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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

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4 dicas para poupar €€€ nas compras de Natal

Por volta do início de Outubro, já muitas das lojas tinham o cenário natalício montado: muito vermelho, muito dourado, fitas aos montes, packs e coffrets a cada esquina... 
No entanto, apesar de esta ser uma demonstração desnecessária do processo de venda capitalista e de incentivar a despesas inesperadas, há maneiras de utilizar as manobras comerciais em nosso proveito. Poupar nas compras de Natal é possível, fácil e só nos pede alguma atenção, contenção, organização e paciência.
Aqui vos deixo algumas dicas que tenho utilizado nos últimos anos e que me têm rendido menos despesas evitáveis.


1. Comprar com antecipação
A meio de Outubro, já ando eu a pensar o que vou oferecer a cada pessoa. Já se sabe que, quanto menos tempo falta para o Natal, mais caras as compras ficam e menos descontos se encontram. Assim, comprar antecipadamente tem-me permitido reflectir atempadamente acerca do que gostaria de oferecer e a quem. Deste modo, até ao final de Novembro apanho sempre descontos em qualquer uma dessas prendas possíveis.

2. Aproveitar descontos e campanhas-relâmpago
Devemos manter-nos atentos às campanhas pré-Natal. Várias surgem de repente e as oportunidades vão e vêm. Nos supermercados, tem havido imensas promoções nos chocolates e nas bolachas com caixas bonitas! No entanto, apesar de parecer ridículo comprar prendas de Natal em Outubro ou Novembro só porque loja X promove dois dias de descontos, a nossa conta bancária agradece quando, em Dezembro, ainda ficamos com uns trocos extra para gastar na Passagem de Ano. 

3. Comprar online
De facto, fazer compras na Internet limita muitas dimensões que podem ser indispensáveis no que toca a decidirmos o que comprar. No caso de roupa, em particular, temos que testar frequentemente o tamanho, a textura e a qualidade dos tecidos. Comprar online também obriga a pagamentos com cartão de crédito, por Multibanco ou por outros métodos género PayPal, o que pode não inspirar confiança a muitos utilizadores. Contudo, sei por experiência pessoal que surgem sempre alternativas super seguras, como o MBNet.
Além disso, comprar as prendas de Natal online permite-nos aceder a descontos ainda mais significativos e a produtos mais variados, que não encontramos nos stocks de loja. Um exemplo que combina ambas estas vantagens são as várias campanhas da Fnac esta semana, entre as quais se conta uma que contempla 20% de desconto no preço de alguns livros + portes gratuitos. Espreitem também o Book Depository e a Amazon, que já devem estar a aumentar a variedade de produtos e os stocks a pensar nas compras de Natal.

 

4. Comprar em segunda mão
Porquê perpetuar o ciclo de fabrico de mais bens materiais desnecessários, se podemos escolher aproveitar o que outros já não querem, ainda por cima pagando um preço mais baixo? Viva o OLX, o Coisas e todos os grupos de compra e venda no Facebook! Recomendo-os principalmente para compra de livros e mobília. Senão, perguntem aos vossos amigos e conhecidos se têm alguma coisa relevante e em bom estado que não se importassem de vender ou trocar.


Já viram? Só 4 dicas e poupam um montão nas vossas compras de Natal... sem muito esforço! E mais: evitam as confusões de última hora nos centros comerciais.

Prendas de Natal para o namorado - 2014

Estou decidida a colmatar a minha permanente ausência com conteúdos bestiais e que vão rebentar-vos a cabeça (em Inglês soa melhor, blowing your minds). O que interessa é que eu estou mesmo a ver o que as leitoras deste blogue querem e aposto que é uma lista de prendas de Natal para darem aos namorados. Afinal, não é o que todos os blogues prometem nesta época? Vou ajudar-vos a fazerem um brilharete!

No entanto, a minha lista é diferente de todas as outras. Além de ser realista (ou seja, apropriada para indivíduos dos 18 aos 25 anos, que querem lá saber de cachecóis, águas de toilette Calvin Klein e relógios topo de gama, ou quaisquer relógios até), é também dirigida às namoradas poupadinhas (que bem gostariam de poder comprar o último jogo de PS4, o instrumento musical que ele quer aprender a tocar, um fim-de-semana a dois em Óbidos ou uma colecção de t-shirts da Marvel), que ou precisam do dinheiro para pagar as contas ou ainda dependem dos papás. Eu sei o que é ter de procurar prendas que cumpram estes dois requisitos, pelo que considero necessário dar umas luzes a quem partilha a "luta" comigo.

