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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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Uma Aventura entre o Rossio e o Chiado

Não foi escrita pela Ana Maria Magalhães nem pela Isabel Alçada, mas sim vivida por mim, protagonista de tanta porcaria mirabolantemente estúpida. Depois de acabar o exame do English Advanced (ou, simplificado, CAE), acabei por não apanhar o metro para ir ter com o meu pai ao emprego dele, dado estar um dia tão lindo e sem chuva - uma raridade! - e lá desci eu a famosa Avenida da Liberdade, vendo as montras dessas lojas queques onde possivelmente nunca entrarei com o intuito de comprar o que quer que seja, desembocando no Rossio (monárquicos em peso a assistir às comemorações do 1 de Dezembro, de bandeirinhas, bandeirolas e estandartes na mão) e ficando sem saber onde virar para ir ter ao Chiado, se à esquerda, se à direita. Pois à esquerda virei e fui parar à Rua da Conceição (rua das quantas?!), onde encontrei uma loja fenomenal (produtos desnecessários à minha sobrevivência vendidos a baixo preço) e por lá fiquei por tempo indeterminado, a admirar o grandioso fenómeno do exagerado consumismo natalício. Quando saí, continuava sem perceber por onde ir. Deambulei por diversas ruas, ruinhas, ruelas e cruzamentos até ter o discernimento de perguntar o caminho a alguém. Entretanto, o meu pai ligou-me, a minha avó ligou-me e eu não deixava de estar perdida. Procurei e, finalmente, encontrei a estação de metro da Baixa-Chiado (a minha referência mais fiável na zona).
Quando cheguei ao escritório onde o meu pai trabalha, já era quase noite. Afinal, bastar-me-ia ter optado por ir pelo lado direito do Rossio (BURRA).
To be continued.