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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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As maiores falhas dos jovens portugueses no engate do Tinder

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Cá estou eu de volta para mais desenvolvimentos na minha investigação estritamente académica sobre o assunto "Tinder"! Contudo, temo que este seja um dos últimos capítulos, por isso aproveitem enquanto dura.

 

Eu não sei o que é que anda na cabeça de certas pessoas, mas alguns dos jovens portugueses presentes no engate do Tinder devem ter lá dentro... cocó. Só pode. Bem, não digo cocó, mas por vezes é difícil acreditar que será um cérebro o conteúdo em destaque. Lembram-se do que eu escrevi aqui, sobre os "As 16 piores opções para engate no Tinder"? Este é o capítulo seguinte.

Vejamos... Aqui seguem os erros mais comuns dos jovens portugueses (homens) no Tinder, mais ou menos entre os 22 e os 30 anos.

 

1. Põem uma foto. Uma. 

Caríssimas meninas, alguma vez sonharam encontrar o príncipe encantado recorrendo à estratégia do "amor à primeira vista"? Neste caso, apresento-vos a estratégia "amor à primeira (e única) foto". Sem mais nada. Com sorte, o nome e a idade. E, ainda por cima, vão ter de decidir se vale a pena apostar no João, 25, julgando apenas uma cara igual a todas as outras por trás duns óculos escuros do chinês.

 

2. Não escrevem nada na descrição

Palavras para quê? O João, 25, que até é bem giro de óculos escuros e tem bons dentes, decidiu que aquela segunda foto ao lado duma prancha de surf diria tudo o que é necessário para que o mulherio se passasse da cabeça e o contemplasse com uns swipes gostosos. Para boa entendedora, duas fotos pixelizadas bastam. 

Aliás, este é um excelente indicador do esforço que o moço poderá vir a empreender num futuro conhecimento pessoal.

 

3. Escrevem apenas a altura na descrição

"1,83m 😉" Parece piada, mas não. O João, 25, além de ficar bem de óculos escuros, ter bons dentes e ter feito uma aula trial de surf na Costa da Caparica, é assim a atirar para o alto. Dá jeito saber, caso nos apeteça comprar-lhe uma pecinha de roupa a tempo do primeiro encontro.

Como é óbvio, estou ciente de que o Tinder é uma plataforma de engate de todos os tipos e que nem toda a gente anda à procura do próximo Mr. Husband. No entanto, a ter de ir para a cama com alguém, não magoava saber se prefere sushi ou pizza. A altura pode ser um indicador eficiente para outras medidas (se a regra da proporcionalidade existir, if you know what I mean), mas... calma.

 

4. Açacinam a língua portuguesa 

Mas nem tudo está perdido, porque, pelo menos, ficamos a saber que o João, 25, é impilhador de caixas no Continente da Quinta do Conde, e que gosta de sair para comer fêberas.

 

5. Falta de criatividade

Bem, bem, felizmente ainda temos o Manuel, 26, para nos consolar. Tem quatro fotos (duas de corpo inteiro e duas com o palminho de cara visível), diz que quer conhecer pessoas novas, gosta de festivais de música e até aguenta serões de comédias românticas.
Então, o Manuel decide encetar conversa connosco.
"Olá, td bem? 😋"
É isto.

(Esta publicação foi escrita de manhã; à tarde, já tinha recebido um "Olá" - sim, ainda há quem consiga mostrar menos criatividade, entusiasmo, interese...)

 

6. Morrem para a conversa

Mas nós damos uma chance ao Manuel, porque ele não foi mau de todo e disse olá. Trocamos umas linhas de conversa promissora, uns "ahaha" e uns emoji pelo meio, nós pensamos que não deve estar a correr muito mal e, do nada, o Manuel deixa de responder. Puft, gone with the wind, mas sem fazer unmatch.

 

7. Não correspondem, falta-lhes uma dose de bom senso

Vamos a ver, ainda temos o Filipe, 28, com quem conseguimos trocar mais de seis frases. Ele até demonstra que leu a nossa descrição, estudou o caso. Contudo, sem aviso prévio, o Filipe pergunta "então, e o que é fazes mais, sem ser ligar a essas coisas chatas dos livros?" Perante este cenário, uma pessoa dá a entender que não vai dar. Ele desculpa-se, que é um rapaz mais prático, das engenharias, estão a ver?

 

Vade retro.

 

8. Fazem match e não comunicam

Na última semana e meia, fiz match com mais ou menos 14 itens (ahahaha, itens): um deles o amor anterior (eu avisei que isto poderia acontecer, o pessoal bate mal da mioleira e depois anda a picar-se), com dois comecei eu a conversa, outros quatro começaram eles, e os restantes... Zero. Fizemos match e agora está tudo às moscas. Assim não vamos a lado nenhum, amigos! Nem um olá, como disse o outro? A probabilidade não deveria ser que, no mínimo, 50% da iniciativa devesse partir do outro lado?

