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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Querido Pai Natal,

Deixemo-nos de tretas: por muito que eu peça paz no mundo, e união universal, e que os políticos passem a ser competentes, e paciência quando ela não me assiste, e 20 a Português, e as propinas da universidade totalmente pagas, e umas maminhas maiores (e naturais), tu nunca me realizarás tais pedidos, seu velho barbudo. Portanto, vamos mas é directos ao assunto, que ambos temos mais que fazer da vida.
Em primeiro lugar, este ano só te peço um único livro - o novo do José Luís Peixoto, "Dentro do Segredo"   - e menciono, em todo o caso, o novo CD da Aurea.
Para adoçar a boca, EXIJO um stock anual ilimitado de Pringles, Toblerone, Ferrero Rocher ou, quem sou eu para rejeitar?, quaisquer batatas fritas, bombons ou barras de chocolate (desde que não sejam picantes ou tenham aqueles recheios esquisitos de licor and shits like that) que existam no mundo. Preciso urgentemente de engordar... e de bombas de hidratos de carbono e açúcar no sangue para melhor irrigar este pobre cérebro disfuncional (principalmente esta última).

(Esperaaaa, não passes já à carta da Margarida Rebelo Pinto, porque a minha ainda vai a meio, eu sou pobrezinha e nem sequer estou a tentar fazer um "downsizing do meu lifestyle"!)

Quanto à roupa (ai, que fútil que eu sou, atirem-me lá pedrinhas...), oferece-me a que quiseres. Todas as peças serão bem-vindas! Acessórios, maquilhagem, vernizes, sapatos, idém-aspas-aspas. Já agora, meias e pantufas quentinhas é que não caíam nada mal!
Mas agora, falando bem a sério, o que eu peço mesmo do fundo do coração são umas estantes novas do IKEA (por favor, por favor, POR FAVOR!, eu tenho mais livros do que a família Carreira tem em êxitos musicais lamechas plagiados de canções americanas e francesas e não tenho onde os arrumar!). Poderás escolher a minha prenda entre estes exemplos:

Prateleiras

IKEA Estantes

IKEA Estantes

Em jeito de conclusão, oh Pai Natal, tu não te esqueças que eu me portei muito bem durante todo o ano (excepto aquelas vezes em que falei mal e torto no meu blogue ou quando não contei ao meu pai da vez em que estava cheia de sono e lavei os dentes com a escova dele, pois às sete da manhã até o azul parece cor-de-rosa) e que mereço tudo o que a sociedade consumista me possa proporcionar! Essa é que é essa!

Agora, vai lá, já podes passar para a carta da MRP (apesar de ela ser uma vaca presumida que não escreve um corninho de veado bebé). (Pronto, é a última vez em 2012 que eu falo mal de alguém do meu blogue!)
Beijinhos, abraços e... fogo, votos de uma dieta à base de chá!

Beatriz

formiga, formiguinha, esmaguei-te bem esmagadinha

Estava eu em plena reflexão sobre que raio poderia escrever, deambulando pelo Facebook porque sim, porque é azul e tem muitas imagens de outras cores, qual bebé absorto no arco-íris da sua existência, quando vejo uma formiga minúscula a fugir por cima da secretária e por tudo quanto a cobre, em particular a revista Flash! de há duas semanas, aberta na página (façam lá o favor de não me apedrejar) da crónica semanal da Margarida Rebelo Pinto (sobre a qual me debruçarei numa publicação posterior, decerto, justificando-me validamente). E o que é que podemos concluir sobre a personalidade desta formiguinha?

