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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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A importância de se chamar Ricardo (Rick's stuff #4)

Não sei se será realmente verdade, mas quem se chama Ricardo deve estar predestinado à divulgação do humor, praticamente como um messias da boa disposição. Pelo menos, consigo retirar essa conclusão pelos dois Ricardos que melhor conheço: o meu namorado e o Ricardo Araújo Pereira. Também há o Ricardo Martins Pereira (aka O Arrumadinho), mas esse não é para aqui chamado, até porque nunca o achei lá muito divertido - muito pelo contrário - e a uma analista do meu calibre só lhe interessam os resultados mais favoráveis à sua tese. Continuemos.
Então, dizia eu, que estes dois Ricardos são de partir a rir. Pronto, ainda não tinha dito nada disso, mas digo agora. São duas das criaturas mais engraçadas que já nasceram neste mundo e que acabam por estar quase destinados a tornar a vida das outras pessoas mais alegre. São atrofiadores natos, têm veia crítica.
Com isto, o que eu queria concluir é que só mantenho uma relação com o "meu" Ricardo porque, caso ele siga os passos do seu homónimo, há-de fazer muito dinheiro, enquanto mete três quartos da humanidade a rir. Ou seja, esta é uma promessa de longevidade: riqueza e risos em quantidade proporcional. Não que eu ache que o RAP seja assim tão rico. Só acho que o meu namorado tem mais piada que ele, logo fará mais dinheiro, o que poderá financiar a minha vida de escritora falhada.

I ain't saying I'm a gold digger.

(Para os menos atentos, eu estava a brincar quando disse que apenas namorava com a criatura supra-mencionada pela oportunidade futura de enriquecimento que poderá representar. Estava mesmo a brincar. A sério. Eu só gosto do rapaz porque ele sabe barrar chocolate nas panquecas e manteiga no pão sem os furar, ou seja, tudo o que uma miúda poderá desejar no seu loved one, caso ela própria seja incapaz de o fazer. Não duvidem do meu sentimento!)

Pépa, querida...

Não lhe vou dizer nada que já não possa ter lido pela blogosfera dentro, mas olhe uma coisa... Você sonha em grande, não sonha? Olhe, fofa, eu cá não tenho nada contra quem sonha em grande - se você sonha com a mala da Ch'nel, eu sonho com um stock ilimitado de choc'lates e livr's pó resto da m'nha vida - mas tipo, você podia ser menos foleira a falar, 'tá a ver? É que, por muito bem intencionada que a menina seja, falar tipo à tiazoca não dá com nada em Portugal, caso não s'jamos a Margarida Rebelo Pinto, p'cebe? Pront', só lhe queria dar o recado. Beijoca (só uma, p'ra ser chique), minha linda!


já que estamos numa de humor...

Peço desculpa a todos os meus leitores que são fãs da saga Crespúsculo (ham... tal como eu, na verdade), mas este vídeo é demasiado bom para não ser partilhado. Há-de servir nem que seja para vos tirar deste marasmo de congelamento pré-Novembro, fazendo-vos largar algumas gargalhadas. Que maravilha!
(Cortesia de uma colega minha - obrigada!)

bfehjvevbhvbg, não desafiem a minha ira!

Quando ouvirem nas notícias que um rapaz de vinte anos foi assassinado à joelhada ou à bofetada na Margem Sul, denunciem-me. Fui eu que matei um amigo que acha que um bom exemplo de piada antes de ir dormir é comunicar-me que irá ser pai, mantendo a mentira a pés juntos durante praticamente cinco minutos. Se ele me queria matar de preocupação, quase conseguiu. A sorte dele é que estávamos a conversar pela Internet!

bfehjvevbhvbg, não desafiem a minha ira!

Quando ouvirem nas notícias que um rapaz de vinte anos foi assassinado à joelhada ou à bofetada na Margem Sul, denunciem-me. Fui eu que matei um amigo que acha que um bom exemplo de piada antes de ir dormir é comunicar-me que irá ser pai, mantendo a mentira a pés juntos durante praticamente cinco minutos. Se ele me queria matar de preocupação, quase conseguiu. A sorte dele é que estávamos a conversar pela Internet!

parem lá com isso, hormonas

   Ao contrário do que vos possa ter parecido na última publicação, a minha pessoa já sofreu mais com dores do foro amoroso do que do menstrual, portanto, não se preocupem, que eu sou quase tão normal quanto as restantes pessoas do mundo.