 

Desta forma, dou por encerrada este lavar de roupa suja tinderesca... por hoje. Provavelmente, para sempre, porque estou a um saltinho de eliminar esta pouca vergonha - não pelos princípios da rede social, mas sim por causa de quem lá encontramos... ou não encontramos, nem que seja porque, quem vale a pena conhecer, já não deve precisar de andar em redes sociais deste género.

 

Nota: tudo o que deixei aqui registado aconteceu-me mesmo, verdade-verdadinha, mas as personagens são compósitas e os meus comentários, frequentemente, ácidos.


Além disso, calma, garanto que já houve uma estatística positiva. Uma, que não foi infeliz, por isso continuo a acreditar que vale a pena tentar por um bocadinho (mas não por demasiado tempo, depois concluímos que o mercado está saturado, ponto final). Quem não arrisca não petisca, não se perde nada, gente solteira que está a pousar os olhinhos nestas palavras! Toca a andar, tudo a instalar o Tinder para proceder a estudos académicos da mais elevada seriedade! 

As 16 piores opções para engate no Tinder

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Depois duma investigação académica muito profunda e cientificamente ética (neste caso, cerca de duas horas acumuladas a fazer swipe left e swipe right) apresento-vos as piores opções para engate no Tinder, num raio de 30 km a partir dos subúrbios de Lisboa. Este estudo baseia-se numa pesquisa de carácter meramente experimental, mas o catálogo já é extenso. No entanto, fica já a nota de que, no Tinder como no mundo, há homens para todos os gostos  (e mulheres, provavelmente, mas deixo essa investigação para um futuro próximo e para quem de respeito).

 

Preparadas, mulheres heterossexuais solteiras e/ou malandras deste país, principalmente da margem Sul de Lisboa? Querem saber as pérolas que vos esperam? Aqui vai a minha colectânea.

 

1. O que está a fumar ganza na foto de perfil
2. O que tem a mãe na foto de perfil
3. O que mostra as maminhas
4. O desfocado
5. O artista com barba de três meses e cabelo salteado em óleo Fula
6. O teu ex-namorado
7. O "🍺🍻"
9. O que tem os amigos todos na foto de perfil, não se percebendo de quem é a conta
10. O que tem a melhor amiga/namorada/ex-namorada na foto de perfil
11. O que tem uma criança na foto de perfil
12. O que mostra o carro
13. O que só tem selfies em close-up
14. O machão-mitra
15. O que avisa logo que só quer nudes
16. O amigo solteiro que tu mesma convenceste a ir para o Tinder e com quem fazes match só pela piada de enviarem piropos e piadas porcas um ao outro 

 

E, como nas cartas do Pokémon ou nos cromos do Lidl, se tiverem itens para troca, deixem registado na caixa de comentários. 

Data de validade dos cosméticos, data de validade da maquilhagem... vocês tomam atenção?

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Só há cerca dum ano é que ouvi dizer que existe uma data de validade para os cosméticos e para a maquilhagem. Sinceramente, raramente olho para os rótulos e, quando tomo atenção, é apenas por causa de andar à procura da parafina.

[A parafina é um derivado do petróleo, que faz, por isso, mal à saúde da pele. No entanto, está presente em quase todos os produtos de maquilhagem que encontro, por ser benéfico para o efeito "longa duração".]

Como estava a dizer, os produtos cosméticos e de cuidados de pele, como os cremes, os séruns, desmaquilhantes, loções, tal como a maquilhagem, têm um prazo de validade que se calcula a partir do momento em que se abre as embalagens. Alguns são seis meses, outros um ano e tenho alguns que aguentam dois. Não ouço quase ninguém falar destas datas de validade, mas elas existem, com o selo que aí vêem em cima (agora, "encontrem o Wally nestas amostras"):

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Estas duas imagens são de duas bases que tenho. A primeira, da Yves Rocher, indica um prazo de seis meses (6M). A segunda, da L'Oréal, indica doze (12M).

 

No entanto, fica a questão: devemos mesmo prestar atenção às datas de validade de cosméticos e maquilhagem? Pois, deveríamos, digo eu, nem que fosse por descarga da consciência. Ironicamente, eu, que tenho esta opinião, não sigo os meus próprios conselhos.

É-me muito difícil encarar seriamente estes limites. Para mim, seis meses é insuficiente para consumir metade que seja do produto. Talvez o único que consiga terminar antes seja o creme hidratante. 