Aqui vai disto!

 

1. Guias de jogos de vídeo

(Minecraft: the Official Beginner's Handbook, 9,13€ no Book Depository)

À falta dos jogos, proponho que apostem nos livros acerca dos jogos. Eles gostam de jogar e isso envolve muita técnica e táctica (digo eu). Estes guias são sempre uma escolha segura e este é apenas um exemplo.

 

2. Acessórios de informática

 Sugiro:

tapetes para o rato

ratos sem fios

adaptadores vários

colunas de som

auscultadores e fones (a sugestão de marca apresentada é apoiada especificamente pelo Ricardo)

capas para o tablet

canetas para o tablet

 

Dica: nas lojas do chinês os acessórios são mais giros e igualmente funcionais.

Dica 2: se virem que é demasiado forreta dar uma prenda de menos de 5€, façam um conjunto com vários acessórios para oferecer.

 

3. Produtos Axe

 

A Axe é provavelmente uma das melhores marcas de desodorizantes que conheço. Os coffrets (packs) também são bonitos e bastante em conta (dos 8€ aos 10€, salvo erro). No ano passado, o Ricardo até me ofereceu um coffret da edição limitada para mulher e fiquei com pena que a tivessem descontinuado. Para homem, cheira-me (ah, cheira) que os produtos Axe sejam o que as publicidades prometem: uma tentação. Sinceramente, uma lata de desodorizante de 150ml que custe cerca de 5€ não é nada cara, porque, com uma só aplicação de spray, o cheirinho fica lá o resto do dia. Também acho que os desodorizantes Axe são bons para aplicar em qualquer zona do corpo e até para substituírem o perfume. Se gostam de namorados cheirosos, Axe é a resposta às vossas preces.

 

4. Filmes, séries e CDs da Fnac

 

Sugiro particularmente a Fnac para filmes, séries e música porque tem imensos descontos em vigor antes do Natal. Além disso, mesmo sem desconto, há muita coisa que custa de 5€ a 10€ e que vale a pena. Basta procurarem com cuidado na loja para descobrirem algo que agrade à vossa cara-metade.

 

5. Chocolates Milka

Também aponto em particular para a marca Milka pela qualidade e diversidade dos chocolates e respectivos sabores (só de pensar neles, já estou a babar e a pensar em rasgar o papel de embrulho de alguns que guardei para oferecer no Natal). Apesar de não achar que valha a pena comprar as caixas de bombons (preços um tanto ou quanto puxados), as tabletes são uma óptima solução, principalmente quando se consegue encontrar descontos nos supermercados. Além disso, os chocolates Milka são tão bons que até o Ricardo, que não é assumidamente um grande admirador de chocolate, diz que com Milka é outra conversa, que para os Milka abre uma excepção.

 

Dito isto, espero ter sido útil e contribuído para um Natal com mais harmonia... e presentes que, embora não sendo muito caros, denotam que quem os oferece se preocupou com a pessoa a quem os vai oferecer. Nisso, sou uma expert!

E não, infelizmente não fui patrocinada pelas marcas para fazer lhes publicidade.

"Noël Parfumé, par Beatriz"

Para os mais desinformados que não me acompanham no Facebook...

 

Recebi, ao todo, três perfumes, de entre seis presentes de Natal. 3/6=1/2. Não é preciso ser-se um ás nos números para perceber que metade das minhas prendas diz que eu cheiro mal, mais precisamente 150ml de "eau de toilette", de cujos aromas eu até gostei - mesmo só por acaso, que eu sou daquelas pessoas esquisitinhas que não tolera aromas X e Y e Z - mais 150ml de desodorizante, caso eu insista em ser demasiado humana e transpirar insustentavelmente as minhas estopinhas. No entanto, segundo novas resoluções antecipadas para o ano de 2014, tanta perfumaria há-de me ser útil, porque decidi que vou abandonar o meu modo de vida sedentário de ocupante frequente da biblioteca, da cama ou do sofá e dedicar um par de horas por semana ao ginásio, almejando a uma figura mais esbelta e que não transmita tanto os-meus-músculos-são-os-de-uma-velha-de-90-anos. E, não obstante, cheira-me (ah ah ah, cheira-me) que me sobrará perfume o suficiente para não precisar de tomar banho até à Páscoa.

