password do Facebook, do Instagram, do e-mail, o pin do telemóvel, a chave de casa e vasculhem tudo, tendo sempre o cuidado de invadir os perfis, eliminar das listas todos os amigos do sexo oposto (ou do mesmo sexo, dependendo da sua orientação sexual - se for bissexual, o melhor é mesmo eliminar todos) e pegar na lingerie do pai/da mãe que estava no cesto da roupa lavada e perguntar, com um ar escandalizado "ANDAS-ME A TRAIR, É???". Crises de ciumeira são para usar e abusar.

 

2. Por falar em exs, façam muitas comparações

  • Para as meninas...

Se o Hélder tomava esteróides, se calhar tu também o deves fazer. É para teu próprio bem!

Oh Danilo, tens de cortar esse cabelo. O Rui era obcecado pelo cabelo dele, sabias?

  • E para os meninos...

O meu contacto no telemóvel da Gisela tinha 5 arrobas e três asteriscos, mas tu só puseste um coração no teu. Se calhar não gostas tanto de mim como eu pensava... (aqui também entra um bocadinho de chantagem emocional)

A mãe da Liliana era mais gostosa do que a tua. Se as mães fazem as filhas à figura delas, se calhar devia ter ficado com a Liliana.

 

3. Batam-lhe

A violência não costuma ser resposta para nada, mas uns quantos pontapés e caneladas nunca fizeram mal a ninguém, não é? Uma tareia por dia mantém baixa a fasquia. Não tem muito que saber. Ah, e o objectivo não é fazer sangue (deixem de fora os punhos e as facas), é só magoar e melgar. Olhem, tentem beliscões! Colheres de pau e chinelos também valem, desde que com moderação. Esperemos que a sabedoria popular esteja errada e que o "quanto mais me bates, mais gosto de ti" não se concretize. Senão, é só tentar a terapia inversa.

 

4. Tratem-no/-na abaixo de bicho

Eu trato bem os meus bichos, mas vocês entendem a ideia. O ideal é serem mesmo inconvenientes. Não é preciso porem-se aos berros nem praguejarem.

  • Para as meninas...

Essa barba está mais espigada que os pêlos púbicos da minha avó Rosa. Hu-hum, ela faleceu em 2008, eu sei.

Até a Honey Boo Boo tem mais abdominais que tu.

  • Para os meninos...

Oh amor, hoje esqueceste-te de pôr maquilhagem, não foi?

Isso são rugas nos olhos? Aos 17 anos??? BELHAAAC!

 

5. Não lhe prestem atenção nenhuma

Joguem muita Playstation, marquem muitas girls night out, digam que têm muito que fazer durante o resto da semana para poderem passar momentos a dois (e façam questão de lhes aparecer à frente no centro comercial ou no McDonald's com o melhor sorriso que puderem pôr na cara e com o maior número de amigos/amigas/amantes possível), não lhes respondam às mensagens, não lhes atendam às chamadas...

 

Dito isto, mãos à obra, rapaziada!

Por que é que amamos, por que é que traímos?

 

Recomendo-vos este TED talk para verem nesta tarde de Domingo. A sessão já é um pouco antiga, é de 2006, a qualidade do vídeo não é a melhor mas, se tiverem a aplicação TED nos vossos Androids, a visualização é muito melhor (e com legendas em inglês).

Adoro a parte em que a Dra. Helen explica por que motivo é que os ditos amigos coloridos/amigos da cama se acabam por apaixonar. Não, não é só mais um cliché de Hollywood. É ciência, pura ciência. E é tudo uma questão de hormonas, acreditem! Além de que, depois de absorverem toda esta informação, a vossa gama de desculpas para o amor e para a atracção vai tornar-se muito mais vasta!