  • Ela tinha, evidentemente, tendências suicidas. Não é que eu desgoste de formigas, pois até as acho adoráveis... desde que se encontrem no quintal. Da porta para dentro, já deviam saber que o seu destino é a) serem borrifadas com spray anti-rastejantes, b) serem pisadas até à morte ou c) serem apanhadas pela ponta dos meus dedos ossudos, que gostam de desfazer qualquer porcaria minúscula como distração. Já deu para perceberem que a amorosa formiga não esticou o pernil de velha;
  • Ela não gostava de vento, uma vez que parecia fugir do ventilador do meu portátil. Este último também faz "vrrrrrummmm", pelo que depreendo que a nossa amiguinha também não gostasse de ambientes ruidosos;
  • Ela gosta das fofocas baratuxas de uma das revistas mais mal escritas em Portugal;
  • Mon Dieu!, ela gosta de Margarida Rebelo Pinto!!!;
  • Era uma formiga aventureira e ainda estou a tentar desmistificar de que maneira é que uma formiga chega ilesa ao piso superior de uma vivenda, encontrando-se isolada;
  • Aposto que se tratava de uma formiga pouco inteligente e instruída, dados os pontos anteriores.

 

E agora, perguntam vocês, oh Beatriz, tu lês a Flash?

Pode-se dizer que do que eu mais gosto nestas revistas rosconhofe é de poder falar mal das tiazocas que frequentam as festas do jet7, enquanto comento a sua falta de classe para se vestirem para tais eventos e as poses demasiado ensaiadas que as fotografias mostram. Já vos tinha dito que sou uma miúda muito ranhosa?

formiga, formiguinha, esmaguei-te bem esmagadinha

Estava eu em plena reflexão sobre que raio poderia escrever, deambulando pelo Facebook porque sim, porque é azul e tem muitas imagens de outras cores, qual bebé absorto no arco-íris da sua existência, quando vejo uma formiga minúscula a fugir por cima da secretária e por tudo quanto a cobre, em particular a revista Flash! de há duas semanas, aberta na página (façam lá o favor de não me apedrejar) da crónica semanal da Margarida Rebelo Pinto (sobre a qual me debruçarei numa publicação posterior, decerto, justificando-me validamente). E o que é que podemos concluir sobre a personalidade desta formiguinha?



  • Ela tinha, evidentemente, tendências suicidas. Não é que eu desgoste de formigas, pois até as acho adoráveis... desde que se encontrem no quintal. Da porta para dentro, já deviam saber que o seu destino é a) serem borrifadas com spray anti-rastejantes, b) serem pisadas até à morte ou c) serem apanhadas pela ponta dos meus dedos ossudos, que gostam de desfazer qualquer porcaria minúscula como distração. Já deu para perceberem que a amorosa formiga não esticou o pernil de velha;

  • Ela não gostava de vento, uma vez que parecia fugir do ventilador do meu portátil. Este último também faz "vrrrrrummmm", pelo que depreendo que a nossa amiguinha também não gostasse de ambientes ruidosos;

  • Ela gosta das fofocas baratuxas de uma das revistas mais mal escritas em Portugal;

  • Mon Dieu!, ela gosta de Margarida Rebelo Pinto!!!;

  • Era uma formiga aventureira e ainda estou a tentar desmistificar de que maneira é que uma formiga chega ilesa ao piso superior de uma vivenda, encontrando-se isolada;

  • Aposto que se tratava de uma formiga pouco inteligente e instruída, dados os pontos anteriores.


 


E agora, perguntam vocês, oh Beatriz, tu lês a Flash?


Pode-se dizer que do que eu mais gosto nestas revistas rosconhofe é de poder falar mal das tiazocas que frequentam as festas do jet7, enquanto comento a sua falta de classe para se vestirem para tais eventos e as poses demasiado ensaiadas que as fotografias mostram. Já vos tinha dito que sou uma miúda muito ranhosa?

a minha (conflituosa) relação com Margarida Rebelo Pinto #2


Este é o vídeo em que a excelentíssima Sr.ª D. Margarida Rebelo Pinto tenta explicar a tal crónica "As Gordinhas e as Outras", que anda a virar mundos e fundos na Internet, levando tudo de debandada e enfurecendo até as pessoas mais pacíficas. Sinceramente, a única coisa que tenho a dizer é que partilho a seguinte opinião, num dos comentários ao vídeo acima colocado. Foi como se o utilizador "FranciscoBCaetano" me lesse o pensamento!


