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Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

Procrastinar Também é Viver

Blogue sobre trivialidades, actualidades e outras nulidades.

pré-adolescência na rádio

Hoje, a programação da Cidade FM é toda sobre o Verão de 2007. Neste momento, estou a ouvir a "Push It To The Limit" do Corbin Bleu e a perguntar-me desde quando é que a Disney deixou de ser fixe e de passar na rádio. É que não foi assim há tanto tempo que rebentou o fenómeno do High School Musical! Como ele, já não se farão mais êxitos cine-televisivos nos próximos tempos. Agora, é só Lemounades Mouths, entre outros filmes  sem graça, cada um sendo a cópia do anterior. Até parece que queremos todos ser cantores e dançarinos e... patetas.

pré-adolescência na rádio

Hoje, a programação da Cidade FM é toda sobre o Verão de 2007. Neste momento, estou a ouvir a "Push It To The Limit" do Corbin Bleu e a perguntar-me desde quando é que a Disney deixou de ser fixe e de passar na rádio. É que não foi assim há tanto tempo que rebentou o fenómeno do High School Musical! Como ele, já não se farão mais êxitos cine-televisivos nos próximos tempos. Agora, é só Lemounades Mouths, entre outros filmes  sem graça, cada um sendo a cópia do anterior. Até parece que queremos todos ser cantores e dançarinos e... patetas.

masculinamente pensando

O João Manzarra tem, desde ontem, um programa ao fim da tarde na Cidade FM. E como se chama? A Hora do Manzarra (das 19h às 20h, de segunda a sexta-feira)!


Hoje, discute-se sobre mudanças de sexo por um dia. Como viveriam os animadores (e o Manzarra) essa experiência? Imitadora que sou, lá vou eu pronunciar-me sobre o mesmo tema.


 


Se eu pudesse ter pilinha durante um dia... seria épico! Por acaso, tenho bastante curiosidade em saber como funciona, ao certo, a mente das criaturas do sexo oposto. Da minha convivência com amigos, consigo entendê-la até certo ponto, algumas das suas particularidades, mas gostaria imenso de experimentar ter um cérebro que se virasse sempre para a via prática, sem as "complicações" para que o cérebro feminino tem tendência.


E como seria fazer chichi de pé? E como seria lidar com as raparigas da perspectiva contrária? O que me atrairia mais: uma mulher com bom corpo ou uma deliciosa refeição calórica gratuita? Que corpo a "experiência" me proporcionaria? Quais seriam os meus gostos pessoais em leitura, música, arte, cultura,...?


Tantas questões que nunca conhecerão uma resposta!

masculinamente pensando

O João Manzarra tem, desde ontem, um programa ao fim da tarde na Cidade FM. E como se chama? A Hora do Manzarra (das 19h às 20h, de segunda a sexta-feira)!

Hoje, discute-se sobre mudanças de sexo por um dia. Como viveriam os animadores (e o Manzarra) essa experiência? Imitadora que sou, lá vou eu pronunciar-me sobre o mesmo tema.

 

Se eu pudesse ter pilinha durante um dia... seria épico! Por acaso, tenho bastante curiosidade em saber como funciona, ao certo, a mente das criaturas do sexo oposto. Da minha convivência com amigos, consigo entendê-la até certo ponto, algumas das suas particularidades, mas gostaria imenso de experimentar ter um cérebro que se virasse sempre para a via prática, sem as "complicações" para que o cérebro feminino tem tendência.

E como seria fazer chichi de pé? E como seria lidar com as raparigas da perspectiva contrária? O que me atrairia mais: uma mulher com bom corpo ou uma deliciosa refeição calórica gratuita? Que corpo a "experiência" me proporcionaria? Quais seriam os meus gostos pessoais em leitura, música, arte, cultura,...?

Tantas questões que nunca conhecerão uma resposta!

Braga #10 - o último dia do VnC

Esta manhã, escrevemos uma notícia que foi emitida na Rádio Universitária do Minho ao meio-dia; o Correio do Minho entrevistou-me a mim mais a um ou dois colegas. À tarde, reunimo-nos com os restantes cursos no Campus de Gualtar e recebemos os certificados de participação; tirámos mais fotografias; tivemos uma aula de zumba (e o que é zumba? eu digo que é step+movimentos de anca), fizemos alegres figuras tristes a tentar seguir os passos da instrutora e despedimo-nos com alguns "até para o ano" e "a gente fala-se no Facebook". O pessoal da Escola de Rádio é, na sua generalidade, muito bacano. Nove rapazes, duas raparigas. O que poderia eu pedir mais? Os nossos monitores não eram daqueles todos destrambelhados do juízo, incompetentes ou demasiado exigentes connosco. Gostei da onda deles. Os profissionais da RUM com quem trabalhámos ao longo desta semana mostraram-se sempre muito disponíveis e tivemos a oportunidade de aprender, com eles, imensas coisas sobre o mundo radiofónico e jornalístico. Agradeço-lhes o vislumbre que me proporcionaram sobre a área em que quero enveredar, académica e profissionalmente. No final, quero também agradecer a todas as pessoas que conheci desde segunda-feira, pelo enriquecimento pessoal que me trouxeram. Foi bom... muito bom. Excelente.