Por exemplo, tenho a base da Yves Rocher há bem mais do que 6 meses, porque a comprei antes de vir para Bangkok, em Junho. Desde Outubro que a uso quase todos os dias e, mesmo assim, ainda vai mais ou menos a metade (pelo menos, vejo montes de produto lá dentro). Por acaso, descobri esta base da L'Oréal quando fiz escala em Amesterdão no fim de semana e hoje decidi comprá-la, mas aposto que 12 meses não vão ser suficientes para a gastar. 

 

E quando nos sobra tanto produto, o que é que lhe fazemos? Eu cá continuo a usar. O pior exemplo que posso dar são as sombras de olhos e o rímel. Tenho uma máscara de pestanas da Yves Rocher que duraria 3M. Usei-a até secar, há poucos meses, algures no fim de 2016 e início de 2017. Tinha-a comprado em 2015, há dois anos, quando fui a Paris. Estão a ver o problema? Sinto que, ao deitar fora estes produtos, estou a desperdiçá-los! Talvez seja porque, em minha casa, fui habituada a pensar que os cosméticos duram eternidades!

Agora, resta-me fazer figas para que não haja realmente problemas sérios quanto a esta mania da poupança! 

 

Haverá mais alguém por aqui que também não se rale com as datas de validade dos cosméticos e da maquilhagem? E há alguém entendido no assunto que possa esclarecer estas dúvidas? Vamos lá ver...

Maquilhagem + óculos = (im)possível?

Quem também usa óculos sabe a que me refiro quando falo sobre a dificuldade em arranjar uma maquilhagem que não seja (ou melhor, que pareça) exagerada, principalmente se tivermos óculos com aros de massa, que tornam muito fácil cair no exagero de cores.

No entanto, tal como o vídeo que se segue, publicado recentemente na revista online NiT, o ideal é escolher uma característica do nosso rosto e investir nela, em vez de maquilharmos profusamente várias (por exemplo, ou escolhemos os olhos, ou escolhemos os lábios).

 

No entanto, o que mais me surpreendeu foi finalmente alguém se ter lembrado das mulheres que usam óculos e dos seus dramas pessoais. Olheiras, pestanas marcadas nas lentes... É mais ou menos isto.

Não sou contra o aborto

Não sou contra o aborto.

Sei que há vidas que não podem ou que não devem vir ao mundo, sei que há potenciais pais sem condições económicas e/ou psicológicas para apoiar uma criança, sei que há violações, sei que permitir que nasça um bebé doente ou incapacitado não é uma alternativa. Sei que há acidentes todos os dias e que qualquer comum dos mortais os pode ter - nunca dizer nunca. Sei que os centros de saúde e as farmácias nem sempre conseguem garantir os contraceptivos (em três anos a tomar a pílula, a minha já esgotou três vezes no centro de saúde durante várias semanas, e nunca a encontrei nas farmácias senão em caixas mensais). Sei que há mesmo quem não esteja devidamente informado acerca dos contraceptivos disponíveis no mercado e sobre como os utilizar (infelizmente, nem sempre a culpa é dessas pessoas).

Não sou contra o aborto, sou muito a favor do aborto! Mas não em demasia. Também há quem abuse e escolha o aborto como quem toma a pílula do dia seguinte e isso está errado. Estas mulheres sim, a partir de um determinado número de interrupções voluntárias de gravidez registadas, é que deviam ser submetidas a médicos objectores de consciência, e a longas entrevistas, e à mais alta taxa moderadora possível - não aquelas a quem aconteceu um imprevisto, e que, por muito que tenham em mente a sua responsabilidade sobre o apagar de uma existência em formação, devem ter sempre nas suas mãos o pleno direito de veto sobre a sua vida, sobre o seu futuro e sobre o seu corpo. É macabro que as queiram sujeitar a mais dor e a mais dilemas e a mais sentimentos de culpa impostos, calcados na sua mente. Nojentos! 

 

Já agora: ah e tal, a abstinência é o melhor contraceptivo? Mas quem são os outros para ditar como uma mulher conduz as suas relações íntimas? Quem são eles para decidir se a mulher se pode (quer!) abster de uma vida sexual saudável, importante para garantir o seu bem-estar mental e, por consequência, físico? A mulher (e o homem com quem ela escolher praticar o acto) é um ser humano, caramba!

 

No ano de 2015, após um século de evolução social e de luta pelos direitos da mulher, é inacreditável que este ainda seja um tema de discussão ferverosa, que ainda haja por aí pseudo-conservadores, defensores dos pseudo-bons costumes, que se opõem ao aborto. Já nem a religião serve de bode expiatório, get over it!

Os fraldários

Provavelmente, este tema já há-de ter sido discutido na blogosfera ou, seja como for, somewhere. Ou não. Mas quero acreditar que sim.

