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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Páscoa, chocolates e sogras

Eu adoooooooooooooro chocolate e é um qualquer mesmo (excepto os da Auchan), não interessa se bem embrulhado ou todo nu, se é um Pai Natal ou um Coelho da Páscoa, um Ovo Kinder ou um saco de amêndoas.

O menos engraçado é que hoje, Sexta-Feira Santa, oficialmente Páscoa, acordei mal da intestinália, por isso ainda não toquei em doces. E logo depois de a minha sogra fofinha me ter trazido um saco com ovinhos de chocolate recheados com creme de avelã...! Pode-se ter esquecido de comprar arroz para o jantar, mas não se esqueceu de trazer docinhos para a juventude lá de casa.

No entanto, ando para aqui a regurgitar uma ideia... Se não fosse o arroz de marisco, se eu e o Ricardo não tivéssemos voltado ao supermercado para ir buscar um pacote do dito e salvado a refeição, provavelmente teríamos comido bifes com batatas fritas e a minha barriga não teria reagido ao marisco congelado.

Eu cá acho que o Destino tem inveja de mim, por me ter calhado um namorado tão, mas tão completo, que até vem com uma mãe simpática incluída. Buuuh, seu pulha!

A Páscoa

Estamos na Páscoa. Enviam-se mensagens de Santa Páscoa, Páscoa Feliz, Boa Páscoa para ti e para os teus, e para os meus também. Toda a gente o faz, eu também o desejo às pessoas com quem falo durante estes dias. No entanto, estou naquela fase em que, por vezes, o faço mais por hábito e imitação do que por crença. Ainda acredito menos na tradição católica por trás da Páscoa do que naquela que está por trás do Natal. Contudo, celebro-as às duas do mesmo modo e pela mesma razão: pela união da família e como épocas de darmos graças pelo que temos na nossa vida. Nisso, as duas fazem todo o sentido. Quanto à questão da carne, nem sequer a conheço muito bem, apesar de a minha família a seguir. A mim, é-me indiferente. 

Em geral, acho que não é necessário seguir nenhuma religião em especial para ter fé e acreditar numa força superior, Deus ou o que lhe quiserem chamar. Se temos essa necessidade, basta acreditarmos e pronto, para quê contextualizar a crença no paradigma duma religião? Eu nem sequer sou praticante de religião nenhuma, nem estou assim muito familiarizada com a religião católica (a da minha família) para me sentir confortável a opinar sobre ela.

 

Dito isto, uma Feliz Páscoa para todos vocês e respectivas famílias, em que o mais importante seja a comunhão daqueles que amam, de preferência com saúde, comida na mesa e boa disposição! Ah, e chocolate aos montes!

Livros para a veia

[O meu Goodreads está aqui.]

Apresento-vos os livros que se encontram em monte de espera por cima da minha mesa de cabeceira. Por esta altura, já terminei o Sputnik Sweetaheart e o Amor de Perdição. Também já vou a meio d'O Hobbit (que comecei a ler no início deste ano), da autobiografia do Martin Luther King, d'A Literatura Ensina-se? e do grande calhamaço The Spanish Embassador's Suitcase, de que já cheguei a escrever-vos algumas vezes. Quanto aos Homens que matam cabras só com o olhar, acho que vou desistir, apesar de já ter lido o primeiro capítulo, porque não é o meu tipo de ficção favorito (vou mas é ver o filme e acabou-se, desculpem lá qualquer coisinha). E, sim, eu vou ler o Nómada, pois já não será a primeira nem a última amiga a recomendar-mo, porque é totalmente diferente da saga Twilight, patati, patata, e sempre é um bom pretexto para depois falar mal do filme que aí vem (e só eu sei o quanto gosto de denegrir filmes em prol das obras literárias que lhes deram origem!).

Normalmente, é nas férias que me consigo concentrar melhor para ler, tal como todas as pessoas moderadamente normais. Esta primeira semana foi somente reservada para pôr a leitura e a escrita em dia, mas a segunda (e última, snif, snif) já terá de ser para bulir. Porque até as pessoas moderadamente normais não se escapam de ter professoras de História viciadas em passar trabalhos de férias, até no Verão (não se enganem, eu gosto muito da minha, só que a senhora sempre nos podia dar um tempinho para espairecer as neuroniosidades), nem de ter de preparar o trabalho de Geografia a ser apresentado no final do período. Contudo, até às pessoas moderadamente normais mandarão os trabalhos com os porcos se acharem que a sua sanidade mental vem primeiro do que um dezoito ou um dezanove num trabalho. E é aí que eu deixo de ser uma pessoa moderadamente normal, para me tornar, antes, uma pessoa moderadamente anormal.

a bodega total

    A minha Páscoa começou bem. O meu contador de visitas foi ao ar, não sei bem porquê, pelo que acabo de perder 3800 visitantes dos últimos meses. No fundo da página, poderão voltar a ver o número de visitantes (não de visitas), uma vez que instalei um contador novo.


    Como se não bastasse, estou com um humor que ninguém suporta e o mais engraçado é que não tenho culpa - ponho-a no raio das hormonas! - além de que estou bastante tentada a vestir uma fralda (provavelmente, estaria muito mais confortável e poderia, até, sair de casa!).


    Mas, meus caros, o pior é mesmo não ter amêndoas em casa! Até podia estar a morrer... MAS TERIA AMÊNDOAS! Acho que vou fazer um pudim flan instantâneo, em modo de pressão emocional.


 


a minha avó ao telefone com as amigas

Olá, então? Como vais? Olha, era só para te desejar uma boa Páscoa!...  Sim, a Beatriz vai óptima! ... Só tirou dezassetes e dezoitos! ... É, é uma menina muito querida... E não é por ser minha neta! ... É muito boa menina, sim... Ela sempre tirou boas notas, isto não é de agora! (...)


 


Se a minha avó não fosse uma exagerada, diria:


 


Olá, então? Como vais? Olha, era só para te desejar uma boa Páscoa!...  Sim, a Beatriz vai óptima! ... boas notas, claro! Alguns dezassetes, dezoitos e lá está um bocado desapontada com algumas. Ficou desolada com o 14 a Filosofia! ... É, é uma menina querida. De vez em quando lá me dá cabo da cabeça. Tenho de andar sempre em cima dela para comer! E é uma distraída. Sai ao pai! ... Mas tirando isso, sim, é uma boa menina. Para o próximo período, há-de conseguir as notas que quer!