O meu Natal

   Quando eu era (ainda mais) pequena, recebia montes de prendas. Até podiam não ser caras, podiam ser simplesmente brinquedos a que eu daria uso até se partirem, até se desgastarem, até pedirem a reforma. Eram bonecas, eram chocolates, eram CDs de música, eram filmes, eram livros, eram jogos, eram castelos, eram nenucos, eram roupas para os nenucos, e eu só ia dormir no final da noite da véspera de Natal quando já soubesse de cor tudo o que planeava fazer com tanto presente.

   Agora, sei que não eram assim tantas prendas, aquelas que me davam, mas foram sempre as suficientes para me terem deixado boas memórias dos meus primeiros Natais: o Pai Natal que me apontavam no céu ou na chaminé, mas que eu não via; montes de embrulhos rasgados, uma onda de cor amarfanhada por tudo quanto era sítio; eu, sentada no chão, em êxtase perante os meus novos brinquedos; a presença da minha família em redor, três ou quatro adultos, se a minha bisavó passasse as festividades connosco, não mais do que nós os cinco, a encher um apartamento pequeno como aquele em que vivíamos na altura, mas com muito chão para eu brincar; a minha avó sempre a ralhar-me, para me sentar antes em cima de um tapete, por causa dos azulejos gelados; o Natal em que recebi um Game Boy sem jogo e fiz uma birra, porque um Game Boy sem jogo não serve para nada, para depois me arrepender e pedir desculpa.

   A todas as minhas prendas era dado um significado. Não foi por ser mimada no Natal que me tornei uma criança materialista, que deixei de entender o espírito da época. As crianças devem ser mimadas, digo eu. Em certos aspectos.

   Tenho pena que a maioria das crianças de hoje em dia, pouco mais novas do que eu, não tenham a oportunidade de criar lembranças como as que eu criei. Só querem prendas caras. Pedem tablets e computadores e o último grito das consolas de jogos, e o diabo a quatro, e os pais dão-lhos. Já nascem com as porcarias tecnológicas na mão, já não exploram, já não criam histórias, já não vivem o processo de espera e expectativa. E, atenção, no tempo dos nossos pais e avós o Natal ainda era mais diferente do que os da nossa geração, da geração dos que são, neste momento, jovens adultos, que começam a questionar-se acerca das tradições e a reflectir no que realmente elas nos transmitem.

  Não digo que os meus Natais tenham, agora, menos significado, muito pelo contrário, mas sinto-os ligeiramente mais vazios. Não tenho irmãos, a minha família é pequena, os tempos não são tão felizes quanto aqueles que se viviam há uma década atrás. O próprio brilho que a minha visão de criança dava à realidade também não volta, aquela sensação de que o mundo era feito ao meu tamanho e medida. Contudo, o importante será sempre não faltar comida na mesa (DOCES!) e algum carinho para partilhar. À parte os normais desejos materiais de cada um, não é preciso partilharem-se presentes caros, desde que sejam escolhidos com boas intenções e a pensar no seu destinatário.

   Não sei qual será a minha posição quando, um dia, tiver filhos. Provavelmente, hei-de tentar incutir-lhes o mesmo espírito natalício que me incutiram a mim: muitos presentes, sem serem muito caros, daqueles que lhes permitam dar largas à imaginação, sem nenhum guião previamente formatado. Afinal, o Natal também é isso: o que nós quisermos.

Amigas improváveis (mas não o filme)

Para a Carolina, a quem tenho esperança de poder vir a chamar de "amiga" durante muito tempo, e de quem recebi hoje o seguinte conjunto de presentes, todos eles mencionados na minha lista de desejos de aniversário (só não esperava que satisfizesse tantos!).



Conheci a maioria dos meus amigos na escola ou através de colegas. Não se pode dizer que seja uma maneira particularmente invulgar de os conhecer. No entanto, esta amizade sobre a qual vos escrevo travou-se de uma forma bastante fora do comum, pelo menos, dada a sua essência, que eu julgo e espero ser das mais sinceras... e que venha a durar. Esta amizade começou na blogosfera.


É verdade... Foi graças a este mesmo blogue, este-zinho, onde se encontram estas palavras - que vocês lêem no preciso momento em que já estão a ler a próxima, e outra e outra - que a Carolina me conheceu. Ela também tinha (e tem) um blogue, mas raramente escrevia alguma coisa (até que deixou de escrever, de todo, até ao mês passado). Ainda permanecemos uns bons tempos sem chegarmos a um diálogo concreto. Lá muito de vez em quando, ela deixava por aqui um comentário - nada mais.