Quero falar de fraldários. Quero escrever sobre os fraldários, quero fazer incidir um bocadinho de atenção sobre esses equipamentos que assomam o nosso caminho logo à porta das casas-de-banho públicas, daquelas que se podem encontrar nas estações de comboios, nos centros comerciais, nas bombas de gasolina, nos parques e jardins... Por aí. Não é que pretenda tornar o tópico numa larga discussão, mas os fraldários andam aqui a dar-me uma comichãozinha.

 

 

Lanço a ideia com uma simples questão: onde costumam estar os fraldários? Nas casas-de-banho das mulheres, é onde eles costumam estar, os ditos cujos! Já me tinha apercebido disso antes, mas hoje tive uma espécie de epifania ao cruzar-me com um.

 

 

As mães "mais lindas"

Ai a tua mãe é a mais linda? Ai é a mais bonita, a mais esplêndida, a mulher mais elegante à face da Terra? Mas aposto que lhe ofereceste maquilhagem ou outros produtos cosméticos como presente no Dia da Mãe, não foi? É que as mães também têm rugas e, para no ano seguinte continuarem arrebitadinhas e fresquinhas, não deixam de precisar daquele recauchutamento extra, não é? Precisam dum cremezinho anti-manchas, duma loção anti-celulite, duma roupinha que as faça parecer mais magras, dum perfume para não cheirarem ao peixe que grelharam ao almoço.

 

Acham que eu não vos toparia? Oh oh, à distância!

Estou a brincar. Eu também ofereci um lápis de lábios à minha mãe-avó. Mas foi só porque ela se está sempre a queixar que não acerta com a cor dos batons quando os compra (eu tenho sempre desculpa, porque sou eu que escrevo este blogue).

 

 

Feliz dia da Mãe, da Mãezinha, da Mamã e da MÃÃÃÃÃE, VISTE OS MEUS TÉNIS? ESQUECE, JÁ ENCONTREI.

Ser desleixada ou não, eis a questão!

No outro dia, maquilhei-me "mais a sério": uma camada de base finíssima, risco e sombra nos olhos, batom q.b.. De facto, não sou menina de me encher de pós e correctores, de primers e de iluminadores. No que toca à roupa, também não ia malzinho de todo, mas pronto, não consigo trocar a minha mochila por mala feminina alguma deste mundo.

Pronto, caiu o Carmo e a Trindade! Cheguei à faculdade e logo duas ou três pessoas me perguntaram, automaticamente, se eu iria encontrar-me com o meu namorado, que estava toda composta, maquilhada, arranjada, blá blá blá. Um ex-colega do Ricardo, ao saber que não, eu nem estaria com ele nesse dia, chegou mesmo a dizer que iria fazer-lhe queixinhas do meu aspecto, como se eu fosse uma criminosa e não tivesse o direito de ter mais cuidado com o meu aspecto num determinado dia. Sei que foram comentários meio a brincar, mas deixaram-me estupefacta com o tipo de mentalidade que ainda se mantém na cabecinha das pessoas.

Então eu só posso estar bonita para agradar ao meu namorado? Só posso arranjar-me se for ter com ele? No resto dos dias, posso (devo!!!) ser a pior Maria Rapaz de sempre, posso andar toda oleosa, maltrapilha e desmazelada, sem respeito por mim própria e pela minha imagem? Ah!, mas se calhar ando a dar umas facadinhas à relação, embonecando-me para outro, que isto nunca se sabe.

Que lindo...

 

Não, eu digo não!

Há dias em que me sinto mais feminina, há outros em que não. Há dias em que acordo cheia de pica para me encher de perfumes, maquilhagens, desodorizantes, cremes e loções várias, e depois visto o meu melhor casaco, com a minha melhor camisa, com as minhas melhores calças. Há outros em que me contento com o creme hidratante na cara, com uma camisola de malha, as calças que encontrar primeiro e ala, que se faz tarde! Tenho direito à minha própria maneira de expressão individual e social, tenho direito a parecer ranhosa ou maravilhosa, consoante me sinta de corpo e espírito para isto ou aquilo.

Quando andava no secundário, arranjava-me mais do que me tenho arranjado no último ano de faculdade, mas agora estou a tentar mudar o péssimo hábito de me desleixar. Sim, ando cansada, não me sobra tempo nem para espremer borbulhas. No entanto, a maneira como cuido de mim também transmite aos outros o meu potencial, por isso escolho sacrificar alguns minutos de sono para construir uma imagem de mim própria que deixe uma boa impressão nos outros e que me faça sentir confortável, reflectindo o que sou por dentro: esforçada, dedicada, animada e confiante.

No século XXI, já não deveria ser normal pensar-se que as mulheres só se arranjam para satisfazer os homens. Nós, o nosso corpo e - veja-se - o nosso cérebro valemos por nós. Não me considero uma feminista de grande monta, mas defendo que há certas ideias do suposto senso comum que devem ser, inevitavelmente, combatidas.

 

Mas isso sou eu, que sou uma badalhoca!