MAI'NADA!!!

a minha (conflituosa) relação com Margarida Rebelo Pinto

   O único livro da Margarida Rebelo Pinto que consegui ler do princípio ao fim foi o seu primeiro romance, “Sei Lá”, e já foi há mais de um ano. Depois de o acabar, pensei que viria a gostar tanto dos restantes como dele, mas enganei-me redondamente. Aquando de um momento de avaliação em Português, uma colega minha apresentou o “Não Há Coincidências” e achei o resumo tão, mas tão aparvalhado - porque mais me parecia que todas as personagens iam para a cama com todas as personagens - que imediatamente me recusei mentalmente a lê-lo. Romances de faca e alguidar são coisas que dispenso. Ainda assim, dei uma hipótese, alguns meses depois, ao “Português Suave”. Afinal, não há duas sem três e, desta forma, poderia desempatar a situação “gostei – 1; não gostei – 1” e todos os escritores têm direito a expressar-se das maneiras mais distintas, consoante o contexto das suas obras. Infelizmente, os primeiros capítulos que li desapontaram-me tanto ou mais do que eu já ficara com a ideia geral de “Não Há Coincidências”. Decidi que estava na altura de assumir que a MRP nunca viria a ocupar um lugar no meu coração de leitora aficionada, pois as suas temáticas e enredos em nada me satisfaziam a sede, muito menos me alimentavam a alma. Assumi: não gosto da Margarida Rebelo Pinto.


   Mais de um ano se passou até voltar a aventurar-me num dos seus livros. Entretanto, lá fui lendo os seus textos na revista Flash, sobre os vários tipos de homens, mas continuei a achar o seu tipo de pensar e escrever demasiado simplório para o meu gosto exigente. Até que, há cerca de duas semanas, impulsionada pelo meu mais recente interesse, as crónicas, pedi “As Crónicas de Margarida” emprestado à namorada do meu pai e supliquei aos Céus que me surpreendessem, para variar um bocadinho.


   Penso que, por fim, as minhas preces foram ouvidas. Com alguma dificuldade no arranque, devido ao cepticismo que as anteriores experiências me haviam causado, consegui entregar-me, durante dois dias, a esta novidade que era deixar de não gostar da MRP. Saltei algumas crónicas, por fazerem parte da dita categoria “de faca e alguidar”, suspiros demasiado enfáticos sobre sentimentos profundos, sobre a complicação em que a mulher dos nossos dias torna o amor, mas até consegui apreciar certas particularidades da escritora que desprezara até então. Concluí que, apesar de existirem falhas na pontuação e no ritmo das narrativas, também havia passagens extremamente humorísticas e inteligentes, exactamente no ponto, como eu gosto, e certas observações do quotidiano que me conseguiam prender, nem que fosse por mais duas páginas. Não foi dessa que me rendi à MRP, mas sempre deixei de lhe nutrir a aversão que referi no primeiro parágrafo.


   Motivada pelo seu primeiro livro de crónicas, parti, hoje, para o segundo. Há já algum tempo que ansiava por uma ida à biblioteca, uma vez que é lá que posso encontrar maior variedade de escritores portugueses mais modernos (em minha casa, são raros) e, dando de caras com “Onde Reside o Amor”, não pude evitar requisitá-lo (a par d’ “O Terceiro Livro de Crónicas” de António Lobo Antunes e “Os Dias da Luz” de Inês de Barros Baptista). Meus amigos, aguentei até à página 63, momento em que as minhas forças fraquejaram, depois de ler o seguinte:


   “Uma das maiores falhas do macho nacional é não saber cultivar relações de amizade com as mulheres.”