Mas não nos esqueçamos doutro factor fundamental - a Fórum Estudante. Tanto ela como eu somos animadoras, pelo que [a modos que] nos conhecemos no primeiro encontro deste ano lectivo, no final de Outubro. Assumo que, no primeiro impacto, fiquei a olhar para ela e a pensar "eh pá, aquela não é a Carolina Helena dos blogues...? É que dá mesmo ares à rapariga!", mas, dispassarada como sou, até podia ter visto o Tarzan sem cuecas, pois continuaria na minha onda sem dar importância ao caso.

Entretanto, sem termos trocado muito mais diálogo do que o de circunstância em Outubro, os meses passaram e, progressivamente, lá recomeçou a Carolina a comentar o meu blogue de vez em quando. Em Maio, por fim, a Fórum Estudante organizou um novo encontro, em que, aleluia, eu e a ela partilhámos conversas com pés e cabeça, ora com outros colegas, ora só nós as duas.

Como em todas as relações, independentemente da sua natureza, há sempre um momento em que ouvimos um clique e pensamos "ena, eu gosto desta pessoa!". O meu clique acerca da Carolina deu-se quando, na volta para Lisboa, partilhámos lugares conjuntos no autocarro, e comecei a ouvi-la. E, sempre que eu tentava contar-lhe algo inédito sobre mim, ela respondia "eu sei, eu leio o teu blogue", com um ar meio divertido, meio enfadado (digo eu), que me embaraçou de certo modo, de tão apalermada que devia estar a parecer (vulgo, o meu estado normal). E eu abria a boca e a resposta era sempre a mesma, chegando quase ao ponto de ser irritante. Raios, uma leitora atenta e com boa memória, materializada ao meu lado, a cinco centímetros de distância - e que me deve ter observado a dormir com a boca aberta durante uma hora de viagem! Desse fim-de-semana em diante, o contacto aumentou. A moça até passou a escrever mais no seu próprio blogue e, assim, eu pude ir retribuindo alguns comentários que ela também me deixava (cada vez mais frequentemente).

Foi nesse contexto de comentário aqui e comentário ali que a Carolina, no dia anterior ao meu aniversário, comentou a tal publicação com a lista de possíveis prendas de aniversário que eu gostaria de receber, pedindo-me a minha morada a fim de me enviar a sua "contribuição". Ora, em quase dois anos de blogue, nunca ninguém havia tido para comigo tamanho desplante. Sim, desplante! Um desplante bom, ainda assim, e a Carolina não descansou (nem eu esperava que ela descansasse) enquanto não lhe dispensei a informação pretendida. Por outro lado, eu também sou humana e, atendendo à minha condição, gosto de prendas, pelo que não me custou nada ceder, não é verdade?

 

Contudo, há prendas prendas. Há prendas que se dão porque sim e outras que se dão com vontade, dependendo sempre da intenção da pessoa que as oferta. Ora, a Carolina enviou-me um marcador, um saco de gomas e um livro que era dela, com - suponho - valor emocional. A acompanhar, seguia uma carta. Já ninguém escreve cartas, o que é uma pena, mas a Carolina escreveu-me uma, em que me chama sua amiga. Perante tal amabilidade, resta-me retribuir-lhe com a minha amizade de volta. É toda dela! [É toda tua, Carolina!] 

Quando lhe expressei o meu inigualável agradecimento via chat do Facebook, ela respondeu que "as boas pessoas atraem coisas boas". Apesar de eu não estar segura de ser a melhor pessoa do mundo, estou contente por tê-la "atraído". Não sei que bicho lhe picou para me ter em tão elevada conta e ter gostado de mim, mas fico absolutamente lisonjeada por ser a nova amiga de alguém tão simpático, humilde, despretensioso e inteligente como ela.

 

O pacote só chegou hoje e foi uma das melhores prendas de aniversário tardias que já recebi, sem dúvida. Obrigada! :)

 

***

 

Nota 1: o blogue da Carolina - http://coucoucaroline.blogspot.pt .

Nota 2: esqueci-me de mencionar outro saco de gomas que recebi doutra amiga minha nesta publicação. Os restantes amigos que festejaram comigo o meu aniversário acabaram com ele em menos de nada.