   No entanto, coiso e tal, isto de se ser adolescente e não se ter uma pilinha também custa, porque, como é certo e sabido (cof, cof) as miúdas são as que sofrem mais, mesmo depois da puberdade. Graças a este milagre a que se chama "multiplicar o povo", desde tenra idade que somos obrigadas a aguentar longas jornadas de sofrimento físico, enquanto nos esvaímos em sangue. É nojento, para quem, dos que lêem, não padece do milagre feminino, mas é verídico e, como criatura deste mundo, eu tinha de me queixar da maldita menstruação. E a verdade é que me sinto ridícula a queixar-me de algo tão banal. Passemos ao parágrafo seguinte...


   O pior não é, nem de perto, a menstruação e as dores que causa, antes e durante a sua aparição. O pior nem chegam a ser as borbulhas, porque o pior dos piores são as oscilações de humor.


   Durante um ciclo menstrual, sou capaz de experimentar mais sentimentos, estados de espírito e tendências emocionais do que um pato em toda a sua vida. Só hoje já experimentei mais do que os que uma mosca alguma vez conseguiria em cinco existências. Já me senti motivada para o estudo, já me senti eufórica, já me senti triste, fragilizada, enjoada, com dores de cabeça, sem dores de cabeça, esfomeada, abananada, aparvalhada, infantil, sexy e desmazelada, e isto é só uma amostra!


   Porém, depois de por tanto passar, continuo a não perceber como é que há raparigas que só sabem lamentar o facto de que se ser mulher dá muito trabalho, porque nós é que parimos, nós é que criamos (muitas das vezes) os filhos, nós é que temos o período e blá blá blá, porque, para mim, ser o que sou tem bastante piada. Claro que ser-se homem/rapaz/ter-se pilinha anyways deve ser igualmente divertido, mas, mesmo só por acaso, eu gosto de ter nascido miúda - até porque o meu pai queria uma (acho que já se arrependeu).


   Quero lá saber dos dramas femininos. Só tenho pena de não ter umas maminhas maiores.

parem lá com isso, hormonas

   Ao contrário do que vos possa ter parecido na última publicação, a minha pessoa já sofreu mais com dores do foro amoroso do que do menstrual, portanto, não se preocupem, que eu sou quase tão normal quanto as restantes pessoas do mundo.

   No entanto, coiso e tal, isto de se ser adolescente e não se ter uma pilinha também custa, porque, como é certo e sabido (cof, cof) as miúdas são as que sofrem mais, mesmo depois da puberdade. Graças a este milagre a que se chama "multiplicar o povo", desde tenra idade que somos obrigadas a aguentar longas jornadas de sofrimento físico, enquanto nos esvaímos em sangue. É nojento, para quem, dos que lêem, não padece do milagre feminino, mas é verídico e, como criatura deste mundo, eu tinha de me queixar da maldita menstruação. E a verdade é que me sinto ridícula a queixar-me de algo tão banal. Passemos ao parágrafo seguinte...

   O pior não é, nem de perto, a menstruação e as dores que causa, antes e durante a sua aparição. O pior nem chegam a ser as borbulhas, porque o pior dos piores são as oscilações de humor.

   Durante um ciclo menstrual, sou capaz de experimentar mais sentimentos, estados de espírito e tendências emocionais do que um pato em toda a sua vida. Só hoje já experimentei mais do que os que uma mosca alguma vez conseguiria em cinco existências. Já me senti motivada para o estudo, já me senti eufórica, já me senti triste, fragilizada, enjoada, com dores de cabeça, sem dores de cabeça, esfomeada, abananada, aparvalhada, infantil, sexy e desmazelada, e isto é só uma amostra!

   Porém, depois de por tanto passar, continuo a não perceber como é que há raparigas que só sabem lamentar o facto de que se ser mulher dá muito trabalho, porque nós é que parimos, nós é que criamos (muitas das vezes) os filhos, nós é que temos o período e blá blá blá, porque, para mim, ser o que sou tem bastante piada. Claro que ser-se homem/rapaz/ter-se pilinha anyways deve ser igualmente divertido, mas, mesmo só por acaso, eu gosto de ter nascido miúda - até porque o meu pai queria uma (acho que já se arrependeu).

   Quero lá saber dos dramas femininos. Só tenho pena de não ter umas maminhas maiores.