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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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O Natal e o Tolkien

Ora, muito boas noites! Que tal foi o vosso Natal? O meu passou-se benzinho, obrigada pela preocupação!
E as prendas? Quantas e quais facturaram este ano? Já que perguntam, eu recebi, além do que já vos contei, um BabyLiss (um ferro que serve para encaracolar ou esticar o cabelo, que eu já tinha catrapiscado há um tempo atrás), um par de luvas, um lenço acachecolado (daqueles grossos que combatem mesmo o frio) e três livros. (Pois é, que felicidade! Nem eu esperava tanto!)
E um desses livros foi uma biografia do autor d'O Hobbit e d'O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien. Desta vez, uma salva de palmas para o meu pai, que conseguiu acertar em cheio no material que eu andava a precisar de ler - sobre a vida de um autor conhecido mas, acima de tudo, de um homem que viveu ao extremo a paixão que nutria, não só pela literatura, como também pela sua família e amigos! Afinal, eu sou daquele tipo de pessoa que necessita de referências e inspiração para a escrita, senão a coisa da criatividade corre menos razoavelmente. Preciso de uma mãozinha de incentivo... Então, acabei por passar o dia de hoje, desde manhã à noite, a ler The Man Who Created The Lord Of The Rings. Achei absolutamente interessante! Foi uma leitura leve (127 páginas em inglês, com algumas fotografias pelo meio) e consegui ganhar fôlego suficiente para recomeçar a escrever textos mais substanciais, para os quais me tem faltado paciência ultimamente. Apesar de ainda não ter lido nenhum dos livros escritos por Tolkien, fiquei com uma excelente impressão sobre o seu trabalho. Prova disso é que não me sentia tão entusiasmada com um livro, como me senti com este, há já alguns meses! Só parei de ler para almoçar e ver um filme à tarde...!
Bem... Adoro biografias! Adoro ficar a saber mais sobre as vidas de figuras relevantes porque gosto de perceber quem eram e como conquistaram o que conquistaram. Penso que é isso que me fascina nelas. Se mais alguém partilhar este interesse, que se chegue à frente!

"O Hobbit"

Não gosto nem nunca gostei de filmes demasiado compridos. Para mim, duas horas de duração já é muito e, se as excederem, começam a perder o interesse. Talvez eu me aborreça facilmente!
Hoje, fui ver "O Hobbit" e sei que não serei a primeira a mostrar-se bastante desapontada. Já tinha lido algumas críticas e opiniões de amigos que o apontavam. É um filme com cerca de duas horas e meia (ou mais!) e as cenas são demasiado longas para o meu gosto. Parece que os diálogos nunca mais acabam e a dinâmica perde-se um bocado... ou um bocadão. A partir do início, comecei logo a perceber que isso iria acontecer e que - PIOR - a história não acabaria neste filme. A aventura que se nos apresentava dava pano para mangas. "Voltem para o ano!", gritou o final em aberto. Pois... Mais tarde, pensarei no assunto. 7 valores em 10 (e estou a ser mais benevolente que o meu namorado, que deu 6).