Falemos mas é de coisas mais alegres (já chega de exames e de morte)

Pois que, à falta de melhor (ou mais apelativo) passatempo, vos apresento o desfile das minhas prendas de aniversário por cima da minha colcha e mobílias de quarto.

 

A PRENDA DO SENHOR MEU NAMORADO

 

 

(Qual é a criatura do sexo feminino que não gosta de flores, digam-me lá?)

 

 

A PRENDA DA MINHA AVÓ

 

 

(Já a pensar na faculdade...)

 

 

A PRENDA DO MEU PAI

 

 

(A reparação de um fio que pertenceu à minha avó materna.)

 

 

A PRENDA DA MINHA TIA

 

 

(A minha veia consumista diz que gosto da Desigual.)

 

 

A PRENDA DA CARA DE PANQUECA

 

 

(Porta-moedas espampanante, mesmo ao meu gosto, e tartaruga-luz-de-presença-que-muda-de-cor para que a medricas supra-mencionada não tenha medo do escuro quando vem cá a casa... Uma prenda dela para ela, como diz o meu pai!)

 

 

A PRENDA DA MÃE DO AMIGO

- o fofuxo diz que há-de me dar uma só dele... a ver vamos! -

 

 

(Um livro...!!!! Obrigada, obrigada!)

 

 

A PRENDA DA ÉRICA E DA CASSANDRA

- personagens recorrentes na procrastinação deste blogue - 

 

 

(Quer isto dizer que eu cheiro mal??)

 

 

A PRENDA DA AMIGA QUE SE FOI EMBORA MAIS CEDO

 

 

(Acho que ela nem sabe que eu faço colecção de canecas... E a que me deu é bem bonita!)

 

 

A PRENDA DA AMIGA QUE FICOU A ESTUDAR E NÃO VEIO AO MEU LANCHE DE ANIVERSÁRIO

 

 

(Foi ela que pintou, por fora e por dentro, pelo que está perdoadérrima.)

 

 

A PRENDA DOS MEUS VIZINHOS

 

 

 

(Falta a caixinha de sombra para os olhos que me deram. Os brincos são muito catitas.)

 

 

A PRENDA DO PONeLeiro MAIS CONHECIDO DA BLOGOSFERA

 

 

 

 

(Este, vê-se logo que é cá da procrastinação!- http://produtooficialnaolicenciado.blogs.sapo.pt/297840.html)

 

 

A VOSSA PRENDA (ATRASADA)




(Legenda: "gostar" de Procrastinar. Literalmente. https://www.facebook.com/procrastinartambemviver)

 

 *** 

 

Obrigada a todos pelas suas prendinhas e por terem vindo ao meu lanche de aniversário pleno de piadas preversas e polícias e ladrões - no jogo de cartas, é claro - incompetentes! E, pelo que a própria diz, ainda falta a da Carolina. São todos uns fofinhos! =)

Prendas que eu gostaria de receber no meu aniversário (mas que não receberei, porque... you know - crise)

Para os mais despistados (como se fosse possível, que eu não me calo com isto), amanhã faço anos. Faço os 18, ainda por cima. Já estou pelos cabelos com a minha avó e todas as pessoas que existirão por esse mundo fora que fazem questão de mo relembrar de dez em dez minutos: upa, upa, vou ser adulta e hoje é o meu último dia enquanto "criança". GRRRRRRRRR, enterrem-se, minha gente!

No entanto, dentro da temática do aniversário, apetece-me falar de prendas. Ou melhor, o meu lado materialista dita que me apetece falar de prendas.

 

Em primeiro lugar, eu sei que isto está difícil e sublinho o seguinte: sou a primeira a confirmar que me custa imenso ter de arranjar prendas de aniversário para os outros, uma vez que tenho sempre orçamento limitado. Já não se dão prendas de 10€! Nem de 7,50€! Muitas vezes, nem de 5€. Portanto, quando me dizem que, este ano, não há prendas para ninguém, eu só respondo "ok". Então e não me importo? Sinceramente, não. Nos meus dias de anos, só não dispenso estar com os meus amigos. O resto vem por acréscimo. Não há quem não goste de receber presentes, seja quando for, mas há que ter três dedos de testa e um pouco de bom senso. Eu tenho tudo o que uma miúda da minha idade poderia desejar (comida, saúde, família, amigos e um namorado "ao mais alto nível", uma casa cheia de livros, boas notas e até um blogue lido por algumas pessoas que não devem ter mais nada que fazer da vidinha delas, mas de quem eu tenho muito boa impressão), pelo que, a menos que tenham vontade de fazer um donativo para a minha conta bancária, onde estou a amealhar uns trocos para as propinas da faculdade, escusam de pensar sequer em dar-me o que quer que seja.