   No entanto, limitei-me a continuar a ler, porque cada um é como cada qual e as opiniões podem divergir – neste caso, a minha e a da MRP tinham acabado de colidir num acidente no meio da A2, daqueles que causam filas de carros até ao Fogueteiro, em direcção às portagens da Ponte 25 de Abril. A seguir, veio-me com esta:


   “Em Portugal, os melhores amigos das mulheres são gay, uma vez que os homens, regra geral, têm dificuldade em manter uma relação de amizade com o outro sexo, sem que existam implicações… sexuais.”


   Com o devido respeito, D. Margarida, vá dar uma volta! Nenhum dos meus amigos rapazes é gay (muito pelo contrário!) e, ainda assim, nada disso nos coíbe de sermos cúmplices ao ponto de todos (qualquer um, é só experimentar) os assuntos serem discutíveis e de estarmos à vontade para nos expor até ao tutano! E implicações sexuais?! Nem uma. Além disso, pela minha experiência social, garanto-lhe que eles não são regra geral e que amizades saudáveis entre sexos diferentes são o que não falta entre os jovens da minha idade.


   “O inconsciente colectivo nacional induz o macho luso a cobiçar, assim que entra para a escola secundária, as pernas das meninas da turma e as da turma ao lado. Aquele que é o «amigo» das miúdas é ostracizado pelos outros machos da escola, considerado um «choninhas», o grande otário, ou, no pior dos casos, um «mariquinhas pé de salsa».”, continua a crónica.


   Em nome dos meus amigos, agradeço-lhe a preocupação com o estatuto sócio-escolar dos mesmos, mas a verdade é que a situação por si descrita, D. Margarida, não corresponde à realidade. Tome as minhas palavras por sábias, pois eu ando na escola secundária há já dois anos, estou lá não sei quantas horas, cinco dias por semana, mais uma eternidade nas redes sociais, e sinto-me na obrigação de lhe comunicar que os “choninhas” não são nada choninhas e que serem ostracizados é coisa que desconhecem, pelo menos se forem pelos motivos enunciados. Dito isto, recomendo-lhe seriamente: não fale do que desconhece, porque só lhe fica mal. Aclama-se tão moderna mas nem sequer percebeu ainda que, provavelmente, o panorama que descreve pode ser originário, no máximo, das suas vivências em colégios particulares no século passado e que ainda mais provável era a senhora andar a insinuar-se  de maneiras pouco recomendáveis que não deixavam margens para dúvidas: não foi talhada para ser amiga de rapazes, foi talhada, sim, para ser o bife deles.


   “O velho cliché «mulher não entra» ainda existe em Portugal (…).”


   O QUÊ?! Já começa a frustrar-me. Do meu mui humilde ponto de vista, penso que é mais frequente o fenómeno «homem não entra» do que «mulher não entra». E mais não comento sobre este ponto… Nem sobre nenhum!


   Foi desta que desisti, por COMPLETO e DEFINITIVO da Margarida Rebelo Pinto. Se, antes, já ela me enjoava com as lamechices ilógicas e despropositadas, agora ainda lhe tenho menos apreço enquanto escritora. Por cada disparate que diz, perde um ponto na sua credibilidade. Somadas as baixas, vou mas é ganhar juízo e deixar de ter esperança em livros que, já eu devia saber, me desiludem mais do que satisfazem.


 


(Os trechos transcritos nesta publicação foram retirados da crónica "Amigos Para Sempre", incluída no livro "Onde Reside o Amor", de Margarida Rebelo Pinto.)

não gosto!

Inspirado na crónica com o mesmo nome de Margarida Rebelo Pinto




   Não gosto! Não gosto de acordar antes das oito, não gosto de me deitar antes das onze, não gosto quando não tenho margem de tempo para ficar a pensar e a repensar em inúmeros pensamentos estapafúrdios antes de adormecer, porque tenho de me levantar cedo na manhã seguinte. Não gosto que me venham acordar à cama, mesmo com sussurros carinhosos e suaves (avó) e ainda gosto menos que me tentem arrancar de lá  antes das nove, aos fins-de-semana, contra a minha vontade.