 

Assim, a lista que se segue trata-se, nem mais, nem menos que um devaneio de quem está a fazer uma pausa no estudo para os exames nacionais. Vou chamar-lhe...

 

AS PRENDAS DE ANVERSÁRIO QUE ME PODERIAM DAR, CASO TIVESSEM DINHEIRO:

 

1. LIVROS. Nunca são demais.

 

2. PRATELEIRAS. Dão sempre muito jeito por estas bandas.

 

3. CHOCOLATES. Oh, os chocolates! Como eu adoro as barrinhas do Continente... E os bombons da Milka... E os Toblerones.

 

4. GOMAS. Afinal, a minha avó diz que estou magra.

 

5. Um biquíni novo.

 

6. Já referi os livros?

 

7. MARCADORES PARA OS LIVROS. É que estou a ler cada vez mais, ao mesmo tempo.

 

Tenho a mania dos livros

Não tenho livros a medir. Preciso urgentemente de novas estantes ou prateleiras e, ainda assim, continuo a adquirir mais livros (não tantos quanto gostaria, mas a culpa é do Coelho e do Gaspar). Há quem se mate por roupa e sapatos (eu só me esfolo) e há quem se mate por livros, o que é absolutamente o meu caso. Ainda não fui à Feira do Livro este ano, mas tenho a certeza de que assim que lá meter os pés me vou passar e vou ter orgasmos literários múltiplos. E perder todo o miolo que restar dentro desta minha cabecinha desmiolada. E gastar o dinheiro alheio (pai, avó… sabem a quem me refiro). Vou ser desenfreada, vou ser obsessiva, vou ser incontrolável, vou ser imparável! Enfim, vou endoidecer.

 

Nota: faço anos daqui a quinze dias. Aceitam-se donativos e prendas de aniversário adiantadas: cheques, notas ou mesmo trocos. Ou prateleiras e estantes. Ou livros, theirselves, porque não…?

 

Ajudem-me.

MIMOS! (Rick's stuff #7)

E eis que chegou (e já quase que passou) um dos dias mais adorados, mas também odiados (costuma sempre haver quem morra por vivê-lo todo o santo ano e, por outro lado, quem fiquei um bocado para o eriçado, não tendo com quem festejar), de sempre: o Dia de S. Valentim - ou, para os mais românticos, o Dia dos Namorados! 
E o que implica uma data como a de hoje? Presentes? Tréguas nas discussões?! Mais presentes???!
Costumo pensar que o Dia dos Namorados tem bastante em comum com o Natal. Ambos celebram o amor e a partilha, mas a sociedade actual acabou por transformá-los numa bela desculpa para se aumentar o consumismo em épocas aleatórias do ano. Além disso, segundo as minhas mais ou menos humildes convicções, se não se celebra o amor e a partilha no resto dos meses, não será pontualmente que a sua exaltação valerá de alguma coisa. Vale, sim, se consistir num maior número de oportunidades para se demonstrar o que se sente, sem que seja necessário fazerem-se umas compras apressadas de lembranças impregnadas de corações até ao vómito, só para não parecer que se foi desleixado. E até nem vejo mal nesses corações se forem dados com intenção, mas... vocês entendem... São prendas materiais. Gastam-se rios de dinheiro em presentes que não se oferecem noutras ocasiões, quando o Dia dos Namorados e o Natal são só pretextos para nos relembrarmos da importância dos nossos loved ones e para lhes oferecermos canecas com motivos facebookianos...

Wait... what?

Momento para exibicionismo pessoal:


Iei! O meu amor deu-me uma caneca personalizada para a minha colecção! E, como não vinha embrulhada e me esqueci da chave do cacifo, andei a passeá-la na mão desde as oito e meia da manhã até ao final da tarde... As pessoas que passaram por mim devem ter pensado que eu andava maluquinha, mas, pelo menos, fui uma maluquinha feliz!
E é nessas palavras que sintetizo o Dia dos Namorados: um bando de maluquinhos felizes e aluados que , a 14 de Fevereiro, recebem peluches, presentes, flores e, acima de tudo, muito mimo - não há nada melhor do que esse mimo! Especialmente se nos for dado 365 dias por ano.