   Não gosto de sentir que não tenho motivação para escrever, nem que me chantageiem emocionalmente para ler o que escrevo – se eu quiser, mostro-o de imediato, de livre vontade; se não quiser, se eu própria não vos passar o papel/computador para a mão, mais vale nem se atreverem a pedir.


   Não gosto de dormir com peluches e não me lembro de alguma vez ter gostado. Não gosto de sentir o pó que largam, uma vez que sou alérgica (limpezas também não são comigo, apesar de gostar de arrumações), e também não gosto da sua textura contra o meu corpo, mãos, cara.


   Não gosto de discussões, sejam elas familiares, entre amigos, com amigos, nos livros, nas séries ou nos filmes, na casa dos vizinhos ou comigo mesma. Não gosto quando as pessoas com quem me relaciono não sabem resolver os (nossos ou seus) problemas através da comunicação verbal, preferindo calar-se e absorver tudo, até que, um dia, rebentam, nem quando me culpam pelo que tenho a certeza não ser culpa minha. Não gosto quando não me sinto valorizada pelos que me são próximos e pelo que faço por eles, não gosto de chegar à conclusão de que dou mais do que recebo.


   Não gosto de praia sem dar um mergulho, de Junhos chuvosos, Fevereiros de bater o dente ou vésperas de Natal sem abrir os presentes até duas horas depois do jantar (meia-noite é para os fortes, eu sou fraca  e a curiosidade é mais que muita).


   Não gosto das sombras dos olhos que saltam para as pestanas sem aderir à pálpebra, não gosto do lápis preto que não se aguenta no olho durante mais de cinco minutos. Não gosto de glosses com textura peganhenta que me prendem os cabelos aos lábios em dias de maior ventania. Não gosto dos vernizes que saem das unhas menos de quarenta e oito horas após a aplicação.


   Não gosto de não ser levada a sério, não gosto que pensem que não tenho maturidade suficiente (mesmo que eu saiba que não a tenho), não gosto que façam jogos psicológicos comigo, não gosto que me enganem, não gosto que me preguem partidas (na verdade, DETESTO), não gosto que me deixem pendurada numa conversa na Internet, sem me darem uma justificação, um “até já” ou que demorem três vidas a responder porque estavam a fazer outra coisa qualquer.


   Não gosto de finais não felizes na ficção, excepto quando devidamente fundamentados, porque me habituei aos clássicos infantis, em que as princesas e os príncipes acabam “felizes para sempre” e porque, para tristezas, já nos chega a realidade, muitas das vezes.


   Não gosto de procrastinar, apesar de o fazer imenso, ao ponto de ter incluído essa palavra no título do meu blogue, não gosto de ter daqueles momentos iluminados em que me apercebo que passo mais tempo no computador ou a olhar para o infinito do que a ler, escrever, passear os cães ou estar com a família.


   Não gosto de dizer “gosto muito de ti”, “adoro-te” ou “amo-te” sem que mo respondam de volta, seja de que maneira for, tal como também não gosto de me sentir emocionalmente presa a alguém ou de me sentir sozinha, quando, na verdade, tenho óptimos amigos do meu lado (figurativamente, como é óbvio, pois seria uma seca andar com todos eles atrás de mim durante a minha vida quotidiana).


   Não gosto de bloqueios criativos, não gosto de fazer o que não gosto, não gosto de ter má nota a Filosofia quando, no final de contas, até aprecio bastante a matéria, não gosto de professores que não representam exemplo nenhum para os alunos, não gosto de alunos que não sabem ser alunos, não gosto de colegas que de colegas não têm nada, mas, acima de tudo, não gosto de nadas que se acham grandes tudos.